quinta-feira, 23 de junho de 2016

Comércio aposta em comidas típicas

Foto: Jailson Simões.

Publicado originalmente no site do Jornal da Cidade, em 22/06/2016.

Comércio aposta em comidas típicas.

Pamonha, canjica, amendoim e o bom milho estão na lista de preferências dos sergipanos.

Por: JornaldaCidade.Net

Quem quer comer os quitutes do mês de junho, pode encontrar em diversos lugares como centro da capital e até na Zona Sul. Pamonha, canjica, amendoim e o bom milho estão na lista de preferências dos sergipanos.

Na Central de Abastecimento de Aracaju (Ceasa), há pouco movimento dos clientes que querem se deliciar nessa época, mas a ínfima procura ainda está sendo pelo milho. No local, a “mão” que representa 50 espigas está saindo a R$ 35 nas bancas. Já o amendoim está salgado como o seu gosto, com a lata custando de R$ 4 ou R$ 5.

Nena dos Santos vende milho e relatou que a maioria das pessoas compra mesmo nas vésperas dos feriados desse período ou durante a semana. “O movimento ainda está fraco e esperamos que ele melhore, principalmente nos dias 24 e 28, já que estamos com toda a mercadoria à disposição”, relatou.

Na região dos mercados, mais propriamente nas proximidades do Corredor das Flores, é possível encontrar a pamonha, o malcasado, o beiju molhado e até a massa da tapioca nas tradicionais bancas. Por lá, com R$ 2 a pessoa pode comprar uma ou duas unidades para compor a mesa nos dias de festa. Além disso, no centro, carrinhos circulam ou ficam parados nas esquinas com arroz doce, mungunzá e mingau de puba por R$ 2 o copo.

A vendedora Lorena Lima trabalha na região e não perde a oportunidade de comprar. “Sempre que posso, passo por aqui e levo para casa ou para as festas que eu participo nessa época. As comidas são baratas e boas”, falou.

Nas grandes padarias da cidade, a aposta e espera é pelas encomendas nas datas de São João e São Pedro. Em uma do Bairro 13 de julho, os clientes já estão buscando as novidades desde o dia 15 de maio e terão até o último dia de junho para aproveitar o mês do milho. Por lá, tem mungunzá, arroz doce, bolacha de goma, saroio, bolo de puba e tantos outros ocupando as prateleiras personalizadas dessa época em embalagens de todos os tamanhos.

Para quem escolhe a facilidade e ainda o diferencial como as opções sem açúcar, os preços são mais altos. Uma pamonha custa certa de R$ 5,90 e um pote de arroz doce de tamanho médio sai por R$ 11, 90. De acordo com o gerente Gabriel de Souza, os clientes aprovam todos os anos a iniciativa. “A procura é grande e essa época é considerada uma das melhores para nós em vendas. Estamos aguardando agora a semana que vem, devido às encomendas”, comentou.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net

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