domingo, 31 de agosto de 2014

Caceteiras do Mestre Rindú

Foto: Divulgação.

Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 29/08/2014.

Caceteiras do Mestre Rindú encerra programação
O grupo é formado por homens, mulheres e crianças

Mais uma edição do ‘Agosto: mês das culturas da gente’ foi encerrado hoje no Museu da Gente Sergipana. Realizado pelo Instituto Banese e pelo Governo do Estado, com a promoção do Museu da Gente Sergipana e apoio do Café da Gente, o evento, que faz uma homenagem ao mês do folclore, trouxe diferentes atividades para o museu. Depois de rodas de conversa com mestres sergipanos, oficinas de samba de coco e de brincadeiras populares, e apresentações teatrais, foi a vez do grupo cultural ‘Caceteiras do Mestre Rindú’, do município de São Cristóvão, alegrar o público presente.

O grupo, formado por homens, mulheres e crianças, tem como principal característica a dança de roda. Com o ritmo mais apurado, percussivo e envolvente, a dança assemelha-se ao samba de coco, o que fez o público dançar na tarde desta sexta-feira, 29. Regina Damasceno, estudante de turismo, era uma das mais animadas ao entrar na roda para dançar com o grupo. “É contagiante vê-los dançando, acho super importante essa valorização da cultura sergipana. Venho acompanhando todo o ‘Agosto: mês das culturas da gente’. Acho o trabalho do Museu da Gente Sergipana e do Instituto Banese de suma importância para o estado de Sergipe”, disse a estudante.

Existente há mais de 100 anos, as ‘Caceteiras do mestre Rindú’ foi criada no povoado Apicúm Merengue, no município São Cristóvão. Todo ano a primeira apresentação do grupo acontece durante a noite do dia 31 de maio, na Praça São Francisco, localizada no município. As danças são uma maneira de homenagear os santos do ciclo junino: São João, Santo Antônio, São Pedro e São Paulo. O grupo é composto por crianças e adolescentes de várias idades que aprendem com os mais velhos a dança e a importância da preservação dessa cultura. Maria Clara, de 8 anos e Kethleem Santos, de 10 anos, dançam junto das suas avós e são alguns dos exemplos desse aprendizado. “Eu gosto muito de dançar e aprendi com a minha avó desde que eu era menor. Adorei essa apresentação, foi muito legal conhecer o Museu e poder dançar aqui”, disse Kethleem.

Sob o comando do mestre Rindú e da senhora Acácia dos Santos, as ‘Caceteiras do Mestre Rindú’ dançam e cantam diversas cantigas conhecidas como “ô de casa, ô de fora, ô de casa, ô de fora, Maria vai ver quem é, Maria vai ver quem é”. Segundo Dona Acácia é muito difícil manter essa tradição, mas eles fazem o máximo para passar dos pais para os filhos esta cultura para que ela nunca acabe. “Eu tenho 5 netas no grupo e elas gostam de dançar. É muito importante que elas levem isto adiante”, disse ela. Dona Acácia completou dizendo que gostou muito de conhecer o Museu e de poder se apresentar no local, e que espera poder vir mais vezes.

Para o diretor de Programas e Projetos do Instituto Banese, Marcelo Rangel, a realização do ‘Agosto: mês das culturas da gente’ é mais uma maneira de valorizar a cultura sergipana, apresentando e estimulando aqueles que fazem essa cultura de forma simples e tão bela. “Cada vez mais temos certeza de que estamos no caminho certo ao realizar um trabalho de valorização da cultura popular e de aproximação dessas pessoas simples que fazem a cultura popular do restante da sociedade. Trazer o encanto dessa cultura para as pessoas, valorizar a identidade cultural e aproximar a tecnologia da cultura e a cultura da tecnologia é uma forma de valorização que a gente tem desempenhado com muita dedicação”.

Fonte: Instituto Banese.
Foto: Divulgação.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

sábado, 23 de agosto de 2014

TEATRO - Zé, O Menino Que Queria Ser Peixe!


Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 22/08/2014.

Itabaiana recebe espetáculo infantil sobre Zé Peixe
ZÉ, O Menino Que Queria Ser Peixe! acontece nos dias 23 e 24.

A cidade de Itabaiana vai receber nos dias 23 e 24 de agosto o espetáculo infantil “ZÉ, O Menino Que Queria Ser Peixe!”, que conta de forma lúdica e criativa a história de uma figura lendária no estado de Sergipe: José Martins Ribeiro Nunes, mais conhecido como Zé Peixe. A apresentação ocorrerá no espaço de eventos do Colégio Monteiro Lobato , no bairro Chiara Lubich, às 16h.

A peça mostra a infância dessa figura lendária junto aos pais e a irmã mais nova, Rita, também conhecida como "Rita Peixe". Entre a casa e a escola, o espetáculo conduz Rita e Zé a uma grande aventura. Viajando entre a lua e o mar, nosso herói conhece novos amigos da fauna local, brinca e se diverte com a imaginação, passando por várias experiências que o levam a descobrir a sua grande paixão pelo mar.

A montagem é a primeira de uma série que pretende resgatar do inconsciente popular o reconhecimento dos nossos heróis. Personagens como Zé Peixe precisam ser conhecidos por nossas crianças e visitados pelos que vem ao nosso Estado buscando nos conhecer.

Zé Peixe.

Zé exerceu por muitos anos o trabalho de prático (conduzia embarcações que entravam e saíam de Aracaju, pelo Rio Sergipe) e fazia seu trabalho de uma maneira bem diferente: nadava até o navio e depois voltava nadando, conduzindo a embarcação. Grande conhecedor das águas da costa aracajuana, faleceu em 2012, mas continua vivo no imaginário do povo sergipano.

Valor: R$ 20 inteira e R$ 10 meia (adulto acompanhando de criança também paga meia)
Venda de ingressos: no local, Center Lanches, Nintendo Lanches e Casa de Dança Eval Lima

Fonte: Ascom Casa Rua da Cultura.
Foto: Divulgação.

Imagem e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

LIVRO - Lançamento do livro sobre Rosalvo Wynne Rosa Queiroz


Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 22/08/2014.

Lançamento do livro sobre Rosalvo Wynne Rosa Queiroz
O livro é da professora Cléa Maria Brandão de Santana

A professora aposentada, Cléa Maria Brandão de Santana, lançou nesta quinta-feira, 21, no Gabinete de Leitura de Maruim, o livro biográfico “Rosalvo Wynne Rosa Queiroz: Um ilustrado maruinense”. A obra retrata em 189 páginas a vida daquele que segundo relatos nas páginas do livro soube dignificar o espírito empreendedor. Rosalvo Queiroz chegou a dirigir a Imprensa Oficial do Estado no final da década de 20.

A solenidade contou com a participação do presidente da Academia Sergipana de Letras, José Anderson Nascimento, que destacou a importância da obra. “Participo desta solenidade literária em um salão que foi palco dos grandes discursos de Tobias Barreto, ícone da Cultura Sergipana”, relata orgulhoso.

A autora emocionada, Cléa Brandão, relatou que fez questão de lançar o livro no salão do Gabinete de Leitura, espaço de destaque no cenário cultural do Estado de Sergipe. “Aqui foi o local das conversas de Rosalvo Queiroz com os demais intelectuais da época”, garantiu.

“O evento ficará marcado no cenário cultural de Maruim. Fica um legado pela busca dos ideais ensinados por Rosalvo Queiroz”, ressaltou o secretário municipal de Cultura e Turismo, Gilton Rezende. A família de Rosalvo Queiroz também prestigiou a solenidade, a senhora Maria do Carmo Queiroz Ferreira, filha do homenageado, e seu neto, Ademar Queiroz.

A Sociedade Euterpe Filarmônica Maruinense apresentou diversas peças no evento, que foi prestigiada por diversas autoridades políticas municipais e personalidades do cenário literário.

Prestigiaram a cerimônia o prefeito de Maruim e seu vice, Jeferson Santana e Murilo Mota, respectivamente; a vereadora de Maruim, Arlinda Vieira, o vereador de Aracaju, Iran Barbosa; o pároco de Malhador, Pe. Cleberto Lima de Andrade; secretários municipais e representantes das Academias de Letras de Estância, Nossa senhora das Dores e Tobias Barreto.

Cléa Maria Brandão de Santana.

Cléa Maria Brandão de Santana é licenciada em História pela Faculdade Católica de Filosofia de Sergipe, em 1967. Professora aposentada da Rede Estadual e Federal da Educação de Sergipe. Ocupante da cadeira nº 5, com membro do Movimento Cultural Antônio Garcia Filho da Academia Sergipana de Letras (MAC). Vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura. Além deste livro, a professora também escreveu “Casa de Farinha” (2005) e “Anversos” (2013).

Fonte: Assessoria de Comunicação.
Foto: Arquivo Portal Infonet.

Imagem e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

FOLCLORE - Museu da Gente Sergipana recebe peça sobre folclore


Infonet - Cultura - Noticias - 21/08/2014.

Museu da Gente Sergipana recebe peça sobre folclore
Espetáculo é encenado pela cia de teatro História Encena

As programações do projeto “Agosto: mês das culturas da gente”, que vêm sendo realizadas pelo Instituto Banese e Governo de Sergipe, com a promoção do Museu da Gente Sergipana e apoio do Café da Gente, continuam nesta sexta-feira, 22, data em que se comemora o Dia do Folclore. A partir das 16 horas desta sexta-feira, no átrio do Museu da Gente Sergipana, em Aracaju, haverá apresentação do espetáculo teatral “Folcloreando na Terra do Caju".

Encenada pela companhia de teatro História Encena, “Folcloreando na Terra do Caju” cria o universo de seres e acontecimentos através de uma divertida história sobre os principais elementos que compõem o folclore.

A Cia História Encena foi criada há seis anos por um grupo de atores e historiadores que tem como pauta de seu projeto artístico trabalhar contextos da cultura sergipana, destacando-se no cenário nacional pelo ineditismo da proposta e sua concepção estética. Entre os trabalhos de maior destaque do grupo, estão “Um Grito de Liberdade: a cabana do pai Tomaz”, “Na Praia, 1855” e “Folcloreando na Terra do Caju”.

Fonte: Ascom Instituto Banese.
Foto e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

TRABALHO ASSISTENCIAL - Almir do Picolé


Publicado originalmente o "Jornal do Dia online", em 21/08/2014.

Cândida Oliveira
candidaoliveira@jornaldodiase.com.br

O trabalho assistencial desenvolvido por Almir Almeida Paixão, conhecido como Almir do Picolé, recebe a partir de hoje um considerável reforço. Às 18 horas será inaugurada uma loja no Shopping Prêmio, em Nossa Senhora do Socorro, com o objetivo de ser um ponto de arrecadação de doações. "Brinquedos, roupas, alimentos não perecíveis, tudo é bem vindo e será distribuído no Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, com os mais necessitados", contou Almir, informando que o espaço será permanente.
Conhecido em todo o Estado de Sergipe, faça chuva ou faça sol, diariamente Almir está nas sinaleiras da cidade solicitando da população ajuda para manter em funcionamento uma creche na Piabeta, em Socorro, que atende a 89 crianças de 3 meses a 5anos de idade.

Há 24 anos Almir realiza um trabalho assistencial e há 12 anos mantém a Creche Ação Solidária Almir do Picolé. "Encontrei uma forma de ajudar as mães do conjunto Piabeta que precisam trabalhar e não têm onde deixar seus filhos". O espaço atende gratuitamente a 89 crianças de 3 meses a 5 anos, que passam o dia, das 7h às 17h40, no espaço. Recebem diariamente 4 refeições e são alfabetizadas. Para manter toda a estrutura funcionando, 34 funcionários trabalham na Creche e no Telemarketing, todos com carteira assinada. "Nunca atrasei o salário de ninguém, graças às doações da população, de alguns empresários e de Deus", faz questão de dizer.

Além da creche, Almir ajuda a população com distribuição de cesta básica e remédios e assistência funeral. Atualmente as despesas mensais chegam a R$ 30 mil. Seu único interesse é ajudar os que mais precisam. Mesmo que muitas vezes o trabalho seja duro, nunca teve pretensões políticas. "Nunca quis me envolver com política, prefiro continuar meu trabalho dessa forma. Há meses que é difícil conseguir pagar as despesas, mas Deus sempre nos mostra uma forma".

O trabalho do Telemarketing é importante, mas Almir não espera apenas pelas doações que chegam por meio de um telefonema. Diariamente ele pode ser encontrado nas sinaleiras de Aracaju com uma prancheta nas mãos pedindo ajuda aos motoristas. "Governo do Estado, Prefeitura, nem político, nenhum desses nunca ajudaram, então temos que correr atrás do que precisamos", contou.

Ainda criança Almir foi abandonado pelos pais, morou na rua e depois viveu em um orfanato de onde saiu em 1989. Para sobreviver passou a vender picolé e sempre destinou uma parte do seu salário para fazer festa do Dia das Crianças e Natal. "Eu já passei fome na vida e minha missão hoje é ajudar". A sede da creche fica na Rua Maria Miralda dos Santos, 4, parque Ilza, Loteamento Piabeta. Contato 3254-7644.

Foto e texto reproduzidos do site: jornaldodiase.com.br

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

HOMENAGEM - Fernando Sobral, ex-comodoro do Iate Clube


Publicada originalmente no "Jornal da Dia online", em 21/08/2014.

Regata de Aniversário do ICAJU terá troféu em homenagem a Fernando Sobral.

Para marcar os 62 anos do Iate Clube de Aracaju - ICAJU, comemorados no dia 25 de agosto, será realizada a tradicional Regata de Aniversário. Esse ano, o evento náutico homenageará o grande iatista e apoiador do esporte a vela Antônio Fernando Franco Sobral, conhecido como Orelhinha, com troféu que leva o seu nome. Fernando foi Comodoro por sete anos e faleceu em julho deste ano.

O evento ocorrerá nos dias 23 e 24 de agosto e contará com a participação de velejadores sergipanos - jovens e da velha-guarda - das classes Snipe, Laser e Optimist, além de canoeiros do município da Barra dos Coqueiros/SE e atletas de outros estados do Nordeste, com previsão de cerca de 40 participantes. A competição acontecerá no Estuário do Rio Sergipe, com largada e chegada à sede do Iate, sendo que no sábado a mesma terá início às 14h e no domingo às 10h. A modalidade Canoa terá percurso e horário diferenciado: disputará somente no domingo, saindo às 11h da Atalaia Nova, indo até a Ponte Construtor João Alves e tendo como ponto de chegada o Iate Clube. Também nesse dia, após a prova válida pelo campeonato ocorrerá a premiação na Varanda do Bar do Bel, a partir das 14h.

O Comodoro recém-empossado do ICAJU, Paulo Maciel, juntamente com o vice Carlos Ubiratã, está coordenando os preparativos do evento e prevê uma grande confraternização para o encerramento. "Queremos reunir mais velejadores que nos anos anteriores, por isso convidamos não só os atletas de vela de Sergipe, mas também de outros estados", conta Maciel. "A entrega do Troféu Comodoro Fernando Sobral será um momento de muita emoção, mas também de celebração como nosso amigo Fernando gostava".

Fernando Sobral era velejador e na década dos anos 80 foi bicampeão mundial pela Classe Snipe, ao lado do também saudoso Eduardo Neguinho.

Foto e texto reproduzidos do site: jornaldodiase.com.br

GOVERNADOR - Fausto Cardoso


Fausto Cardoso.

Fausto de Aguiar Cardoso (Divina Pastora, 22 de dezembro de 1864 - Aracaju, 28 de agosto de 1906) foi um advogado, poeta, filósofo e político brasileiro.

Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, escreveu para jornais em Recife e integrou o Movimento de Renovação do Pensamento Nacional. que aderiu ao movimento republicano, sendo eleito deputado federal em duas legislaturas e fundou o Partido Progressista.

Fausto foi assassinado no Palácio do Governo, em Aracaju, durante o movimento de 1906.

Mas tarde, seus filhos vingaram a sua morte, assassinando no Rio de Janeiro o Monsenhor Olímpio Campos, no episódio conhecido como "A Tragédia de Sergipe".

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

CULTURA - Projeto Bibliotecas em Rede e o Folcloripe


Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 18/08/2014.

São Cristóvão faz parte do Projeto Bibliotecas em Rede
O projeto envolve seis bibliotecas na Grande Aracaju

Pensando em fazer uma interligação entre o mês do folclore, agosto, e as bibliotecas públicas, a equipe do Projeto Bibliotecas em Rede de Sergipe fomentou a criação do Folcloripe, uma referência ao folclore de Sergipe.

O objetivo deste projeto, é divulgar as bibliotecas e as atividades que elas oferecem a comunidade, como empréstimo de livro, rodas de leitura, leitura individual, exposição de vídeo, para que a partir daí o publico tenha interesse de visitar as bibliotecas e resgatar também o interesse das pessoas pelo folclore de cada região.

O projeto envolve seis bibliotecas, sendo quatro de Aracaju, uma da Barra dos Coqueiros e a de São Cristóvão, a Livro Aberto. Todas fazem parte do Projeto Bibliotecas em Rede, que é uma parceria entre o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

O primeiro evento, aconteceu na manhã da última sexta, 15, na Praça General Valadão, com uma caminhada que seguiu ate a Praça Fausto Cardoso, onde foi finalizada com uma serie de atividades : apresentações de grupos folclóricos, montagem de biblioteca na praça, contação de historia, teatro de fantoche e brincadeiras folclóricas.

Representando o município de São Cristóvão, na caminhada, estava o Grupo Folclórico “Reisado de Satu” além de integrantes da Biblioteca Municipal de São Cristóvão .“Essa foi a primeira caminhada folclórica, de três que ainda irão acontecer. As próximas serão realizadas no próximo dia 22, na Barra dos Coqueiros e no dia 29, em São Cristóvão, das 9 as 12 horas.” enfatizou Rafaela Pereira, bibliotecária responsável pela Biblioteca Livro Aberto.

Fonte: Ascom/PMSC.
Foto: Ascom/PMSC.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

SABOR SERGIPE - Gastronomia



Gastronomia.

A culinária sergipana é um festival de gostos, aromas e cores. O sergipano cultiva o hábito de “quebrar” caranguejo regado ao vinagrete, como complemento de uma boa prosa na mesa de bar. O guaiamum, outra espécie também extraída dos mangues, pode ser servido com um delicioso pirão. Na Passarela do Caranguejo, além do petisco mais famoso da cidade, é possível degustar casquinhas de siri, aratu, a caldinhos de sururu, ostra e camarão. Nas praias do Abaís e do Saco é possível encontrar a saborosa moqueca de aratu na palha de ouricuri. 

A típica carne de sol recebe um importante parceiro que é o pirão de leite. A água e a carne do coco, fruto característico de regiões costeiras, são bastante apreciados. Assim como os sucos de frutas nativas como mangaba, caju, umbu, cajá e pitanga. Ainda é comum escutar os pregões de ambulantes: “sarôio, beiju molhado, malcasado e pé-de-moleque!”. São comidas gostosas de herança da culinária indígena e africana vendida nas ruas.

No período junino, a culinária a base de milho ganha força. Neste período é possível apreciar receitas como canjica, bolo de milho, mugunzá, entre outros. Tem ainda as tapiocas, queijo assado e licores de jenipapo, pitanga e maracujá e o amendoim cozido, verdadeira paixão do sergipano. A culinária à base de frutos do mar recebe o reforço dos peixes de água doce considerando a proximidade do Rio São Francisco o que facilita esta oferta.

Entre a vasta relação de ingredientes que dão sabor à culinária sergipana, o coco é sem dúvida utilizado em diversos pratos. Com presença marcante na paisagem litorânea, os coqueirais dão base de sustentação à economia sergipana. Dele nada se perde, desde as raízes, utilizadas como chá para remédios caseiros, à água e a carne do coco que são bastante apreciados e utilizados em doces exclusivamente sergipanos. Um exemplo é a queijada, que apesar do nome, tem o seu principal ingrediente o coco, que lhe concede um sabor inconfundível.

Fotos e texto reproduzidos do site: visitsergipe.com/gastronomia

terça-feira, 19 de agosto de 2014

CULTURA - Bibliotecas levam atividades literárias à praça



Infonet - Cultura - Noticias - 15/08/2014.

Bibliotecas levam atividades literárias à praça.
Evento faz parte do mês do folclore realizado em Aracaju.

A partir de uma ação do Projeto “Bibliotecas em Rede”, seis bibliotecas públicas de Sergipe, participaram da ação “Biblioteca na Praça: Um Convite a Leitura”, realizada nesta sexta-feira, 15, na Praça Fausto Cardoso, Centro de Aracaju. O evento faz parte da programação especial do mês de folclore e busca criar uma proximidade maior entre as pessoas e o ambiente literário.

Duas unidades da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) participaram da ação, as bibliotecas Clodomir Silva e Ivone de Menezes Vieira. Além destas, estiveram presentes as Biblioteca Pública Epifânio Dória, Biblioteca Infantil Aglaé Fontes de Alencar, Biblioteca Pública de Barra dos Coqueiros e a Biblioteca Pública Livro Aberto, de São Cristóvão.

Para a diretora da Epifânio Dória e coordenadora do “Bibliotecas em Rede” em Aracaju, Mirian Elorza, esta ação mostra a força que o Projeto tem. “Ao reunir as seis bibliotecas, possibilitamos um compartilhamento de ideias, troca de experiências e um trabalho em equipe, mostrando que juntos a gente pode muito”, avalia. Ela destaca ainda, que o objetivo desta atividade é divulgar ao público não só o projeto, mas mostrar as bibliotecas como um espaço vivo, que vai muito além da leitura.

Na opinião do diretor da Biblioteca Ivone de Menezes, Luiz Henrique Angélico, o projeto é importantíssimo porque leva ao conhecimento de muita gente o trabalho que é desenvolvido nas bibliotecas. “Hoje tivemos aqui muitas pessoas que nunca esteve em uma biblioteca. Então o projeto Bibliotecas em Rede, busca provocar este interesse”, ressalta.

Projeto piloto escolhido para ser iniciado em Aracaju, o “Bibliotecas em Rede” foi desenvolvido pela Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), a pedido do Sistema Nacional de Bibliotecas Publicas (SNBP) e vem promovendo encontros e atividades desde julho deste ano. “Esse projeto busca unir as bibliotecas, detectar as dificuldades e ver o que uma pode acrescentar à outra”, explica a diretora da Biblioteca Clodormir Silva, Maria de Fátima Goes.

O evento começou pela manhã com uma caminhada cultural da Praça General Valadão até Praça Fausto Cardoso, onde seguiu com outras atividades como Contação de Histórias, Hora do Cordel, Encontro de Cordelistas e apresentação do Grupo Samba de Paiera, da Comunidade Muçuca do município de Laranjeiras.

Cordelista há mais de dez anos e com mais de cem cordéis, Zezé de Boquim, trabalha na sala de cordel da Biblioteca Epifânio Dória e participou da ação. “Este evento na praça é muito bom, porque vieram muitos estudantes e pessoas que passam, para conhecer um pouco mais desse trabalho que faz parte do nosso folclore”, conclui.

Fonte: Ascom Funcaju.
Imagens: Ascom Funcaju.

Texto e fotos reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura