terça-feira, 11 de julho de 2017

Amo promove bazar solidário nos dias 11 e 12 de julho

Os preços dos produtos variam de R$3 a R$50.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 11/07/2017.

Amo promove bazar solidário nesta terça-feira, 11

Os preços dos produtos variam de R$3 a R$50

A Associação dos Amigos da Oncologia (AMO) realiza bazar solidário nesta terça e quarta-feira, dias 11 e 12 de julho, com peças produzidas manualmente por voluntários. A exposição de produtos vai das 9 às 17h, na sede da associação, que está localizada na Rua Permínio de Souza, 270, no bairro Cirurgia.

Jogo americano, arranjo de flores, sacolas retornáveis, suporte para porta, porta chave e talher, porta papel higiênico, organizador de bolsas, pegador de panela e de geladeira são os principais produtos a serem colocados à venda.

O objetivo do bazar é arrecadar recursos financeiros com a comercialização dos produtos para auxiliar na manutenção dos serviços assistenciais e de saúde a pessoas carentes com câncer. Os preços estão super convidativos e vão de R$ 3 a R$ 50.

Todas as peças foram confeccionadas manualmente por um grupo de voluntárias da associação, que se dedicam às quartas-feiras, durante todo o ano, para produzir utensílios domésticos e artesanato nas oficinas de trabalhos manuais do projeto “Fazendo Arte”.

Fonte: Ascom AMO.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

'Biblioterapia' aborda efeitos terapêuticos da leitura

“Biblioterapia” mostra como o mundo da leitura pode 
surtir efeitos terapêuticos para o ser humano.
Foto: Pixabay.

Clique na imagem para ampliar (Divulgação).

Publicado originalmente no site da Infonet, em 10/07/2017.

'Biblioterapia' aborda efeitos terapêuticos da leitura

Jornalista Carla Sousa vai ministrar oficina em Aracaju

Quem gosta de ler, sabe como o tempo gasto com a prática é importante. Inclusive, uma área de estudos recente, chamada de “biblioterapia” mostra como o mundo da leitura pode surtir efeitos terapêuticos para o ser humano.

De acordo com a jornalista e mestre em Ciência da Informação Carla Sousa, o estudos da terapia a partir das histórias é recente, mas a prática é milenar. “Muito antigamente as pessoas já se reuniam para contar histórias – e não só para entreter, mas também para falar coisas importantes sobre a vida e o ser humano”, explica.

O gosto de Carla pela leitura começou cedo: desde criança ela se perdia pelo universo dos livros que o pai tinha em casa. “Descobri que eles eram muito mais que livros. Eram verdadeiros professores e companheiros”, relembra. A influência na infância fez com que a jornalista se dedicasse a diversos programas de incentivo à leitura em Aracaju e depois partisse para um mestrado em Santa Catarina.

Oficina

No próximo dia 15 de julho, a mestre vai levar mais pessoas à prática da terapia literária através de uma oficina de 4h em parceria com a Associação dos Profissionais Bibliotecários e Documentalistas de Sergipe (APBDSE). “Os participantes poderão vivenciar na prática o que é a biblioterapia com foco em atividades em grupo porque acredito que não só a história é terapêutica, mas também o convívio com o outro”, reforça Carla.

A oficina é interdisciplinar e voltada para estudantes e profissionais das mais diversas áreas de conhecimento.

Por Jéssica França

Texto e imagens reproduzidas do site: infonet.com.br

Entrevista com o jovem escritor estanciano Diego Vinícius

Foto: Arquivo Pessoal.

Publicado originalmente no site Jornal da Cidade, em 10/07/2017.

“Apresento o amor como ele é”.

O estanciano Diego Vinícius é um jovem escritor, veterano em publicações, seja no mundo físico ou virtual, que encanta a cada verso, causa empatia a cada post e partilha sentimentos reais em papel e telas.

Por: Gilmara Costa/Equipe JC.
 
O estanciano Diego Vinícius é um jovem escritor, veterano em publicações, seja no mundo físico ou virtual, que encanta a cada verso, causa empatia a cada post e partilha sentimentos reais em papel e telas. Com dois livros lançados, intitulado ‘100 Poemas para uma pessoa só’ (2014) e Tão à Flor da Pele (2016), Diego Vinícius agora prepara o lançamento do terceiro, o ‘Te Fiz uma Oração de Amor’. Em fase de pré-venda, a publicação tem anseios de visitar o país, tendo em vista que em cada lugar se tem leitores de Diego. Sim, tem. Alinhado com o mundo virtual, Diego se fez ouvir através de perfis nas redes sociais, e hoje, no ig @escriotordiegovinicius tem mais de 400 mil seguidores, leitores de versos aconchegantes e despertadores de reflexões. Cotidianamente tem os posts compartilhados por outros tantos, que vão de escritores a quem se fez rainha das passarelas (vai lendo!). Ele afirma que ‘tem se surpreendido até hoje pelo alcance de suas publicações na Internet’, e num misto de orgulho e felicidade, se despe em palavras, conquistando leitores e admiradores. É com esse jovem escritor que o JORNAL DA CIDADE conversou e apresenta a entrevista neste final de semana. Leia inteira, siga Diego Vinícius e participe da campanha de pré-venda. Boa leitura!

JORNAL DA CIDADE - Quantas orações de amor têm nesse terceiro livro?

Diego Vinícius - O livro é uma coletânea de textos, e o termo oração de amor é uma invenção minha para qualificar um tipo de conteúdo e desvincular ao termo religioso que a maioria das pessoas conhecem. A intenção era criar mantras, embora os textos também representem outros segmentos, mas sempre baseados no amor. No total, são 210 páginas.

JC - E nelas, o que é ressaltada a cada linha traçada?

DV - Falo do amor em todos os seus aspectos. Apresento o amor como ele é, o mais humano possível.

JC - Com o foi o processo de seleção dos textos?

DV - Eu percebi através das curtidas e compartilhamentos que o público tinha preferência por um determinado conteúdo. A seleção foi baseada nisso, no que as pessoas desejam ouvir e precisam ouvir.

JC - A internet dá aquela contribuição na hora de definir o que vai fazer parte ou não da publicação?

DV - Sim, apesar de existir uma vaidade artística de fazer de acordo com a inspiração, procuro me direcionar pelo que a Internet guia. Os anseios do público são importantes para o sucesso das publicações.

JC - Com mais de 400 mil seguidores, tu se considera um escritor ‘bem visto e quisto’ nas redes sociais?

DV -  O carinho de tanta gente é motivacional para mim, embora já escrevia sem ter esse número expressivo, sinto que sim, tenho conquistado meu espaço, aos pouquinhos, no cenário nacional (ao menos online).

JC - A ideia de partilhar cotidianamente os escritos no instagram foi a maneira encontrada de se fazer ouvir?

DV - Sim, sou da época dos blogs, das comunidades do orkut, dos sites de poesia. Minha adolescência, quase toda, foi escrevendo na Internet.

JC - Qual ‘repost’ que já te surpreendeu?

DV - Fico feliz com cada “repost” e surpreso também -  seja de famosos e anônimos. Hoje em dia é mais comum encontrar um artista publicando um verso meu, porém, de todos, destaco dois: de Walcyr Carrasco, autor das novelas da Globo, e de Gisele Bündchen. Pela dimensão que os dois representam nacionalmente, não tem como não destacá-los.

JC - E quanto à campanha direta de pré-venda com os leitores, foi uma iniciativa válida? Porque não recorrer ao crowdfunding?

DV - Fiz a campanha de pré-venda ano passado também e foi um sucesso. Gosto dessa forma mais informal que é a pré-venda, pois converso com cada um dos meus futuros leitores, apesar do trabalho, me sinto mais ligado a eles. As famosas vaquinhas da Internet funcionam, talvez melhor do que a pré-venda, porém você não tem esse diálogo direto com o contribuinte, além de ter intermédio de terceiros ligados aos sites. Talvez no próximo eu utilize esses sites de arrecadação coletiva por conta da demanda e facilidade, mas como ainda consigo atender a todos, optei pela pré-venda.

JC - Há possibilidade de prorrogação da campanha. Já está prevista para encerrar no próximo dia 10?

DV - As promoções que fiz terminam dia 10 de julho, porém as pessoas ainda poderão contribuir na pré-venda até o fim desse mês, data marcada para o lançamento do livro.

JC - Qual a previsão do lançamento e há a pretensão de um encontro físico com os leitores?

DV - O lançamento está previsto para a última semana de julho. Farei uma noite de autógrafos em Estância, na segunda ou terceira semana de agosto. Tenho planos e convites para visitar algumas capitais do Brasil, provavelmente irei em algumas aqui do Nordeste inicialmente, e, quem sabe no futuro, ao Sudeste e Sul também, pois lá tenho a maior parte do meu público, chegando a ser bem superior ao que tenho aqui no Nordeste.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Sergipana vence etapa Challenger de Vôlei de Praia

Tainá (fundo) e Rebecca comemoram o ouro em Palmas.
Foto: Marcus Mesquita/Divulgação.

Publicado originalmente no site do Jornal da Cidade, em 10/07/2017.

Sergipana vence etapa Challenger de Vôlei de Praia.

Tainá e a sua dupla provisória, Rebecca, ficaram com a primeira colocação na terceira etapa da disputa que ocorreu em Palma, no Tocantins.

Por: CBV

O pódio da terceira etapa da temporada 2017 do Circuito Brasileiro Challenger, realizado em Palmas (TO), neste final de semana, foi definido na manhã deste domingo (09). A dupla Tainá e Rebecca (SE/CE) ficou com a primeira colocação, Izabel e Rachel (PA/RJ) garantiram o segundo lugar, enquanto Andrezza e Andressa (PB/AM) ficaram em terceiro.

A sergipana Tainá avaliou como positivo o desempenho da dupla, que é provisória, e a organização da etapa.

“Foi tudo excelente, tanto em relação aos jogos quanto em relação à arena, que estava perfeita, foi a melhor etapa já feita no Challenger. Eu e Rebecca viemos evoluindo muito, o primeiro jogo não foi muito bom, mas não perdemos nenhum jogo até a fase final. Jogamos sem pressão, nos divertimos bastante e veio o bom resultado", disse.

"Agora o foco é a etapa do Rio de Janeiro, eu e Rebecca não estaremos juntas porque vamos voltar a jogar com as nossas parceiras, mas espero que possamos ter bons resultados também e quem sabe um novo pódio”, pontua a atleta.

A quarta e última etapa do Challenger 2017 acontece no Rio de Janeiro, de 9 a 12 de agosto, onde os campeões gerais do circuito serão definidos.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net/esporte

domingo, 9 de julho de 2017

Festival de Arte emociona a comunidade escolar no dia da Sergipanidade









Fotos: Walter Martins. Ascom/SEMED.

Publicado originalmente no site da PMA, em 08/07/2017.

Festival de Arte emociona a comunidade escolar no dia da Sergipanidade

A forte chuva que caiu na manhã deste sábado, 8, não impediu que centenas de alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Sérgio Francisco participassem do I Festival de Educação e Arte - Educarte- promovido pela comunidade escolar do bairro Lamarão em parceria com a Secretaria Municipal da Educação através da Coordenadoria de Artes (Coarte) em alusão ao Dia da Sergipanidade que é comemorado neste sábado.

Logo no início da manhã, pais e alunos foram recebidos ao som da banda Meados de Maio, formada pelos jovens Tiago Souza ao violão e David Meados na percussão. Após a apresentação os alunos puderam participar diversas oficinas. Samba de Côco, Xaxado, Capoeira, Teatro, Dança, Karatê, Banda Marcial, Canto, Desenho e Pintura foram as opções.

Foi a mãe do aluno Carlos Eduardo Santana, Alzira das Virgens Santana, que falou sobre o momento artístico na comunidade. “Aqui nós temos uma comunidade que sofre muita violência, a própria escola já foi vítima disso, mas o que estamos vendo aqui hoje é um universo de novas possibilidades que se abrem para os nossos filhos, o meu tem apenas 10 anos, mas ao contrário de muitos, está muito comprometido com aulas de Caratê, então eu só tenho a agradecer por esse projeto de Educação e Cultura que está acontecendo aqui”, afirma  Alzira.

O pai do aluno Diogo Oliveira da Silva, Ivan Oliveira, conhecido no bairro como Mestrando Pingo, conduziu a oficina de Capoeira e conta como se sentiu participando do evento. “Eu estou emocionado com tudo que vi aqui. Meu filho participando, seus coleguinhas participando. Nós temos muitos jovens e crianças dessa comunidade que, ao invés de estarem na rua sem ter o que fazer, estão aqui aprendendo arte, cultura e cidadania dentro dessa escola que é nossa”, fala o pai.

Foi o fomento desse espírito de pertencimento que motivou a diretora da escola, Fabiana Araújo, a procurar a Coarte e os pais para idealizarem, em conjunto, o festival cultural. “Hoje é um dia que vai marcar para sempre a história da EMEF Sérgio Francisco, é o dia da Sergipanidade organizado para a cultura de paz. Nossa escola já foi vítima da violência na comunidade. Nós montamos um comitê cultural empenhado em despertar nos alunos o sentimento de pertencimento, de respeito à escola e nós conseguimos fazer isso aqui hoje”, explica com empolgação a diretora.

As oficinas

Talita Portela tem 16 anos e uma das coisas que ela mais gosta na vida é de cantar, ela contou como está se sentindo participando do Educarte. “Em cada sala que você entrar aqui, você vai encontrar um talento, a gente já vê isso em nosso dia a dia, eu canto, meu sonho é ser cantora, mas aqui temos muitos colegas que sonham em dançar, em serem músicos e nós estamos tendo a oportunidade de fazermos isso tudo nessa manhã, meu sentimento é felicidade”, fala a aluna do 9° ano.

Já Gustavo Cavalcante tocou Bumbo na oficina da Banda Marcial, composta em sua maioria por adolescentes do sexo masculino, ele contou como avaliou o momento. “Eu e meus colegas poderíamos estar na rua hoje de manhã, sem ter nada para fazer e se arriscando a sofrer e até a participar de violência, mas nós estamos aqui tocando, todo mundo alegre e feliz fazendo o que gostamos, isso de certa forma muda a vida da gente”, disse.

Semed investe na Arte

O que Gustavo não sabia, mas descobriu hoje, é que a Semed está trabalhando para mudar a realidade dele e de milhares de alunos da Rede Municipal de Ensino de Aracaju investindo no binômio Educação-Arte.

O diretor da Educação Básica da Secretaria, Manuel Prado, explica como isso está acontecendo. “Eu estou profundamente emocionado com o que estamos fazendo aqui no dia hoje com essa comunidade escolar, porque há pouco tempo eu vi aqui uma das cenas mais fortes da minha vida, que foi a morte de um aluno nas adjacências desta escola, e hoje a gente encontra aqui a comunidade reunida se libertando dessa violência através da arte. Os pais e alunos estão comovidos com esse momento e a nossa equipe de arte está empenhada em mudar a realidade não só da Sergio Francisco mas de toda rede escolar”, afirma o Diretor.

O coordenador de Arte da Semed, Rivaldino Santos, disse estar sem palavras diante do que estava vendo. “A gente não precisa falar muito diante do que estamos vendo aqui. Isso é a prova viva da contribuição da arte para o processo de educação. Hoje pela manhã alguém esqueceu um celular bem caro no banheiro e a comunidade escolar veio aqui na frente devolver, estamos aqui hoje sintonizados pelo nosso melhor, estamos vendo na prática a potência da arte para transformar realidades e isso é fundamental”, avalia.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Quintina Diniz de Oliveira Ribeiro (1878 - 1942)


Quintina Diniz de Oliveira Ribeiro nasceu em Laranjeiras, em 18 de junho de 1878 e faleceu em Aracaju dia 22 de julho de 1942.

 Iniciou-se na carreira no magistério ainda adolescente, no colégio dirigido por sua mãe, D. Elisa, a quem substituiu aos 18 anos.

Mudou-se para Aracaju, fundando em 1906. o Colégio Nossa Senhora Santana, o primeiro Colégio para moças que funcionou por quarenta e sete anos. 

Além de professora, D. Quintina era poetisa lírica e mística, oradora e política.

Em 1934 o seu nome foi lançado para a Assembleia Legislativa sendo a primeira mulher sergipana a figurar no poder Legislativo do Estado.

Fonte: Secretaria. de Estado da Cultura.

Texto e imagem reproduzidos do blog: academialiterariadevida.blogspot.com.br

Decreto de 8 de julho de 1820: Emancipação Política de Sergipe



Publicado originalmente no site Expressão Sergipana, em 6 de julho de 2017.

Decreto de 8 de julho de 1820: Emancipação Política de Sergipe. 

A Carta Régia que desanexou da Capitania da Bahia o território de Sergipe, emancipando-o politicamente, no dia 8 de julho de 1820, é, ainda, uma referência, um marco, para a compreensão da história. Por mais que os episódios gerados pela decisão de Dom João VI ainda careçam de melhor interpretação, o 8 de julho de 1820 tem sido convertido no símbolo da liberdade, da independência, da autonomia econômica, da construção da sociedade sergipana.

Leia a carta régia na íntegra:

“Decreto – de 8 de Julho de 1820.

Isenta a Capitania de Sergipe da sujeição ao Governo da Bahia, declarando-a independente totalmente.

Convido muito ao bom regimen deste Reino do Brasil, e a prosperidade a que me proponho elevá-lo, que a Capitania de Sergipe de El Rei tenha um Governo independente do da Capitania da Bahia.

Hei por bem isentala absolutamente da sugeição em que até agora tem estado do Governo da Bahia, declarando-a independente totalmente para que o Governador della a governe na forma praticada nas mais Capitanias independentes, communicando-se directamente com as Secretarias de Estado competentes, e podendo conceder sesmarias na forma das Minhas Reaes Ordens.

Thomas Antonio de Villanova Portugal, Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Reino, o tenha assim entendido, e faça executar com as participações convenientes às diversas estações.

Palácio do Rio de Janeiro e 8 de julho de 1820.

(Com a rubrica de S.M.)”

Decreto transcrito por Luíz Antônio Barreto – jornalista e historiador.

Texto e imagem reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br

Museu da Gente é tema de dissertação de mestrado

Kelly Alves e os professores  orientadores da sua dissertação, 
Ángel Baldomero Espina Barrio (dir.) 
e Daniel Valério Martins (esq.) 
Foto: Márcio Garcez.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 06/07/2017.

Museu da Gente é tema de dissertação de mestrado.

A professora Kelly Lee Alves obteve nota máxima na dissertação.

Vencedor de vários prêmios, e reconhecido como um dos dez melhores e mais visitados museus do Brasil, o Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda foi tema de dissertação de mestrado aprovada com louvor pela Universidade de Salamanca, na Espanha, no mês passado. O trabalho sobre o museu, intitulado de “A Educação Intercultural através da Comunicação Interativa: Um estudo empírico do Museu da Gente Sergipana”, foi apresentado pela professora e gestora de Marketing paulista Kelly Lee Alves, que obteve o título de “Mestre em Antropologia de Iberoamérica” pela Universidade de Salamanca.

Formada em Relações Públicas pela Universidade Tiradentes (Unit), de Aracaju, e especialista em Marketing Estratégico, Kelly Lee Alves é professora dos cursos de Nutrição, Publicidade e Propaganda, e gestora de Comunicação e Marketing da Faculdade Anísio Teixeira, de Feira de Santana (BA), onde mora atualmente. Ela conta que, após morar em Aracaju, e passar quatro anos em Londres, onde trabalhou e estudou, decidiu morar em Salamanca, onde apresentou a sua pesquisa acadêmica para o mestrado tendo como tema o Museu da Gente Sergipana.

"Após ter morado em alguns países e ter visitados outros, o Museu da Gente Sergipana foi o que mais me encantou para desenvolver a minha pesquisa acadêmica para o mestrado em Antropologia de Iberoamérica. Conheci o Museu da Gente Sergipana e fiquei completamente apaixonada pelo comprometimento dos funcionários, a estrutura, a tecnologia, a rica cultura sergipana em contato com pessoas de outras culturas através dos visitantes de outros estados e de outros países. Na aplicação dos questionários, os visitantes se mostravam extasiados”, diz a professora, ressaltando que o museu é percebido como um espaço interativo e intelectual de aprendizagem da cultura sergipana.

A apresentação da dissertação de Kelly Alves foi feita por skype no último dia 30 de junho e ela teve como orientadores o Prof. Dr. Ángel Baldomero Espina Barrio e o Prof. Dr. Daniel Valério Martins, da Universidade de Salamanca.

O Museu da Gente Sergipana, inaugurado em 26 de novembro de 2011, é um museu totalmente tecnológico, voltado para expor o acervo do patrimônio cultural material e imaterial do estado de Sergipe através de instalações interativas e exposições itinerantes. Instalado no prédio do antigo Colégio Atheneuzinho, de Aracaju, que foi totalmente restaurado para abrigá-lo, o museu é mantido pelo Banco do Estado de Sergipe (Banese), Banese Card e pela Banese Corretora de Seguros, em parceria com o Governo do Estado.

Fonte: ascom Banese.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

Revista Cumbuca contribuindo com a memória do sergipano



Publicado originalmente no Portal Infonet, em 06 de julho de 2017.

Revista Cumbuca contribuindo com a memória do sergipano.

Ludwig Oliveira relembra a origem do chorinho.

A 14ª edição da Revista Cumbuca, produzida pela Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise já está nas ruas contribuindo com a memória do povo sergipano. A nova edição aborda o suicídio do poeta, jornalista e letrista musical Torquato Neto, retratando no decorrer do texto de Antonio Nahud sua importância para a cultura brasileira. A vida do artista plástico sergipano Gervásio Teixeira é lembrada por Anderson Camilo. “Gervásio Teixeira é testemunha ocular, muito longe de ser apenas um coadjuvante e muito menos um mero espectador dos acontecimentos relevantes que permeiam qualquer sociedade, observa Anderson Camilo.

Gabi Etinger fala da relação do designer gráfico e a arte e cita a revista Cumbuca como bom exemplo de atenção ao design gráfico. “No editorial de revistas, atualmente, a Cumbuca ganha destaque em seu cuidado com o projeto gráfico, desde o papel utilizado à diagramação. A cada edição uma capa mais colorida e experimental que a outra, explorando a miscelânea de possibilidade no designer contemporâneo. Os experimentos seguem no interior da revista, em grafismos que dialogam com as matérias, de visualidade atraente. O material dá atenção ao Design Gráfico de cabo a rabo”.

O presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, Ricardo Roriz, lembra que a Cumbuca é uma publicação trimestral e busca promover a valorização da atividade cultural, “incentivando a difusão de ideias com a publicação de trabalhos literários e científicos”.

A presença de mulheres na poesia e no rap em Sergipe é destaque no texto de Geilson Gomes. Ele mostra que as mulheres vêm ocupando os espaços culturais sergipanos. Os poetas Mario Resende e Allan Jonnes marcam presença com suas obras.  Ludwig Oliveira relembra a origem do chorinho e sua chegada em Sergipe. A história da Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, da cidade sergipana Itabaiana é detalhada por Rômulo de Oliveira. O sucesso da exposição AVIE! Artes Visuais na Escola é contado por Danielle Virginie.

‘Jornalismo Literário e a Revista Cumbuca’ texto de Bruna Daniely conta a história do surgimento da Cumbuca. “A revista surgiu em julho de 2013, uma idéia do então governador Marcelo Déda. O jornalista Amaral Cavalcante foi convidado para elaborar um projeto de revista para Sergipe, então focou-se na qualidade gráfica e editorial”. A revista finaliza com texto de Luiz Antonio Barreto (in memoriam) que descreve uma história sangrenta no mar sergipano em 1942.

Fonte e Foto: Ascom Segrase.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br 

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Corredor Cultural Irmão abordará a Sergipanidade


Publicado originalmente no Portal Infonet, em 05/07/2017.

Corredor Cultural Irmão abordará a Sergipanidade.

Exposição do corredor cultural que será aberta dia 11 de julho.

A sergipanidade marca os costumes, a arte, a tradição e os diversos símbolos que formam a cultura sergipana, e no dia 8 de julho, dia da Emancipação Política de Sergipe, esse contexto fica em maior evidência. Pensando nisso, o Corredor Cultural “Irmão” irá receber neste mês diversas manifestações artísticas que permeiam a história de Sergipe com a abertura da sua nova exposição. O evento acontecerá na próxima terça-feira, 11, a partir das 10h30 na sede da Secretaria de Estado da Cultura.

O tema desta edição será “Sergipanidade: a memória cultural em evidência” e contará com pinturas dos artistas Adauto Machado, Caã, Joubert Moraes e Tintiliano; esculturas de Antônio da Cruz, Beto Ribeiro e Zeus; e fotografias de Seiji Hiratsuka. “Buscamos trazer nesta exposição uma mostra de um pouco de tudo que caracteriza, de fato, a identidade do povo sergipano”, frisa o secretário de Estado da Cultura, João Augusto Gama.

Na ocasião, receberão menções honrosas o secretário de estado da Educação, Jorge Carvalho do Nascimento, Dr. Hamilton Maciel, Dr. Lúcio Prado Dias, Dona Alzira, Saulo Barreto, além de Aloísio Campos, Clodomir Silva, Corinto Mendonça, Fernando Porto, Ibarê Dantas, José Calazans, Mário Jorge de Menezes, Dr. Paulo Amado, Samuel Albuquerque, Silvio Romero, Zózimo Lima todos in memorian. A Associação para o Desenvolvimento da Renda Irlandesa de Divina Pastora (ASDEREN) e Orquestra Sanfônica de Aracaju também serão homenageados.

A exposição ficará aberta ao público durante todo o mês de julho no Corredor Cultural Irmão, que fica na sede da Secretaria de Estado da Cultura, localizada, Rua Vila Cristina, 1051, Bairro 13 de Julho.

SERVIÇO:
Exposição: Sergipanidade: a memória cultural em evidência
Data: terça-feira, 11 de Julho
Horário: 10h30
Local: Corredor Cultural Irmão

Fonte e Foto: Secult.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br