segunda-feira, 1 de junho de 2020

José Fernandes testa positivo para Covid-19 e respira por aparelhos

José Fernandes sempre retratou temas regionais
Foto: Alvaro Bonfiglio

Publicado originalmente no site do Portal INFONET, em 31 de maio de 2020 

José Fernandes testa positivo para Covid-19 e respira por aparelhos

O artista plástico, José Fernandes foi internado na última quarta-feira, 27, na Urgência do Hospital Ipes com sintomas de pneumonia.  Dias antes do internamento, José Fernandes reclamava de algumas dores e fraqueza no corpo, mas não sentia necessidade de ir ao médico. Porém, o caso se agravou ao ponto dele não conseguir se alimentar corretamente.

Ao ser diagnosticado com pneumonia, a equipe do Ipes iniciou o teste para o novo coronavírus (COVID-19), onde foi avaliado e confirmado como positivo no sábado, 30. De acordo com o boletim médico, José Fernandes está acordando aos poucos, mas ainda não está com um bom despertar, e respirando com ajuda de aparelhos. O artista plástico possuía problemas renais, devido ao histórico crítico, ele segue o tratamento acompanhado pela nefrologia por conta de alterações na função renal.

Mantendo a fé, a esposa do artista plástico, Cyntia Maria segue pedindo a todos os familiares e amigos que criem uma corrente de vibrações: “Volta Zé”, pois acredita que a união e pensamento positivo de todos, ajudará a dar forças ao José Fernandes. “Precisamos acreditar e ter fé sempre. Esse é um momento delicado, onde a nossa fé é renovada e os nossos pensamentos criam força. Por isso, ao lembrar dele, peço que todos falem em voz alta “ Volta, Zé” , quanto maior a nossa frequência em pensamento positivo, mais forças estaremos emitindo para o retorno dele”, explica.

Fonte: TDantas

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

domingo, 31 de maio de 2020

Candelária Recebendo Prêmio da Revista Cláudia


Candelária Recebendo Prêmio da Revista Cláudia
     
Através do seu trabalho na Associação Sergipana de Prostitutas (ASP), foi premiada pela Revista Cláudia e pela UNDP (sigla em inglês para o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas), pelo trabalho de redução de danos em drogas. Esses foram alguns dos reconhecimentos que obteve ao longo do seu trajeto...

Fonte: Por Mariana  Vieira, Em Pauta UFS
Foto e texto reproduzidos do site clicksergipe.com.br
Publicado em: 12/12/2009
Foto: arquivo pessoal

DVDBooK Candelária – Aquela que Conduz a Luz


Conteúdo migrado do blog 'SERGIPE EM FOTOS', post de 13/12/2012

Publicação original site EDITORA BEARARE

DVDBooK Candelária – Aquela que Conduz a Luz

A luta pela dignidade e cidadania dos profissionais do sexo. “Candelária – Aquela que Conduz a Luz” conta a história de Candelária, prostituta “aposentada”, com 55 anos, presidente da “Associação Sergipana de Prostitutas” (ASP), ONG que presta atendimento a profissionais do sexo em Sergipe. Mito para os homens na década de 60, Candelária se tornou a prostituta mais requisitada de sua época. Uma mulher à frente do seu tempo, que ditou moda, escandalizou os bons costumes, foi amante de importantes políticos, viveu a pobreza na infância e o glamour da alta sociedade na juventude. A partir de sua história o documentário mergulha no cotidiano e nos dilemas dos profissionais do sexo: sua difícil “vida fácil” e sua luta pela regulamentação da profissão e pela conquista de sua cidadania.

Texto e foto reproduzidos do site: editorabearare.com.br

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Fonte: Portal INFONET, de 2 de abril de 2006

Candelária - aquela que conduz a luz

Documentário sergipano “Candelária - aquela que conduz a luz”, dirigido por Jade Moraes.

“Com um formato feito para televisão o filme é dividido em três blocos. O primeiro conta a história de Candelária, seu trabalho à frente da Associação Sergipana de Prostitutas e a luta pela dignidade e cidadania das profissionais do sexo. O segundo bloco é recheado com depoimentos de mulheres, homens e travestis que estão na batalha e também são cidadãos, seres humanos que devem ter os mesmos direitos que os outros. O terceiro bloco enfatiza a questão da regulamentação da profissão. O filme fala sobre a “difícil vida fácil” de uma atividade sem direitos.

O média-metragem de 55 minutos tem uma fotografia belíssima, ângulos muito criativos e um roteiro que conseguiu dar dinamicidade ao documentário. Além de contar com depoimentos de várias personalidades sergipanas, entre elas: Ilma Fontes, Luis Antônio Barreto, Murilo Melins, Ismar Barreto, Iraci Mangueira.”

CANDELÁRIA – AQUELA QUE CONDUZ A LUZ

Documentário. Direção, Argumento e Roteiro: Jade Moraes. Direção de Fotografia e Câmera: Marcos B.A. Assistente de Direção: Alessandra Sampaio.

Com informação do site INFONET

Estátua da tartaruga ganha máscara e vira símbolo contra pandemia

Tartaruga vira símbolo da luta contra a 
doença que atinge todo o mundo
Foto: Reprodução/Tamar

Publicado originalmente no Portal INFONET, em 29 de maio de 2020

Estátua da tartaruga ganha máscara e vira símbolo contra pandemia

Um dos principais símbolos do Projeto Tamar em Sergipe, a estátua do filhote de tartaruga da espécie Oliva, no Oceanário da Orla da Atalaia, ganhou uma máscara de pano nesta quinta-feira, 28, em referência à luta enfrentada por toda população mundial contra a Covid-19. O objetivo da iniciativa é conscientizar a sociedade e destacar a importância do uso das máscaras ao sair de casa, reduzindo os riscos de transmissão do vírus quando

De acordo com o Tamar, a máscara foi confeccionada pelo próprio projeto e vai permanecer por tempo indeterminado na estátua. Em todo o mundo, o acessório se tornou peça importante e até obrigatória na rotina das pessoas. As máscaras previnem, principalmente, que pessoas que estejam contaminadas de forma assintomática, não espalhem o vírus pelos ambientes.

Com informações do Tamar

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

Aracaju na Década de 50

Adeus, minha querida amiga!, por Antônia Amorosa


Publicado originalmente no Perfil do Fadebook de Amorosa Sergipana, 30 de maio de 2020

Adeus, minha querida amiga!

Quando Marluce, uma das melhores cantoras de forró que eu conheci, decidiu morar em Sergipe, ela e sua família foram meus hóspedes por um tempo, tempo suficiente para eu ser chamada por ela, como filha. Era assim que ela me considerava. Na casa onde os recebi, lembro de Zé Rozeno com suas prosas e dos seus filhos, todos maravilhosos. Um deles, era o que eu mais queria bem - partiu muito jovem.

Quando este filho partiu, eu senti que um pedaço da minha amiga havia partido também. Ali, eu tive a impressão que a vida tinha levado dela, um sabor de alegria que seu filho lhe dava em cada abraço, cada declaração de amor - "mãe, eu te amo! ", "Amorosa, minha mãe é tudo pra mim ", assim ele dizia.

Ontem a noite, durante a realização do festival DendCasa, várias coisas aconteceram ao mesmo tempo - meu celular não carregava, minha fronte doía, eu não estava com meu físico bem porque estou a dormir pouco há várias dias, para ver este projeto coletivo que é o DendCasa, que eu chamo em meu interior de "Projeto do Amor" e o amor vem de Deus, enfim, o universo queria que eu me recolhesse, e não gosto de desobedecer quando fico assim porque considero muito os sinais - deitei e esperei a bondade do sono cuidar da minha recomposição.

Fui despertada por minha filha Amora, me avisando de um recado que "Marluce havia partido." Ouvir esta frase me fez ver as mãos de Deus, misericordioso, acolhendo minha amiga.

Nesta quarentena, quebrei o protocolo e meu amor por ela foi maior - fui visitá-la de máscara porque O Espírito me guiou para isto. Meu último encontro com Marluce foi massageando suas pernas e ela dizendo "Foi Deus quem mandou você aqui!", depois oramos todos de mãos dadas. Em seguida, ela levantou, sempre com ajuda de alguém, sentou no sofá da sala e nos despedimos. Embora tenha retornado até lá, novamente na semana retrasada, cheguei apenas até a porta da sua casa para cumprir uma missão secreta. Lembro de ter ido até a casa de uma vizinha dela, cuidadora, e lhe pedi para que fosse cuidar da minha amiga, e assim aconteceu.

Por alguma razão superior ao meu saber, a lembrança que eu teria que guardar dela, foi nosso último encontro - massageando seus pés e pernas, e orando a Deus por sua jornada e aquele momento difícil que ela estava vivendo - pedi ao Senhor por ela. Vendo o estado que minha amiga atravessou durante um longo tempo, eu afirmo que a bondade de Deus a alcançou. Se havia alguma dívida da carne, ela foi paga na carne, e seu espírito deixou a terra sem dever nada para a carne. Os que não são espirituais não entenderão o que digo mas, os que conhecem a Palavra, sim! Eu creio na salvação de Marluce. Eu ouvi ela falar de Jesus com uma segurança tão grande, dizendo-me que Jesus estava com ela, que minha alma se preocupa mais com quem fica, do que com ela que cumpriu sua trajetória, tendo que passar pelo vale de lágrimas para ganhar a coroa da vida.

O nosso Sergipe, o nordeste e o Brasil - que não conhece seus verdadeiros artistas, perde uma das melhores intérpretes que eu conheci, dona de uma voz rara, que encantava com seu canto, sempre ao lado do seu esposo, Zé Rozeno. Viver de música neste país requer uma consciência profunda que está numa missão. Marluce foi uma missionária da música.

Quando ganhei o Festival Canta Nordeste, no ano seguinte, fui contratada para cantar forró em pleno carnaval de Salvador. Oito horas cantando em um trio elétrico, sem "ôôô", mas na pegada forte dos ritmos nordestinos, não é fácil. Eu a levei comigo, e ela me ajudou a cumprir aqueles três dias de muito forró, na contramão do modismo da época, resistindo como resistente é, o forró.

Não se pode falar de forró sem falar de Marluce. "Quero ver meu bem, pra lá e pra cá, quero ver meu bem na rede se balançar"...em seguida, a sanfona de Zé fazendo aquela sequência de notas que acordava quem dormisse no salão. Um clássico que marcou sua carreira.

Amiga Marluce, sei que não há entregador de cartas para quem dorme até que Jesus volte à terra para separar o que está escrito mas, tenho esperança que no dia da salvação dos que crêem, você esteja entre os eleitos. Que todo sofrimento que você teve que passar, seja sua coroa de vitórias espirituais em Nosso Senhor Jesus Cristo, Salvador dos homens que a Ele se submete. Obrigada por sua amizade. Que Deus console sua família e dê forças para enfrentar a dor da sua ausência. Se combateu o bom combate, se guardou a fé, se está em Cristo, estando vivo ou morto, a salvação lhe alcançou. Louvado seja O Nome do Senhor!

Adeus, amiga! Adeus.

Aracaju, 30 de Maio de 2020

Antônia Amorosa
06h da manhã.

Texto e imagem reproduzidos do Perfil no Fadebook de Amorosa Sergipana

Candelária Morreu hoje aos 70 anos de idade (30/05/2020)


Publicado originalmente no Perfil do Facebook/Jorge Carvalho Do Nascimento, em 30 de maio de 2020

Candelária Morreu hoje aos 70 anos de idade, em decorrência de um AVC. Foi a prostituta mais marcante da boemia aracajuana nas décadas de 60 e 70 do século XX. A partir do final dos anos 70 devotou sua vida a atividade de militante em defesa dos direitos sociais.

Lamento muito a morte de Candelária. Fiz uma citação a ela no meu artigo Filhos de Ló. Dedicou os anos da sua maturidade a lutar em defesa dos direitos sociais das mulheres que trabalharam na noite ou tiveram algum tipo de envolvimento com a prostituição. Luta que fez com muita fibra e coragem. A ela a minha homenagem póstuma.

Texto e imagem reproduzidos do Perfil no Facebook de Jorge Carvalho Do Nascimento

sábado, 30 de maio de 2020

Cantora Marluce morre aos 73 anos

 Marluce Bezerra da Silva

Zé Rosendo ao lado do corpo da esposa

Publicado originalmente no site FAN F1, em 30 de maio de 2020

Cantora Marluce morre aos 73 anos

Por Leonardo Barreto

A cantora Marluce Bezerra da Silva, da dupla Zé Rozendo e Marluce, faleceu em casa enquanto dormia no início da noite dessa sexta-feira, 29, aos 73 anos, no município de Areia Branca, Sergipe.

Marluce sofria com Hérnia de Disco e há pelo menos três anos enfrentava dificuldade para caminhar. Ela já estava a acamada e havia perdido todos os movimentos do corpo.

Conhecida como a “Rainha do Forró”, Marluce junto com o seu esposo e também forrozeiro, Zé Rosendo, por muitos anos levaram o nome do forró e de Areia Branca para todo o país. Uma das músicas de maior sucesso da carreira da dupla foi “quero ver meu bem”. _

Marluce é natural de Arco Verde, em Pernambuco, ela veio para Sergipe em 1991 onde passou a residir em Areia Branca. Aqui, conquistou o título de cidadã areiabranquense.

A Prefeitura de Areia Branca decretou luto oficial de 03 dias. Marluce deixa um legado importante para a música nordestina. O enterro de Marluce será na tarde deste sábado (30) no Cemitério São João Batista em Areia Branca, as 17h.

Texto e imagens reproduzidos do site: fanf1.com.br

Candelária morre aos 70 anos por complicações da Covid-19

Candelária morreu aos 70 anos
Foto: César de Oliveira

Publicado originalmente no site do Portal INFONET, em 30 de maio de 2020

Candelária morre aos 70 anos por complicações da Covid-19

A sergipana Maria Niziana Castelino, conhecida como Candelária, faleceu na manhã deste sábado, 30, no Hospital de Cirurgia, em Aracaju.

Internada há duas semanas, Candelária estava em coma induzido, depois de ter passado por duas cirurgias. Ela teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) decorrente de complicações da Covid-19.

O corpo de Candelária será cremado.

História

Aos 70 anos, Candelária carrega consigo um histórico de luta em favor dos direitos das mulheres e prostitutas. Moradora de rua desde criança, ela conheceu e viveu a rotina de mulheres que buscam o sustento através da prostituição. Mais tarde, tornou a vida dessas mulheres como símbolo de luta. Presidiu por muitos anos a Associação Sergipana das Prostitutas (ASP), pleiteando direitos, promovendo debates e lutando pela visibilidade dessas mulheres.

Por Verlane Estácio

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

Zé Rosendo & Marluce - 09. Quero ver meu Bem.wmv