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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Aracaju de Ontem

 Parque Teófilo Dantas, no centro da cidade de Aracaju.

Praça Fausto Cardoso, em Aracaju.
Imagens de arquivo: @sj_bruno
Reproduzidas do site: imgrum.net/media

sábado, 20 de agosto de 2016

Prédio da Antiga Biblioteca,


Antiga foto da Praça Fausto Cardoso, em Aracaju - Sergipe.
Em segundo plano, vemos o prédio da Antiga Biblioteca,
hoje, Arquivo Público Estadual.
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O atual Palácio Carvalho Neto é um prédio construído em estilo Arte Déco na década de 1930 pelo alemão Hermann O. W. Arendt von Altenesch, como sede da Biblioteca Pública do Estado. Com a transferência da Biblioteca para o novo edifício construído no Bairro Treze de Julho, em 1974, o Prédio passou a abrigar o Arquivo Público Estadual. O Edifício passou a se denominar Palácio Carvalho Neto pela Lei Estadual nº 644, de 07 de maio de 1955, em homenagem ao advogado e político sergipano Antônio Manoel de Carvalho Neto. Tombado pelo Decreto nº 12.038, de 22 de janeiro de 1991.

Fonte: IBGE.

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Antônio Samarone.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Exposição “Aracaju de Outrora – Revivendo o Passado”





Publicado originalmente no site Sergipe Cultural, em 16/03/2016.

Secult promove exposição “Aracaju de Outrora – Revivendo o Passado”

O Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), lançou na tarde desta quarta-feira, 16, no Shopping Jardins, a exposição “Aracaju de Outrora – Revivendo o Passado”. Composta por 20 totens com fotografias da década de 1930, a mostra faz parte da programação alusiva ao aniversário da Cidade e ficará disponível até 31 de março.

Com fotos antigas do acervo da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a exposição proporciona ao público um passeio pela história da Capital Sergipana. A mostra destaca ruas, praças, prédios históricos e locais importantes da Cidade, dentre elas: Avenida Barão de Maruim, Praça Fausto Cardoso, Ponte do Imperador e do Palácio Olímpio Campos.

Referindo-se, sobretudo, as três primeiras décadas do século XX, a mostra tem como objetivo fazer com que a sociedade se familiarize com a capital sergipana ainda em formação. Presente na abertura da exposição, o secretário de Estado da Cultura, Elber Batalha, explicou que a exposição visa trazer o acervo fotográfico da Secult ao acesso da população.

“Prédios históricos, vias famosas, meios de transporte, instrumentos de lazer são representados numa época saudosista, e é nesse sentido que essa exposição visa democratizar a visibilidade de uma Aracaju que vive no coração de todos aqueles que conviveram e dá oportunidade às novas gerações de visualizar esse tempo de suma importância para formação de uma Aracaju que hoje tão bela completa 161 anos”, explicou.

Para a aposentada Janete de Oliveira, a exposição é uma oportunidade de conhecer um pouco mais a história da capital sergipana. "Estava passando pelo local e resolvi parar um pouco para ver as fotografias. O resultado ficou muito interessante", opinou.

Quem também apreciou a exposição foi aposentado Antônio Sena. Nascido no bairro Inácio Barbosa, o aracajuano elogiou a ação. "É uma coisa que chama atenção principalmente de pessoas que estão na melhor idade, que reconhecem os locais onde as fotografias foram tiradas e pode comparar com a situação atual do lugar", explicou.

Texto e imagens reproduzidos do site: cultura.se.gov.br

sábado, 4 de julho de 2015

Antigo presídio de Aracaju, Bairro América, em Aracaju


Fotos reproduzidas do Google.

Antigo presídio de Aracaju, Bairro América, em Aracaju/SE.


"Inaugurado na tarde do dia 12 de outubro de 1926, o Presídio de Aracaju, localizado no bairro América, começou a ser construído três anos antes, no governo de Graccho Cardoso. O projeto foi do jovem e distinto engenheiro Dr. Arthur Araújo, tendo sua pedra fundamental batida no dia 05 de outubro de 1923. Segundo o pesquisador e historiador Luiz Antonio Barreto, a construção chamada de Penitenciária Modelo, pelo então governado,r foi idealizada pelo imigrante italiano Hugo Bozzi, que também construiu o prédio da procuradoria do Estado, a primeira construção de concreto armado em Sergipe (...)" . (Fonte: Bruno Antunes/Portal Infonet).

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

terça-feira, 22 de julho de 2014

A Cidade Jardim e a Cidade de Palha




Publicado originalmente pelo Portal Infonet 
Reportagem, em 17/03/2005.

A Cidade Jardim e a Cidade de Palha

Naturalmente, do período em que passou a ocupar o posto de capital do Estado até os nossos dias, Aracaju passou por uma série de transformações. Apesar do planejamento inicial, a cidade cresceu gradativamente. Uma das conseqüências foi que a população mais pobre, aos pouco, foi afastada do projeto original. Desta forma nascem os bairros da cidade.

“Quem sobrevoa a cidade percebe que, dentro do ‘Quadro de Pirro’, as ruas Arauá e Itabaiana, por exemplo, são quadradinhos muito bem arrumados. A população pobre não tinha condições de ficar ali e as que ficaram paulatinamente foram expulsas, passou a morar nos arredores do Quadrado de Pirro”, descreve Sousa. Entre os novos bairros que surgem estão o Carro Quebrado (hoje bairro São José), o antigo Aribé (hoje Siqueira Campos), o Manuel Preto e o Chica Chaves (hoje Bairro Industrial).

Por volta das primeiras décadas do século XX, nas administrações de Pereira Lobo e Graccho Cardoso, a cidade adota o modelo da belle époque,a bela época francesa, com as praças ajardinadas. “Busca-se dar a Aracaju uma feição parecida com a que existia em cidades européias. Paris, Rio de Janeiro e São Paulo também eram assim. Por isso, nas décadas de 10 e 20, ela ganha o status de cidade jardim do Nordeste”, revela Lindvaldo Sousa. Quanto a população pobre, o paradeiro era outro. “Eles viviam na rua do Bomfim, no Areal, nos morros e mangues. São estas mesmas pessoas que vão trabalhar nas fábricas de tecido, de sabão, de algodão, assim por diante. Elas também fazem o cotidiano que não aparece e não é lembrado, quando muitos historiadores contam porque Aracaju ficou conhecida como o símbolo da Fênix. Essa analogia surge pelo fato de que Aracaju foi transferida para cá mas, por conta de muitas doenças provindas dos mangues, a cidade ficou em cinzas. O próprio Inácio Barbosa morre pouco tempo depois da nova capital instalada”, relembra.

Foi também durante as décadas de 10 e 20 que o poder público iniciou o trabalho de higienização da cidade, alongando ruas, criando as primeiras redes de esgoto e fazendo as praças com o aspecto que mantêm até hoje. Apesar disso, os subúrbios continuaram ignorados. Lindivaldo cita o livro “Os Corumbas”, de Amado Fontes, como um retrato das condições precárias de quem habitava as redondezas do Quadrado de Pirro. E, nesta dinâmica que permanece, por trás dos edifícios que são construídos pelos ricos que vêm se instalar na capital, existe uma “Cidade de Palha”. Por sinal, muitos estrangeiros que visitavam a cidade se referiam assim a cidade.

“Existe então o Quadrado de Pirro onde, 15 anos depois, já se encontram casas. Neste período também já existe o porto, a Igreja Matriz, a Alfândega, o Palácio do Governo. Dentro do projeto, vez por outra se encontra alguns casebres. Contudo, em volta do Quadrado nós também encontramos esses conglomerados de palha que faz parte de Aracaju. Então, no meu olhar, a cidade não é só o quadrado de Pirro. É mais que isso. Ela é, também, o Aribé e a Colina do Santo Antônio onde ficam os pobres. É onde fica o antigo Carro Quebrado e o Manuel Preto, e assim por diante”, defende o historiador.

E é esta enorme massa anônima que, aos poucos, vai se moldando às novidades da nova capital. No início do século XX, com a implantação de fábricas e grande produção de algodão, além da Primeira Guerra Mundial, é registrado um boom na produção de tecidos. Consequentemente cresce a demanda por mão de obra. Aracaju passa, assim, a ser destino de um povo, nas palavras do historiador, acostumado “com o sol e com o canto do galo”. Aqui, estas pessoas passam a viver o cotidiano das fábricas, com vigilância, apitos, multas e, principalmente, relógios.

“A cidade passa a representar um lugar urbanizado onde, ao mesmo tempo, vivem homens e mulheres pobres. Gente que carrega seus elementos. Por isso, o mercado Thales Ferraz torna-se um lugar simbólico, onde o povo vai se encontrar e narrar os acontecimentos revivendo, milenarmente, as histórias de seus ancestrais. É também aí, no mercado, que além de produtos e gêneros alimentício vamos encontrar a presença de outras culturas que muitas vezes não evidenciamos. Nesse espaço nós vamos encontrar objetos que servem para fazer os rituais afros. Dessa forma Aracaju não é só uma cidade cristã, católica. Nesta cidade existia o velho preto, que fazia as garrafadas, e a cartomante que lia a mão. Em todas essas localidades tinham as festas do Samba de Coco. Na cidade também encontramos rituais que veio com essa população, como a Chegança e o Bumba Meu Boi. Tudo isto, Aracaju teve ao longo das décadas em que foi, paulatinamente, construída”, descreve o professor.

O historiador acredita na possibilidade de narrar uma história diferente. Para isto, segundo ele, basta se dispor a vê-la por outros ângulos. “É impossível falar da história de Aracaju sem as vozes dos que foram silenciados e que estavam a margem em certos sentidos. E aí entram uma série de personagens até recentemente. Não podemos, ainda, desconsiderar que aquilo que ocorre a nível nacional também ocorre aqui. O regime militar com a ‘Operação Cajuana’, por exemplo. Esta é uma página da história que a gente sempre deve lembrar se não vamos cair no ufanismo. Dentro dessa idéia de comemoração é preciso pensar as contradições dessa cidade, dessa jovem de 150 anos” avisa o historiador.

Fotos e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/noticias

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Praça da Matriz - 1925, Atual Parque Teófilo Dantas, em Aracaju


Praça da Matriz - 1925.
Atual Parque Teófilo Dantas e Praça Olímpio Campos.

Ao centro estátua do Monsenhor Olímpio Campos. Mais adiante à direita o prédio do antigo Atheneu Sergipense (1870), depois Biblioteca Pública (1914), Diretoria do Tesouro e atualmente Câmara de Vereadores. Ao centro a Praça Almirante Barroso e à esquerda uma praça onde atualmente existe o prédio onde funciona a Procuradoria Geral do Estado. Nesta época, das janelas do Palácio Olímpio Campos, podia-se ver a Catedral.

Foto: Arquivo da Biblioteca Pública Epifânio Dória.

Imagem e texto reproduzidos do Facebook/Fan Page/Aracajuantiga.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Tribunal de Relação (hoje memorial do judiciário), em Aracaju


"Rua Itaporanga, na esquina com a Praça Olímpio Campos, por volta de 1910. Em destaque o prédio do Tribunal de Relação (hoje memorial do judiciário), inaugurado em 1885. O bonde com tração animal que se vê na foto foi implantado em 1909, e em 1926 foi substituído por bondes elétricos". (PRDB).

Foto: acervo Paulo Roberto Dantas Brandão