sábado, 27 de setembro de 2014

Lambe-sujos x Caboclinhos: campanha educativa para festa

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Infonet - Cultura - Noticias - 26/09/2014.

Lambe-sujos x Caboclinhos: campanha educativa para festa
Este ano, a festa será realizada no dia 12 de outubro

No mês de outubro, em Laranjeiras, trabalhadores e estudantes se transformam em lambe-sujos e caboclinhos. Este ano, a festa promovida pela prefeitura da cidade, através da secretaria municipal de Cultura será realizada no próximo dia 12. Para garantir mais uma edição de sucesso e tranquilidade para brincantes e turistas, a administração municipal lança uma campanha educativa de orientação.

Na avaliação do secretário municipal de Cultura, Evanilson Calazans, a campanha é um pedido da população, já que, nos últimos anos pessoas que não participam da festa cultural tentam desviar o foco principal do evento. "Estamos lançando um folder com orientações básicas sobre a festa e algumas regras de como manter a conduta e a organização do evento. Junto com os estudantes e a população, vamos realizar também uma panfletagem em diversos pontos. Esta ação é um pedido dos brincantes e da população, que vem participar desta tradicional festa da cultura popular", disse o secretário.

A festa.

O início da festa se dá cerimonialmente na madrugada do domingo, com a alvorada de foguetes de artifício e o primeiro encontro do grupo dos negros, os lambe-sujos na casa do rei. Daí os lambe-sujos saem à feira para arrecadar os mantimentos para a realização da tradicional feijoada, logo mais ao meio-dia. O maracatu começa aos poucos, na mesma medida que a cidade acorda e que seus visitantes chegam. Nas primeiras horas da manhã, também os caboclinhos começam o seu ritual.

A tinta xadrez vermelha colore de um rubro fosco os corpos dos brincantes que com cocares, pulseiras e tornos se ornamentam para o desfile de um dia todo. Em fileiras indianas, comportados e atentos aos toques da caixa que marca seus passos, os caboclinhos são em sua maioria caboclinhos mesmo, com idade média de 10 anos de idade.

Os lambe-sujos se reúnem nas horas mais altas da manhã para começar às veras a brincadeira. As bacias com o mel de cabaú e tinta xadrez se amontoam na calçada e o brilho do sol “incandeia” a vista de quem presencia. Mais difícil do que não sambar com os negros é ficar limpo durante todo o dia. O primeiro conselho para quem vai à festa é: “Use roupas velhas”. Você pode correr e se esconder, mas em algum momento um lambe - sujo vai te dizer: “Dá, dá, iô iô” e mesmo que você dê o dinheiro que ele pede, o agradecimento será sempre um abraço bem melado.

De short vermelho, gurita de flanela também vermelha e os adereços pessoais de cada brincante, o grupo já lançou até moda, tendo as versões femininas da indumentária. Apesar de o grupo ser composto exclusivamente por homens, algumas mulheres caem na brincadeira e põe pra sambar seus “macaquitos” flanelados.

A partir de então os dois grupos estão devidamente paramentados a desfilar pelas ruas de Laranjeiras. Em alguns momentos do dia, os dois grupos se encontram e seus líderes travam embaixadas.

À tarde, é vez das figuras reais dos grupos entrarem em cena. Enquanto os lambe-sujos buscam seu Rei, o Pai Juá e sua Mãe Susana, os caboclinhos buscam seus príncipes e princesas. Daí então, entra-se na fase crucial que são as embaixadas na região do quilombo, montado pelos negros. Enquanto o inimigo não vem a festa é grande. O samba está no seu auge. Pode-se ver o negro vigilante nas nuvens a avisar da chegada dos índios. E eles chegam. Uma luta. Duas lutas. Três lutas e vitória dos índios. O castigo para os negros é terem que pedir esmolas ao público para dar ao seu algoz.

Fonte: Ascom PML.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Foto: Divulgação/Ascom.

Professor inova e cria Centro de Linguagens e Literatura


Infonet - Educação - Noticias - 26/09/2014.

Professor inova e cria Centro de Linguagens e Literatura
Fabiano Oliveira é professor do Colégio Dom Luciano

Em meio ao ambiente escolar voltado ao vestibular, um professor do estado de Sergipe optou por inovar em seu método de ensino. Fabiano Oliveira, professor do Colégio Estadual Dom Luciano, criou juntamente com o apoio de pais e alunos o CELL, Centro de Estudos Linguísticos e Literários, com a proposta de desenvolver a literatura, através de música e teatro, a língua, através da realidade dos alunos, e a produção de texto, através de material jornalístico.

O CELL foi criado há cerca de dois meses, se localiza em um das salas do Dom Luciano e será inaugurado na próxima semana. De acordo com o professor Fabiano, serão seis turmas, de 1º e 2º ano do ensino médio, totalizando 120 alunos, estes coordenados por outros quatro estudantes. Fabiano Oliveira explicou inclusive que a participação dos alunos não é obrigatória.

Novas ferramentas

Mas, diferente dos outros ambientes de ensino do Colégio, o CELL apresenta novas ferramentas de atração aos alunos. “Temos três ambientes numa mesma sala. Cada um deles é para desenvolver uma vertente do centro. É tudo muito aconchegante e cheio de cores, o que faz com que atraia os estudantes para cá”, disse o professor.

Fabiano Oliveira informou ainda que o centro foi todo construído a partir de material já utilizados. “Reaproveitamos caixotes, almofadas, mesas, cadeiras, tudo o que encontramos e que pode ser útil, é trazido para compor a sala”, explicou. “Também contamos com a angariação de alguns recursos para conseguir aparelhos eletrônicos”, completou.

Apoio

O professor confessou que recebeu total apoio da escola para desenvolver o novo local de aprendizagem. “Eu sonho com esse projeto há dez anos e estou no Dom Luciano há apenas quatro meses. Assim que eles me disponibilizaram a sala, já foi uma ajuda grande para começar a colocar em prática esse meu sonho”, disse.

Fabiano Oliveira conta também a forma como ele acredita que isso pode contribuir na educação dos jovens. “Só construindo o centro, já começamos a desenvolver noções de responsabilidade, liberdade. Além de que eles saem do ambiente ocioso para fazer algo que vai dar resultados positivos a eles no futuro, principalmente em relação à escolha da profissão”, falou. “Fico muito feliz com o que está acontecendo. Foi criado um mundo novo aqui dentro do Dom Luciano. Muitos meninos agora sonham mais além do que estavam acostumados”, completou.

De olho no futuro

E os alunos parecem aprovar o novo método utilizado pelo professor, que dará aulas apenas no CELL a partir da criação do Centro. Emerson Santana, Felipe Guilherme e Ketlyn Thainá foram alguns dos alunos que ajudaram na construção do CELL. Para Emerson, a iniciativa foi incrível. “Isso aqui mostra a outra cara do Dom Luciano, longe das brigas internas que são tão divulgadas. O CELL mostra que aqui tem gente interessada, querendo um futuro”, disse o estudante que já decidiu em seguir a carreira de químico.

Felipe e Ketlyn estão empolgados com a inauguração. “A sala em si já é um incentivo maravilhoso para a gente desenvolver novas formas de conhecimento. Isso ainda vai dar em muita coisa boa”, disseram os estudantes.

Uso da tecnologia

Um ponto que o professor Fabiano fez questão de chamar a atenção foi o amplo uso de tecnologias no CELL. “Não dá para eliminar o celular do universo dos jovens. E, se isso já está instaurado, que seja utilizado a nosso favor. Não vale apenas para o celular, mas para todas as tecnologias”, disse.

“Eu pensei isso e quero que as outras escolas pensem em novas formas de atração para os estudantes. Para que a escola seja um ambiente real de aprendizado”, completou o professor.

Por Helena Sader e Kátia Susanna.
Foto: Portal Infonet.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/educacao

Realidade prisional é tema de exposição no Museu da PM


Infonet - Cultura - Noticias - 25/09/2014.

Realidade prisional é tema de exposição no Museu da PM
A exposição está em cartaz até o próximo domingo, 28

A partir desta quinta-feira, 25, até o próximo domingo, 28, será exibida no Museu da Polícia Militar do Estado de Sergipe, em São Cristóvão, a exposição ‘Sociedade Prisional’, de autoria do coronel da polícia militar Dilson Ferraz Souza. A mostra faz parte das atividades da 8ª Primavera dos Museus, evento realizado desde o dia 22 de setembro pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e promovido em Sergipe pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

A exposição, composta de pinturas, aborda algumas das questões que rondam o sistema carcerário brasileiro. “É uma crítica retratando a realidade das prisões. São coisas que todo mundo sabe, mas ninguém fala”, descreve o coronel Souza.

A inspiração para a realização dos quadros veio da experiência profissional do militar, que ocupou o cargo de Assessor do Comando de Assuntos Penitenciários da PM em 2002. Participando de trabalhos que visavam fiscalizar e melhorar a segurança do sistema carcerário, ele pôde ver de perto os conflitos existentes entre as sociedades que vivem fora e as que vivem dentro dos muros das penitenciárias.

Problemáticas como a reinserção, a superlotação e o ciclo do tráfico de drogas estão entre os assuntos explorados pelo coronel nas telas. No entanto, apesar da temática complicada, Souza diz que teve o cuidado de confeccionar obras que pudessem ser aproveitadas por todos.

“Procurei mostrar um pouco dessa realidade de maneira que não causasse choque, usando figuras geométricas. Até crianças podem ver”, explica. Com isso, o militar diz concentrar as atenções no principal: as dificuldades do sistema penitenciário brasileiro. “Fiz dessa forma para que isso fosse encarado como um problema que precisa de solução. Como uma crítica positiva”, comenta.

A 8ª Primavera dos Museus ocorre até o dia 28 de setembro em diversas instituições museais de Sergipe. Os municípios contemplados são Aracaju, São Cristóvão, Laranjeiras, Itabaiana e Indiaroba.

Fonte: Secult.
Foto: divulgação.

Texto e imagem reproduzido do site: infonet.com.br/cultura

Amorosa lança primeiro livro bíblico musicado no Brasil

Foto: Helena Sader/Portal Infonet.

Infonet - Cultura - Noticias - 25/09/2014.

Amorosa lança primeiro livro bíblico musicado no Brasil
A obra foi intitulada “Eclesiastes em Septilha”

Foi lançado nesta quinta-feira, 25, pela artista e jornalista sergipana Antônia Amorosa o livro “Eclesiastes em Septilha”, utilizando de técnica apreciada pela autora: o cordel. O livro tem o acompanhamento de um CD que traz a obra em forma de música, interpretada pela autora acompanhada de Valmir Ferreira, o Vigu, no violão. O evento de lançamento contou com a presença de amigos de Amorosa e aconteceu no Museu da Gente Sergipana, em Aracaju.

O lançamento se trata da quinta obra escrita por Amorosa e é a primeira vez que um livro bíblico é lançado musicado no Brasil. Em relação à técnica cordel, já é a segunda vez que Amorosa lança livros com essa vertente. De acordo com a autora, apesar de estar ligado diretamente à Bíblia, o livro lançado tem mesmo o objetivo de expressar o aspecto filosófico do Eclesiastes.

“As pessoas, quando pensam na Bíblia, pensam de uma forma muito estigmatizada. Mas o Eclesiastes é um livro muito abrangente do ponto de vista filosófico. É um texto extremamente poético e atual, e bem interessante em referência à natureza humana”, disse Amorosa.

A autora chamou a atenção para como a obra foi desenvolvida. “Este livro segue fielmente a sequência de versículos do livro Eclesiastes da Bíblia. O diferencial é a inserção da técnica da septilha (técnica do cordel) no decorrer do texto e da musicalidade”, explicou Amorosa.

Carreira

Amorosa é cantora, compositora e jornalista, vencedora de vários prêmios como cantora, destacando o Festival Canta Nordeste e Festa da Música Brasileira. Sua voz foi ouvida em mais de 80% dos estados brasileiros, além de países como a Alemanha e a Áustria. Natural de Itabaiana, reside na capital sergipana há mais de vinte anos.

Por Helena Sader e Verlane Estácio.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Museu recebe a peça ‘Folcloriando na Terra do Caju’


Infonet - Cultura - Noticias - 24/09/2014.

Museu recebe a peça ‘Folcloriando na Terra do Caju’
Última apresentação acontece no sábado, 27, às 17h

Neste sábado, 27, será realizada a última apresentação do espetáculo ‘Folcloriando na Terra do Caju’. A temporada é uma realização da Cia História Encena, com a promoção do Café da Gente e apoio do Instituto Banese e do Museu da Gente. A apresentação acontece às 17h, no átrio do Museu da Gente Sergipana, e os ingressos custam R$ 20 inteira e R$ 10 meia, sendo que adultos acompanhados de crianças pagam meia. Maiores informações podem ser obtidas com a diretora do espetáculo, Lina Regina, através do telefone (79) 9966-5205.

Encenado pela Cia História Encena, ‘Folcloriando na Terra do Caju’ cria o universo de seres e acontecimentos através de uma divertida história sobre os principais elementos que compõem o folclore. Na peça, o folclore está cansado com o descaso das pessoas e por isso resolve que não quer mais existir, e com essa decisão toda magia dos mitos, folguedos, lendas, artesanato e literatura somem junto com ele. Polvorosos essas criaturas ganham vida e tentam convencer o folclore de uma decisão contrária. E em meio a muita confusão, contos, ritmos e tradição é que vamos ficar convencidos como é bom folcloriar na terra do caju.

Cia História Encena

A Cia de teatro foi criada há seis anos por um grupo de atores e historiadores que tem como pauta de seu projeto artístico trabalhar contextos da cultura e história sergipana, destacando-se no cenário nacional pelo ineditismo da proposta e sua concepção estética. Em seu bojo os trabalhos que mais tiveram destaque foram: Um Grito de Liberdade: a cabana do pai Tomaz, Na Praia, 1855 e Folcloriando na Terra do Caju, reunindo mais de 5 mil expectadores.

Fonte: Ascom Instituto Banese/ Museu da Gente Sergipana.
Foto: Divulgação.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Museu de São Cristóvão é palco de exposição fotográfica.

Foto: Portal Infonet.

Infonet - Cultura - Noticias - 23/09/2014.

Museu de São Cristóvão é palco de exposição fotográfica.

Narrativas Imagéticas faz parte da 8ª Primavera dos Museus

Por Monique Garcez

O Museu Histórico de Sergipe, situado em São Cristóvão, é palco da exposição fotográfica ‘Narrativas Imagéticas’. A iniciativa faz parte da programação da 8ª Primavera dos Museus em Sergipe, e é fruto do trabalho de Nailson Moura, que através de imagens homenageia o processo criativo do artista plástico Antônio Cruz.

Segundo Nailson, seu trabalho surge em comemoração aos 40 anos de artes plásticas de Cruz, e a ideia foi acompanhar o artista durante quatro meses, com o objetivo de registrar os diferentes momentos da criação de uma de suas obras. “Quando cheguei ao ateliê dele parecia um espaço da Idade Média, por isso fiz imagens com pouca luz”, relata o fotógrafo. Quem acompanhar a exposição em sentido horário conseguirá compreender todo o processo de trabalho de Cruz, do início ao fim, informa Nailson.

A estudante Rosilene Aparecida, 16, esteve junto com os colegas do Colégio Estadual Elísio Carmelo e ficou encantada com a exposição. Ela conta que esta foi a primeira vez que visitou uma ação como esta, e que achou muito legal. “Ver um trabalho sobre esse tipo de material e como ele é moldado é muito interessante. Se tiver mais oportunidades com certeza vou aproveitar”, declara.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

FILME - 'A Pelada' gravado inteiramente na cidade de Aracaju

Foto: Fabiana Costa/ Secult.

Infonet - Cultura - Noticias - 24/09/2014.

Longa-metragem 'A Pelada' tem pré-estreia em Aracaju.
Ele foi filmado inteiramente na zona metropolitana da capital

A produção franco-belga-brasileira ‘A Pelada’, do diretor Damien Chemin, anunciou sua chegada ao circuito comercial de cinemas com uma pré-estreia realizada em Aracaju. O longa-metragem, filmado inteiramente zona metropolitana da capital, foi exibido no Cinemark Jardins.

Pelo menos cinco salas de cinema de Aracaju e Nossa Senhora do Socorro devem passar a exibir o filme a partir do dia 25 de setembro. Além da paisagem aracajuana, ‘A Pelada’ utilizou talentos sergipanos e nacionais no elenco e na equipe técnica para montar uma comédia romântica cheia de cores e situações locais, mas com força para garantir um público que extrapola as fronteiras de Sergipe.

“Eu estou muito feliz que a gente faz esse primeiro passo aqui em Aracaju. Graças a Deus a Downtown Filmes, que está distribuindo, achou interessante começar mesmo na terra onde o filme foi rodado”, comemorou Chemin.

‘A Pelada’ conta a história do jovem casal Caio e Sandra, que se veem em meio a sua primeira crise conjugal séria. Para sair do marasmo da vida a dois, eles experimentam novas possibilidades para melhorar a relação. No roteiro foram inseridos detalhes baseados na vivência de Chemin, que é belga, em Sergipe.

O filme contou com o apoio do Governo do Estado de Sergipe e com o patrocínio do Banese. Na produção, foi resultado de uma parceria entre a belga Tarantula, a WG Produções e a Fundação Aperipê. O Ministério da Cultura da Bélgica também apoiou o longa.

Fora do eixo e sergipano.

Segundo o ator pernambucano Tuca Andrada, que participou do elenco do filme, um dos méritos de ‘A Pelada’ é colocar para frente um projeto de cinema feito fora dos principais eixos econômicos do país. “Quanto mais você descentraliza a produção do Rio-São Paulo e parte pra outras cidades, contando histórias desses lugares, eu acho melhor”, comentou. “É sempre uma coisa prazerosa você ver o lugar onde você vive no cinema”, disse.

“A gente está num estado de alegria e de euforia muito grande com a estreia desse filme”, disse a sergipana Gilzanira Bastos. “Quando a gente vê na tela a nossa cidade dá um orgulho muito grande de ter participado desse trabalho e de ser sergipana”, acrescentou a atriz.

A presença expressiva de sergipanos na equipe é um dos fatores necessários para que o Governo do Estado conceda incentivo aos longas-metragens produzidos em Sergipe, como já aconteceu com títulos como ‘O Senhor do Labirinto’ e ‘Aos Ventos que Virão’. No caso de ‘A Pelada’, um dos destaques foi o custeio de passagens de músicos sergipanos que compõem a trilha sonora através do Edital de Intercâmbio e Difusão Cultural.

Expansão.

Para o público da pré-estreia, a expectativa é de passar a ver a capital sergipana sendo exibida na tela do cinema com mais frequência daqui para frente. Residente em Aracaju, Jaildo Junior foi ver o filme, que já havia sido apresentado em um festival sergipano, pela primeira vez. “É um dos primeiros filmes a usar Aracaju. Acho que vai ser uma maneira de abrir portas”, avaliou.

Essa é a mesma opinião de Hélio Castro, que também foi conferir a sessão. “Eu acho fantástico para a cultura local mostrar mais dessa cidade. Espero que seja uma porta para que outras produções possam tomar uma iniciativa como essa”, considerou o espectador.

De acordo Damien Chemin, ‘A Pelada’ tem perspectiva de mostrar o solo sergipano em outras terras em breve. “Vamos usar a repercussão para estender a exibição a outras praças”, disse o diretor. Sorte de Aracaju – e dessas outras praças também.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura
Fonte: Ascom Secult

'Seu Pereira' servidor público mais antigo no Brasil



Publicado originalmente no Jornal da Cidade.Net, em 23/09/2014.

Morre o sergipano 'Seu Pereira' servidor público mais antigo no Brasil
Com 100 anos, ele trabalhava na recepção da portaria privativa no Ministério da Justiça.

Por: Jornaldacidade.net

Morreu na tarde desta terça-feira (23), o sergipano João Pereira dos Santos, 100 anos, o funcionário público mais antigo em atividade no Brasil. Atualmente trabalhava na recepção da portaria privativa no Ministério da Justiça, onde trabalhou por 39 anos. No último dia 10 de junho, “Seu Pereira”, como era chamado, comemorou o centenário.

Pai de quatro filhos, netos, bisnetos, sobrinhos e agregados, casado há 40 anos, com dona Terezinha, “Seu Pereira” nasceu na cidade de Propriá (SE) e se mudou para Brasília, aos 44 anos, no dia 1º de maio de 1960. Na capital federal trabalhou por quatro anos como subchefe dos transportes da Câmara Federal e se aposentou como inspetor de segurança legislativo do órgão. Como prestador de serviço do Ministério da Justiça, Pereira já trabalhava há 39 anos.

Em junho deste ano, o editor de Esportes do Jornal da Cidade, Kleber Santos, e o repórter fotográfico Jorge Henrique, durante cobertura da Copa do Mundo, registraram parte do dia a dia de "Seu Pereira" no Ministério da Justiça.

Em nota, o Ministério da Justiça lamentou o falecimento do funcionário público mais antigo do Brasil:

“O Ministério da Justiça lamenta o falecimento do funcionário público mais antigo do Brasil. João Pereira dos Santos, conhecido como Seu Pereira, faleceu na tarde desta terça-feira (23) aos 100 anos de idade.

Nascido em 10 de junho de 1914, Seu Pereira estava aposentado pela Câmara dos Deputados, mas continuava na ativa como prestador de serviço no Ministério da Justiça há 39 anos. Atualmente ele tomava conta da recepção da portaria privativa do edifício sede.

“Eu trabalho para não ficar em casa”, dizia Seu Pereira. Sergipano de Propriá, ele se mudou para Brasília em 1º de maio de 1960. Casado há mais de 40 anos com a segunda esposa, o funcionário público que esbanjava carisma deixa quatro filhos, netos e bisnetos.

Neste momento de dor, os servidores e os funcionários do Ministério da Justiça se solidarizam com os familiares e amigos de Seu Pereira”.

Texto e imagens reproduzidos do site: jornaldacidade.net/noticia

Fotos: Jorge Henrique/ Equipe JC

Primeiro pôr do sol da primavera chama a atenção em Aracaju.


Primeiro pôr do sol da primavera chama a atenção em Aracaju.

‘Sol vermelho’ foi destaque por volta das 17h desta terça-feira (23 de setembro).

A nova estação teve início às 23h29 de segunda-feira (22).

Marina Fontenele
Do G1 SE.

O primeiro pôr do sol da primavera em Aracaju teve um atrativo especial. Nesta terça-feira (23), por volta das 17h, o sol apareceu de cor avermelhada no céu cinzento e nublado. A cena chamou a atenção, pois normalmente o céu fica com tons de laranja e o sol fica amarelo.A nova estação teve início às 23h29 de segunda-feira (22).

Foto: Marina Fontenele/G1.

Imagem e texto reproduzidos do site: g1.globo.com/se/sergipe

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Homenagem do Grupo do Facebook/Ex-Colegas do Atheneu Sergipense


ATHENEU SERGIPENSE # HOMENAGEM ESPECIAL


Ex-Aluno Armando Maynard (Criador do Grupo Minha Terra é SERGIPE).

"A inquietação na busca de novos conhecimentos, latente é muito própria do Armando, fizeram-no debruçar em pesquisas e catalogação de material gráfico e textual. O compromisso voluntário e persistente de sua parte com a leitura, não era muito comum dentre os jovens, mas abriu caminho para um acervo de material de consulta rico e meticulosamente organizado, alvo de um cuidado super protetor. Cadernos e mais cadernos, aqueles de capa dura, são incontáveis, inchados pelos recortes de jornais e revistas que retratam um fato, uma celebridade, ou uma ocasião histórico-cultural. A simplicidade e a introspecção deixaram entre as quatro paredes do seu gabinete esse tesouro que motivou a criação do Grupo Minha Terra é Sergipe. A ideia democratizou esse trabalho de formiga, de conteúdo surpreendente. Nascido há precisos 3 anos, o grupo tem 1.285 membros, cerca de 5.000 fotos, sendo explicitamente acessado por milhares de pessoas. Armando Maynard dedica-se, diariamente, a alimentar, de forma metódica, esse portfólio sobre as riquezas, belezas e curiosidades da nossa terra, sem pretensões comerciais. Parabéns pela criação, pela ideia. As informações nele contidas perpetuarão a história do nosso estado, de nossas raízes!".

Texto escrito por Lygia Prudente, esposa do homenageado.

Foto e texto reproduzidos do Facebook,
do Grupo Ex-Colegas do Atheneu Sergipense.