Fotos: Kaio Espínola/Setur.
Publicação compartilhada do site PMA, de 10 de junho de 2026
Fotos: Kaio Espínola/Setur.
Publicação compartilhada do site PMA, de 10 de junho de 2026
Publicação compartilhada do site INFONET, de 9 de junho de 2026
Sergipanas formam o trio de irmãs vivas mais velho do mundo
Artigo publicado pela LongeviQuest destaca a trajetória de Levita, Zoraide e Zulina, que somam 316 anos de vida e nasceram em Cedro de São João
As sergipanas Levita de Deus Nunes, de 109 anos, Zoraide de Deus Mota, de 104, e Zulina de Deus Nunes, de 103, ganharam projeção nacional nos últimos dias após reportagens do G1 Rio de Janeiro eo SBT News repercutirem o reconhecimento concedido pela LongeviQuest, organização internacional especializada em validação de supercentenários. Juntas, elas somam 316 anos de vida e são apontadas como o trio de irmãs vivas mais velho do mundo.
O reconhecimento foi publicado originalmente em maio deste ano pela LongeviQuest, em artigo assinado pelos pesquisadores brasileiros Iara Souza e Gabriel Ainsworth. Segundo a publicação, as três nasceram em Cedro de São João, no interior de Sergipe, e cresceram em uma família marcada pela união, pelo trabalho e pelo apoio mútuo, valores que permaneceram presentes ao longo de suas trajetórias.
De acordo com a LongeviQuest, cada irmã construiu uma história singular. Levita dedicou a vida ao cuidado da família, Zoraide seguiu carreira na educação e na enfermagem, enquanto Zulina utilizou o artesanato como meio de sustento e para garantir oportunidades aos filhos. Apesar dos caminhos distintos, as três mantiveram uma forte ligação familiar durante mais de um século.
Embora ainda não tenham superado o recorde absoluto da categoria, pertencente a um trio de irmãs norte-americanas que somou 325 anos em 2009, as sergipanas representam atualmente o mais longevo grupo de irmãs vivas conhecido no mundo. A história completa das centenárias está disponível no site da LongeviQuest.
Com informações da LongeviQuest.
Texto e imagem reproduzidos do site: infonet com br
Artigo compartilhado do blog GETEMPO/INFONET, de 28 de maio de 2026
Bombas sobre Aracaju
Por Letícia Conceição Silva - Graduanda em História (UFS) - Bolsista do projeto Transformações no cotidiano de Aracaju durante a Segunda Guerra Mundial - Integrante do Grupo de Estudos do Tempo Presente
Durante a Segunda Guerra Mundial, Aracaju foi bombardeada. Não diretamente por nações inimigas, mas pelo próprio Estado brasileiro. Acontece que, após os torpedeamentos de navios mercantes no litoral sergipano em agosto de 1942 pelo submarino alemão U-507, foram necessárias medidas de proteção contra futuros ataques. Depois da tragédia, as luzes foram proibidas de serem acesas à noite para evitar chamar atenção do inimigo. Além disto, treinamentos de alerta aéreo eram marcados quase mensalmente na capital.
Essas simulações pretendiam ensinar a população como se proteger em caso de um ataque real por aviões inimigos. Considerando que a cidade tinha sido pega desprevenida pelos torpedos alemães, as autoridades queriam estar preparadas para possíveis bombardeios. Lições eram divulgadas nos jornais da época com instruções para a população: como se comportar nos treinamentos? Quais os locais serviriam de abrigo? Tudo estava explicado nos periódicos, além das penalidades para os desobedientes, que não eram poucos.
Embora houvesse interesse em treinar a população e as equipes que atuavam na simulação, como bombeiros e socorristas, também buscava-se controlar o povo e mantê-lo obediente aos valores do Estado Novo (1937-1945), devendo “obedecer sem recalcitrar, pois que qualquer desobediência pode gerar consequências irremediáveis” (Correio de Aracaju, 22 de março de 1943). Assim, o descumprimento das normas representava o papel ativo dos aracajuanos diante da imposição do Estado autoritário.
Por outro lado, a desobediência não significava que o dia a dia da população fosse indiferente aos treinamentos, que transformavam a cidade em um teatro de guerra. Na primeira simulação, em 02 de março de 1943, as “bombas” eram sacos de areia. Mas a partir do segundo alerta, passaram a ser reais, “não das usadas pelas Forças Armadas, mas, são elas de fabricação especial e podem estabelecer o pânico entre os descuidados”(Correio de Aracaju, 13 de março de 1943), exigindo maior cuidado dos cidadãos. Assim, o povo aracajuano precisava estar atento às informações veiculadas para evitar ferimentos durante os treinamentos.
Ainda que tenham sido eventos de grande impacto em Sergipe, sobretudo em Aracaju, pouco se comenta a respeito das simulações na atualidade. Ainda pensamos na Segunda Guerra como algo distante, centralizado na Europa, mas esquecemos das transformações que ela impôs em nosso território. Buscar por abrigos, se proteger de bombas e obedecer sinais de alerta não eram atitudes restritas ao outro lado do Atlântico, mas, ainda que de forma simulada, também fizeram parte do dia a dia dos moradores de Aracaju. Relembrar o impacto do conflito no estado é um caminho para permanecermos conscientes das dificuldades que uma guerra é capaz de infligir, mesmo àqueles que se julgam afastados do sempre triste cenário bélico.
Texto reproduzido do blog: infonet com br/blogs/getempo
Publicação compartilhada do site FANF1, de 30 de maio de 2026
Cordelista que homenageou Lula em Aracaju sonha em ingressar na vida pública ou “ocupar o Supremo Tribunal Federal”
Da redação
O jovem cordelista Pedro Gustavo, de 13 anos, natural do município de Amparo de São Francisco, declamou um poema em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a passagem do chefe do Executivo federal por Aracaju, nessa última sexta-feira, 29.
No cordel, Pedro destacou a trajetória de vida do presidente, além dos programas sociais implementados ao longo de seus governos. A apresentação chamou a atenção pela desenvoltura do adolescente.
Durante entrevista à reportagem do Jornal da Fan após o encontro, Pedro revelou que pretende seguir carreira na área do Direito ou ingressar na vida pública.
“Eu penso em fazer Direito, quero ser juiz, com quem sabe um dia ocupar o Supremo Tribunal Federal. Quero ser juiz, quem sabe um dia político, quem sabe um dia vocês me vejam na televisão de vocês fazendo campanha com o Lula, com os demais políticos esperam um dia ser político, não para ser da velha política da politicagem, mas da política de Lula, da política da mudança, da política do trabalho, da política para classe social trabalhadora”, disse o jovem.
Representando a cultura de seu município, o cordelista ressaltou o orgulho de levar suas raízes para o evento e falou que pretende defender essa bandeira caso ingresse na vida pública.
“A cultura é primordial. E se um dia eu for político, eu espero defender ainda mais a cultura que infelizmente em algumas ocasiões é esquecida”, completou.
Texto e imagem reproduzidos do site: fanf1 com br
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