domingo, 29 de maio de 2016

Grupo folclórico Cacumbi, na cidade de Laranjeiras

 Foto: Irineu Fontes/Acervo Secult.
Reproduzida do site: viajeaqui.abril.com.br

Foto: Arthur Leite/Bem na Foto.
Reproduzida do site: viajeaqui.abril.com.br

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A última ‘canção’ de Hunald de Alencar

Tânia Maria interpreta Billie Holiday - A Canção,
primeiro monólogo musical do dramaturgo.
Crédito - Pedro Fontes/Divulgação.

Hunald de Alencar morreu aos 73 anos.
Crédito - Divulgação.

Publicado originalmente no site do Jornal da Cidade, em 24/05/2016.

A última ‘canção’ de Hunald de Alencar.

Billie Holiday foi o primeiro monólogo musical do dramaturgo sergipano com maior número de obras encenadas.

Por: Gilmara Costa/Equipe JC.

Sob as críticas e aplausos direcionados ao musical ‘Billie Holiday – A Canção’, que estreou a temporada no Teatro Lourival Baptista no dia 18, o dramaturgo sergipano Hunald Fontes de Alencar, autor do espetáculo, se despediu de maneira fugaz do público na última sexta, 19, em virtude de um infarto. Num apagar de luzes com atores ainda no palco, sob o peso do silêncio e sem improvisos, o cenário do estado se tornou vazio pela ausência de quem possui o maior número de obras encenadas em Sergipe, muitas das quais escritas no período sombrio da ditadura, tornando-se referência histórica entre atores e amantes da literatura. E assim permanecerá.

“Hunald Alencar é um dramaturgo conhecido em todo o país e que nos últimos tempos se mantinha triste ante a falta de reconhecimento de Sergipe para com a sua obra. E foi com ‘Billie Holiday’, cujo trabalho começamos em 2014, que conseguimos ver a alegria de Hunald. Esse musical deu um novo ânimo a ele. Na noite de estreia, ele mesmo falou comigo que já podia morrer feliz, pois estava supercontente com o resultado, com o público. Na segunda noite de espetáculo ele não foi, mas quis saber como tinha sido e foi um sucesso, teatro lotado, o que o deixou mais feliz. Logo depois, ele foi acometido por infarto dentro de casa, infelizmente. A obra de Hunald se manterá viva, sem qualquer dúvida, e continuaremos com o espetáculo, pois temos a certeza de que ele não deseja que paremos”, disse o diretor de teatro, Raimundo Venâncio.

Nas redes sociais, muitos foram aqueles que utilizaram o perfil de Hunald de Alencar para expressar o pesar de tê-lo ausente e o “aconchego” de perpetuar o seu legado. “Eu que tanto fujo da tristeza, dou-me hoje ao exercício da tristura. E dou-me por um cessamento: de repente, ‘a barba e as unhas’ de Hunald Fontes de Alencar pararam de crescer. Um dos nossos maiores poetas é hoje um homem a menos nesta feira-doida que é a vida. O coração que tanto lhe impulsionou à criação e lhe deu cordas pelos caminhos crespos da generosidade, resolveu dormir pra sempre na madrugada deste sábado. Parodiando o bom e velho W. H. Auden, no poema à morte do poeta irlandês William Yeats, eu também digo, nesta hora fria, ‘Terra, acolhe um hóspede famoso: / Hunald de Alencar, e dá lhe repouso. / Fique a taça de Sergipe vazia / Do que continha de poesia’, escreveu o jornalista e poeta Jozailto Lima.

Em comentário às palavras dele, a atriz Tânia Maria, que dá corpo e voz a Billie Holiday no musical sergipano, retribuiu o carinho, rememorou o dramaturgo e falou sobre a saudade. “Que belo jardim de suntuosas palavras plantadas pelo querido Jozailto Lima! Nosso Hunald Fontes de Alencar ficaria orgulhoso desses escritos leves, suavemente puros e risonhos, mas profundos! Se tinha a intenção de emocionar, assim o fez. Mais uma vez demonstrou com tão bela homenagem o insigne poeta que é! Enquanto lia me deixei conduzir pelas imagens. Visualizei nosso poeta sentadinho na frente do Lourival, sempre com aquele sorriso brando para os amigos, para todos que iam em sua direção. A forma de escrever do Jozailto Lima é muito visual, a gente se transporta para o lugar dos acontecimentos narrados... O parabenizo por esse encantamento, e agradeço pelo aconchego! Bateu saudade do Hunald”, escreveu.

Hunald de Alencar

O poeta, escritor, dramaturgo e diretor teatral Hunald Fontes de Alencar nasceu na cidade de Estância-SE, em 10 de novembro de 1942. Bacharel em Direito, licenciado em Letras Português, com pós-graduação em Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa, e ocupava a cadeira de número 10 da Academia Sergipana de Letras. Como dramaturgo, escreveu inúmeras peças, entre elas: Corpus, Uma Vez, o Amor (montada duas vezes), Cárcere de Outono e Minha Vida, Meu Bolero.

Publicou vários livros, como Uma Vez, em Olduvai, Poema de Kandor Ou a Escravidão dos Deuses e Morte no Estuário. É o autor sergipano mais encenado em Sergipe. Seus textos, carregados de profundidade e politização, servem de inspiração para muitos atores e amantes da literatura e da poesia. Em 2014, escreve seu primeiro monólogo musical: Billie Holiday, a Canção. Texto contundente, que apesar da crueza de suas palavras, é poeticamente profundo.

Texto e foto reproduzidos do site: jornaldacidade.net

Gilson Souza lançará livro sobre a quadrilha Século XX.

Lançamento acontece dia 8 de junho às 18h no Sesc Centro.
Foto: Divulgação.

Infonet > Cultura > Noticias > 25/05/2016.

Gilson Souza lançará livro sobre a quadrilha Século XX.

Lançamento acontece dia 8 de junho às 18h no Sesc Centro.

O jornalista Gilson Souza lançará o livro-reportagem ‘Quadrilha Junina Século XX – 52 anos de vitórias’, no dia 8 de junho, a partir das 18h, no Sesc Centro (Rua Senador Rollemberg, 301, São José). Trata-se da história, contada em detalhes, da quadrilha junina mais antiga de Sergipe em atividade.

No mesmo dia, a Século XX fará uma apresentação para o público e lançará o seu traje 2016. Haverá também um jantar nordestino oferecido pela quadrilha e um grande show de forró pé de serra. Todos estão convidados para prestigiar essa noite cultural.

Com informações do jornalista.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Fiéis montam o tradicional tapete de Corpus Christi




Fotos: Portal Infonet.

Infonet > Cultura > Noticias > 26/05/2016.

Fiéis montam o tradicional tapete de Corpus Christi.

Em São Cristóvão, a missa é ás 14h30 e depois será a procissão.

A cidade histórica de São Cristóvão se enfeita nesta quinta-feira, 26, para a tradicional festa de Corpus Christi. Para comemorar a data, moradores realizam a confecção dos tapes decorados.

Os tapetes são produzidos pela comunidade que utilizam sal grosso, tintas anelinas, maravalha de madeira e pó de café para ornamentar as ruas da cidade.

A confecção dos tapetes é coordenada por Vânia Correia. “Estamos aqui desde às 4h da tarde de ontem. São 15 mil kg de sal grosso, 650 sacos de maravalha e pó de serra, além de anelinas e borra de café. É cansativo, mas meu amor por Deus é maior. Peço que todos lutem para que essa tradição não morra, porque acredito na minha cidade que é patrimônio cultural e que sempre nos orgulha”, conta.

Por onde se olha é possível ver crianças, adultos e idosos dando sua contribuição para que a tradição não acabe. Georgina Nere Amanda é uma delas. “Sabemos que para nós católicos a procissão é importante porque é o corpo de cristo que sai neste dia. Por causa disso a gente arruma a rua para ele passar. Vale muito a pena porque o que se faz para Jesus é recompensador. Podemos ver crianças ajudando e acredito que isso vá se perpetuar por muitos anos”, afirma.

Programação

A Programação inicia às 14h30 com Missa Solene na Igreja Matriz, em seguida ocorrerá a Procissão acompanhada da Banda de Música do Corpo de Bombeiros.

Por Aisla Vasconcelos.

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

A Guia de Turismo sergipana, Noélia, em evento no Maranhão

A Guia de Turismo sergipana, Noélia, no Congresso Brasileiro
de Guias de Turismo em São Luiz/MA.
Foto reproduzida do Facebook/Noelia Moura Dos Anjos.

Celebração em homenagem ao maestro Leosírio Guimarães

O secretário Irineu Fontes enfatizou
 a importância da comemoração do maestro
 Foto: Secult.

Infonet > Cultura > Noticias > 23/05/2016.

Celebração em homenagem ao maestro Leosírio Guimarães.

As bandas centenárias também foram homenageadas.

A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) em parceria com o Instituto Banese e Sociedade Filarmônica de Sergipe (Sofise), realizou no Palácio-Museu Olímpio Campos, uma solenidade em comemoração ao centenário de nascimento do maestro Leosírio Guimarães, fundador da Sofise. O evento contou ainda com homenagens às bandas centenárias de Sergipe, dentre elas a banda da Polícia Militar, que se apresentou na cerimônia.

Diversas personalidades que contribuem para o engrandecimento cultural do estado e do país também foram homenageadas, desta vez, através da medalha do mérito cultural Carlos Gomes, em alusão ao patrono da Sociedade Brasileira de Artes Culturais e Ensino (SBACE).

O secretário de Estado da Cultura, Irineu Fontes, esteve presente na solenidade e enfatizou a importância comemoração ao centenário do maestro Leosírio Guimarães e das homenagens prestadas às bandas centenárias de Sergipe. “É fundamental reconhecer o legado deixado pelo maestro Leosírio e das bandas que dão a Sergipe a cara da música. A participação da Secult é imprescindível, e pensando nisso nós estaremos retornando a partir do próximo semestre com o projeto ‘Bandas na Praça’, com um novo formato”, declarou.

Para a diretora do Sofise, Maria Olga de Andrade, é importante valorizar a cultura que está presente em nosso estado, e por isso às homenagens prestadas no evento são fundamentais. “As bandas filarmônicas são exemplos para nós, elas fazem parte da cultura de Sergipe e tem um valor que a gente não pode deixar perder. O maestro Leosírio foi o responsável pela criação da primeira orquestra de caráter sinfônico do estado como diretor do Conservatório de Música de Sergipe”,acrescentou.

Ao entregar a medalha do Mérito Cultural Carlos Gomes, o presidente da SBACE, José Carlos Colomo, enfatizou que é sempre importante valorizar àqueles que promovem a cultura no nosso país. “Estamos homenageando personalidades que contribuem para o engrandecimento da nossa pátria e nós nos sentimos lisonjeados em participar deste evento que reúne personalidades e instituições altamente importantes para a nação brasileira”, declarou.

Fundada em 1844, a Banda da Polícia Militar “José Machado”, foi uma das homenageadas no evento. Para o Sub-Tenente Batista, maestro da banda, receber esta homenagem é gratificante. “Nós sabemos o valor que a banda da PM tem para o Estado, e esse reconhecimento para a gente chegou em um bom momento pela importância histórica da banda”, afirmou.

Fonte: Ascom Sec. de Estado da Cultura.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Comissão da Verdade ouve depoimento de Ilma Fontes

Foto: seidh.

Infonet > Cidade > Noticias > 17/05/2016.

Comissão da Verdade ouve depoimento de Ilma Fontes.

A jornalista e escritora foi ouvida nesta terça-feira, 17.

Na quinta rodada de audiências públicas para oitiva das testemunhas que foram vítimas do Regime Ditatorial Militar entre 1964 a 1985, a Comissão Estadual da Verdade “Paulo Barbosa de Araújo” ouviu, nesta terça-feira, 17, a jornalista, escritora cineasta, ativista cultural e médica psiquiatra Ilma Fontes, que, apesar de não ter sido presa, sofreu fortes perseguições e ameaças. A Secretaria de Estado da Mulher, da Inclusão e Assistência Social, do Trabalho e dos Direitos Humanos (Seidh) é responsável pela interlocução entre os membros da Comissão e o Governo de Sergipe.

Em seu depoimento, Ilma relembrou a época que passou no vestibular de Medicina, em 1967. “Eu estava presidente do CEU (Clube do Estudante Universitário), momento em que nossos direitos estudantis foram cassados. Não tinha mais participação no Diretório Central dos Estudantes (DCE) e também não podia falar de política dentro da Faculdade de Medicina, mas consegui permanecer estudando. Fui perseguida, humilhada, postergada. Fui afastada dos meus projetos. Tive minha juventude roubada”, afirmou a vítima, que também falou sobre a censura vivenciada.

“Aqui em Sergipe, o movimento era mais ameno. A luta era mais intensa na Bahia. Em Salvador tinha os movimentos de rua. Era uma temeridade. Aqui nós tínhamos algumas divergências de pensamento, talvez pela característica rebelde da juventude. Nós éramos fichados e discriminados: ‘Fulano, beltrano e cicrano são comunistas’. Eu não era comunista. Até então não era filiada a partido nenhum. Mesmo porque eu adorava rock’n roll. A maioria dos comunistas não aceitava muito isso. Minha primeira filiação partidária foi ao Partido dos Trabalhadores (PT), em 1981, para fundar o diretório de Aracaju. E muito embora eu fosse amiga de Laurinha [Marques] e Wellignton Mangueira, não me filiei ao Partidão”, contou Ilma.

Ilma destacou ainda, que estudou psiquiatria no Rio de Janeiro e lá era outra realidade. “Havia características distintas. O movimento secundarista era muito forte, mas era a reboque de movimento universitário. Aqui em Sergipe era o contrário. Tínhamos muito mais estudantes ativistas, conscientes e destemidos no movimento secundarista do que na Universidade. Na faculdade de Medicina, quem partia para o enfrentamento era eu. Tinha mais duas, três pessoas, no entanto, eram mais comedidas”.

Para o coordenador de Direitos Humanos da Seidh, Antônio Bittencourt, o momento de repressão não se caracteriza apenas pela coerção de natureza física, mas sobretudo, por ser uma violência de natureza cultural e ideológica. “Ilma Fontes fez parte de um grupo de jovens ativos na prática da contestação cultural e que se rebelavam nesse campo. Portanto, acredito que o relato dela estimula a inserção de investigações voltadas à presença de repressão às manifestações culturais sergipanas”, pontou.

Também o presidente interino da Comissão da Verdade, Gilfrancisco, a participação de Ilma Fontes tem um caráter especial, devido à sua atuação no segmento cultural, principalmente ligada ao cinema, literatura e teatro. “Teremos outros, mas com militância político-partidária. Os próximos que irão depor nesta rodada foram presos”, disse. Ainda esta semana, serão ouvidos Manoel Pascoal Nabuco D’Ávila (18/05), Ana Maria Rolemberg Côrtes (19/05) e Benedito de Figueiredo (18/05), em sessões públicas realizadas a partir das 8h, no auditório do Museu da Gente Sergipana.

Sobre a Comissão

Instituída pelo governador Jackson Barreto através do decreto nº 30.030, em 26 de junho de 2015, a Comissão Estadual da Verdade tem caráter independente e visa o levantamento de informações relativas ao período de 1947 a 1985.

Fonte: ascom Seidh.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cidade

Rio Sergipe é discutido durante evento do Dia dos Museus.

A presidente da Funcaju Aglaé Fontes, disse que o tema:
“Este rio é meu” propõe atividades através da memória da paisagem.
Foto: Portal Infonet.

Infonet > Cultura > Noticias > 17/05/2016.

Rio Sergipe é discutido durante evento do Dia dos Museus.

'Este rio é meu' propõe memórias através da paisagem do rio.

O Rio Sergipe foi tema de discussão durante a Semana Nacional dos Museus, que é uma ação de promoção e divulgação dos museus brasileiros, em homenagem ao Dia Internacional dos Museus, celebrado dia 18 de maio.

Em entrevista ao Portal Infonet, a presidente da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), Aglaé Fonte, disse que o tema “Este rio é meu” propõe atividades através da memória da paisagem, falou da importância do evento e sobre os museus em Sergipe.

Veja o vídeo:

Texto, foto e vídeo/YouTube reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Ivan Valença e os 20 Anos da Infonet

Foto: arquivo Portal Infonet.

20 Anos Infonet > 04/05/2016.

Ivan Valença destaca inovação da Infonet no jornalismo.

A Infonet completa 20 anos em maio de 2016.

O jornalista Ivan Valença, colaborador da Infonet, destaca as mudanças que a empresa trouxe na maneira de fazer jornalismo, formando uma equipe dedicada exclusivamente à notícias de qualidade veiculadas em primeira mão.

A Infonet completa 20 anos em maio de 2016. Personalidades, parceiros, clientes e leitores fizeram homenagens à empresa e ao Portal de notícias que é o maior e mais antigo do Estado.

Texto/foto/vídeo reproduzidos do site: infonet.com.br/20anosinfonet

O jornalista Ivan Valença destaca as mudanças que a empresa trouxe na maneira de fazer jornalismo.

domingo, 22 de maio de 2016

Morre o poeta e professor Hunald Alencar


Publicada em 21/05/2016

Morre o poeta e professor Hunald Alencar.

Hunald Alencar foi vítima de infarto.

Morreu na manhã deste sábado, 21, o poeta, escritor, professor, teatrólogo, dramaturgo, e membro da Academia Sergipana de Letras, Hunald Fontes de Alencar. Nascido em Estância, em 10 de novembro de 1942, era formado em Direito e atuou como professor de Língua Portuguesa e Literatura, além de jornalista e teatrólogo. A causa da morte foi um infarto fulminante.

Hunald Alencar, um dos mais generosos intelectuais de Sergipe na atualidade, é autor de diversos livros de poesia, entre eles "Uma vez em Olduvai", "Elogios aos Peixes Ágeis", "Tempo Leste", "Oito poemas densos", "Verde silêncio da semana", "Poemas de Kandor ou a Escravidão dos Deuses", além de diversas peças de teatro.

Seu último trabalho de grande repercussão na mídia foi o musical 'Billie Holiday, a Canção', interpretado como monólogo pela atriz e cantora sergipana Tânia Sérvula, ainda em cartaz no teatro.

Hunaldinho, como os amigos o chamavam, era o filho caçula do também poeta Clodoaldo de Alencar e de Dona Eurydice Fontes de Alencar. Era irmão do ex-ministro do STJ Fontes de Alencar, do também poeta e ex-reitor da UFS Alencar Filho, e do artista plástico Leonardo Alencar. Ontem mesmo o corpo de Hunald Fontes de Alencar foi velado no Osaf e sepultado às 16 horas no cemitério Santa Isabel, em Aracaju.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldodiase.com.br