quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ponto Chic - Pub




Ponto Chic - Pub.

"Acho que muita gente que mora em Aracaju não sabe.O Ponto Chic, foi um dos primeiros bares da cidade, localizado na esquina da Rua João Pessoa com Rua Laranjeiras, onde atualmente se encontra a Delegacia Estadual do Ministério do Trabalho. 

Foi um ponto de encontro de todas as classes.Os aracajuanos, alí se reuniam para um bom bate-papo e para beber umas cervejas. Não sei ao certo, em que ano iniciou suas atividades,mais sei que terminou no verão de 1969. Fazia parte do circuito cultural das Ruas João Pessoa e Laranjeiras, juntamente com o Café Ponto Central, o Cinema Rio Branco e a Livraria Regina". (Eastendkidsaju).

Texto e fotos reproduzidas do blog: eastendkidsaju.blogspot.com.br
De: Eastendkidsaju

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Quase igual ao Cachorro Quente de Seu João do Parque

Cachorro quente  do Café da Gente, no Museu da Gente Sergipana.
Foto: Facebook/Ticiana Vasco.

CACHORRO QUENTE DE “SEU JOÃO”

2 PACOTES DE CARNE PARA STROGONOF
10 BATATAS GRANDES
2 PIMENTÕES
6 CEBOLAS
8 DENTES DE ALHO
5 TOMATES
1/2 PACOTE DE COLORAU
1 LATA DE EXTRATO DE TOMATE
SAL A GOSTO
CUMINHO
ÓLEO
AGUA FERVENTE

MODO DE PREPARAR:
Corte a carne, a batata, o pimentão, a cebola, o alho e o tomate em pedaços bem pequenos. Em seguida misture todos os ingredientes, leve ao fogo e acrescente a água fervendo e deixe cozinhar.

Texto reproduzido de postagem feita por 
Paulo Roberto Dantas Brandão, na página do Facebook/MTéSERGIPE.

sábado, 5 de abril de 2014

História de Pacatuba


História de Pacatuba/SE.
Por José Adelino*

Pacatuba, cidade localizada a 116 quilômetros da capital Aracaju, é um município que merece um estudo à parte. Como dizem os historiadores a respeito das terras que compõem esse município, ele “está assentado em um vasto planalto, de onde se goza um delicioso panorama”. E quem conhece essas lindas terras sabem que é a mais pura verdade.

No início de 1600 já se tinha notícia de um forte aldeamento na confluência do Rio Poxim do Norte com o Betume, e quem comandava aquele povoamento era o cacique Pacatuba. Quando Cristóvão de Barros invadiu Sergipe em 1590 cumprindo ordens do governo da Bahia e de Felipe II rei da Espanha, que reinava em Portugal por causa da União Ibérica (1580 - 1640), deu-se uma matança generalizada. Todos os recursos militares da época foram usados. Fazendo com que poderosos caciques como Baepeba, Serigy e Siriry fossem vencidos pelas forças do governo.

Para alguns historiadores, antes mesmos que as colunas de Cristóvão de Barros chegassem à região do São Francisco, os caciques Japaratuba e seu irmão Pavcatuba acabaram se entregando aos portugueses e pedindo paz. Mas outros estudiosos discordam dessa versão e acreditam que Cristóvão de barros encontrou resistência e venceu por conta da força militar.

Logo depois da “conquista” as terras da aldeia de Pacatuba foram anexadas à sesmaria de Pedro de Abreu Lima. Por volta de 1640, padres Jesuítas começam a levantar uma capela no aldeamento. Em 1732, por ordem do Marquês de Pombal, os Jesuítas foram expulsos e a missão religiosa com todas suas terras em Pacatuba foi entregue aos padres capuchinhos. Em 1810 os capuchinhos terminaram a construção da capela do povoado, e a dedicaram a São Felix de Cantálicio.

Como as terras eram férteis e propicia ao cultivo da cana-de-açúcar, o povoamento crescia rápido. E existem documentos que em 1808 já existia por lá cerca de 700 índios. Uma lei provincial de 6 de fevereiro de 1835, criava a freguesia de São Felix de Pacatuba incluindo o atual município de Japoatã. Menos de 30 anos depois, a 13 de maio de 1864, a freguesia passava a condição de vila. Mas a independência de Pacatuba só aconteceu na prática em 2 de maio de 1874, isto é, dez anos depois, quando se libertou do município de Vila Nova, atual Neópolis.

O desenvolvimento econômico e social da cidade era sentido nas ruas, no entanto no dia 23 de novembro de 1910, os pacatubenses foram surpreendidos com a criação do município de Jaboatão, hoje Japoatã, localizado na antiga missão jesuítica de Riacho do Meio. A reação em Pacatuba foi forte. População e autoridades não encontravam motivos para a perda territorial. Várias representações foram feitas ao governante de Sergipe. Como a pressão foi forte por parte dos pacatubenses o município não chegou a ser criado.

Mas a história ainda guarda uma grande surpresa para os pacatubenses. Dezesseis anos depois da ardorosa luta para não perder as terras de Jaboatão, a lei estadual 960, de 20 de outubro de 1926, transfere a sede do município de Pacatuba para Jaboatão, ficando Pacatuba reduzida à condição de povoado. A reação das autoridades da vila foi forte, porem não adiantou nada. Pacatuba passou quase 12 anos como povoado, só retornando sua antiga condição de município em 28 de março de 1939, mas o distrito de paz continuou em Jaboatão. Essa situação permaneceu até 1943, quando seu nome foi modificado de Pacatuba para Pacatiba.

Em 25 de novembro de 1953, Pacatuba é desmembrada de Jaboatão e transformada em cidade e passa a se chamar Pacatuba. O município livre e independente só foi instalado em 31 de janeiro de 1955, quando foi empossado o seu primeiro prefeito,Manuel Ricardo dos Santos e, também, construída a câmara de vereadores.

*José Adelino – Historiador licenciado pela UFS.

Foto e texto reproduzidos do site: pacatubaemfoco.com.br

segunda-feira, 31 de março de 2014

Serviço de bicicletas compartilhadas é aprovado em Aracaju.

Infonet - Esporte - Noticias - 30/03/2014.

Ciclistas aprovam as bicicletas públicas em Aracaju
Serviço de bicicletas compartilhadas é aprovado em Aracaju.

Por Kátia Susana.

Com apenas R$ 10 o cidadão terá direito a andar um mês inteiro nas bicicletas públicas espalhadas em pontos estratégicos da capital sergipana. O serviço foi inaugurado na manhã deste domingo, 30, na Orla de Atalaia. Ciclistas compareceram a solenidade e aprovaram a iniciativa.

“Demorou a acontecer em Aracaju. Essa é uma iniciativa muito boa porque você pode conhecer a cidade pedalando. Já conhecia este serviço no Rio de Janeiro”, diz Tony Erick Araújo que ressalta a questão da estrutura das ciclovias.

“Essa iniciativa é importante, mas este é o momento dos governantes criarem uma alternativa para diminuir os impostos das bicicletas que termina aumentando o valor. Uma bicicleta boa custa muito caro. Outra questão que precisa ser observada é em relação às ciclovias. No geral, as ciclovias estão boas, mas aquela que fica entre o Augusto Franco, passa no Orlando Dantas e segue São Conrado e DIA [Distrito Industrial de Aracaju] precisa de reparos”, ressalta Araújo.

Foram entregues, as primeiras cinco estações com 10 bicicletas em cada. Três estações ficarão localizadas na Orla, uma próxima ao terminal de integração de ônibus Atalaia e outra no bairro Coroa do Meio. A previsão é que até maio as outras 15 sejam entregues, totalizando 200 bikes disponíveis para a população utilizar através do aluguel compartilhado.

De acordo com o assessor de comunicação da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito de Aracaju (SMTT), Flávio Vasconcelos, a iniciativa é um marco na questão da mobilidade urbana. “Hoje o Brasil passa por um grande problema em relação ao trânsito das grandes cidades e este sistema de bicicletas compartilhadas provocará uma grande revolução neste sentido, mas é preciso que a população acredite no projeto e faça uso dele”, destaca Vasconcelos.

Questionado sobre como funcionará o sistema de utilização das bicicletas o assessor enfatiza que as estações estarão funcionando das 6h até às 22h e que a empresa Serttel fará a manutenção de todas as bicicletas duas horas antes de serem liberadas para a população.

“ A Serttel passará nas estações e observará as condições de pneu, pedal e de todo equipamento e somente estando tudo certinho a bicicleta é liberada para uso”, ressalta o assessor.

Como funciona

O Projeto oferece diversas maneiras de comprar passes e retirar as Bicicletas das Estações.

Passe Mensal - R$ 10,00 (Válido por 30 dias)

Acesse o site e clique na opção "Cadastre-se". Clique no Menu "Passe" > "Comprar Passes", leia as instruções de uso, confirme seu Passe Mensal e informe os dados do seu cartão de crédito. Veja no mapa do site a localização das Estações e dirija-se a qualquer uma delas para retirar a Bike desejada, usando o telefone celular informado no cadastro, ou com Aplicativo móvel.

Passe Diário - Uso eventual/sem cadastro

Apenas pelo Aplicativo ou ligação do celular - R$ 5,00 (Válido por 24 horas). Veja no mapa do site a localização das Estações e dirija-se a qualquer uma delas para a Bike desejada; Ligue do seu telefone celular para o número: 4003 9891; Ouça as informações sobre regras e tarifas; Digite os dados do seu cartão de crédito; O telefone usado para compra do Passe Diário deverá ser o mesmo utilizado para liberação da Bicicleta.

Para retirar a bike

Você pode fazer quantas viagens quiser durante todo o dia. As Estações de compartilhamento funcionam todos os dias, de 6h as 22h; Viagens de até 60 minutos são gratuitas, desde que sejam realizadas com intervalo de pelo menos 15 minutos entre elas; Viagens com duração de mais de 60 minutos serão tarifadas à parte, no valor de R$ 5,00 por cada 30 minutos excedentes; Através do celular, o Cliente pode consultar a situação de Bicicletas disponíveis e de vagas para devolução, ligando para a Central de Atendimento ao Cliente: 4003 9891 ou acessando a internet.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/esporte
Foto: Portal Infonet.

Registro: 25 de março/2014, no Congresso Nacional, em Brasília

Registro:

No dia 25 de março/2014, no Congresso Nacional, entrega da 13ª. Edição do Diploma "Mulher-Cidadã Bertha Lutz" a uma das homenageadas, a fundadora da Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos (Apada), em Aracaju/SE., sua presidente Maria Lygia Maynard Garcez Silva.

Fonte: Assessoria Parlamentar.
Foto: Senado Federal.

sábado, 29 de março de 2014

Arco-íris duplo chama a atenção em Aracaju (26.03.2014)




Arco-íris duplo chama a atenção na capital e Grande Aracaju nesta quarta. Internautas registraram o fenômeno da natureza ocorrido por volta das 6h. Fenômeno chamou a atenção também pelas cores intensas.

Arco-íris duplo pode ser visto na Zona Norte de Aracaju no registro feito do alto do morro da TV Sergipe no Bairro Cidade Nova.

Fotos: Marina Fontenele/G1
Reproduzidas do site: g1.globo.com/se/sergip

Segunda Edição de "O Escritor na Livraria"

Foto: Divulgação.
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Livraria Scariz, Shopping Jardins,
 Aracaju, 27 de março de 2014.
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 Fotos reproduzidas do Facebook/Domingos Pascoal.

terça-feira, 25 de março de 2014

Marlene Calumby recebe medalha da Ordem do Mérito Parlamentar

Foto: Marcos Borges.

Marlene Calumby recebe medalha da Ordem do Mérito Parlamentar.

A secretária municipal de Governo, Marlene Alves Calumby, recebeu, na tarde desta segunda, 24, a medalha da Ordem do Mérito Parlamentar, a maior honraria concedida pelo Poder Legislativo em Sergipe. A medalha foi entregue através de propositura de iniciativa da deputada e presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, Angélica Guimarães. Sugestão essa que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho da Ordem Parlamentar.

No discurso de saudação e entrega da condecoração, a deputada Angélica Guimarães, grã-mestre da Ordem, enalteceu a escolha de Marlene Calumby por causa da relevância da história de vida profissional da secretária de Governo com importantes realizações nos campos da Educação, da Cultura e do Serviço Público em Sergipe.

"Marlene Calumby sempre foi uma servidora pública que cumpriu com mister suas funções e sempre foi fiel aos amigos conquistados nesses anos de dedicação à vida pública e a seus princípios. Mais do que tudo, por onde passou, ela sempre primou em incentivar a importância do saber sem limites e batalhou para que, com civismo, pudéssemos ter uma sociedade mais justa e solidária", enalteceu a deputada Angélica Guimarães.

Em seu discurso de agradecimento, Marlene Calumby falou do seu orgulho em ser educadora, servidora pública e mãe. Além de fazer um resumo de sua carreia no magistério e funcionalismo público. "Recebo essa medalha da Ordem Parlamentar como muita gratidão e consciência de que o reconhecimento da vocação e talento dignifica o ser humano e fortalece e desenvolve a sociedade. Por onde estive, sempre acreditei que a conquista do saber não tem limites. A pessoa pode ter 100 anos e, ainda assim, ser humilde e capaz de aprender. Morremos no exato momento em que paramos de aprender", afirmou Marlene Calumby.

O prefeito João Alves Filho, irmão da secretária, falou sobre a vida de dedicação e amor ao magistério que Marlene sempre levou. "Pessoa inteligente, brilhante, sempre encontra soluções para os problemas mais difíceis. Marlene é uma pessoa especial, que trabalha por amor e tem paixão pelo magistério. Colegas contemporaneous, que acompanharam quando ela cursou Direito, sempre me dizem que ela hoje não é desembargadora porque se dedicou a tal paixão. Eu tenho um amor profundo e grande admiração pela minha irmã", disse.

Marlene tem um trajetória de vida pública de mais de 40 anos, desde normalista no Instituto Rui Barbosa, Escola Normal, passando pelo magistério nas Escolas Freitas Brandão e Getúlio Vargas, de voluntária e defensora do trabalho de educação para carentes na Associação da Paróquia de São José, além de cargos de coordenação no Colégio Patrocínio de São José, de direção no Atheneu Sergipense, de presidente do Conselho Estadual de Educação, durante setes anos; de presidente da Fundação Aperipê por duas vezes; de ser ocupante da cadeira de número 30 da Academia Sergipana de Letras e de ter sido professora universitária nas Universidades Federal de Sergipe e Tiradentes e consultora da Universidade do Vale do Acaraú.

"Sempre tive orgulho de ser professora e servidora pública, pois foi o serviço público que me deu tudo. Agradeço a todos os ex-alunos, a quem os chamo de filhos, pelas oportunidades de aprendizado e convívio. Agradeço a meu pai, o construtor João Alves, pela hercúlea obstinação, tenacidade e apreço ao trabalho, que herdei dele. O trabalho me enche de vida. Agradeço a minha mãe Maria de Lurdes Gomes e a minha avó Luiza Gomes, por me ensinarem a ter fé e amor incondicional de mãe. Afinal, não há nada mais bonito na vida do que um filho, que é uma eternizarão de sua própria vida, nosso coração fora de nós mesmos", ressaltou Marlene Calumby.

Imagem e texto reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

Postagem originária da página do 
Facebook/MTéSERGIPE, de 25.03.2014.

Documentário 'A Mesa Vermelha' será lançado no Museu da Gente Sergipana

Publicado por F5 News, em 23/03/2014.

Documentário 'A Mesa Vermelha' será lançado no Museu da Gente Sergipana

Uma Mesa Vermelha e o verbo de 23 ex-presos políticos. No documentário A Mesa Vermelha, senhores jovens subversivos comentam, 50 anos depois do golpe, sobre a experiência nos presídios masculinos pernambucanos durante o período militar (1964-1985). O lançamento do filme acontece no próximo dia 1º de abril, às 19h, no Museu da Gente Sergipana, com exibição gratuita e aberta ao público.

Dirigido pela cineasta pernambucana Tuca Siqueira, o documentário resgata a memória dos anos de chumbo através dos depoimentos de 23 militantes de organizações de esquerda da época que estiveram detidos, de 1969 a 1979, entre a antiga Casa de Detenção, a atual Casa da Cultura, em Recife, e a Penitenciária Professor Barreto Campelo, na Ilha de Itamaracá.

Da chegada ao cárcere, do afeto, das greves de fome, do papel dos coletivos dentro da cadeia. O sentimento de pertencimento é o que move este documentário. Aos personagens, o pertencimento a uma geração. Ao público, o sentimento de pertencimento a um país que busca sua Memória, que busca a Verdade.

Através das lembranças e denúncias dos ex-presos politicos, o filme retrata como era a convivência, as diferenças, os rachas, as resistências e o sentimento de solidariedade existente entre eles. O documentário começa abordando o contexto político, o que levou aquelas pessoas a atuarem em organizaçãos, a luta, a clandestinidade, a queda e a chegada deles à prisão.

Os ex-presos políticos eram encaminhados para duas unidades prisionais depois do período de torturas e interrogatórios para responder a processos e cumprir as penas??Estima-se que, de 1969 a 1979, passaram pela antiga Casa de Detenção cerca de cem presos políticos e 40 na Penitenciária Barreto Campelo.

Sergipe em cena

Entre os 23 entrevistados, um sergipano. Ex-preso político e militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Bosco Rolemberg, 66, viveu por cinco anos, dos 27 aos 32 anos, atrás das grades da Penitenciária Barreto Campelo, na Ilha de Itamaracá, entre 1974 e 1979. Casados desde 1969, a ex-presa política sergipana Ana Côrtes também permaneceu detida em Pernambuco, entre junho e novembro de 1974, nas dependências da Delegacia de Ordem Política e Social (DOPS), no centro de Recife.

Gravado em Recife, em maio-junho de 2012, o documentário foi, para Bosco, o momento de reencontrar colegas de luta e cela que não via há 35 anos, e de reencontrar sua própria história, seus silêncios, suas dores e suas convicções desses anos sombrios.

“Eu vim porque é uma experiência que não pertence a mim. Pertence ao povo brasileiro, pertence aos comunistas do Brasil, pertence aos meus filhos, pertence ao meu neto, pertence a minha esposa. Então eu não tinha o direito de ficar com isso escondido ou guardado”, afirma no filme, no depoimento que abre A Mesa Vermelha.

Com 80 minutos de duração, o documentário é fruto do Projeto Marcas da Memória da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça em parceria com o Movimento Tortura Nunca Mais de Pernambuco.

Idealizado pelas ex-presas políticas Lilia Gondim e Yara Falcón, elas contam que a iniciativa surgiu após a experiência do curta Vou contar para os meus filhos sobre o reencontro das ex-presas políticas da Colônia Penal Bom Pastor, também em Recife, 40 anos depois. “É um reencontro com a história. Uma lacuna que está sendo preenchida. É a história viva. Passamos muito tempo sem falar nada. Tínhamos receio”, relata Yara Falcón.?

Desde que foi lançado, em maio de 2013, A Mesa Vermelha já passou por Recife, Brasília e Porto Alegre, e circulará nos próximos meses por várias cidades do país, com o Festival Cinema pela Verdade, da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. Agora a exibição chega em Aracaju, com o apoio do Museu da Gente Sergipana, do Instituto Banese e da Secretaria de Comunicação do Governo de Sergipe.

Imagem e texto reproduzidos do site: f5news.com.br

Fonte e Foto: divulgação.