quarta-feira, 27 de julho de 2016

Antigos Casarões, em Aracaju

 Antigo casarão, que ficava situado na Avenida Beira Mar, em Aracaju/SE.
Foto reproduzida do site: docomomobahia.org
Foto migrada do Facebook/GrupoMTéSERGIPE.
Antigo casarão, situado na Avenida Ivo do Prado, em Aracaju/SE.
Foto reproduzida do site: docomomobahia.org
Foto migrada do Facebook/GrupoMTéSERGIPE.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Artista Plástica Ana Denise

Foto: Arquivo pessoal.

Publicado originalmente no site Imprensa1, em 17/01/2012.

‘Em Sergipe as pessoas não valorizam os artistas da terra’, desabafou artista

Ana Denise, artista plástica, nascida em Aracaju começou a desenhar e pintar aos 13 anos,teve como grande incentivador o seu pai.

Em entrevista ao Imprensa1, a artista fala da sua carreira, trabalhos realizados e em primeira mão, ela adianta para a equipe, sobre sua exposição em 2012.

Imprensa1 - Quando você iniciou a sua carreira como artista plástica?

Ana Denise – Comecei na primeira exposição na Galeria Álvaro Santos, em 1967, é muito tempo na estrada.

Imprensa1 - Em quem você se inspirou no começo de sua carreira?

Ana Denise – Eu na realidade, não tive inspiração em nenhum artista, gosto muito de Veronese, é um clássico, detalhista e a minha pintura apesar de ser Naif ela também é detalhista, é diferente de alguns Naifs que a gente vê por aí.

Imprensa1 - Quais foram às exposições que você já participou aqui em Aracaju?

Ana Denise – Aqui em Aracaju já perdi as contas, atualmente não faço mais individual, por falta de patrocínio, na maioria, sou convidada pelas galerias a participar dessas exposições, e agora pertenço a um grupo chamado “Juntos e Separados”. Somos três artistas: Almero, Edjane Leite e eu.Cada um com o estilo diferente. A próxima exposição acontecerá em abril, dia 17, na Galeria de Arte Álvaro Santos, será uma exposição somente de xilogravuras, onde farei entre o Sacro e o Profano, destacando os Santos, o Candomblé e o Kama Sutra. A exposição ficará entre 15 a 20 dias.

Imprensa1 - Como você vê a pintura no mundo atual?

Ana Denise – Em Sergipe, as pessoas não valorizam os artistas da terra, existe uma obra feita por mim ,que está localizada na frente do farol da Universidade Tiradentes e poucas pessoas conseguem identificar meu trabalho “o meu caju”. Aqui falta o reconhecimento dos artistas. Já a pintura no mundo a fora, é uma realidade totalmente diferente do Brasil.

Imprensa1 – Existe algum, dentre tantos trabalhos realizados, o qual você gosta mais, se identifica?

Ana Denise – Adoro fazer a Arte Naif (caracteriza-se pela simplicidade e pela forma desajeitada, que resultam numa beleza desiquilibrada). Tem uns oitos anos que eu desenvolvo essa arte, aqui em Aracaju não tem ninguém aqui que desenvolva essa arte além de mim,essa arte não tem profundidade,não precisa de um desenho perfeito e a xilogravura( é uma gravura que se utiliza a madeira, que possibilita a sua reprodução da imagem gravada sobre um papel).No Nordeste é muito rico em xilogravura,aqui em Aracaju,muitos artistas começaram e muitos já pararam. Eu continuo a fazer tanto a arte naif como a xilogravura.

Imprensa1 - Você além de dedicar a pintura, você também disponibiliza de seu tempo, para ensinar pessoas que estão interessadas a pintar? 

Ana Denise – No momento estou ensinando para duas crianças, não costumo ensinar para muitas pessoas, porque gosto de dar assistência aos meus alunos. E para aqueles que quiserem aprender a pintar ou até mesmo comprar algum quadro, tenho alguns em meu ateliê, pessoas interessadas favor procurar no facebook Ana Denise.

Imprensa1 - Faça sua definição sobre arte.

Ana Denise – É um sentimento que é mostrado através do artista, “a arte é uma coisa muito subjetiva,muito pessoal, a arte é um erro de quem quer acertar”.

Por Nicelma Peixoto.

Texto e imagem reproduzidos do site: imprensa1.com

Artista Plástico Ismael Pereira Azevedo





 Figuras do reisado, acrílica sobre cerâmica.

 Mandala, acrílica sobre cerâmica.

Acrílica sobre cerâmica.


Publicado originalmente no blog Arte Popular do Brasil.

Ismael Pereira.

Ismael Pereira Azevedo nasceu em Capela-SE no dia 1 de Outubro de 1940. Aos 5 anos de idade muda com sua família para Aracaju onde prosseguiu seus estudos. Casado duas vezes, teve cinco filhos. Em Aracaju tornou -se empresário do ramo da publicidade e artista plástico. Realizou sua primeira exposição individual em Aracaju, na Galeria de Artes Álvaro Santos, em 1965. Neste mesmo ano, mudou-se para Arapiraca-AL. Ali foi fundador da Câmara Júnior de Arapiraca e de uma emissora de rádio, foi integrante da Maçonaria e participante de diversas entidades no campo artístico e cultural da cidade. Ingressou na vida pública em 1973, sendo eleito vereador por Arapiraca. Ismael Pereira foi também deputado estadual pelo Estado de Alagoas por três legislaturas.

Ainda criança, Ismael dava sinais nítidos de familiaridade com o desenho. Com um pequeno pedaço de lápis, caco de prato, pedaço de pedra, desenhava figuras nas paredes, nas calçadas ou pedaços de papel. Já adulto, os primeiros trabalhos de Ismael Pereira eram figurativos, pautados especialmente na cultura do interior de Alagoas. Com a passar do tempo, o artista inovou ao lançar a série “Guerreiro das Alagoas”. Nesta série, os característicos chapéus dos integrantes desse folguedo lhe inspiraram composições geométricas, cujas linhas retas eram quebradas por estratégicas colagens de chita. Depois ele criou a série “Jangadas das Alagoas”, mostrando velas reduzidas a simples triângulos, agrupadas em sobreposições ou servindo de suportes a elementos decorativos. Mas, mais inovadora ainda, foi a série dos “Cajus”, na qual desconstruiu a fruta símbolo de sua terra, a ponto de transformá-la, num violão muito bem ornamentado.

Na sequência, o artista descobriu a mandala, uma de suas obras mais famosas; dela se apoderou para criar composições com grande riqueza de detalhes. Sobre a evolução da sua arte, Ismael Pereira diz: “Às vezes, a gente tem que entender que o continuísmo pode se tornar sufocante e que é necessário que acompanhemos a mudança dos paradigmas em qualquer atividade. Na pintura, não pode ser diferente. Ainda que eu esteja palmilhando o terreno do chão dos mortais, sinto também o direito de fazer alguma coisa que verticalize a minha obra. Daí porque essa inovação”.

Ismael Pereira é membro da Associação Internacional de Artes Plásticas (sede em Paris), da Academia Alagoana de Cultura, da Associação Alagoana de Imprensa, da Casa do Poeta de Sergipe. Ao longo de sua carreira artística expôs em Salvador, Maceió, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Expôs também na Cidade do México, onde realizou sua primeira mostra individual internacional. Participou ainda de exposições coletivas internacionais como a promovida pela Embaixada da Espanha, em Brasília, 2005, e a Feira Internacional de Arte de Lisboa em 2007. Em 2005 foi condecorado com a Medalha Inácio Barbosa pelo Governo Municipal de Aracaju. Atualmente, Ismael Pereira dedica-se às atividades nas áreas de publicidade e da cultura, sendo considerando um intelectual alagoano, pelo vasto conhecimento demonstrado em várias áreas sociais. As obras de Ismael são encontradas em lojas de arte/artesanato principalmente de Maceió e Aracaju.

Fonte:
- Conexão artes visuais, Secretaria de Cultura de Sergipe.
- Santos, Osmário. Jornal da Cidade – Sergipe.
- O Jornal - Alagoas.

Texto e imagens reproduzidos do blog: artepopularbrasil.blogspot.com.br

sábado, 23 de julho de 2016

Cidade Histórica de São Cristóvão - Sergipe.




Crédito das imagens: Cézar Oliveira.

Cidade Histórica de São Cristóvão - Sergipe.

É impossível falar de São Cristóvão sem mencionar sua importância histórica, afinal, por ter sido Capital da província de Sergipe até meados do século XIX, a cidade presenteia sergipanos e turistas em sua área central com edifícios remanescentes do período colonial e mantém viva as suas tradições religiosas. A preservação deste verdadeiro museu a céu aberto começou a ser garantida em meados de 1938, quando o então Governador-Interventor Eronildes Ferreira de Carvalho elevou a cidade, em nível estadual, à condição de Cidade Histórica. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, desde 23 de janeiro de 1967, registrou a cidade em seu livro de tombo arqueológico, etnográfico e paisagístico.

Entre os anos de 1941 e 1962, o Iphan tombou a Igreja e Convento de São Cruz, ou de São Francisco, local no qual funciona o Museu de Arte Sacra, a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Vitórias, a Igreja do Rosário dos Homens Pretos, o Conjunto Carmelita, os sobrados de Balcão Corrido da Praça da Matriz, o da Praça de São Francisco e o da Rua Messias Prado, bem como a Igreja e Antiga Santa Casa de Misericórdia – hoje, Lar Imaculada Conceição – e a Igreja do Amparo dos Homens Pardos.

Sobre o conjunto carmelita, cujo convento foi fundado em 1699, vale a pena ressaltar que o mesmo está situado na Praça do Carmo. A fachada de sua igreja é enquadrada por cunhais, já a parte inferior possui pórtico formado por cinco arcos em pedra (três frontais e dois laterais).

Além da questão do tombamento, a já citada Praça São Francisco possuiu uma segunda – e forte – razão para não deixar de ser apreciada pelos visitantes: em agosto de 2010, a Unesco concedeu o título de Patrimônio Histórico da Humanidade à mesma. A escolha representou o 18º sítio brasileiro tal reconhecimento.

Construída no final do século XVI e início do século XVII, o local representa um legado do período da União Ibérica por apresentar influências tanto portuguesas como espanholas, contribuindo para uma imensa riqueza histórica. Arquitetonicamente falando, a Praça São Francisco serve como ponto central no qual se pode apreciar o palácio do período colonial onde atualmente funciona o Museu Histórico, além de prédios como o Museu de Arte Sacra e o Convento de São Francisco.

Outra importante razão que garantiu a concessão do título à praça foi o fato de esta ser palco das conhecidas manifestações artístico-culturais que ocorrem na cidade, a exemplo das apresentações de grupos que mantém viva a tradição folclórica do município através das Caceteira, Chegança, Samba de Coco, Dança do Langa, Reisado, São Gonçalo e entre outros, aTaieira.

Texto e imagens reproduzidas do site: infonet.com.br/verao/2012

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Ainda restam alguns restos


Publicado originalmente no site Ne Notícias, em 27/06/2016.

Ainda restam alguns restos
Por Rangel Alves* 

Sorte a nossa que ainda temos um Murilo Mellins, um Raymundo Mello, um Jairo Alves de Almeida, um professor Vilder Santos, um Armando Maynard, e alguns outros ilustres sergipanos que continuam se preocupando com o passado aracajuano e sergipano e fazem do memorialismo, escrito ou radiofônico, uma salvaguarda do nosso tão belo e suntuoso relicário.

Não há relicário maior que a história de um povo, de uma cidade, revelando retratos antigos e costumes esvoaçados ao vento. Nas paredes do tempo, os instantâneos em preto e branco que não podem ser devorados pelo próprio tempo. Ou se busca sua preservação ou se nega as próprias raízes, pois a memória de um povo está na valorização do seu passado e seu contributo ao que de melhor ainda é avistado no presente. Mas somente com abnegação para não deixar que o descaso e o abandono apaguem tudo de vez.

Infelizmente, somente alguns se dão ao trabalho de afastar as traças em nome da preservação e, muito mais, fazer conhecer ou reencontrar o antigo sublime e majestoso. O professor Jairo Alves, por exemplo, a cada domingo nos coloca diante de imponentes coretos para que as fanfarras ecoem retretas de transbordar os saudosos corações. Talvez sequer não existisse mais a Aracaju antiga se não fossem os contínuos registros feitos por Murilo Mellins.

O professor Vilder possui tamanho aprofundamento na memória que mais parece já estar por aqui desde os tempos do velho e tenaz cacique Serigy. De tudo recorda, sabe de tudo, com esmero, em detalhes. Acaso pergunte como era os primórdios do Beco dos Cocos e seus arredores e a vida noturna de antigamente em cabarés como o Vaticano, Shangay e Miramar, Vilder é bem capaz de dizer nomes de cafetinas, cafetões e daquelas mulheres tão mais formosas e perfumadas do que muitas de agora.

Armando Maynard possui páginas na internet onde são possíveis diversas leituras acerca do nosso relicário histórico. Fotografias de antigas residências senhoriais, relatos sobre renomados radialistas, jornalistas, repórteres e apresentadores de palco televisivo. Costumes, tradições, festejos, sagrados e profanos, fatos e coisas que marcaram o percurso sergipano. Também informações sobre os antigos rendez-vous, os mais afamados, as orquestras que se apresentavam para uma sociedade endinheirada e ávida pelo cangote de falsa francesa.

Mas não é nada alentador a preocupação com a memória da cidade, com o seu passado, percurso e destino. Certamente que há mais entristecimento e comoção do que alegria perante o que ainda se mantém preservado. É que aquele que se preocupa com a memória da cidade infelizmente se sente como afetado por uma punhalada toda vez que a modernidade ou o anseio de lucratividade faz das relíquias históricas ou arquitetônicas um mero brinquedo de derrubar ao chão.

Neste sentido, verdadeiros absurdos são observados a cada dia. De um lado, de repente um antigo casarão ou sobrado deixa de existir pela voracidade habitacional da cidade, que a tudo derruba para o surgimento de prédios modernos. De outro, a incúria dos órgãos de preservação do patrimônio histórico que, após o tombamento, nem cuida nem deixa ninguém cuidar. A Rua da Frente é exemplo maior desse descaso oficial, pois muitas edificações tendem a desabar a qualquer instante pelo fato de estarem sob proteção federal.

E o que aconteceu com o antigo casarão que por muito tempo foi lar residencial e de poder da abastada família do usineiro Pedro Ribeiro e posteriormente abrigou a Federação da Agricultura de Sergipe, na Rua Capela esquina com Rua Geru, no centro da capital? Construção imponente, erguida para simbolizar a abastança familiar, após passou a ser utilizada com outras finalidades, mas sempre preservando grandiosa beleza arquitetônica nos seus dois andares. Com a saída da federação, os usos posteriores foram deteriorando os espaços até surgirem os primeiros sinais da fatal destinação.

Quando um muro foi levantado para impedir os acessos ao antigo casarão, as paredes antigas, tanto interiores como exteriores, já estavam em ruínas. Restava apenas uma placa dizendo “Casa da Agricultura”. Mas noutro dia passei por lá e me espantei com a cena, pois tudo já derrubado e no lugar da história a incerteza do novo. A culpa certamente não é do empresário ou construtor que o adquiriu, mas de quem caberia preservá-lo para uma útil destinação e acabou optando pela via do lucro imediato.

Mas ainda restam alguns restos. Felizmente sim, mas não se sabe até quando. Não fossem as falsas paredes de acrílico que encobrem muitas fachadas, ainda seria possível avistar antigas e belas formas arquitetônicas por todo o centro comercial, principalmente na José do Prado Franco e imediações e mais adiante, nas áreas dos mercados. Contudo, é na região dos mercados que se apresentam as fachadas vivas, suntuosas, testemunhos maiores de um tempo de nobreza aracajuana.

Ainda há tempo de preservar, de não deixar que a insaciável modernidade se arvore do direito de tudo destruir. O antigo pode muito bem acolher o novo sem ser destruído ou modificado nas suas formas. Os prédios da Associação Comercial e da OAB são exemplos dessa responsabilidade histórica. Ainda bem.

*RANGEL ALVES DA COSTA, advogado e escritor.
 Acesse: blograngel-sertao.blogspot.com


Texto e imagem reproduzidos do site: nenoticias.com.br

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Histórico do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe


Histórico do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe.

O Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, carinhosamente referido por alguns dos seus sócios como "A Casa de Sergipe", foi criado em 06.08.1912, como uma associação civil sem fins lucrativos, no sentido de zelar pela memória do Estado, coletando documentos, discutindo problemas culturais e produzindo saber através de sua Revista publicada desde 1913. Inicialmente, seus membros se reuniam no salão do antigo Tribunal de Relação. Depois, estiveram em outros locais até quando foi construída sua sede inaugurada em abril de 1939.

Nesta casa estão instalados a biblioteca, a pinacoteca, o museu e o arquivo, todos voltados para a preservação, estudo e divulgação da cultura sergipana.

A Sede.

A sede do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe é um prédio significativo da década de 30 do século XX, resultando da influência Art Déco em Sergipe. Este estilo é inspirado na Exposição de Artes Decorativas de Paris, em 1925, em alusão à sociedade industrial nascente.

No Brasil, seu emprego ocorreu no final dos anos 20, interrompido pela Revolução de 30, e retomado posteriormente, existindo exemplares em várias capitais do país. Em Aracaju, o estilo está associado ao nome de Harendt Von Altenesh, alemão vindo da Argentina, que projetou vários edifícios, entre os quais se destaca a sede do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, construído em 1938, com auditório, que hoje, dotado de 450 cadeiras, é alocado ao público para eventos.

Texto e imagem reproduzidos do blog: mega-hist.blogspot.com.br

Samuel Barros de Medeiros Albuquerque

Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe,
Rua Itabaianinha, em Aracaju - Sergipe.
Foto reproduzida do blog: 2403adriana.blogspot.com.br
De Adriana Pacheco.
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Samuel Barros de Medeiros Albuquerque.
Presidente no período de: 2010

José Ibarê Costa Dantas

Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe,
Rua Itabaianinha, em Aracaju - Sergipe.
Foto reproduzida do blog: 2403adriana.blogspot.com.br
De Adriana Pacheco.
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José Ibarê Costa Dantas.
Presidente no período de: 2003-2010.

Maria Thétis Nunes

Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe,
Rua Itabaianinha, em Aracaju - Sergipe.
Foto reproduzida do blog: 2403adriana.blogspot.com.br
De Adriana Pacheco.
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Maria Thétis Nunes.
Presidente no período de: 1971-2003.