sábado, 1 de agosto de 2015

Biografia de José Figueiredo

Foto: divulgação.

Infonet > Cultura > Noticias > 22/07/2015.

Biografia de José Figueiredo será lançada em Sergipe
Lançamento do livro acontece nesta quinta-feira, 23

O Instituto Banese realizará no dia 23 de julho, quinta-feira, às 19h, no Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, o lançamento da biografia ‘José Figueiredo: Vida e Obra de um Sergipano de Coragem’. De autoria da historiadora Josevanda Mendonça Franco, a publicação retrata a trajetória pessoal e profissional de José Figueiredo, ex-presidente do Banco do Estado de Sergipe, abordando sua convivência com parentes e amigos e fatos importantes ocorridos no decorrer de sua vida enquanto estudante, chefe de família, amigo, empreendedor e homem público.

‘José Figueiredo: Vida e Obra de um Sergipano de Coragem’ é uma coleção de fatos importantes, contados em linguagem descritiva, amena e agradável de um menino, nascido em Aquidabã, que emigrou para Aracaju, tornando-se um conceituado empresário, que assumiu funções na estrutura governamental, como gestor de empresas e órgãos públicos, com destaque para sua administração na Presidência do Banco do Estado de Sergipe (BANESE).

Para Josevanda Franco, elaborar o livro foi uma oportunidade de apresentar ao público a contribuição de José Figueiredo com a evolução da história de Sergipe. “Durante um ano desfrutei do prazer de ouvir e sistematizar as histórias da vida de José Figueiredo, uma pessoa simples, pragmática, obstinada e corajosa. É uma honra contribuir para a realização dessa obra, considerando a importância do trabalho de José Figueiredo para os órgãos e empresas por onde passou e deixou sua marca de responsabilidade e compromisso. Sua trajetória como homem de família, empresário e gestor público está entrelaçada à evolução da história de Sergipe nos 85 anos de sua vida. Mais que uma homenagem este livro traduz o reconhecimento de sua contribuição e desvelo”, afirma Josevanda. No livro, ela registra ainda o compromisso do Instituto Banese, enquanto patrocinador da publicação e corresponsável pela preservação da memória do povo sergipano.

Com o lançamento da biografia, o Instituto Banese cumpre mais uma vez o seu papel de contribuir com a preservação da história de Sergipe, como destaca o diretor superintendente Ezio Déda. "Essa biografia, escrita pela competente historiadora Josevanda Franco, é mais uma significativa publicação do Instituto Banese, que pereniza o legado de um homem que marcou a história do Banco do Estado de Sergipe e que possui importantes serviços prestados ao nosso Estado. O livro possui leitura fluida, precisa e apresenta um retrato verossímil da personalidade forte do biografado, perpassando por aspectos familiares e por sua trajetória na vida pública e como empreendedor. É um registro que sintetiza com fidelidade a vida de um sergipano que fez história”.

O próprio José Figueiredo fala sobre a iniciativa de ter sua trajetória de vida retratada em um livro. “Nunca imaginei que a minha vida pudesse ser retratada. Sempre procurei exercer as minhas atribuições de forma discreta e despretensiosa quanto ao reconhecimento”, conta o homenageado.

Fonte: Instituto Banese.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

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Foto: Ascom.

Infonet > Cultura > Noticias > 24/07/2015.

Livro sobre José Figueiredo é lançado no Museu da Gente
José Figueiredo foi homenageado pelos seus 85 anos

A noite de ontem, 23, foi de festa e homenagem no Museu da Gente Sergipana Governador Marcelo Déda. O ilustre sergipano, ex-presidente do Banco do Estado de Sergipe, José Figueiredo, foi homenageado pelos seus 85 anos com o lançamento da biografia ‘José Figueiredo: Vida e Obra de um Sergipano de Coragem’, de autoria de Josevanda Mendonça Franco. O momento marcou mais uma ação do Instituto Banese voltada para a contribuição com a preservação da história de Sergipe.

Ao lado da autora Josevanda, José Figueiredo recebeu familiares, amigos e admiradores que fizeram fila para terem seus livros autografados pelos dois. Personalidades sergipanas também prestigiaram o evento, além de representantes do Banco do Estado de Sergipe, entre eles o atual presidente, Fernando Mota. O homenageado da noite estava muito emocionado com o lançamento da publicação que registra e pereniza momentos marcantes de sua vida. “Durante duas diretorias no Banco de Sergipe muitas pessoas ajudaram na execução das minhas tarefas, por isso agradeço a todas essas pessoas e quero dizer que hoje estou satisfeito e alegre com a presença de todos”, disse José Figueiredo. O biografado agradeceu em especial ao Instituto Banese e a Josevanda Franco pela iniciativa e produção do livro.

'José Figueiredo: Vida e Obra de um Sergipano de Coragem’ é uma coleção de fatos importantes, contados em linguagem descritiva, amena e agradável de um menino nascido em Aquidabã, que emigrou para Aracaju, tornando-se um conceituado empresário, que assumiu funções na estrutura governamental, como Gestor de empresas e órgãos públicos, com destaque para sua administração na Presidência do Banco do Estado de Sergipe (BANESE).

E para a autora, o evento foi a concretização de um ano de empenho cujo objetivo principal é preservar momentos importantes da memória de Sergipe. “A noite de hoje só coroou todo o trabalho de um ano. Quero destacar que como historiadora considero essencial que as pessoas sejam reconhecidas ainda em vida. Seu Figueiredo teve um papel fundamental na história de Sergipe e na economia sergipana por quase duas décadas e nada mais justo que essa história seja reconhecida e contada”, disse Josevanda Franco. Ainda segundo a autora, todas as vezes que o Instituto Banese patrocina e realiza uma obra deste tipo cumpre a sua missão de contribuir com a memória de Sergipe, dando a possibilidade de outras gerações conhecerem a história dele e sua contribuição para o Estado.

O senhor Marcelo Maciel concorda com a importância de perpetuar histórias como a de Figueiredo. “Para mim é um prazer participar desse momento tão especial. Conheço Figueiredo há mais de 55 anos e sei que essa homenagem é muito justa e merecida. Além disso, acho importante que a história de pessoas como ele não fique esquecida e não se perca com o tempo”.

O Instituto Banese, que tem como uma de suas responsabilidades sociais contribuir com a preservação histórica, artística e cultural de Sergipe teve mais uma vez a iniciativa de lançar uma publicação que destaca uma importante personalidade no cenário sergipano. Ezio Déda, diretor superintendente do Instituto Banese, lembra que junto com a história de José Figueiredo muitos aspectos históricos também são registrados.

“José Figueiredo é uma pessoa que marcou a história do Banese, alguém que assumiu cargos públicos e fez de tudo para implantar um sistema que realmente funcionasse. Ele assumiu a presidência do banco num momento crítico e conseguiu transformar a história do Banese, aumentando o número de agências. Ele se destacou por ser um exímio gestor público e eu acredito que o Banco deve muito nesses 50 anos ao empenho e ao trabalho desse homem. Essas são algumas questões abordadas no livro e que a partir de agora poderão ser conhecidas por todos”, comemora Ezio.

Fonte: Assessoria de Comunicação.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

terça-feira, 28 de julho de 2015

Memorial do Poder Judiciário, em Aracaju


O memorial do Poder Judiciário foi criado no ano de 2004, pela Resolução N° 033/2004 pela Mesa Diretora do Tribunal de Justiça de Sergipe. As atribuições do Memorial do Poder Judiciário envolvem atividades de pesquisas, organização de acervo documental das diversas fazes do Poder Judiciário; promoção de cursos,seminários,conferências e exposições. Endereço: Palácio Silvio Romero, Praça Olímpio Campos, 417, em Aracaju/SE.

Foto e informações reproduzidas do site: sergipetradetour.com.br


Foto restaurada* de antigo prédio, onde hoje funciona
o Memorial do Poder Judiciário de Sergipe, na Praça
Olímpio Campos, em Aracaju - Sergipe.
Imagem reproduzida do blog: coisasdoestadodesergipe.blogspot
De: Amarildo Rezende.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Funcaju será a nova casa do Carrossel do Tobias


Publicado originalmente no site f5news, em 06/07/2015.

Funcaju será a nova casa do Carrossel do Tobias

Assinado no último dia 2 pela presidente da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) Aglaé Fontes, o Instituto Banese, representado pelo Diretor Superintendente Ezio Déda e pelo Diretor de Programas e Projetos Marcelo Rangel, o Termo de Cessão de Uso das peças remanescentes do ‘Carrossel do Tobias'.

O brinquedo secular famoso por encantar crianças e adultos durante o período natalino, fará parte do acervo do Centro Cultural de Aracaju, unidade da Funcaju., que receberá além das peças remanescentes do carrossel original, toda a estrutura e o conteúdo que fizeram parte da exposição ‘Carrossel do Tobias'.

De acordo com a Presidente Aglaé Fontes, o brinquedo que era montado no Parque Teófilo Dantas alegrou diversas gerações de crianças. "Para nós é uma alegria receber o Carrossel que fez parte da infância de tanta gente e tem ligação direta com o lúdico. Agora ele fará parte do acervo do Centro Cultural de Aracaju, local que valoriza toda a história da capital sergipana e contribuirá para o fortalecimento das ações de propagação e incentivo a cultural desenvolvidos pela Funcaju", disse.

O brinquedo que ficou em cartaz no Museu da Gente Sergipana Governador Marcelo, ficará sob responsabilidade da Funcaju pelo período de cinco anos. Aglaé Fontes falou que a partir da semana que vem ele será desmontado e as peças seguirão para o Centro Cultural de Aracaju, sendo aberto para visitação no final desse mês. A cessão tem o objetivo de possibilitar que mais pessoas tenham acesso a informações sobre o carrossel e sobre a dimensão simbólica que ele tem para os aracajuanos.

Carrossel do Tobias

O Carrossel do Tobias é um brinquedo secular, trazido dos Estados Unidos, tendo chegado no Brasil no final do século XIX, iniciando seu funcionamento na Cidade de Recife/PE, onde permaneceu alguns anos. Depois foi para Maceió/AL e no ano de 1904 chegou a Aracaju, onde era montado anualmente, no período natalino, em praças e parques da Capital, conforme programação natalina. Nele as pessoas subiam nos cavalos e bancos para dar uma volta e tinha um boneco negro no centro do Carrossel, denominado de Tobias.

Em 1984, o Carrossel do Tobias foi comprado pelo Governo do Estado de Sergipe e tombado em 1987. Na época do tombamento o Carrossel já estava em estado de deterioração e em 2012 as suas peças remanescentes foram cedidas para o Instituto Banese e restauradas. No natal de 2013 foi lançada a exposição ‘O Carrossel do Tobias', no Museu da Gente Sergipana, que ficou em cartaz até novembro de 2014.

Fonte: Funcaju

Texto e imagem reproduzidos do site: f5news.com.br

O jovem escritor Francisco Mota, de 11 anos




Fotos: Ascom Secult.

Infonet > Cultura > Noticias > 15/07/2015.

Escritor mirim participa de Encontro na Aglaé Fontes
O jovem escritor Francisco Mota, de 11 anos

A Biblioteca Infantil Aglaé Fontes Alencar, unidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), recebeu na última terça-feira, 14, o jovem escritor Francisco Mota, que aos 11 anos lançou recentemente seu primeiro livro intitulado “Irmãos Aventureiros”. Na ocasião, Francisco participou de um bate-papo e respondeu perguntas do público.

O pequeno escritor sergipano explicou que não se baseou em nenhum livro específico para escrever os “Irmãos Aventureiros”, segundo ele, foi uma junção de histórias fictícias que o ajudaram a finalizar a obra. Lendo em média quatro livros por mês e apaixonado por histórias de aventura, Francisco conta que demorou cerca de um ano para finalizar os dez capítulos do seu primeiro livro e que já iniciou a continuação da narrativa. “É muito bom escrever, ver as pessoas lendo uma história que você escreveu é uma coisa indescritível”, falou.

Orgulhosa do filho, Marcilene Pereira contou que durante o processo de construção do livro, a família passou por momentos de alegria e sempre incentivou o jovem. Segundo ela, a primeira vez que Francisco demonstrou interesse em ser escritor foi aos seis anos, mas foi aos nove que iniciou seu primeiro trabalho. “É uma sensação muito boa vê-lo realizar um sonho, sinto-me feliz por ele e essa iniciativa da biblioteca, de trazer o Francisco até aqui foi bem importante para as crianças e para ele também”.

Acompanhada por seu esposo João Paulo, Karina Guimarães levou seu filho João Gabriel, de quatro anos para o encontro e aproveitaram para conhecer a Biblioteca Infantil. Para ela, o fato de existir crianças que escrevem é um incentivo para as que lêem. “É admirável, principalmente nesse mundo de tantas tecnologias, resgatar a leitura é importante, e atitudes como a dele servem como um espelho para as outras crianças”.

Ingrid Freuri levou os filhos Raul, 6, e Alice, 4, para acompanhar o encontro, e no final, os presenteou com o livro do Francisco. Segundo ela, essa é uma iniciativa de formação do ser humano, e serve como inspiração. “O pai e a mãe que estimula não só a leitura, mas a produção de um livro está formando um ser humano que consegue discernir as coisas com mais propriedade, consegue fazer uma leitura diferenciada do mundo. Eu parabenizo a biblioteca por ter esse espaço e proporcionar esse encontro que para as crianças é muito importante”...

Fonte: Ascom Secult.

Trecho de reportagem e foto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Encontro Nacional dos Cacumbis


A Associação do Cacumbi "Mestre Deca", com apoio da Prefeitura de Laranjeiras, através da Secretaria Municipal de Cultura, realizou nesse domingo, 12, o Encontro Nacional dos Cacumbis.

Foto e Legenda reproduzidas do site: jornaldacidade.net/osmario

Sabor Sergipe - Moqueca de filé de robalo

Sabor Sergipe - Moqueca de filé de robalo
com risoto e molho de camarão do restaurante Sollo.
Região do Mosqueiro, em Aracaju/SE.
Foto: Sílvio Oliveira.
Reproduzida do site: infonet.com.br/silviooliveira

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Tristezas e alegrias de um circo mambembe





Publicado originalmente no site Jornal da Cidade.Net, em 10/03/2014.

Circo Irmãos Rodrigues
Tristezas e alegrias de um circo mambembe.

Por Osmário Santos/JC, (1991).

O mundo do circo mambembe não é de fantasias. Um manto de tristeza envolve o circo e seus artistas. Melancólicos, fechados no seu ambiente de trabalho, nas improvisadas cabanas de lonas remendadas, furadas ou embaixo da lona de cobertura, quando tem, eles conhecem a dimensão do sofrimento e possuem o louco desejo da aventura, conseguindo só Deus sabe, sobreviverem.

Os circos mambembes estão espalhados pelo Estado de Sergipe e fazendo apresentações na periferia de Aracaju.

Com uma trajetória de sofrimento e de muita raça, o equilíbrio do trapézio está presente na vida, onde todos os artistas circenses fazem de tudo e conseguem descobrir o manto dos momentos melancólicos e fechados para anunciar mais um espetáculo.

- Boa noite, gente amiga!
- Boa noite!
- Está fraco.
- Boa Noite!

Queremos agradecer a todos vocês que deixaram vossos lares para assistirem o espetáculo do Circo Irmãos Rodrigues, armado no Bairro São Conrado, onde vocês vão assistir, na segunda parte do espetáculo, o Trio Às de Ouro, com Adalto, Adailton e Maria Feliciana.

- Quem quer mulher?
- Eu, eu, eu...
- Pois o nosso espetáculo apresenta bonitas rumbeiras, malabaristas, mágicos e o famoso palhaço Esculacho.

Uma noite de festa para o público do São Conrado e uma noite memorável para os artistas e família Rodrigues, proprietária do circo. Uns lençóis faziam a cortina de fundo. Algumas lambadas montadas em uma gambiarra davam o toque da iluminação. A noite estava estrelada e a boa brisa era sentida por todos, onde os imensos buracos na lona ajudavam a circulação do ar do ambiente que estava embebido de felicidade. Nas arquibancadas, um casal de namorados está sorridente. Um rapaz que adquiriu cadeira não fechava a boca quando apareciam as rumbeiras com suas provocantes danças. O palhaço fazia o seu show com piadas do dia-a-dia do pobre. Sempre colocando uma pitadinha de malícia. O mágico de cartola soltava a pomba, os cantores de música sertaneja, aplaudidos de pé; e Maria Feliciana recebia os aplausos do público quando era anunciada como a mulher mais alta do mundo. Assim encerrava o espetáculo.

Todos vão para suas casas, as lâmpadas do circo são apagadas, a rua que antes do espetáculo estava cheia, fica deserta e até os mata cachorros responsáveis pela cerca de arame farpado para evitar penetras, depois da missão cumprida, deixam seus postos.

Amanhece o dia. Lá está o mastro do circo e sua cobertura rasgada. O circo estava montado num terreno abandonado, cheio de lixo e bem perto do mangue, mas a noite cobre tudo e o circo com sua força magnetiza todos com seu apelo irresistível, onde os artistas circenses conseguem embriagar a todos, proporcionando momentos de felicidade.

Uma história de bravura
Maria Edileuza tem 37 anos e foi nascida e criada numa barraca de circo. Há 16 anos ela, seus irmãos e o marido resolveram montar em Aracaju o Circo Rodrigues, que é responsável pelo sustento de 12 pessoas.

Ela mora no circo com o pai de 80 anos, que trabalha no circo como bilheteiro e responsável pela montagem do circo. No passado, foi um trapezista de sucesso em circos de primeira categoria. O esposo de Maria Edileuza trabalha como palhaço e os quatro filhos do casal também participam do Circo Irmãos Rodrigues. O circo contrata outros artistas, além dos 12 da casa. A família faz de tudo.

O circo só procura outro espaço quando a renda cai, tendo assim um tempo para cada local. “É como cachorro, quando ele encontra um osso gordo, fica doido”, diz Maria Edileuza.

Alguns artistas ganham por espetáculo. Outros recebem por mês. Antigamente apresentava comédia. Hoje apresenta filmes pornô, a depender da cidade, horário e do público. Quando chove, rindo, conta que é uma peneira passando água da boa. Diz que está mantendo seu circo porque Deus quer.

Fotos e texto reproduzidos do site: jornaldacidade.net/osmario

Paulo de Figueiredo PARREIRAS HORTA

Paulo de Figueiredo Parreiras Horta (1884 - 1961).
Foto reproduzida do site: geneall.net

Instituto Parreiras Horta (1931).
Foto reproduzida do site: brasilianafotografica.bn.br

Instituto Parreiras Horta, na Rua Campo do Brito,
Bairro São José, em Aracaju - Sergipe.
Foto reproduzida do site: ferias.tur.br

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A influência da cultura afro para formação sergipana

Foto: Ascom Secult.

Infonet > Cultura > Noticias > 10/07/2015.

A influência da cultura afro para formação sergipana
29 comunidades quilombolas remanescentes reconhecidas

O território sergipano possui inúmeras manifestações que garantem uma identidade chamada ‘Sergipanidade’. A cultura afro-brasileira é uma dessas manifestações e tem fortes influências para a formação dos cidadãos e comunidades na capital e interior do estado. São grupos folclóricos de origem africana e 29 comunidades quilombolas remanescentes reconhecidas pela Secretária de Estado da Inclusão Social.

Para o Mestre em Comunicação e Cultura e professor de história, Antônio Bitencourt, a indenidade cultural que forma a sergipanidade tem fortes aspectos na religião e folclore dos povos africanos.

“Como em todo Brasil, a presença da cultura africana tem forte aspecto na identidade cultural. Em Sergipe, as tradições que temos da origem negra são resultantes da presença dos africanos, que vieram para cá na condição de escravos, e fortemente marcada pela influência religiosa hoje tão presente na identidade sergipana”, afirma, dizendo a importância da sergipanidade para formação de cidadãos, “é preciso que conheçamos a cultura do nosso estado, folclore e comunidades que preservam manifestações características”.

As manifestações características presentes em Sergipe, representadas em diversas tradições, trazem o folclore como representante desses costumes. Tendo as mais variadas origens que formam a cultura popular e, colocam em evidência as influências afro-brasileiras para a formação da sergipanidade.

De acordo com o assessor Executivo da Secretaria Estadual de Cultura (Secult), Irineu Fontes, a formação da sergipanidade com expressão afro-brasileira corresponde à forma de pertencer a um ciclo social. “O sinônimo de pertencimento move a identidade de um povo. Por isso a necessidade de desvendar a cultura da nossa comunidade, bairro ou município. Somente em Laranjeiras, são mais de 20 grupos folclóricos de todas as origens, comunidades quilombolas, terreiros de candomblé, danças, artesanatos, música de qualidade, ou seja, a sergipanidade está aí, basta o interesse em disseminar”, afirma Irineu.

Folclore em Laranjeiras

A cidade histórica de Laranjeiras é palco de muitas manifestações da Sergipanidade. Preserva a cultura popular através de festivais de música e grupos folclóricos na maioria de origem africana, representada com a originalidade e expressão do nordestino. Alguns dos grupos são os Reisados, Taiera, Cacumbi, os Fogueteiros, Chegança, Samba de Coco, Samba de Parelha, São Gonçalo e, os Lambe-sujos, de origem quilombola que mostra a luta do negro pelo espaço conquistado.

O representante cultural de Laranjeiras e Mestre dos Lambes-sujos, Zé Rolinha, como é conhecido, está à frente de três grupos folclóricos de Laranjeiras e destaca o valor cultural dos Lambes-sujos para os sergipanos. “Somos o maior grupo folclórico, e talvez o mais conhecido do estado, tenho muito orgulho de falar da nossa cultura pelo fato de morar em um município que ela é tão viva, não só para os grupos que lidero, mas também pelos outros que disseminam o folclore local”, coloca.

Folclore em Lagarto

Já no centro-sul sergipano, o município de Lagarto também não deixa de preservar a tradição folclórica. De acordo com assessoria da prefeitura de Lagarto, no decorrer dos anos, alguns grupos foram extintos por conta da falta de interesse da população.

Um dos grupos tradicionais que mantém atividade em Lagarto são os Parafusos, também de origem africana, retrata a fuga dos escravos para quilombos. Ao passarem pelas vilas, eles roubavam anáguas de linho com babados das senhorinhas. Depois de serem libertados, desfilavam pelas ruas da cidade com as vestes.

Comunidades quilombolas

Das 29 comunidades quilombolas existentes em Sergipe, a Maloca, situada na região central de Aracaju, também preserva as manifestações locais. O líder comunitário da Maloca, Luiz Bonfim, diz ser de extrema importância tratar de assunto como este, no que diz respeito à identidade, e colocar como exemplo a Maloca pelo valor cultural para os moradores. “A nossa comunidade por ser o primeiro quilombo urbano de Sergipe e o segundo do Brasil, com todos os seus traços de africanidade, jamais poderia ficar fora de uma discussão como essa da sergipanidade, pela influência e contribuição cultural para Aracaju”, coloca.

Membro da pesquisa sobre comunidades quilombolas em Sergipe, José Pedro dos Santos Neto, diz que a memória cultural de uma sociedade não pode ser esquecida. “Tudo que o povo tem de bom é a história, e o cultivo dessas manifestações são importantes para mantê-la viva, os povos africanos sempre fizeram isso por meio dos levantes tracionais, como uma forma de ser notado e mostrar para os governantes que eles também precisam de atenção”, finaliza.

Fonte: Ascom Secult.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Documentário: história de Judite Melo ganhará os cinemas

Foto: Ascom.

Infonet > Cultura.> Noticias > 10/07/2015.


Documentário: história de Judite Melo ganhará os cinemas
O filme conta toda a trajetória da artista nascida em Estância

As terras estancianas conhecida por seu potencial turístico e cultural ganhará as telas dos cinemas através do documentário Judite Melo. Idealizado pelas cineastas Fátima Goes e Gabriela Caldas o curta de 16 minutos aproximadamente, que conta a história de uma de suas escultoras mais famosas, Judite Melo, já está em fase de edição.

Nascida em Estância, município de Sergipe, a artista plástica autodidata, Judite Melo, descobriu meio que por acaso seu talento, ao criar um presépio por conta própria. O filme conta toda a trajetória da artista, que há cerca de 50 anos se dedica a produzir esculturas em argila no estilo barroco, dando ênfase às imagens sacras famosas em todo o estado.

Segundo Fátima Goes, o projeto tem como objetivo divulgar não somente a cidade de Estância, conhecida pelas corridas dos barcos de fogo, mas enaltecer a arte e o talento da artista plástica dentro do meio estudantil, na sociedade sergipana incluindo também sua cidade natal, Estância, onde a escultora reside.

Judite é uma das figuras mais conhecidas de Estância, detentora de um vasto trabalho com peças em arte sacra, que já ultrapassou os limites do Estado de Sergipe, tendo esculturas circulando não só no Brasil, ma também no exterior. O filme está sendo realizado por conta das cineastas e pretende ser lançado no próximo mês.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura