terça-feira, 11 de julho de 2017

Entrevista com o jovem escritor estanciano Diego Vinícius

Foto: Arquivo Pessoal.

Publicado originalmente no site Jornal da Cidade, em 10/07/2017.

“Apresento o amor como ele é”.

O estanciano Diego Vinícius é um jovem escritor, veterano em publicações, seja no mundo físico ou virtual, que encanta a cada verso, causa empatia a cada post e partilha sentimentos reais em papel e telas.

Por: Gilmara Costa/Equipe JC.
 
O estanciano Diego Vinícius é um jovem escritor, veterano em publicações, seja no mundo físico ou virtual, que encanta a cada verso, causa empatia a cada post e partilha sentimentos reais em papel e telas. Com dois livros lançados, intitulado ‘100 Poemas para uma pessoa só’ (2014) e Tão à Flor da Pele (2016), Diego Vinícius agora prepara o lançamento do terceiro, o ‘Te Fiz uma Oração de Amor’. Em fase de pré-venda, a publicação tem anseios de visitar o país, tendo em vista que em cada lugar se tem leitores de Diego. Sim, tem. Alinhado com o mundo virtual, Diego se fez ouvir através de perfis nas redes sociais, e hoje, no ig @escriotordiegovinicius tem mais de 400 mil seguidores, leitores de versos aconchegantes e despertadores de reflexões. Cotidianamente tem os posts compartilhados por outros tantos, que vão de escritores a quem se fez rainha das passarelas (vai lendo!). Ele afirma que ‘tem se surpreendido até hoje pelo alcance de suas publicações na Internet’, e num misto de orgulho e felicidade, se despe em palavras, conquistando leitores e admiradores. É com esse jovem escritor que o JORNAL DA CIDADE conversou e apresenta a entrevista neste final de semana. Leia inteira, siga Diego Vinícius e participe da campanha de pré-venda. Boa leitura!

JORNAL DA CIDADE - Quantas orações de amor têm nesse terceiro livro?

Diego Vinícius - O livro é uma coletânea de textos, e o termo oração de amor é uma invenção minha para qualificar um tipo de conteúdo e desvincular ao termo religioso que a maioria das pessoas conhecem. A intenção era criar mantras, embora os textos também representem outros segmentos, mas sempre baseados no amor. No total, são 210 páginas.

JC - E nelas, o que é ressaltada a cada linha traçada?

DV - Falo do amor em todos os seus aspectos. Apresento o amor como ele é, o mais humano possível.

JC - Com o foi o processo de seleção dos textos?

DV - Eu percebi através das curtidas e compartilhamentos que o público tinha preferência por um determinado conteúdo. A seleção foi baseada nisso, no que as pessoas desejam ouvir e precisam ouvir.

JC - A internet dá aquela contribuição na hora de definir o que vai fazer parte ou não da publicação?

DV - Sim, apesar de existir uma vaidade artística de fazer de acordo com a inspiração, procuro me direcionar pelo que a Internet guia. Os anseios do público são importantes para o sucesso das publicações.

JC - Com mais de 400 mil seguidores, tu se considera um escritor ‘bem visto e quisto’ nas redes sociais?

DV -  O carinho de tanta gente é motivacional para mim, embora já escrevia sem ter esse número expressivo, sinto que sim, tenho conquistado meu espaço, aos pouquinhos, no cenário nacional (ao menos online).

JC - A ideia de partilhar cotidianamente os escritos no instagram foi a maneira encontrada de se fazer ouvir?

DV - Sim, sou da época dos blogs, das comunidades do orkut, dos sites de poesia. Minha adolescência, quase toda, foi escrevendo na Internet.

JC - Qual ‘repost’ que já te surpreendeu?

DV - Fico feliz com cada “repost” e surpreso também -  seja de famosos e anônimos. Hoje em dia é mais comum encontrar um artista publicando um verso meu, porém, de todos, destaco dois: de Walcyr Carrasco, autor das novelas da Globo, e de Gisele Bündchen. Pela dimensão que os dois representam nacionalmente, não tem como não destacá-los.

JC - E quanto à campanha direta de pré-venda com os leitores, foi uma iniciativa válida? Porque não recorrer ao crowdfunding?

DV - Fiz a campanha de pré-venda ano passado também e foi um sucesso. Gosto dessa forma mais informal que é a pré-venda, pois converso com cada um dos meus futuros leitores, apesar do trabalho, me sinto mais ligado a eles. As famosas vaquinhas da Internet funcionam, talvez melhor do que a pré-venda, porém você não tem esse diálogo direto com o contribuinte, além de ter intermédio de terceiros ligados aos sites. Talvez no próximo eu utilize esses sites de arrecadação coletiva por conta da demanda e facilidade, mas como ainda consigo atender a todos, optei pela pré-venda.

JC - Há possibilidade de prorrogação da campanha. Já está prevista para encerrar no próximo dia 10?

DV - As promoções que fiz terminam dia 10 de julho, porém as pessoas ainda poderão contribuir na pré-venda até o fim desse mês, data marcada para o lançamento do livro.

JC - Qual a previsão do lançamento e há a pretensão de um encontro físico com os leitores?

DV - O lançamento está previsto para a última semana de julho. Farei uma noite de autógrafos em Estância, na segunda ou terceira semana de agosto. Tenho planos e convites para visitar algumas capitais do Brasil, provavelmente irei em algumas aqui do Nordeste inicialmente, e, quem sabe no futuro, ao Sudeste e Sul também, pois lá tenho a maior parte do meu público, chegando a ser bem superior ao que tenho aqui no Nordeste.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net

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