domingo, 1 de março de 2015

Comércio movimenta festa de Senhor dos Passos






Fotos: Portal Infonet

Infonet - Economia - Notícias - 28/02/2015.

Comércio movimenta festa de Senhor dos Passos
O ponto auge da festa acontece com a procissão do domingo, 1

A Festa de Senhor dos Passos que acontece neste fim de semana no município de São Cristóvão leva comerciantes de diversas partes do país a vender na festa. Na manhã deste sábado, 28, a praça que se localiza em frente a Igreja Matriz Nossa Senhora da Vitória já está tomada por vendedores que buscam uma renda durante a romaria.

A infinidade de artigos religiosos a exemplo de terços, quadros, escapulários e imagens de santos atraem romeiros que não abrem mão de levar um artigo para casa.

A festa fez o comerciante Fábio Francisco da Silva sair de Recife para comercializar no local. “É o primeiro ano que estou aqui e vim por indicação de um amigo que todo ano vem e diz que é bom. Cheguei hoje de manhã e espero que dê bastante gente. Tenho mais de mil mercadorias para vender. O preço do terço varia de R$ 3 a R$ 10 reais e o chaveiro R$ 2 reais”, afirma.

O também comerciante Elder Duarte disse que por enquanto o comércio está fraco. “Cheguei ontem e vim de Canindé no Ceará para vender aqui. Por enquanto o movimento está fraco, mas acredito que mais tarde vá melhorar”, acredita.

A dona de casa Irene Santos Menezes saiu do município de Lagarto com a família para participar da festa. “Não fiz promessa, mas enquanto Deus me der saúde estarei aqui. Cheguei agora de manhã e vou ficar para a procissão desta noite e depois vou embora”, informa.

Por Aisla Vasconcelos.

Texto e imagens reproduzidas do site: infonet.com.br/economia

Sergipano se destaca em livros sobre aviação

Sérgio Ricardo mostra com orgulho as suas duas publicações.
Foto: Portal Infonet.

Infonet - Cultura - Noticias - 27/02/2015.

Sergipano se destaca em livros sobre aviação
Interesse sobre aviação partiu da inquieta do sergipano

Os constantes conflitos aéreos no oriente Médio reacenderam um alerta nos diversos países do mundo quanto a segurança aérea. As aeronaves do tipo ISR (Inteligência, Vigilância e Reconhecimento) são utilizadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) com o intuito de detectar possíveis ameaças externas.

Apesar de pouco ainda se falar sobre o assunto, Sérgio Ricardo Santana Cerqueira, é o primeiro escritor brasileiro a lançar dois livros que tratam sobre aviação militar. Os livros "Embraer EMB-145 ISR- Programa, Versões, Operações e Emprego" e o “Beyond The Horizon” retratam sobre as aeronaves brasileiras de longo alcance e que fazem a segurança do espaço brasileiro.

“Os livros tanto um quanto outro tratam sobre aeronaves de alerta antecipada de controle. Essas aeronaves tem longo alcance e um equipamento de controle de outras aeronaves. Elas funcionam como torres de controle pro céu. Elas são usadas para proporcionar um alerta antecipado de ameaças contra aquele país. Então em vez do país depender de radares em terra que são limitados pela curvatura do planeta, ele agora vai se confiar também nos radares montados nas aeronaves que não são limitados por essa curvatura”, informa.

O interesse de escrever sobre aviação militar partiu da inquietação do sergipano em abordar sobre uma manobra simulada do Exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX) que é um exercício aéreo multinacional organizado pela Força Aérea Brasileira (FAB) com o objetivo de treinar suas tropas em caso de ameaça externa.

Essa simulação ocorreu em 2006 e contou com a participação das Forças Aéreas da França, Argentina, Brasil e Venezuela, onde na oportunidade, a aeronave brasileira [Embraer 145 ISR] derrubou simuladamente outras aeronaves francesas e argentinas sem ser detectadas.

De acordo com Sérgio Ricardo Santana Cerqueira muitas foram as barreiras para o lançamento do primeiro livro. “A ideia do livro nasceu de uma teimosia. Houve um campeonato de aeromodelismo aqui em 2006, só que na ocasião, não se falava em outra coisa a não ser na missão que a força brasileira tinha participado em que uma das aeronaves que havia entrado em operação abateu simuladamente aeronaves inimigas. E eu disse que iria escrever um livro sobre isso. Cheguei em casa e comecei a pesquisar e em 2010, já tinha escrito o texto, mas não tinha quem publicasse, pois algumas editoras disseram que não tinha público por não ser uma aeronave que chamava atenção, já que não era de caça. Mesmo assim, continuei tentando e no decorrer da pesquisa conheci várias pessoas e uma dessas me pareceu confiável a ponto de fazer comigo uma versão ampliada e em maio de 2010 começamos a trabalhar o texto, ele é britânico, tinha passado mais de 30 anos na força aérea de lá”.

Mas foi em 2012 que o primeiro livro intitulado "Embraer EMB-145 ISR- Programa, Versões, Operações e Empego" foi lançado em São Paulo. Ainda não satisfeito, o sergipano continuou as pesquisas e em 2014 uma editora austríaca lançou o seu segundo livro Beyond The Horizon.

Para Sérgio Ricardo Santana Cerqueira, o que chama atenção nos seus livros é o fato deles apresentar não somente abordagens técnicas, mas relatos de quem pilotou a aeronave. “Esse livro ele teve uma coisa curiosa que eu busquei desde o começo não ser técnico ao extremo, busquei conceitos para colocar o lado pouco conhecido do assunto como pessoas que operaram essas aeronaves. Tanto um quanto o outro tem depoimentos de pessoas que tiveram em combate nessas aeronaves, ou seja, tem o lado humano ao contrário dos que tem por aí, não é um livro maçante, mas procurei trazer um assunto digamos mais fechado para perto do leitor”, elogia.

Mas a luta do escritor sergipano não vai parar por aí. Após se formar, Sérgio Ricardo pretende permanecer na área. “Quero entrar na área, quem sabe fazer a minha própria empresa ou trabalhar em algo voltado a pesquisa ou ao desenvolvimento de algum programa para facilitar a vida dos deficientes, porque hoje por exemplo existe a questão do transporte de pessoas de necessidades especiais em aeronaves. Como viajo regularmente a Brasília para tratamento, eu percebo essas dificuldades de locomoção no solo que depende às vezes de um aparelho”, afirma.

Por Aisla Vasconcelos.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Aracaju com seus cheiros, cores e sabores





Aracaju com seus cheiros, cores e sabores.

(...) Cores, sabores e principais pontos turísticos de uma das capitais mais jovens do país. E para abrir o nosso especial, nada melhor do que falar da culinária local que conquista os moradores e turistas com seus cheiros, cores e sabores.

Entre todas as cores espalhadas nos mercados centrais de Aracaju, entre os cheiros dos temperos e das comidas, e a arquitetura com o estilo colonial espanhol que se mantém até hoje, mesmo depois de algumas reformas, é possível entender a beleza que se faz presente num dos maiores pontos turísticos da capital sergipana.

Desde 1926, quando foi inaugurado, o Mercado Antônio Franco até hoje é considerado patrimônio de grande importância para a movimentação turística em Aracaju. Especificamente no Antônio Franco é possível encontrar restaurantes que valorizam a culinária sergipana/nordestina. Quem conhece a tríade de mercados centrais de Aracaju, com certeza sente o cheiro do cardápio típico da região que ronda pelo Antônio Franco. Pirão de capão, carne do sol, galinha guisada, bacalhau, cuscuz no café da manhã. São muitas as delícias encontradas como opção para refeições no mercado.

Um dos principais restaurantes de lá, é o Caçarola - no terraço, que faz um buffet com comidas de muito bom gosto sergipano. Uma característica peculiar do restaurante são os nomes dos pratos, que carregam um pouco do modo sergipano de falar. Um exemplo disso é a sobremesa mais pedida no lugar: "Moça Virgem". Um sorvete de tapioca com bananas flambadas e pó de canela. Um sabor indescritível que caiu no gosto de muitos turistas além dos próprios sergipanos.

Ainda na praça dos mercados de Aracaju, o mercado Thales Ferraz é onde os turistas conhecem todos os derivados da tapioca, um bem imaterial do estado. No "Espaço do Beiju" o visitante encontra beiju molhado na folha de bananeira, pé-de-moleque, sarolho, pamonha, etc.

Por fim, e não menos agradável, o mercado Albano Franco, que tem uma enorme feira hortifrutigranjeira. São diversas frutas e verduras regionais à venda, a exemplo da mangaba, fruta nativa do litoral do nordeste, sendo Sergipe o principal produtor do Brasil. As pimentas tipicamente sergipanas - algumas preparadas de forma caseira - também se fazem presentes nas bancadas do mercado. Diante tantas opções o "amendoim cozido" se destaca por ser um famoso petisco sergipano, castanhas de caju (doces ou salgadas), e doces derivados de quase todas as frutas típicas são facilmente encontrados. Dentre as diversas opções de frutas também se destacam a acerola, o jenipapo, e claro, o caju, que ajudou a originar o nome da terra das araras e dos cajus. A farinha sergipana também é bastante famosa por ser fina, o que faz com que muitos turistas já visitem os mercados em busca da farinha de mandioca sergipana.

Fotos e texto reproduzidos do site: turismosergipe.net/noticiasculi

Aracaju com seus cheiros, cores e sabores

 Foto: César de Oliveira.



Foto reproduzida do site: turismosergipe.net/noticias

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Centro de Cultura e Artes da UFS - Cultart


Centro de Cultura e Artes da UFS - Cultart.

Mantido pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), o prédio onde funciona o CULTART foi fundado em 1917, local onde funcionou a primeira Faculdade de Direito do estado. Abriga a Galeria de Arte Florival Santos e o Teatro Juca Barreto. No Centro são realizados cursos e oficinas de artes. Av. Ivo do Prado, 612.

Foto e Legenda reproduzidas do site: sergipetradetour.com.br

Antigo Presídio de Aracaju



Antigo Presídio de Aracaju.

Inaugurado na tarde do dia 12 de outubro de 1926, o Presídio de Aracaju, localizado no bairro América, começou a ser construído três anos antes, no governo de Graccho Cardoso. O projeto foi do jovem e distinto engenheiro Dr. Arthur Araújo, tendo sua pedra fundamental batida no dia 05 de outubro de 1923. Segundo o pesquisador e historiador Luiz Antonio Barreto, a construção chamada de Penitenciária Modelo, pelo então governador, foi idealizada pelo imigrante italiano Hugo Bozzi, que também construiu o prédio da procuradoria do Estado, a primeira construção de concreto armado em Sergipe...

Trecho de reportagem reproduzido do site: infonet.com.br/cidade
Fotos reproduzidas do site: skyscrapercity.com

Município de Divina Pastora

 

Município de Divina Pastora/SE.

O município de Divina Pastora guarda em sua história duas características marcantes: a religiosidade do seu povo e o talento natural dos munícipes para o artesanato. Com uma população estimada em 4.448 habitantes, segundo o censo IBGE de 2009, e situada a 39 quilômetros de Aracaju, a cidade é considerada pelo seu povo como um “Santuário de Pagamento de Promessas”, graças à devoção a Nossa Senhora Divina Pastora, que atrai mais de 50 mil fiéis à cidade em tempos de romaria.

Sua vocação para o turismo religioso remonta ao tempo de surgimento da cidade, marcado pela fé cristã. Conta à história que o frei Isidório de Sevilha chegou ao povoado, mais precisamente à comunidade do alto da montanha, onde venerava uma imagem da Divina Pastora. A fé se propagou na comunidade do século XVII, na então Capela de São Gonçalo. O povoado, que à época se chamava Ladeira, deu origem à cidade.

A imagem de Nossa Senhora Divina Pastora, inspiração do frei é considerada pelos moradores como a mais valiosa da cidade.

Foto e texto reproduzidos do site: sergipetradetour.com.br

Artesanato do município de Divina Pastora


Artesanato do município de Divina Pastora/SE.

Divina Pastora se destaca também no cenário turístico nacional pela produção da renda irlandesa, peça de confecção artesanal reconhecida em 2008 pelo Instituto Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural imaterial do país. Isso, por causa do modo como é confeccionada.

É um tipo de renda de agulha, que apresenta como suporte uma fita presa ou ligada ao debuxo ou risco, com o desenho da renda sobre papel manteiga, fixado em papel grosso.

De rara beleza, a renda irlandesa produzida pelas mulheres da cidade já serviu de inspiração para estilistas renomados e desponta como um dos produtos mais elegantes para se dar de presente.

Nas feiras de turismo nacionais e internacionais a renda irlandesa tem sido um dos produtos artesanais que mais atrai o interesse do público.

Foto e texto reproduzidos do site: sergipetradetour.com.br

História de Sergipe é contada através da Cartografia


Infonet - Cultura - Noticias - 23/02/2015.

História de Sergipe é contada através da Cartografia
Trabalho do Observatório de SE traz mapas de 1638

A história de um local pode ser contada de várias formas. E com uma nova publicação divulgada nesta segunda-feira, 23, o Observatório de Sergipe mostra que os mapas também são uma ótima forma de contar a história do Estado. O órgão vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), reuniu uma série de mapas históricos e conta através deles uma parte da História da Cartografia de Sergipe.

O projeto consiste em três etapas, cada uma abordando a história de Sergipe em paralelo ao desenvolvimento das técnicas de mapeamento de cada época. Nessa primeira etapa, publicada pelo Observatório de Sergipe, são apresentados alguns mapas antigos do Estado, desde o período colonial até o Império. As etapas seguintes abordarão os avanços da cartografia e das técnicas de mapeamento no contexto do desenvolvimento do Estado de Sergipe e de sua utilização para fins de planejamento, execução e avaliação das políticas públicas.

Com essa publicação o Observatório de Sergipe visa mostrar ao público a importância da cartografia como instrumento de conhecimento da história e evolução do território sergipano, além de servir como meio de comunicação e de auxílio na tomada de decisão. “Os mapas antigos sobre Sergipe trazem consigo a função de comunicação, mas também vêm carregados de uma historicidade que mostra ao leitor atual a visão de quem produzia os mapas na época, como também a noção de como se expandiu e se conformou o território sergipano”, informa Fernanda Cruz, assessora Técnica do Observatório de Sergipe.

A introdução da publicação contém um breve relato histórico sobre a cartografia no mundo e em Sergipe, fazendo uma relação dos mapas com fatos e elementos históricos. Na sequência, são apresentados 14 mapas que abordam Sergipe desde 1638 até 1883, cada um seguido de respectiva descrição histórica e cartográfica.

“A cartografia, um misto de técnica e arte, está expressa nesta publicação, sempre em associação à visão de mundo da época de sua confecção e trazendo consigo um arcabouço histórico de como o território sergipano expandiu e se desenvolveu até o final do século IXX”, explica Márcio dos Reis, diretor de Geografia e Cartografia da Seplag .

Neste contexto, acompanhando todo o trabalho desenvolvido pelo Observatório, estudantes, pesquisadores e curiosos sobre a história de Sergipe podem observar parte do processo de mudança na cartografia do Estado, e comparar como era no passado e nos dias de hoje.

Contextualizando a história

Nesta etapa publicada, o leitor poderá observar as 14 mapas catalogados e identificar aspectos singulares em cada um deles. Através desses mapas, é possível observar desde traçados inicias, datados entre 1638, sobre as primeiras impressões dos colonizadores de Sergipe, até cartas do período imperial, datadas de 1883. “Todos os mapas contam com um descritivo, onde o leitor poderá conhecer os detalhes de cada um deles e descobrir como se construiu a história territorial de Sergipe”, reforça Márcio.

Segundo Fernanda Cruz, a divulgação desses mapas era um desejo antigo da equipe do Observatório. “Temos em nosso acervo grande parte desses mapas, que precisavam ser divulgados. Outra parte reunimos com ajuda da Universidade de São Paulo e Biblioteca Nacional. A publicação, em suas três partes, vem resgatar a história de Sergipe através dos mapas, desde o período colonial, com suas visões de mundo em uma mistura de técnica e arte, até os tempos atuais, com o uso de novas tecnologias”, ressalta.

Fonte: Seplag.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Para ter acesso ao trabalho desenvolvido pelo
Observatório de Sergipe, clique no link abaixo:

A Sombra que Virou Cidade


A Sombra que Virou Cidade.
Por Edson Côrtes

A cidade de Umbaúba recebeu este nome devido ao fato de muitos tropeiros da região repousarem à sombra das árvores chamadas Imbaúba, encontradas em abundância na localidade.

Segundo a enciclopédia do município (1959) não se sabe a época exata em que começou a formar-se a povoação que hoje é o município de Umbaúba. Sabe-se que foi aproximadamente entre as décadas de 1860 e 1870 .

Conta-se que seu desenvolvimento ocorreu com a doação de terreno, pelo então proprietário da Fazenda Sabiá (localizada na Vila do Espírito Santo, hoje Indiaroba), o Coronel Manoel Fernandes da Rocha Braque, para a construção da Igreja e de casas, surgindo assim a povoação que deu origem a cidade.

Com a criação do município de Vila Cristina, hoje Cristinápolis, o arraial de Umbaúba passou a fazer parte desse município, desmembrando-se assim da vila de Espírito Santo (Indiaroba).

Com a Lei Estadual nº 525-A, de 06 de fevereiro de 1954 o Distrito de Umbaúba passou a categoria de cidade, devido ao seu desenvolvimento agropecuário, seu florescimento comercial e crescimento de sua sede. A partir de então, o município de Umbaúba veio crescendo progressivamente.

Assim em 1954, Umbaúba realizou a primeira eleição para os poderes Executivo e Legislativo. Foi eleito primeiro Prefeito, Sr. Anfilofio FernandesViana (em memória) e a primeira Câmara de Vereadores composta por cinco Vereadores: João Venâncio Filho (PSD), José Dionísio Ribeiro (PSD), AntônioSouza (PSD), Joaquim Macedo Silva (UDN), Mariana Silveira Martins (UDN). A Câmara foi empossada em 23 de janeiro de 1955 e empossou o Sr. Prefeito em31 de janeiro de 1955, que governou até 03 de fevereiro de 1959.

Texto e foto reproduzidos do blog: noriodesiris.blogspot.com.br