sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Exposição de Mandalas está em cartaz no Mirante 13


Infonet - Cultura - Noticias - 20/10/2014.

Exposição de Mandalas está em cartaz no Mirante 13
Mandalas foram produzidas pela artesã Bárbara Stumpf

O Mirante da Praia 13 de Julho, unidade da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), recebe a partir desta segunda-feira, 20, a exposição de Mandalas, que segue até dia 5 de novembro. Sergipanos e turistas que visitarem a amostra vão conferir 15 mandalas, feitas com papel, madeira e em azulejos pela artesã e bióloga, Bárbara Stumpf.

A artesã, que confecciona mandalas desde 2008, diz que sua inspiração vem de seu olhar sobre os objetos do dia-a-dia, principalmente elementos de sua profissão. “Cada mandala tem uma história. Como sou bióloga, eu busco inspirações na natureza. As peças são únicas e especiais. Nesta exposição, as pessoas poderão encontrar uma grande variedade de formas e materiais”, comenta Bárbara Stumpf.

Segundo a artista, as mandalas tem origem indiana e significam círculo ou coroa. São símbolos, geralmente, coloridos e geometricamente complexos coligadas a um núcleo central. “Sempre estou em paz quando pinto as mandalas, se esse não for o meu estado mental, procuro sair de casa e realizar atividades ao ar livre. Depois de ter as energias recarregadas e equilibradas, sento em frente a base da mandala e a imaginação flui.” comenta a artista.

Para a coordenadora da unidade, Cristine Hillmann o Mirante é um espaço que valoriza o artista local, onde os mesmos têm a oportunidade de expor e divulgar seu trabalho. “Este ambiente está aberto a todos os artistas e artesãos que querem mostrar sua arte, além de levar aos sergipanos e turistas um pouco da riqueza do Estado através das peças e obras que trazemos para o Mirante”, justifica.

Mirante da Praia 13 de Julho
A Exposição de Mandalas fica aberta até o dia 5 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h e aos sábados das 9h às 13h, no Mirante da Praia 13 de Julho.

Fonte: Funcaju.
Foto: divulgação.

Texto e imagem reproduzidos do sete: infonet.com.br/cultura

Sabor Sergipe - Mangaba.

Foto: Mangabas by @zalberto.

Sabor Sergipe - Mangaba.

"Você sabia que a mangaba é uma fruta tipicamente sergipana?

Cerca de 5 mil famílias desenvolvem o extrativismo da fruta como atividade econômica, realizada com o trabalho feminino em que as mulheres cuidam da conservação da espécie, desenvolvem práticas e saberes de manejo assim, zelando por um patrimônio cultural material e imaterial". (Facebook/Terra Sergipe).

Imagem e legenda reproduzidas do Facebook/Fan Page/Terra Sergipe.

XVI Confraternização dos Ex-Alunos do Atheneu


Infonet - Cultura - Noticias - 22/10/2014.

XVI Confraternização dos Ex-Alunos do Atheneu
Festa será no dia 6 de dezembro a partir das 15h

Prepare o coração, porque a XVI Confraternização dos Ex-Alunos do Atheneu está chegando. Este ano o evento terá como tema o São João. O "Arraiá do Atheneu" acontece no dia 06 de dezembro, na quadra do colégio, a partir das 15h.

A Quadrilha junina e a banda marcial são algumas das surpresas da festa, que conta com a animação da Banda Styllo Próprio e Banda Espinho de Mandacaru.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Saiba o significado do Dia da Sergipanidade (24 de Outubro)


Saiba o significado do Dia da Sergipanidade, comemorado em 24 de outubro.

Por Ascom/Secult-SE.

24 de outubro, Dia da Sergipanidade. Data que marca o orgulho de um povo pela sua terra, por seus valores e por sua cultura. Apesar de historicamente a data se confundir com o 8 de julho de 1820 (data da Carta Régia que desanexou o território sergipano da Bahia), foi no dia 24 de outubro de 1824 que o documento chegou a Sergipe e só assim a sociedade sergipana pôde comemorar, de fato, a independência de sua província.

Mais precisamente no governo do brigadeiro Manoel Fernandes da Silveira que Sergipe emancipou-se. Desde a data de promulgação do decreto de emancipação, até efetivamente Sergipe chegar até sua independência, foram quatro anos de enfrentamento entre os partidários. O jornalista e historiador Luis Antônio Barreto conta que o progresso chega a Sergipe logo após sua emancipação.

“Com a emancipação, as vilas cresceram, surgiram as cidades e rapidamente o progresso deu a Sergipe uma nova condição. O dia 24 de outubro passava, por volta de 1836, a ser a data maior da afirmação da liberdade dos sergipanos. Durante o Império, o 24 de outubro passou a ser, também, celebrado pelo povo com seus grupos folclóricos, como atestam os registros dos jornais”, explana Luis Antônio Barreto, em um de seus artigos publicados no Portal Infonet.

A sergipanidade e o poder público.

Para a secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, a data não celebra apenas a independência territorial do Estado, mas também a emancipação da identidade de um povo, que constitui os mais variados aspectos: literatura, música e folclore. Além disso, a secretária enfatizou que valorização do que é da terra é uma das diretrizes do governo Marcelo Déda.

“O sentimento de sergipanidade é algo inerente ao governo Marcelo Déda. Por isso, desde sua primeira gestão como governador do Estado, estamos sempre em busca da valorização do que é nosso. Prova disso é o trabalho que a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) vem desenvolvendo, sempre optando por uma programação genuinamente sergipana em seus eventos”, disse Eloísa.

A gestora cita ainda o título de Patrimônio Cultural da Humanidade conquistado pela praça São Francisco, a restauração e modernização do Palácio-Museu Olímpio Campos, a promoção do 1º Festival de Teatro Sergipano, a interiorização das apresentações da Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) e construção do Museu da Gente Sergipana (antigo Atheneuzinho) como outras ações do governo Déda que contribuíram na valorização da sergipanidade.

De acordo com Luiz Antônio Barreto, o 24 de outubro tem a cara, o sentimento, a coragem dos sergipanos, na afirmação dos seus interesses e projetos. “Todas as vezes que for preciso recorrer à história, para construir o futuro de liberdade, prosperidade e paz, o 24 de outubro estará inabalado em sua importância, como uma referência que pertence a todos os sergipanos, de todos os tempos”, destaca o ex-secretário de Cultura.

Emenda Constitucional.

No ano 2000, a Mesa Diretora da Assembléia Legislativa (AL) alterou o artigo 47 da Constituição Estadual em que era estabelecido que a Emancipação Política do Estado fosse comemorada duas vezes ao ano: 8 de julho e 24 de outubro. Através da Emenda Constitucional, apenas o 8 de julho ficou como data oficial de celebração. A decisão vigorou, pois a AL concluiu que a data que deveria permanecer seria o dia em que D. João VI assinou o decreto de emancipação.

Texto reproduzido do site: aquiacontece.com.br

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Peregrinação ao Santuário de Divina Pastora,



Fotos: João Andrade/Ascom Prefeitura de Divina Pastora.

Infonet - Cultura - Noticias - 19/10/2014.

Cerca de 120 mil pessoas participam de peregrinação
Homenagens à santa mobilizam sergipanos em visita a santuário

Foi encerrada no início da tarde deste domingo, 19, a peregrinação ao Santuário de Divina Pastora, realizada anualmente, sempre no terceiro domingo do mês de outubro. Os fiéis começaram a se concentrar em diversos pontos da SE 160, que liga os municípios de Riachuelo a Divina Pastora, na tarde do sábado, 18, e, por volta das 20h30, a Igreja Católica iniciou a procissão que percorreu a rodovia até a cidade de Divina Pastora, trecho que ficou conhecido como Rodovia dos Peregrinos.

De acordo com o balanço realizado pela Polícia Militar, cerca de 120 mil fiéis participaram da peregrinação ao Santuário de Divina Pastora, entre a tarde do sábado e a tarde deste domingo, 19. “Mais de 120 mil pessoas participaram da peregrinação, sem nenhuma alteração. Tudo transcorreu tranquilo desde a tarde do sábado, durante toda a madrugada e todo o dia de hoje (domingo, 19)”, observou o capitão Jorge Cirilo, que comandou o esquema realizado pela Polícia Militar para garantir a segurança e a ordem durante a manifestação religiosa.

De acordo com informações do prefeito Sylvio Maurício Cardoso (SD), de Divina Pastora, os peregrinos se concentraram em vários pontos da rodovia e, entre a noite do sábado, 18, e a madrugada do domingo, 19, juntaram-se aos fiéis que saíram em procissão após missa celebrada na Igreja de Riachuelo para seguir, andando, para a cidade de Divina Pastora. O prefeito participou da peregrinação pela primeira vez aos 17 anos, interrompeu por estar fora do Estado e, há nove anos, retomou à manifestação religiosa. “É algo belíssimo, foi um sucesso total em termo de organização, de segurança e de público”, comemorou.

A imagem da santa foi instalada em uma carroceria de madeira improvisada empurrada pelos fiéis que se revezaram durante o trajeto. A peregrinação foi instituída pelo então padre Luciano Cabral Duarte no ano de 1958, reunindo cerca de 50 jovens católicos para fazer a celebração religiosa, que acabou interrompida por alguns anos, mas foi retomada, posteriormente, em 1972, pelo padre Raimundo Cruz, que faleceu no mês de julho deste ano. Naquela época, D. Luciano já ocupava o cargo de arcebispo da Arquiodecese de Aracaju. Neste ano, a peregrinação foi articulada pelo padre Helelon Bezerra, que há cerca de quatro anos está à frente daquela paróquia.

A peregrinação ao Santuário de Divina Pastora foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Sergipe, por meio de decreto lei de número 28.884 assinado pelo governador Jackson Barreto (PMDB) no dia 9 de setembro deste ano. E, mais recentemente, o governador atendeu a mais uma reivindicação dos fiéis iluminando o trecho da rodovia, cuja obra foi inaugurada na sexta-feira passada, 17.

Por Cássia Santana.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Artesão sergipano traz técnica de Portugal para Sergipe


Publicado originalmente no site Lagartense, em 29/03/2014.

Artesão sergipano traz técnica de Portugal para Sergipe.

Com o MDF ele cria peças com formatos cada vez mais diferenciados. Caneta e papel são a base da criação das peças.

O artesão sergipano, Ronaldo Silva traz técnica de Portugal para Sergipe com o uso do material originado da madeira, o MDF. Ele cria peças que vão do simples porta-retratos a monumentos históricos de alguns países.

Com uma caneta e papel, Ronaldo inicia o processo de criação das peças. "Geralmente fazemos um esboço mais de uma vez até chegar o ponto que agrade definitivamente", fala o artesão.

Após a definição do desenho, as ideias são passadas para o computador. "Agora é o momento de utilizar a tecnologia com uma máquina de corte", descreve Ronaldo o processo inicial. Depois disso, todo o trabalho é manual.

"Tem peças que levam manhãs inteiras para serem concluídas, como da Torre Eiffel, em Paris, na França. Encontrar a curvatura do monumento foi um dos desafios", lembra.

A filha e a esposa do artesão também estão juntas nessa caminhada. "No começo era uma terapia. Mas com a aceitação popular os negócios só evoluíram", comenta a esposa do artesão, Viviane Martins. As peças custam de R$ 2 a R$ 100.

Texto e foto reproduzidos do site: lagartense.com.br