domingo, 26 de junho de 2016

Padarias de Aracaju oferecem comidas típicas juninas

Foto: Portal Infonet

Infonet > Cultura > Noticias > 23/06/2016.

Padarias de Aracaju oferecem comidas típicas juninas.

Comidas estão sendo ofertadas já prontas e a preços acessíveis.

Pamonha, bolo, beiju molhado, pé de moleque, tudo pronto para compor a mesa das festas juninas. Nas padarias, as comidas estão sendo ofertadas já prontas e a preços acessíveis, mas a procura pelos quitutes começou logo cedo.
  
Texto, foto e vídeo, reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Quinta noite de Forró Caju 2016

 Público no Forró Caju.

 Público no Forró Caju.

 Cintura Fina animou o público da quinta noite.

Público curtiu o sertanejo das sensações do momento Mayara e Maraísa.
Créditos: Ana Lícia Menezes.

Publicado originalmente no site da PMA, em 23/06/2016.

Quinta noite de Forró Caju levou o tradicional forró com sertanejo para o público

Em seu quinto dia, o Forró Caju 2016 seguiu num ritmo animado na noite desta quarta-feira, 22. O maior evento do estado reuniu grandes nomes do forró, mesclando o tradicional com o atual e sertanejo, agradou o público que lotou a Praça dos Mercados Centrais da capital.

A animação foi iniciada com Joseany Dy Josa, no palco principal e seguiu até as primeiras horas da véspera de São João, 23. Nos palcos Gonzagão e Dominguinhos, passaram também as bandas Forró Brasil, Cintura Fina, Forró Ativado, Falamansa, Mayara e Maraísa e Mano Valter.

Falamansa levou um show inesquecível com tradicional Forró Pé de Serra. “Queremos agradecer ao prefeito João Alves por essa oportunidade, pois o Forró Caju já faz parte da nossa história e nós temos sempre a expectativa de trazer alegria e o bem para as pessoas de uma forma que todos esperam isso da gente também. Trazer a zabumba, sanfona e triângulo tem um respeito muito grande no sentido da gente levar boas energias para o público”, declara Tato, vocalista da banda.

Muito aguardada pelos Aracajuanos, a dupla de irmãs Mayara e Maraísa, levou carisma eletrizante com música sertaneja para todos os presentes. “Primeira vez no Forró Caju e sabemos que será de muitas, pois a cidade nos acolheu muito bem e é recíproco. O show foi inesquecível e temos certeza que agradamos o público”, revela as irmãs.

Aprovação

Curtindo a festa, o casal Robson Bispo e Simone Ferreira frisou que é um momento muito esperado. “As bandas estão ótimas. O Forró Caju é um movimento cultural de reconhecimento no mundo todo e, para quem é nordestino, espera o ano todo por esse momento, com estrutura boa, organização e bandas tudo perfeito”, conta.

Marcando presença pelo segundo dia no Forró Caju, o contador Irlan Afro, revela que o Forró Caju é uma festa que agrada. “A estrutura está excelente e hoje vim prestigiar a banda Cintura Fina, que eu amo. Sou da Bahia, mas moro aqui e o Forró Caju é uma das festas que gosto muito”, fala.

Forró Caju

Durante os 12 dias de Forró Caju serão mais de 300 horas de música, distribuídas entre os três palcos, com 250 shows, sendo 175 sergipanos.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

‘São João é Coisa Nossa’ resgata a tradição do ciclo junino


Publicado originalmente no site do Jornal da Cidade, em 22/06/2016.

‘São João é Coisa Nossa’ resgata a tradição do ciclo junino.

Na programação tem mostras, quadrilhas juninas e grupos folclóricos.

Por: JornaldaCidade.Net

Trios pé de serra, quadrilhas juninas, comidas típicas, o colorido de bandeirolas e chitas, além da apresentação de grupos folclóricos, celebram os festejos juninos no grande arraiá montado na Praça General Valadão, em frente ao Centro Cultural de Aracaju. A primeira edição do ‘São João é Coisa Nossa’, promovido pela Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), acontece até o dia 23, com uma diversidade de exploração de sentidos, alegria e muito forró, numa tradicional celebração ao ciclo junino.

Mas a programação não se restringe ao presente na praça. Na sala Museu Prefeito Viana de Assis, a proposta é uma viagem ao tempo para conhecer a história do surgimento dessa grande festa junina que invade o Nordeste, o Centro Cultural de Aracaju recebe a exposição ‘Ciclo Junino: Tradição e Música’. “Nela, o público pode saber como tudo surgiu, pois muitas vezes a pessoa curte o São João e nem mesmo sabe como essa festa chegou por aqui e como se tornou tradição. Então, temos na mostra objetos, texto e fotografias que contam a história do ciclo junino, sua origem, além também de mostrar o ciclo do fogo a culinária. Na segunda etapa, temos a música nordestina e forró. É uma exposição de várias plataformas que, com certeza, vai encantar o público, que depois pode curtir a festa na praça”, destacou o assessor especial da secretária da Funcaju, Gustavo Vargas.

Em reforço ao objetivo de celebrar o Ciclo Junino no aspecto das tradições, desde a história que envolve o período até as suas transformações atuais, Gustavo destaca o papel da Funcaju enquanto órgão para o desenvolvimento de ações culturais. “Essa é a real atividade da fundação que tem buscado de maneiras diversas apresentar, preservar e promover a cultura da nossa cidade. O São João é Coisa Nossa é uma dessas ações, que busca promover a interação e conhecimento da sociedade sobre a tradição do Ciclo Junino. É uma programação tranquila que pode ser apreciada por toda a família e também por aqueles que curtem o Forró Caju, já que fica bem aqui próximo também”, disse.

Segundo a presidente da Fundação, Aglaé Fontes, a Funcaju tem o compromisso de promover ações voltadas para o enaltecimento da nossa cultura, salvaguardando nosso patrimônio e, acima de tudo, incentivando os aracajuanos a valorizar a própria cultura. “Nosso maior propósito é trabalhar nossa cultura no âmbito da educação, por isso que nossa programação envolve palestras, apresentações, atividades e exposições”, afirmou a presidente da Funcaju, Aglaé Fontes.

Mais São João.

Nas unidades da Funcaju, a programação cultural junina também se faz presente na exposição ‘Coletiva Junina’, na Galeria Álvaro Santos; a mostra “Tradições do Ciclo Junino”, no Mirante da 13 de Julho; além das atividades nas bibliotecas e no Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, que exibe filmes com a temática nordestina.

Na mostra Coletiva Junina, é possível conferir 36 trabalhos relacionados ao ciclo junino, que envolve Santo Antônio, São João e São Pedro. Entre eles, as telas do artista plástico e restaurador, Lino Costa, que estimulam a reflexão sobre a seca na Região Nordeste, além de obras de J. Inácio, Joel Dantas, Ismael Pereira, Beto Ribeiro.

No Mirante da 13 de julho, a exposição ‘Tradições do Ciclo Junino’ exibe a diversidade da festa e a crença religiosa, que tem no Santo Antônio, conhecido como o santo casamenteiro, um dos símbolos da época junina. Na mostra, além de conhecer a história do santo, ainda dá aprender algumas simpatias. “Essa é uma mostra na qual temos como intenção levar as histórias da origem, um pouco da culinária, vestimentas, danças, santos juninos e suas superstições”, explicou a coordenadora Christene Hilmann.

Já no NPD, a exibição de filmes relacionados aos festejos juninos e ao Nordeste acontece na sala Walmir Almeida, no Centro de Cultura de Aracaju. Amanhã, 23, às 15h será a vez de exibir o documentário ‘Viva São João’, do diretor Andrucha Waddington. Nele, o cantor baiano Gilberto Gil sai em turnê pelas festas juninas do Nordeste, no ano de 2001. A equipe esteve em cidades da Bahia, Pernambuco e Ceará entrevistando personagens, músicos e público da festa. Andrucha Waddington faz um retrato antropológico da comemoração, traçando um paralelo entre o aspecto musical e o seu lado humano. Trilha sonora recheada por canções de Luiz Gonzaga.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net

Iniciada exposição sobre manifestações culturais de SE.

A mostra foi inaugurada pelo bispo Dom Franz Scharl.
Foto: assessoria do evento.

Infonet > Cultura > Noticias > 22/06/2016.

Iniciada exposição sobre manifestações culturais de SE.

A mostra foi inaugurada pelo bispo Dom Franz Scharl.

De 22 de junho a 22 de julho de 2016 a Diocese de Viena e a Sociedade Austro Brasileira de Educação e Cultura – PAPAGAIO realizarão a exposição fotográfica “Manifestações Culturais Sergipanas”, do fotógrafo Sergipano, Márcio Garcez, com a curadoria do colecionador de artes Mário Britto e da antropóloga Rosana Eduardo. A mostra foi inaugurada em 22 de junho, por V. Ex.ª Revma bispo Dom Franz Scharl.

Esta é a terceira vez que o artista brasileiro expõe seu trabalho na Áustria. A mostra foi exposta em 2014 no Weltmuseum Wien e em 2015 na Biblioteca de Romanística da Universidade de Viena, como parte da programação do II e III Festival Cultural do Brasil em Viena, evento organizado pela Papagaio, instituição austríaca sem fins lucrativos – presidida pela pedagoga brasileira Vanessa Tölle – que se dedica a promover o diálogo entre Brasil e Áustria por meio de projetos e ações voltados para a cultura e educação. Em 2016, Garcez retorna à capital austríaca após ter sido convidado em outubro de 2015 – quando participava do referido Festival – pela Diocese de Viena para ocupar o espaço de arte Kategoriale Seelsorge der Erdiözese Wien. O convite foi aceito e a Papagaio mais uma vez vem cumprir o seu objetivo de promover a cultura brasileira gerando um espaço de conhecimento, divulgação e internacionalização das artes e do turismo do Brasil na Europa, criando acesso ao conhecimento do patrimônio cultural brasileiro.

O acervo é composto por um repertório de tradições de Sergipe, que envolve crenças, ritos, festas e manifestações folclóricas e evidencia a diversidade cultural local. Trata-se de um conjunto de imagens que apresenta o olhar do artista visual, que capta a cultura popular de sua terra natal. A mostra possibilita um contato antropológico e artístico com o patrimônio sergipano, por meio de lugares, pessoas, gestos e expressões de sua gente. E põe em evidência duas importantes dimensões da produção autoral de Márcio Garcez, que são o folclore e a religiosidade popular – temas que renderam ao artista diversos prêmios, mostras e publicações em revistas, jornais e livros.

Na exposição “Manifestações Culturais Sergipanas”, o fotógrafo faz um mapeamento das principais procissões que ocorrem no território sergipano, como a de Nosso Senhor dos Passos, do Fogaréu, do Madeiro, dos Penitentes, bem como da procissão fluvial do Bom Jesus dos Navegantes. Como também apresenta suas andanças pelas diversas manifestações culturais do estado, como a Cavalhada, a Festa do Mastro, o Lambe-Sujo e Caboclinho, o Barco de Fogo e o Cacumbi. O acervo poderá ser visto até o dia 22 de julho de 2016 na Diocese de Viena, de forma gratuita, de segunda a sexta das 08 às 16h30.

Fonte: assessoria do evento.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Fogueira de São João

Foto: Edmar Melo.
Reproduzida do site: ajn1.com.br

Bebidas quentes e drinks são sucesso nos festejos.

Foto: Portal Infonet.

Infonet > Cultura > Noticias > 22/06/2016.

Bebidas quentes e drinks são sucesso nos festejos.

No Forró Caju, as bancas oferecem drinks de sabores variados.

Para quem quer fugir da tradicional cerveja durante os festejos juninos, as bebidas quentes, aquelas que são adicionadas vodcas ou outros destilados, são ótimas opções. No Forró Caju, as bancas oferecem drinks e apostam na variação de bebidas para agradar o consumidor.

Texto, foto e vídeo, reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Venda de fogueiras juninas


Fotos: Gustavo Monteiro/Portal Infonet.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 23/06/2016.

Venda de fogueiras juninas está em baixa em Aracaju.

Número de vendas cai drasticamente em comparação com 2015.

A crise chegou para todo mundo, inclusive para o comércio de fogueiras juninas, muito tradicionais em todo o Nordeste nesta época. Se no mesmo período do ano passado, os comerciantes comemoravam as vendas, este ano a situação é outra. As fogueiras que antes eram vendidas na porta do Ceasa e nas calçadas que o cercam, hoje estão restritas à Praça da Leste, no bairro Siqueira Campos.

“Só vendi 5 fogueiras em 30 dias que estou aqui na praça”, conta Fábio Justino, comerciante que vende fogueiras há 15 anos, sendo os cinco últimos na região. De acordo com Fábio, ano passado, nesse período, ele já tinha vendido 300. “A queda foi grande”, lamentou. O comerciante espera que a situação melhore um pouco na véspera de São João.

Os preços variam entre R$ 20 reais, as mais simples, e R$ 60, a mais arrojada, com formato icônico das madeiras em formato quadrado. Na praça da Leste, as madeiras vêm da cidade de São Cristóvão.

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br

Fogueira, no dia de São João

Viva São João!
Foto reproduzida do blog eternoinstantepresente.blogspot

Quadrilha Assum Preto

II Encontro Nordestino de Cultura - 2016.
Concurso de Quadrilhas Juninas do Complexo Gonzagão.
Apresentação da Quadrilha Assum Preto, que abordou a corrupção.
Foto reproduzida do site: cultura.se.gov.br

Quadrilha Meu Xodó

II Encontro Nordestino de Cultura - 2016.
Concurso de Quadrilhas Juninas do Complexo Gonzagão.
Apresentação da Quadrilha Meu Xodó, com o tema
Juntos somos mais fortes, salve a Amazônia
Foto reproduzida do site: cultura.se.gov.br