sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Mercado Municipal de Aracaju










Fotos: Sílvio Oliveira.
Reproduzidas do site: infonet.com.br/adiberto

Detentas apresentam espetáculo com poesias de Déda

 Quarenta presidiárias participaram da apresentação.

Uedja, com a roupa da apresentação, e sua família.
Fotos: Portal Infonet.

Infonet - Cultura - Noticias - 15/12/2014.

Detentas apresentam espetáculo com poesias de Déda
Quarenta presidiárias participaram da apresentação

Na tarde desta segunda-feira, 15, detentas do estado de Sergipe promoveram espetáculo cultural em Aracaju. A peça teatral de tema “A ironia de Deus” foi apresentada por internas do Presídio Feminino, localizado em Nossa Senhora do Socorro. O espetáculo faz parte do projeto Penarte, que tem o propósito da ressocialização das detentas. As protagonistas declamaram poemas de autoria do ex-governador Marcelo Déda.

Quarenta presidiárias do Prefem participaram da apresentação. O evento, que aconteceu no Teatro Tobias Barreto, contou com a presença de familiares e amigos das presidiárias.

Entre os presentes, familiares de Uedja Gonçalves Santos. A detenta está no presídio há três anos e conta que fica muito feliz em poder participar desse tipo de evento. “É muito bom pra nós, para o nosso desenvolvimento como ser humano. E é bom pra nós, mas também para a sociedade. Não é porque a gente errou uma vez que a gente não possa mudar”, conta a presidiária.

Três irmãos, uma sobrinha, uma neta e sua mãe também estavam na plateia para assistir ao espetáculo. “É realmente muito bom. Desde que fui presa, ainda não tinha visto minha mãe. É uma surpresa muito boa. Ter esse abraço, esse reencontro com ela”, disse. A mãe também não escondeu a alegria de reencontrar a filha após três anos. “A gente sente muita saudade”, contou.

“A ironia de Deus” já é o terceiro espetáculo promovido pelo Penarte. Desta vez, o espetáculo está voltado aos poemas de Marcelo Déda, do livro Improvável Poética. De acordo com o coordenador Ivo Adnil, o objetivo do projeto é fazer arte para o presídio. “A ideia é fazer arte para ressocializar, arte para o presídio e para as detentas”, explicou. Segundo Ivo, todos os poemas do livro de Déda estão presentes no espetáculo.

Por Helena Sader e Verlane Estácio.

Texto e imagens reproduzidas do site: infonet.com.br/cultura

PMA leva Coral Natalino ao asilo Rio Branco





 Tercília Araújo não conteve a emoção em cantar para os idosos.

Fotos: Ana Lícia Menezes.

Publicado originalmente no site da PMA, em 16/12/2014.

PMA leva Coral Natalino ao asilo Rio Branco

A manhã desta terça-feira, 16, foi de muito carinho no Asilo Rio Branco. A Prefeitura de Aracaju (PMA) levou o coral Cantoria, da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog), para os moradores do asilo com o objetivo de transmitir solidariedade e amor através de notas musicais.

Com 32 integrantes, o Cantoria é formado pelos servidores do Centro Administrativo Aloísio Campos. "A ideia do coral já vinha sendo amadurecida e achamos em outubro a oportunidade de concretizar. O projeto tem como principal finalidade integrar os servidores e principalmente neste natal, levar nossa alegria com a nossa música", explica Lígia Prudente, coordenadora do projeto.

Enquanto as músicas eram cantadas podia-se observar os olhos alegres e atentos das Marias do asilo. Dona Maria do Amparo, de 76 anos, e Dona Maria José, de 71, cantaram, sorriram, aplaudiram e foram unânimes quanto ao julgamento da apresentação. "Gostei muito e eu acho que todos aqui gostaram também", comenta Dona Maria José. "Amei das músicas de Natal", completa a Dona Maria do Amparo.

Enquanto cantava, Tercília Araújo, de 31 anos, deixou escapar algumas lágrimas. "Estou desde o início do coral. É uma experiência muito boa. O coral transformou uma atividade de integração dos servidores em uma terapia, na verdade, tanto para nós, quanto para quem nos assiste", emociona-se a integrante do grupo.

Além da melodia natalina, o Cantoria levou também donativos para a instituição. "Estamos cumprindo uma agenda social na tentativa de incentivar a solidariedade, principalmente nesta época natalina, que o espírito natalino sensibiliza as pessoas", conta Lígia. "A gente quer aproveitar também para dividir um pouquinho da nossa alegria com os carentes de afago, de atenção e até mesmo materialmente falando", conclui a coordenadora.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Filme: "O Senhor do Labirinto"

Foto: Divulgação.

Longa "O Senhor do Labirinto" chega aos cinemas no dia 11 de dezembro.

O filme O Senhor do Labirinto começa numa abafada noite de 22 de dezembro de 1938, quando, guiado por um imaginário exército de anjos, Arthur Bispo do Rosário sai pelas ruas do Rio de Janeiro com o propósito de anunciar ao mundo que é o "Enviado", e que está encarregado por Deus de "julgar os vivos e os mortos". Diagnosticado como esquizofrênico-paranoico, Bispo é internado na Colônia Juliano Moreira. Em meio à clausura e à violência desta instituição psiquiátrica, ele produz, ao longo de 50 anos, assombrado por misticismos e alucinações, um acervo de bordados, estandartes e assemblages com insuspeitos traços de arte pop contemporânea.

"O Senhor do Labirinto" foi baseado no livro "Arthur Bispo do Rosário - O senhor do labirinto" (ed. Rocco) de Luciana Hidalgo, e tem direção de Geraldo Motta e co-direção de Gisella Mello. O diretor e a escritora também são responsáveis pelo roteiro do longa-metragem de ficção, que estreia em 11 de dezembro, depois de passar pela Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e vencer o prêmio de melhor filme na escolha do júri popular do Festival do Rio.

O personagem principal é interpretado por Flávio Bauraqui (do longa "Faroeste Caboclo" e da novela "Pedacinho de Céu"). Irandhir Santos (de "Tatuagem", "A História da Eternidade" e "Ausência" e "Tropa de Elite", entre outros) faz o papel de Wanderley, funcionário da instituição e Maria Flor (de "360") interpreta a psicóloga Rosângela.

Geraldo Motta - O diretor pernambucano, mestre em filosofia, nasceu em 1964. Seu primeiro longa-metragem foi "O Risco", documentário vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado em 2003 e no Cine Ceará. "O Risco" foi um dos filmes que representaram o Brasil na agenda do Ano do Brasil na França.

Gisella de Mello - Gisella de Mello nasceu no Rio de Janeiro, em 1963. É graduada em Pedagogia e tem curso de Comunicação na PUC- RJ e de Cinema no Extension Programme da UCLA nos EUA. Há mais de 25 anos no mercado cinematográfico, dirigiu e produziu os curtas "Celia & Rosita", em 2000 e "Tempo de Ira", em 2003.

Luciana Hidalgo - Jornalista e pesquisadora-associada da Université de la Sorbonne Nouvelle na França, Luciana é a autora dos livros "Arthur Bispo do Rosário - O senhor do labirinto" (ed. Rocco);"A literatura da urgência - Lima Barreto no domínio da loucura" (ed. Annablume), e do romance "O Passeador"(Ed. Rocco). Os dois primeiros foram vencedores do Prêmio Jabuti nos anos de 1997 e 2009, respectivamente.

Arthur Bispo do Rosário - Nascido em Japaratuba (SE), Arthur Bispo do Rosário chegou ao Rio de Janeiro em 1925. Em 1938, após ser assaltado por delírios e assombrações místicas, Bispo foi diagnosticado como esquizofrênico-paranoico e internado na Colônia Juliano Moreira em Jacarepaguá, onde viveu 50 anos. Sua obra foi exibida ao público pela primeira vez em 1989, em uma exposição coletiva realizada no Parque Lage. Após a sua morte, ocorrida no mesmo ano, a obra de Bispo foi tombada e alçada a patrimônio histórico e artístico nacional pelo Instituto Estadual de Patrimônio Artístico e Cultural do Rio de Janeiro. A partir daí, foi exposta em museus brasileiros e estrangeiros, como o Jeu de Paume, em Paris, e o Victoria and Albert Museum, em Londres e representou o Brasil na 46ª Bienal de Veneza, na Itália. Os trabalhos do artista também foram a grande atração da 30ª Bienal de Arte de São Paulo.

Texto reproduzido do site: jornaldodiase.com.br

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Infonet - Cinema - Filmes Em Cartaz - 11/12/2014.

O Senhor do Labirinto.

Diagnosticado como esquizofrenico-paranóico...

Brasil, 2013. Direção de Geraldo Mota. Co-direção de Gisella de Mello. Roteiro de Mota e Luciana Hidalgo. Direção de Fotografia: Katia Coelho. Montagem de Karen Akerman. Direção de Arte: Sérgio Silveira. Música de Egberto Gismonti. Produção de Monica Faria. Luiz Otero e Elisa Tolomelli. 80m, 14 anos. Com Flavioi Bauaraqui, Irandhir Santos, Maria Flor, Odilon Esteves, Eriberto Leão, Luiz Carlos Reis, Rodrigo Riszla, Edlo Mendes, José Carlos Ngão, Andrea Vilela e Diane Veloso.

Gênero – Drama.

Sinopse – Diagnosticado como esquizofrenico-paranóico, Artur Bispo do Rosário é internado na Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro. Em meio à clausura e a violência desta instituição psiquiátrica, ele produz, ao longo de 50 anos, assombrado por misticismos e alucinações, um acervo de bordados, estandartes e assemblages com inusitos traços de arte pop contemporânea.

Apreciação – Um filme que interessa ao espectador sergipano, por ter como principal personagem o artista Artur Bispo do Rosário, que era natural de Japaratuba, no Estado de Sergipe. Baseado em livro escrito por Luciana Hidalgo, o filme passou na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, depois de ganhar o prêmio de melhor filme na escolha do júri popular do Festival do Rio.

Fique de Olho – No ator Flávio Bauraqui que faz o papel de Bispo do Rosário.

Por Ivan Valença.

Texto e imagem rproduzidos do site: infonet.com.br/cinema

Eleitorado de Itabaiana vira tema de livro lançado em SE

Foto: Portal Infonet.

Infonet - Cultura - Noticias - 09/12/2014.

Eleitorado de Itabaiana vira tema de livro lançado em SE
Livro aborda aspectos relacionados ao século XIX

O aspecto histórico do eleitorado itabaianense do século XIX é o tema de nova obra da literatura sergipana. O livro “Eleitores e Votantes da Freguesia de Santo Antônio e Almas de Itabaiana”, de José Rivadálvio, foi lançado nesta terça-feira, 9, na Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe (Alese).

Segundo José Rivadálvio, a chamada “freguesia” de Itabaiana consiste na extensão territorial onde se encontravam os eleitores de determinada região. No caso de Itabaiana, a freguesia se dava do município de Santa Rosa de Lima até Carira.

Para o autor do livro, a escrita tem um gostinho especial. “Eu sou de Itabaiana. Minha família toda é de lá. E historicamente, o livro é muito importante”, contou Rivadálvio.

Dentre as informações sócio-históricas que a obra traz, Rivadálvio destaca o fato de o poder aquisitivo influenciar diretamente nas pessoas votantes e elegíveis no período. “Tinha que ter renda para votar. Se não tivesse, não era eleitor. Dentre os requisitos, a pessoa tinha que ter no mínimo 200 mil réis (moeda da época) para poder votar, 400 mil para ser deputado e 800 mil para senador. Lembrando que era uma época em que vivíamos na escravidão”, explicou o autor.

Para Rivadálvio, o livro é um estudo importante no sentido da riqueza histórica que traz. “Dá para fazer um histórico sobre as famílias de Itabaiana, refletindo sobre a importância do poder aquisitivo”, conta.

Por Helena Sader e Verlane Estácio.

Texto e imagem reproduzidos do site:infonet.com.br/cultura

Mulheres sergipanas são tema de exposição fotográfica


Fotos: Portal Infonet

Infonet - Cultura - Noticias - 09/12/2014.

Mulheres sergipanas são tema de exposição fotográfica
As obras pertencem à fotógrafa Melissa Warwick

Mulheres de todas as formas possíveis estão expostas na mostra fotográfica Avultar, da fotógrafa Melissa Warwick. Fazendo alusão ao nome da exposição, as mulheres sergipanas envolvidas na construção da cultura do estado são destaques na mostra. Estilistas, cantoras e atrizes são abordadas pela fotógrafa em exposição aberta nesta terça-feira, 9, no Café da Gente, localizado no Museu da Gente Sergipana.

De acordo com a fotógrafa e artista, as mulheres sempre foram foco de seus trabalhos. Mas, em Avultar, são destacadas as sergipanas que não são reconhecidas pelo seu talento. “O objetivo é representar as mulheres da cultura de Sergipe. Ressaltar a mulher que não é verdadeiramente reconhecida no que faz”, conta Melissa Warwick.

A artista buscou dez mulheres em todas as vertentes culturais possíveis para construir a exposição. Elas estão na área da música, cinema, artes plásticas, teatro, moda, poesia, produção e gestão cultural. Melissa conta que já conhecia o trabalho de algumas delas antes de fazer as fotografias.

“Algumas eu já conhecia, outras eu passei a conhecer. Mas foi muito bacana, por saber a importância dessas mulheres para a cultura de Sergipe”, explicou a fotógrafa.

A exposição segue em cartaz até o dia 25 de janeiro de 2015.

Por Helena Sader e Verlane Estácio

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Sílvio Romero (1851 - 1914)


Sílvio Romero (1851 - 1914).

Silvio Vasconcelos da Silveira Ramos Romero, pensador da cultura brasileira, nasceu em Lagarto, em 21 de abril de 1851, e faleceu no Rio de Janeiro, em 18 de julho de 1914 com 63 anos.

Em 1863, vai estudar preparatórios no Ateneu Fluminense. Regressa ao Nordeste em 1868 e matricula-se na Faculdade de Direito do Recife. Ele e seu inseparável companheiro Tobias Barreto criam o movimento denominado “Escola do Recife”, direcionado à renovação da mentalidade brasileira, sendo precursores da chamada poesia filosófica - cientifica.

Filia-se a um pequeno grupo de estudiosos do nosso folclore e logo se põe à vanguarda deles, marcando, com segurança, as primeira diretrizes aos estudos das nossas tradições populares com a classificação das manifestações folclóricas.

Seu espírito critico o afasta das idéias de comte e o transporta para filosofia evolucionista de Spencer, na busca de métodos objetivos de análise critica e apreciação do texto literário.

Inicia na imprensa com a publicação monográfica: A poesia contemporânea e a instituição naturalista. Mantém sua colaboração, ora como ensaísta e critico, ora como poeta, nos principais jornais pernambucanos.

Exerce a promotoria e atraído pela política, elege-se deputado para Assembléia Provincial de Sergipe, em 1874. Em fins de 1875, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde em Parati exerce a magistratura, e ali se demora por méis de dois anos. Na imprensa do Rio de Janeiro, Silvio Romero torna-se literariamente poderoso. Admirador incondicional de Tobias Barreto, por vezes o coloca acima de outros grandes poetas.

Pesquisador bibliográfico sério e minucioso, Romero preocupa-se, sobretudo, com o levantamento sociológico em torno de autor e obra. Sua força está nas idéias de âmbito geral e no profundo sentido de brasilidade que imprime em tudo que escreve. A sua contribuição à historiografia literária brasileira é, sem duvida, a mais importante de seu tempo.

Era membro do instituto Histórico e geográfico Brasileiro, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e de diversas outras associações literárias.

Sílvio Romero foi também um dos grandes responsáveis pela valorização das tradições populares, recolhidas nas obras sobre o folclore. Quem examina a obra folclórica deixada por Silvio Romero sente logo a força afetiva que o ligava às nossas tradições. E é bem possível que o estudo penetrante dessas tradições do povo fosse para ele – homem rebelde, apaixonado e agressivamente franco nas suas opiniões e conceitos – consolo suave para os momentos agitados de sua vida. Ele mesmo o disse, referindo-se às pequenas jóias da poesia popular: “Ainda agora sinto no ouvido a melodia simples e monótona desses e d’outros versinhos do gênero: e invade-me a saudades, doce companheira, a quem devo, no dias tristes de hoje, as raras horas de prazer de minha vida.”

Este é o ilustre pensador Sílvio Romero – além de pioneiro da literatura brasileira, também pioneiro do nosso folclore, a quem se prestaram em todos os recantos do Brasil, as mais justas homenagens de reverência e admiração.

Romero, era sergipano e havia estudado direito em Pernambuco. Ele e seu inseparável colega Tobias Barreto, fizeram parte do movimento que ficou conhecido como escola do Recife, responsável pela divulgação no Brasil de muitas idéias cientificas e filosóficas, especialmente o evolucionismo. Romero foi muito mais que um polemista. Sua contribuição ao pensamento brasileiro é uma magnitude incomensurável. Pesquisador do folclore e da literatura popular, foi dos primeiro a estudar a influência cultural africana na formação do Brasil – e criticava o romantismo justamente por sua ênfase exagerada no indianismo.

Sílvio Romero foi o primeiro - e talvez o Único – a discordar do humorismo e pessimismo de machadiano, sendo por isso o pioneiro no trato da questão das influências não só dos humoristas britânicos, mas também dos filósofos pessimistas. Para o ousado evolucionista sergipano, o humour só podia ser verdadeiro, ou genuíno, quando se confundia com a índole do escritor, que por sua vez era produto da psicologia, da raça e do meio do seu povo.

Escritor, poeta, filósofo, sociólogo, político, critico literário brasileiro e historiador da literatura no Rio de Janeiro, no Colégio Atheneu Fluminense, formando-se em Recife, como Bacharel em Direito. Exerceu atividades como representante do ministério Público em Sergipe. Chegou a ser magistrado, emprestando seu saber nas comarcas por onde passou. Foi professor de Filosofia no Colégio Pedro II e de filosofia do Direito na Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro.

Sílvio Romero, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, tendo também ocupado uma cadeira no Instituto Históricos e Geográficos Brasileiros. No governo de campos Sales, foi Deputado Provincial e Federal, por Sergipe. Representou o Brasil em conferências internacionais, destacando-se a de 1904, quando foi agraciado com a comenda de São Tiago, pelo rei D. Carlos, de Portugal...

Texto e foto reproduzidos do site: silviooimortal.blogspot.com.br

O artista sergipano Véio abre mostra individual na galeria Estação/SP



Publicado originalmente no site "Casa Abril", em 03/11/2014.

O artista sergipano Véio abre mostra individual na galeria Estação

A galeria Estação celebra 10 anos de existência com exposição e lançamento do livro Cícero Alves dos Santos: Véio.

Por Cris Bava.

Vilma Eid, proprietária da galeria Estação, escolheu o artista Cícero Alves dos Santos – o Véio nascido em Nossa Senhora da Glória, em Sergipe – para comemorar os seus 10 anos de existência. Pioneira no trabalho que procura diluir a fronteira que separa artistas de raiz popular do cenário da arte contemporânea, Vilma está também empenhada na divulgação desse trabalho preciso. A mostra do artista Véio inclui o lançamento do livro editado pela WMF Martins Fontes e é assinado pelo importante crítico de arte Rodrigo Naves.

O momento não poderia ser mais oportuno, pois Véio acaba de voltar de Paris, depois de participar da exposição comemorativa dos 30 anos da Fundação Cartier, ao lado de outros brasileiros, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes e mais dois artistas representados pela Galeria Estação, como Zé Bezerra e Nino.

Com cerca de 45 trabalhos, a exposição Cícero Alves do Santos: Véio reúne obras recentes, realizadas entre 2013 e 2014, em grandes e pequenas dimensões. Nas peças maiores, troncos, galhos e raízes têm uma presença decisiva e Véio intervém apenas pontualmente, esculpindo ou pintando, para tornar mais explícitas as figuras e formas que vislumbra naqueles elementos naturais, que ele chama de “madeiras abertas”.

E conforme aponta Naves, “como as cores não têm grande importância na definição formal das obras, elas ajudam sobretudo a realçar a irregularidade dos volumes que recobrem, sem ocultar sua origem orgânica e vegetal."

Autodidata, Véio recebeu o apelido aos 5 anos pois sempre se colocava entre as conversas dos mais velhos. E desde essa época começou a executar suas primeiras peças em cera de abelha. Admirador da cultura popular, Véio sempre teve relação intensa com seu meio. E foi motivado a criar ao lado de seu ateliê – localizado no interior de Sergipe – o “Museu do Sertão”. Muitos dos objetos recolhidos testemunham o embate do homem do campo com a natureza. São chapéus de couro, utensílios domésticos, máquinas rústicas, roupas e acessórios que fazem parte da vida do sertanejo.

Exposição: Cícero Alves dos Santos: Véio
Vai até o dia 20 de dezembro de 2014
Galeria Estação - Pinheiros SP.

Texto e imagens reproduzidos do site: casa.abril.com.br

Casa Curta-SE completa 11 anos

Foto: divulgação.

Infonet - Cultura - Noticias - 04/12/2014.

Casa Curta-SE completa 11 anos nesta quinta-feira, 4
Projeto inovador é referência no universo cinematográfico

Nesta quinta-feira, 4, a Casa Curta-SE completa 11 anos de história no audiovisual sergipano, brasileiro e mundial. O que começou com um modesto projeto, encabeçado Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), hoje é referência no universo cinematográfico do cinema.

"A história da Casa Curta-SE é de muito trabalho e luta para colocar as ideias em prática. Sempre foi um trabalho difícil, de formiguinha, que necessita e necessitava de muito tempo e esforço. Mas, ver a instituição completar 11 anos dá a sensação de que vale à pena", afirmou Rosângela Rocha, idealizadora da instituição e, atualmente, diretora do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira (NPDOV).

Projetos inovadores não faltam neste tempo de vida e, em 2014, a Casa Curta-SE percorreu novos caminhos trazendo o Curta-SE Live Cinema. "O Live está sendo realizado pela primeira vez este ano. Percebemos a necessidade de discutir as novas tendências do cinema e estamos trazendo nomes referências para os debates e oficinas no nosso Estado", destacou a diretora geral da Casa Curta-SE, Deyse Rocha. A realização do Live é em parceira com o Ministério da Cultura com apoio do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal de Aracaju.

Além deste projeto, a entidade continua com a realização do Curta-SE, que chega a sua 15ª edição em 2015, e com as atividades do Pontão Avenida Brasil e AvBr Produções, que este ano encabeçou o Festival Internacional de Cinema Infantil, o Fici.

A manutenção do Cinema Vitória, reinaugurado através da instituição em 2013, também faz parte dos projetos da Casa Curta-SE. Com preços populares e cinema que traz filmes fora do circuito comercial, o Cine tem a administração da Casa. "O Vitória promove o Sergipe Memória em Rede, leva cinema de forma democrática com mostras gratuitas e com ingressos a preços populares. Dessa maneira, a Casa Curta-SE cumpre seu papel social mais uma vez, como fazemos nestes últimos 11 anos", afirmou Deyse Rocha.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Segrase celebra 120 anos da Imprensa Oficial de Sergipe

Foto: Portal Infonet.

Infonet - Cidade - Noticias - 04/12/2014.

Segrase celebra 120 anos da Imprensa Oficial de Sergipe
Encontro discutie as demandas relacionadas ao Diário OFicial

Representantes de 26 estados do país estão reunidos na 56ª reunião da Associação Brasileira de Imprensas Oficiais (BIO). O objetivo do encontro é discutir as demandas relacionadas ao Diário Oficial de cada estado.

Na oportunidade, o retrato do professor e escritor Luiz Carlos da Silva Lisboa, primeiro presidente da Imprensa Oficial de Sergipe, em 1895, foi inaugurado e ficará exposta na entrada da (Segrase) Serviços Gráficos de Sergipe.

Texto/foto/vídeo reproduzidos do site: infonet.com.br/cidade

Confira o vídeo abaixo: