segunda-feira, 25 de junho de 2018

Palco Clemilda mostra a cultura do Nordeste através do forró e quadrilhas juninas






Fotos: Edinah Mary

Publicado originalmente no site da PMA, em 24/06/18 

Palco Clemilda mostra a cultura do Nordeste através do forró e quadrilhas juninas

Em homenagem a São João, na noite deste domingo, 24, na praça General Valadão, no Palco Clemilda teve muita comemoração através de apresentações juninas com as quadrilhas, ‘Balança do Nordeste’ e Balança, Mas Não Cai’, além, é claro, do típico forró pé-de-serra com o Trio Fala Sério e Itapuã. Esse evento faz parte do Forró Caju 2018 da Prefeitura de Aracaju, por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju).

Participando pela terceira vez no Forró Caju e com muita presença de palco, o trio ‘Fala Sério’, abriu os shows deste domingo trazendo um repertório com as musicas de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. O sanfoneiro do grupo, Paulo Ricardo, destacou a valorização dos artistas locais através do novo projeto de descentralização do Forró Caju. “Para nós, artistas, essa saída do palco somente na praça dos mercados e implantação do forró nos bairros, gera mais oportunidades para os artistas locais”. 

A quadrilha Balanço do Nordeste, do município de Umbaúba, localizado no sul de Sergipe, mostrou seu brilho através de coreografias modernas e a mensagem sobre o preconceito com o Nordeste. “Trouxemos um tema mostrando a imensa cultura e contribuição do Nordeste para a construção do Brasil, inclusive para as regiões preconceituosas”, afirmou o marcador da quadrilha, Rennan Santos.

Veterana no Forró Caju a segunda quadrilha junina a se apresentar, foi a ‘Balança, mas não Cai’. Durante a apresentação, a quadrilha mostraram a união entre os povos cangaceiros e sertanejos aqui de Sergipe.

No primeiro momento da demonstração, as roupas representavam um estilo da época do canganço, logo depois trocaram por roupas de chitas. Segundo a marcadora da quadrilha, Elivânia Vieira, essa mudança nos trajes aconteceu devido à união entre os povos. “É através das roupas de chita que a gente vem simbolizando a tradição do nosso Estado, e essa troca rápida no final da apresentação é para evidenciar a união entre os povos cangaceiros e vaqueiros, com os sertanejos batalhadores que somente vestiam roupas de chita”, ressaltou.

A professora universitária sergipana Suzana Arleno, que mora em Niterói, no Rio de Janeiro, todos os anos vem passar o São João com a família em Aracaju, e parabenizou a prefeitura da capital pela iniciativa de inovar o evento.  “Esse ano eu senti que o Forró Caju veio com atrações bem atuais, além de misturar o forró tradicional com o pessoal mais novo. Quero parabenizar a Prefeitura de Aracaju pela ideia de levar o evento para os bairros da cidade, tornando maravilhoso e fazendo com que as pessoas que não conseguem ir ao mercado também tenham oportunidade de se divertir”, disse a professora Suzana.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

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