terça-feira, 19 de agosto de 2014

CULTURA - Bibliotecas levam atividades literárias à praça



Infonet - Cultura - Noticias - 15/08/2014.

Bibliotecas levam atividades literárias à praça.
Evento faz parte do mês do folclore realizado em Aracaju.

A partir de uma ação do Projeto “Bibliotecas em Rede”, seis bibliotecas públicas de Sergipe, participaram da ação “Biblioteca na Praça: Um Convite a Leitura”, realizada nesta sexta-feira, 15, na Praça Fausto Cardoso, Centro de Aracaju. O evento faz parte da programação especial do mês de folclore e busca criar uma proximidade maior entre as pessoas e o ambiente literário.

Duas unidades da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) participaram da ação, as bibliotecas Clodomir Silva e Ivone de Menezes Vieira. Além destas, estiveram presentes as Biblioteca Pública Epifânio Dória, Biblioteca Infantil Aglaé Fontes de Alencar, Biblioteca Pública de Barra dos Coqueiros e a Biblioteca Pública Livro Aberto, de São Cristóvão.

Para a diretora da Epifânio Dória e coordenadora do “Bibliotecas em Rede” em Aracaju, Mirian Elorza, esta ação mostra a força que o Projeto tem. “Ao reunir as seis bibliotecas, possibilitamos um compartilhamento de ideias, troca de experiências e um trabalho em equipe, mostrando que juntos a gente pode muito”, avalia. Ela destaca ainda, que o objetivo desta atividade é divulgar ao público não só o projeto, mas mostrar as bibliotecas como um espaço vivo, que vai muito além da leitura.

Na opinião do diretor da Biblioteca Ivone de Menezes, Luiz Henrique Angélico, o projeto é importantíssimo porque leva ao conhecimento de muita gente o trabalho que é desenvolvido nas bibliotecas. “Hoje tivemos aqui muitas pessoas que nunca esteve em uma biblioteca. Então o projeto Bibliotecas em Rede, busca provocar este interesse”, ressalta.

Projeto piloto escolhido para ser iniciado em Aracaju, o “Bibliotecas em Rede” foi desenvolvido pela Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), a pedido do Sistema Nacional de Bibliotecas Publicas (SNBP) e vem promovendo encontros e atividades desde julho deste ano. “Esse projeto busca unir as bibliotecas, detectar as dificuldades e ver o que uma pode acrescentar à outra”, explica a diretora da Biblioteca Clodormir Silva, Maria de Fátima Goes.

O evento começou pela manhã com uma caminhada cultural da Praça General Valadão até Praça Fausto Cardoso, onde seguiu com outras atividades como Contação de Histórias, Hora do Cordel, Encontro de Cordelistas e apresentação do Grupo Samba de Paiera, da Comunidade Muçuca do município de Laranjeiras.

Cordelista há mais de dez anos e com mais de cem cordéis, Zezé de Boquim, trabalha na sala de cordel da Biblioteca Epifânio Dória e participou da ação. “Este evento na praça é muito bom, porque vieram muitos estudantes e pessoas que passam, para conhecer um pouco mais desse trabalho que faz parte do nosso folclore”, conclui.

Fonte: Ascom Funcaju.
Imagens: Ascom Funcaju.

Texto e fotos reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

MNUTENÇÃO - Balaustrada da Av. Ivo do Prado, em Aracaju

Foto Danilo Nunes

Hoje, creio eu, já não deve existir mais nenhuma destas luminárias, pois todas foram destruídas pelos vândalos, marginais e mal educados, que infelizmente existem, em sua grande maioria, pelo abandono dos governos que os deixam sem educação, saúde..., resultando em seres humanos revoltados e à margem da sociedade...

Para preservação do Patrimônio do Estado e do Município, o cidadão contribuinte deve exigir do gestor - Governo Municipal e Estadual, a MANUTENÇÃO e VIGILÂNCIA do BEM PÚBLICO, evitando a sua deterioração pelo tempo e protegendo o mesmo das ações dos vândalos. Simples assim. Mas por quê será que não fazem?

Armando Maynard

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

TURISMO - 'Cangaço Eco Parque', em Poço Redondo


'Cangaço Eco Parque', fica às margens do Rio São Francisco, em Poço Redondo - Sergipe.
Passeio de catamarã para a ‘Rota do Cangaço’ é atrativo.

‘Cangaço Eco Parque’, localizado no município de Poço Redondo, às margens do Rio São Francisco. O parque oferece aos seus visitantes uma série de atividades como ecoturismo, arvorismo, passeio de catamarã para a ‘Rota do Cangaço’ e também a realização de uma trilha ecológica percorrendo o caminho até a ‘Grota do Angico’, percurso muito procurado por turistas de todo o mundo.

A ‘Rota do Cangaço’ em Sergipe foi o local onde ocorreu o assassinato de Lampião e seu bando, lá o turista percorre a caatinga e após alguns minutos de caminhada chega até a Grota do Angico, última parada do bando, onde de Lampião, Maria Bonita e os nove cangaceiros que os acompanhavam foram assassinados. Durante a trilha até a grota o visitante tem a oportunidade de curtir o visual das formações rochosas, as lindas ilhas e praias fluviais que existem no local...

Com informações da Setur

Foto e trecho de reportagem reproduzidos do site: g1.globo.com/se

sábado, 9 de agosto de 2014

LIVRO - “Memórias de uma fraternidade cristã”


Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 07/08/2014.

Livro é lançado em homenagem a Dom Luciano
“Memórias de uma fraternidade cristã” é o nome da obra.

Foi lançado nesta quinta-feira, 7, no Museu da Gente Sergipana, o livro Memórias de uma fraternidade Cristã, a JUC e o padre Luciano Duarte. A obra, que faz homenagem ao arcebispo emérito de Aracaju Dom Luciano, reúne 610 páginas com palavras e lembranças dos autores e amigos de Dom Luciano: Clara Leite de Rezende, Geraldo de Oliveira, José Alexandre Felizola Diniz, José Carlos de Oliveira, Salvador de Oliveira Ávila, Wellington Santana e Carmen Machado Costa, irmã do arcebispo.

Segundo Geraldo de Oliveira, o livro tem sua origem na realidade de um grupo de jovens com experiências voltadas aos princípios e tradições do cristianismo, influenciando sua vida espiritual e acadêmica. Esses jovens estavam à frente da formação da Juventude Universitária Católica, a JUC, que em Sergipe teve Dom Luciano como assistente eclesiástico. De acordo com Geraldo, partiu da irmã de Dom Luciano a idéia de deixar por escrito as experiências vividas para que outras pessoas pudessem reviver o momento. “Foram dias gloriosos da juventude, e deixamos que cada um trouxesse preciosa contribuição”, disse Geraldo.


A católica Carmen Machado Costa também compareceu ao evento, representando Dom Luciano. Carminha, como é chamada pelos amigos, a irmã de Dom Luciano agradeceu emocionada do lançamento do livro pelos amigos, dizendo “Dom Luciano tem duas famílias: a de sangue e a de coração, e esta está aqui presente” (...).

Por Helena Sader e Aisla Vasconcelos.
Fotos: Helena Sader.

Fotos e trecho de reportagem reproduzidos do site:
infonet.com.br/cultura

EVENTO - Roda de conversa com mestres sergipanos no Museu


Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 08/08/2014.

Roda de conversa com mestres sergipanos no Museu
Evento é parte do ‘Agosto: mês das culturas da gente’

Sabedoria, graça e encanto foram os principais componentes da roda de conversa ‘Dois dedos de prosa com mestres sergipanos’ realizada na última quinta-feira,7, como parte da programação do ‘Agosto: mês das culturas da gente’, uma realização do Instituto Banese e Governo de Sergipe com a promoção do Museu da Gente Sergipana e apoio do Café da Gente.

Na verdade, depois que a roda se formou, foram muito mais que dois dedos de prosa. Os 11 mestres deram um show de conhecimento e alegria ao partilharem suas experiências e ao mostrarem sua arte.

Mais uma vez com a intenção de valorizar o patrimônio cultural de Sergipe, o Instituto Banese, através do Museu da Gente, realiza ações que proporcionam uma aproximação do público com a sua cultura. Para o diretor de Programas e Projetos do Instituto Banese, Marcelo Rangel, é preciso conhecer para valorizar. “Não podemos valorizar o que a gente não conhece, então essa é mais uma oportunidade da população conhecer uma das maiores riquezas da sua própria cultura, que são os mestres. Já tivemos a oportunidade de reuni-los no ano passado e por ter sido uma grande experiência retomamos a ideia esse ano. Queremos ouvir suas histórias, seus modos de fazer cultura, por isso é sempre um prazer recebê-los na casa que é da gente sergipana”, afirma.

Para os mestres esse momento também é muito gratificante. Segundo seu Jorge dos Santos, mestre do Reisado, da Taieira e do Batalhão de São João, do município de São Cristóvão, essa é a única oportunidade que ele tem durante todo o ano de se reunir com outros mestres. “Esse encontro é muito valioso porque sempre temos coisas novas para aprender e sempre fazemos novas amizades. É o segundo ano que isso acontece e sentimos a alegria de encontrar outros mestres e a liberdade de dizer o que a gente tem vontade. A gente tá ensinando, mas aprendendo também porque o conhecimento é o que existe de mais valioso e por isso temos que passar para o outro”.

A sabedoria e a simplicidade parecem caminhar juntas com os mestres da cultura popular. Transmitir aquilo que mais sabe fazer foi o que seu Sales, mestre do grupo São Gonçalo da Mussuca, em Laranjeiras, fez com os seus descendestes. Impossibilitado de estar a frente do grupo por motivos de saúde, ele estimulou seus netos a darem continuidade à essa manifestação cultural. “Pra não deixar o São Gonçalo se acabar eu ensinei tudo aos meus netos e hoje eles tomam conta direitinho. Isso é uma satisfação muito grande pra mim”. Para o neto Joeliton Sales, hoje líder do São Gonçalo, a cultura deve ser passada de geração para geração. “Meu avô me pedia pra não deixar acabar o grupo e eu aceitei o desafio. No começo não foi muito fácil, mas agora é um prazer fazer parte e poder contar a minha experiência pra tantas pessoas nessa roda de conversa”.

Dentre o público presente estava um grupo bastante interessado no que ouvia. Trazidos pelo professor Denio Santos Azevedo, 30 alunos do curso de Turismo da Universidade Federal de Sergipe aproveitaram a conversa para agregar conhecimento à formação profissional. Segundo Denio, a proposta é despertar nos futuros profissionais a percepção de que o turismo planejado pode proporcionar a valorização da prática cultural desses mestres. “A disciplina Aspectos Históricos de Sergipe aborda a questão cultural, havendo um debate quanto ao fato do turismo as vezes não ser bem visto pelos mestres e fazedores da cultura popular pelo fato de não terem um retorno mais concreto nem que seja para manter o grupo. Então a proposta de trazer os alunos é fazê-los perceber que os mestres não são mestres o tempo todo e que a prática cultural deles merece ser mais valorizado pelo turista e pelos profissionais do turismo”.

A aluna Regina Damázio considerou a iniciativa importante para fomentar o debate que ocorre na sala de aula. “A questão cultural está sendo bastante explorada na disciplina Aspectos Históricos de Sergipe por isso a participação nessa roda de conversa é bastante pertinente. Além disso, por estudarmos turismo e futuramente trabalhar nessa área temos que estar dispostos a conhecer as manifestações culturais e entendê-las como parte da riqueza cultural do nosso estado”, ressalta.

A riqueza a qual Regina se refere pode ser debatida durante toda a manhã, conforme propôs a roda de conversa, mas também pode ser vivida. E esse momento de vivência da cultura popular foi proposto pela mestre do Samba de Pareia Dona Nadir da Mussuca, que envolveu outros mestres e o público presente com muita dança e música, afinal como ela mesma sempre diz, isso é o que mais ama fazer e ensinar. É por isso que a programação do Agosto: mês das culturas da gente’ contará com uma oficina de Samba de Pareia, que será realizada amanhã, 08, por Dona Nadir e Marizete da Mussuca.

A programação não para por aí. Até o final do mês o público poderá prestigiar o espetáculo teatral ‘Folcloreando na terra dos cajus’, a apresentação de dança com o grupo ‘Caceteiras do Mestre Rindu’, e participar da oficina de brincadeiras populares e de outra roda de conversa, dessa vez, com gestores municipais de cultura. As atividades são gratuitas, abertas ao público em geral e acontecem no auditório ou no átrio do Museu da Gente Sergipana, localizado na Avenida Rio Branco, 398, Centro, Aracaju-Se.

Fonte: Instituto Banese.
Foto: Divulgação.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

EXPOSIÇÃO - Convite para Mostra Fotográfica de Direito Civil


Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 07/08/2014.

Convite para Mostra Fotográfica de Direito Civil
1ª Semana de Estudos de Direito Civil de Sergipe

Abertura da Mostra Fotográfica da 1ª Semana de Estudos de Direito Civil de Sergipe - 1979, que acontecerá às 18h30 do dia 14 desse mês, no Memorial do Poder Judiciário. O Memorial do Tribunal de Justica de Sergipe fica localizado no Palácio Sílvio Romero, Praça Olímpio Campos, 417 - Centro. Para mais informações (79) 3213-0219 / 3213-0771.

O Memorial do Poder Judiciário de Sergipe abriga, no conjunto de suas atribuições, a vocação em promover exposições. Disponibilizando uma exposição permanente e exposições de curta duração ao longo de sua programação anual.

Quanto à exposição permanente, o Memorial apresenta um conjunto iconográfico que traça o itinerário da formação da Justiça em Sergipe. O acervo contém painéis que trazem nformações sobre os primórdios da justiça e mapas ainda do período colonial brasileiro. Além disso, constam também quadros de ilustres personagens que contribuiram para os primeiros passos da justiça em nosso estado. Este conjunto não só conta a história, como homenageia os desembargadores, quando da criação do Tribunal de Justiça, no ano de 1892, á época denominado de Trbunal de Relação. Esta justa homenagem se firmou com seus nomes designando as salas de exposição o prédio.

Por Kátia Susanna com informações da Ascom
Foto: Ascom.

Imagem e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

LIVRO - "Aná das Curimãs" de Robério Santos



Infonet - Cultura - Noticias - 06/08/2014.

Aná das Curimãs será lançado por escritor estanciano
O livro traz uma mistura da ficção com a realidade

Será lançado em setembro, mais uma obra do escritor sergipano Rogério Santos. Em 2012, ele lançou o primeiro livro intitulado Betume [trama rural sobre o Baixo São Francisco] e agora traz Aná das Curimãs, uma trama urbana, ambientada na cidade de Estância, durante o século passado.

De acordo com o autor, a trama relata a estória de uma costureira que residia no Povoado Curimãs e se mudou para a cidade de Estância. “Em um momento do livro ela enlouquece e aí a estória se desenvolve”, adianta.

Rogério Santos informou ainda que a obra fala sobre a passagem do escritor baiano Jorge Amado por Estância.

“E faz um mix de realidade e fixação já que a participação de Jorge Amado por Estância foi verídica e foi na época em que ele escreveu o livro Capitães de Areia”, afirma acrescentando que o Aná das Curimãs é uma obra muito eclética no sentido da gama de assuntos que traz, entre eles, o positivismo com destaque para os sergipanos Silvio Romero e Tobias Barreto.

O livro do bancário, professor, bacharel em Direito e escritor Rogério Santos, ainda não tem data para o lançamento, pois editora estará entregando nos próximos dias.

“Só está definido o mês que é setembro, o local ainda estamos vendo se fazemos o lançamento em uma livraria de Aracaju ou de Estância”, completa lembrando que o Aná das Curimãs conduz o leitor para uma viagem, ora dramática, ora terna, ora lírica, ora crua.

“Vemos e nos envolvemos com a vida de mulheres comuns e extraordinárias. Incoerentes, decididas, fortes e frágeis. E que, de tão profundas suas raízes, suas histórias e desventuras se confundem com as das terras sobre as quais pelejam, sofrem, enlouquecem e amam”, enfatiza no livro.

Por Aldaci de Souza.
Fotos: Divulgação.

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

COMEMORAÇÃO - 182 anos de emancipação política de Laranjeiras


182 anos de emancipação política de Laranjeiras/SE.

(...) A Prefeitura de Laranjeiras, através das secretarias da Cultura e Educação realiza nesta quinta-feira, 07 de agosto, a programação comemorativa aos 182 anos da Emancipação Política. As atividades serão realizadas em frente à Igreja Matriz, onde será montado um palco para apresentação culturais.

Irão se apresentar na histórica cidade de Laranjeiras, conhecida entre os brasileiros pela riqueza arquitetônica e diversas manifestações da cultura popular, artistas locais, grupos de danças, atrações folclóricas e acontecerá ainda corrida rústica e o tradicional cerimonial cívico de hasteamento das bandeiras.

O intuito do governo municipal é destacar e festejar a importância que representa para os munícipes a emancipação política, ocorrida exatamente em 7 de agosto de 1832, em decorrência da grande influência política dos proprietários de terras e comerciantes, quando a Assembleia Geral da Província tomou a decisão de transformar o povoado das Laranjeiras em vila independente (...).

(Com informação do DECOM/Prefeitura Municipal de Laranjeiras).

Foto e trecho de reportagem reproduzido dosite: senoticias.com.br

NOTÍCIA - Feirinha da Gambiarra, em Aracaju


Infonet - Cultura - Noticias - 03/08/2014.

Feirinha da Gambiarra: música e artesanato na rua
Na quinta edição, Feirinha se tornou atrativo no São José

Na quinta edição, a Feirinha da Gambiarra está se tornando um dos principais pontos de encontro para os fins de tarde dos domingos em Aracaju. Não há data certa para a realização do evento, mas os organizadores sempre estão antenados para misturar todas as opções artísticas num cenário ímpar – a própria rua -, onde está presente um público carente de lugares alternativos na capital sergipana.

Neste domingo, 3, o evento teve início por volta das 16h e se espalhou por um dos trechos da rua Riachuelo, com o espaço tomado por um variado público, que se autodeclara carente de opções culturais e artísticas aos domingos. “É um espaço diferente de tudo que se tem na cidade”, resume a estudante Sylvia Dória. “Muito legal, principalmente para um domingo à tarde que não se tem nada para fazer”, complementou.

A feirinha é organizada periodicamente por um grupo de amigos, artistas viajantes observadores, que perceberam a alternativa como uma grande opção de negócios. “Um grupo de amigos colaboradores, uma equipe engajada na área de economia criativa”. Assim definida a equipe organizadora pela arquiteta Isabele Ribeiro, uma das idealizadoras do evento.

Para os artistas e artesãos, realmente uma grande oportunidade para difundir o talento e a sergipanidade para os próprios sergipanos. “É a primeira vez que participo, mas vejo que é uma oportunidade para mostrarmos o que a gente faz de melhor”, observa a artesã Suellen Ximenes, demonstrando no sorriso a conquista de nova clientela.

O representante comercial Antonio Amorim que se tornou artista nas horas vagas não hesitou quando recebeu o convite para participar e expor seus trabalhos na feirinha. “Fui avisado de última hora, mas surpreendeu minhas expectativas”, avaliou. “E eu me aportei naquilo que estava gritando dentro de mim: rapaz, vamos pintar e aqui estou”, observou.

Nesta edição, há apresentação musical com Patrícia Polayne, Brasileiríssimo, Casaca de Couro, NaurÊa e ainda o lançamento do DVD I Seminário Sobre Profissionalização, Educação e Música, em defesa da implantação do ensino de música na educação básica nas escolas públicas de Sergipe.

Por Cássia Santana.
Foto: Cássia Santana/Portal Infonet.

Imagem e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

REGISTRO - Médico Lúcio Prado assume cadeira 20 da ASL

Médico Lúcio Prado discursando na cerimônia de posse.
Foto: Helena Sader.

Infonet - Cultura - Noticias - 04/08/2014.

Médico Lúcio Prado assume cadeira 20 da ASL
O médico foi empossado na tarde desta segunda-feira, 4

Foi empossado no Movimento Cultural Antônio Garcia Filho (MAC) da Academia Sergipana de Letras (ASL), na tarde desta segunda-feira, 4, o médico Lúcio Antônio Prado Dias. O mais novo nomeado assumirá a cadeira 20 do MAC, até então ocupada pelo cardiologista Marcos Almeida. A cadeira tem como patrono o médico Augusto Cezar Leite, que segundo Lúcio Antônio, “é uma das grandes inspirações da medicina”.

A cerimônia foi realizada no auditório da Academia Sergipana de Letras. A posse do novo membro foi realizada na presença de Jorge Carvalho do Nascimento, representante do governo do estado de Sergipe, e Paulo Amado, presidente da Academia Sergipana de Medicina.

A primeira a ocupar a cadeira vinte do MAC foi a professora Marlene Alves Calumby, que também estava presente no evento e recebeu homenagens e agradecimentos de Lúcio Antônio. A mãe e esposa de Lúcio Antônio também estavam também participaram da solenidade e o médico aproveitou para agradecer ainda sua família. “Muitas vezes estive tomado pelas ocupações da profissão e agradeço pela paciência que tiveram nessas situações”, disse Lúcio.

Finalizando seu discurso de posse, Lúcio Antônio se mostrou grato pela oportunidade que o MAC o está proporcionando. “É um imenso prazer estar em um convívio mais íntimo com a intelectualidade sergipana”, completou o médico.

Por Helena Sader e Aisla Vasconcelos.

Médico Lúcio Prado discursando na cerimônia de posse.
Foto: Helena Sader.

Imagem e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura