terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Exposição Mestre Nogueira: 40 anos de Vivência Artística

Arte: Ascom / Funcaju

Artigo compartilhado do site PMA, de 26 de janeiro de 2026 

Centro Cultural Luiz Antônio Barreto recebe exposição Mestre Nogueira: 40 anos de Vivência Artística

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), recebe, no Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto, a exposição “Mestre Nogueira: 40 anos de Vivência Artística”. A abertura acontece na próxima quinta-feira, 29, às 19h.

A mostra tem como objetivo apresentar ao público a trajetória de quatro décadas do artista visual Ednaldo Nogueira, conhecido como Mestre Nogueira. Natural de Laranjeiras, o artista construiu uma carreira expressiva, com exposições realizadas na Itália, França, Suíça e Portugal. O folclore laranjeirense é um tema recorrente em suas obras, reunindo proximidade, autenticidade e forte identidade cultural em seu fazer artístico.

Mestre Nogueira atua como pintor, escultor, chargista, letrista, cartazista, compositor e designer gráfico. Ao longo da carreira, ministrou oficinas de artes em diversas cidades e foi idealizador de projetos como a Galeria em Aberto e o Salão de Arte Contemporânea de Laranjeiras. Em 2025, também integrou o projeto Descubra Aracaju, da Secretaria Municipal de Turismo, na edição especial em comemoração aos 170 anos da capital.

A coordenadora do Centro Cultural Luiz Antônio Barreto, Salete Martins, destaca a relevância cultural da obra do artista. “Celebrar os 40 anos de Mestre Nogueira é reconhecer a força de um artista que transformou o folclore de Laranjeiras em uma linguagem universal. Sua obra, marcada pela autenticidade, identidade e proximidade com a cultura popular, atravessou fronteiras sem perder suas raízes”, ressalta.

O artista expositor também enfatiza a importância do apoio institucional para a realização da mostra. “Acredito que o apoio da Funcaju é essencial para o fortalecimento dessa iniciativa, que dialoga diretamente com a promoção da cultura, da memória e da arte sergipana”, afirma Mestre Nogueira.

O Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto está localizado na Praça General Valadão, no Centro de Aracaju, e funciona diariamente, das 8h às 17h, para visitação. Mais informações sobre exposições, visitas e atividades podem ser obtidas pelos telefones (79) 3214-5387 e (79) 3214-5325, ou pelas redes sociais oficiais da Funcaju.

Teexto e imagens reproduzidos do site: www aracaju se gov br

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Festival Arthur Bispo do Rosário acontece em Japaratuba

Publicação compartilhada do site DESTAQUE NOTÍCIAS, de 13 de janeiro de 2026

Festival Arthur Bispo do Rosário acontece em Japaratuba

A programação do Festival inclui dança, música, artes cênicas, audiovisual e manifestações da cultura popular

Japaratuba está realizando a 23ª edição do Festival de Artes Arthur Bispo do Rosário. Aberta nessa segunda-feira (12), a programação segue até a próxima sexta-feira (16). O evento ocupa a Praça Padre Caio Tavares com programação gratuita voltada à dança, música, artes cênicas, audiovisual e manifestações da cultura popular. Aquele município sergipano é reconhecido pela riqueza de suas tradições folclóricas e grupos de manifestações populares, como Cacumbi.

Um dos principais destaques da programação foi a inauguração da sala de exposição Jorge Natividade, em homenagem ao artista plástico japaratubense conhecido como Biriba, que construiu trajetória dedicada às artes visuais. O espaço funciona na antiga loja de artesanato, na Praça da Matriz, e abriu no primeiro dia do festival, antes da programação do palco principal.

Criado em 2002, o Festival leva o nome de Arthur Bispo do Rosário, artista nascido em Japaratuba e reconhecido internacionalmente. O conjunto de sua obra agrega 802 peças com diferentes técnicas, com destaque para a costura e bordado em tecido, em formas de fardões e estandartes.

“Foi uma das maiores honras que tive como curadora poder realizar essa exposição em homenagem ao mestre Arthur Bispo do Rosário. Ele é um gênio que conseguiu, com sua consciência artística, aproveitar matérias do seu dia a dia sofrido, produzindo tanto simbolismo sensível e cheio de histórias, e ressignificando sua existência. O artista projetou Japaratuba para o mundo com suas obras”, afirma a curadora Jane Junqueira.

Foto: G/S.

Texto e imagem reproduzidos do site: www destaquenoticias com br

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Missa pelos 13 anos da morte de Frei Miguel

Foto: Arquidiocese de Aracaju

Publicação compartilhada do site do Portal A8SE, de 6 de janeiro de 2026

Santuário São Judas Tadeu celebra missa pelos 13 anos da morte de Frei Miguel

Celebração marca o encerramento de um tríduo em preparação à data, realizado no santuário

Nesta sexta-feira (9), será celebrada a missa que marca os 13 anos da morte de Frei Miguel, no Santuário São Judas Tadeu, no bairro América, em Aracaju. A cerimônia está prevista para às 19h30, no local onde o religioso está sepultado e que, ao longo dos anos, passou a receber visitas de fiéis que mantêm a devoção à sua memória.

A celebração marca o encerramento de um tríduo em preparação à data, realizado no mesmo santuário. A comissão organizadora também pede que pessoas que afirmam ter alcançado graças por intercessão de Frei Miguel entreguem seus testemunhos por escrito na secretaria da igreja.

Quem foi Frei Miguel

Nascido Michelangelo Serafini, em Cíngoli, na Itália, em 30 de outubro de 1908, Frei Miguel ingressou na Ordem dos Capuchinhos, foi ordenado sacerdote em 1934 e chegou ao Brasil no ano seguinte. Atuou como missionário na Bahia e, sobretudo, em Sergipe, onde construiu a Igreja São Judas Tadeu e deixou forte legado de fé, acolhimento e serviço aos mais pobres.

Conhecido popularmente como “o Santo de Aracaju”, Frei Miguel tornou-se referência espiritual para milhares de devotos. Foi confessor, orientador espiritual e personagem central na formação religiosa de diversas gerações. Morreu em 9 de janeiro de 2013, aos 104 anos. Em 2016, foi inaugurado o Memorial Frei Miguel, no próprio santuário, que guarda sua história e memória.

O processo de beatificação do religioso já foi iniciado pela Igreja Católica, e a devoção popular segue viva, impulsionando testemunhos, homenagens e manifestações de fé todos os anos na data de sua morte.

Texto e imagem reproduzidos do site: a8se.com

domingo, 4 de janeiro de 2026

51º Encontro Cultural de Laranjeiras (2026)

Grupo de Reisado é uma das manifestações culturais
 que estarão em evidência durante o encontro cultural
 Foto: Igor Matias

Indumentária utilizada por alguns grupos folclóricos
 que fazem parte da identidade sergipana

Museu de Arte Sacra é um imóvel do século XIX, 
cujo acervo inclui uma vasta coleção de imagens sacras

Casa do Artesanato, no Centro, destaca-se, principalmente, 
pela produção de renda irlandesa

Gastronomia local conta com pratos à base de frutos do mar e do rio, 
como peixes, camarão, entre outros

Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus é datada do século XVIII
 e um convite a historiadores e turistas 

Conjunto arquitetônico da cidade, com igrejas centenárias, 
casarões históricos e paisagens às margens do Rio Cotinguiba, 
são atrações algumas das turísticas 
Fotos: Max Carlos/Setur

Publicação compartilhada do site GOVERNO DE SERGIPE, de 2 de Janeiro de 2026 

Cultura e tradição atraem visitantes e turistas para o 51º Encontro Cultural de Laranjeiras

Na cidade histórica, berço da cultura sergipana, evento se consolida no cenário nacional ao fortalecer identidades populares e, assim, impulsiona o turismo no estado

Com apoio do Governo de Sergipe, o município de Laranjeiras, localizado na Grande Aracaju, promove, entre os dias 4 e 11 de janeiro de 2026, o 51º Encontro Cultural de Laranjeiras, considerado um dos maiores eventos culturais do Brasil. Assim, Sergipe, mais uma vez, destaca-se no cenário nacional com a realização do encontro, que reúne manifestações populares, estudos e práticas da folkcomunicação – comunicação popular. Além de contar com uma programação musical com artistas locais e nacionais, atraindo grande público, o evento possibilita que os visitantes, entre pesquisadores, turistas e moradores de diversas regiões do estado, possam, ainda, aproveitar os oito dias de evento para desfrutar dos inúmeros atrativos turísticos do município.

A secretária de Estado do Turismo, Daniela Mesquita, destaca que o evento reafirma Laranjeiras como referência na preservação e difusão do patrimônio cultural e imaterial brasileiro, valorizando tradições. “O Encontro Cultural de Laranjeiras é um espaço de troca de saberes e de fortalecimento das culturas populares. E a programação pensada para integrar pesquisa e espetáculo, mantendo o caráter histórico do encontro, faz do evento uma experiência única ao contar com a participação de mestres da tradição popular. Assim, reafirma o papel como espaço de celebração das identidades sergipana e brasileira”, afirma.

Daniela Mesquita enfatiza ainda que o Encontro Cultural de Laranjeiras impulsiona o turismo na cidade, cuja característica marcante é o conjunto arquitetônico, com igrejas centenárias, museus, casarões históricos e paisagens às margens do Rio Cotinguiba. Também, segundo ela, oportuniza aos visitantes conhecerem a gastronomia local, cujas tradições afro-brasileira e nordestina dispõem de pratos à base de frutos do mar e do rio, como peixe, camarão e caranguejo, por exemplo, além de doces. “O artesanato também é evidenciado com peças em cerâmica, madeira, palha, tecido, bordados e objetos decorativos que retratam o cotidiano, a religiosidade e as manifestações culturais da cidade”, completa a secretária.

Berço cultural

Projetada nacionalmente, Laranjeiras vê fortalecido o papel dela como território de memória, tradições e identidade cultural ao se tornar um espaço de vivência cultural. Com uma programação robusta, a 51ª edição do Encontro Cultural conta, especialmente, com apresentações de grupos folclóricos, como o samba de pareia, reisado, taieira, cacumbi e outras expressões que fazem parte da identidade sergipana. A programação também contempla cortejos, realizações de oficinas, mesas de debate, exposições, espetáculos teatrais e shows musicais.

A cidade histórica, considerada berço da cultura sergipana, reúne um conjunto arquitetônico e urbano tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). São diversos edifícios coloniais que retratam a história e a cultura locais, a exemplo de igrejas e monumentos que fazem dela um importante polo turístico e cultural, preservando a memória e a identidade de Sergipe.

As igrejas, que são inúmeras, são os monumentos mais visitados. Entre elas, estão a Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus, datada do século XVIII; Igreja Nossa Senhora da Conceição da Comandaroba, que foi edificada pelos padres jesuítas da Companhia de Jesus; Igreja Senhor do Bonfim, do século XIX, que possui arquitetura colonial; e Igreja Nossa Senhora da Conceição dos Homens Pardos.

Mais tradição

Há, ainda, o Centro Histórico, com ruas de paralelepípedo repletas de edificações que contam a história da cidade, como os Trapiches do século XIX, onde funcionam a Universidade Federal de Sergipe (UFS) e o Mercado Municipal. Há também a Casa de Cultura João Ribeiro, um espaço voltado à pesquisa, onde se encontra todo o acervo do jornalista, crítico literário, filólogo, historiador, pintor, tradutor brasileiro e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), João Ribeiro, que nasceu em Laranjeiras em 1860 e faleceu no Rio de Janeiro em 1934.

A cidade abriga ainda o Museu de Arte Sacra, um imóvel do século XIX, cujo acervo inclui uma vasta coleção de imagens sacras, mobiliário, documentos e porcelanas que datam dos séculos XVII ao XX; a Casa do Folclore Zé Candunga, onde tudo se refere à cultura, tradições e manifestações do folclore laranjeirense, a exemplo dos Lambe-sujo e Caboclinhos, festa que acontece na primeira semana do mês de outubro. Há, também, a Casa do Artesanato, localizada no início da Avenida João Sapateiro, no Centro da cidade, destacando-se, principalmente, pela produção de renda irlandesa, Patrimônio Cultural e Imaterial de Sergipe.

Outro destaque do município é a comunidade quilombola no Povoado Mussuca. Conhecida pela herança cultural e histórica, a comunidade é composta principalmente por descendentes de africanos que foram escravizados. Ali, são preservadas as tradições culturais, religiosas e sociais que remontam os tempos da escravidão. A Mussuca é famosa pelo Samba de Pareia, uma dança tradicional que representa a resistência e a identidade cultural dos quilombolas da comunidade.

Texto e imagens reproduzidos do site: www se gov br

51º Encontro Cultural de Laranjeiras


Festival Cultural de Laranjeiras — Foto: Marco Ferro/ASN

Publicação compartilhada do site G1 GLOBO SE., de 29 de dezembro de 2025 

Confira a programação do Encontro Cultural de Laranjeiras

Evento acontece de 4 a 11 de janeiro de 2026.

Por g1 SE

A programação do 51º Encontro Cultural de Laranjeiras, que acontece de 4 a 11 de janeiro de 2026, foi divulgada na manhã desta segunda-feira (29) pela prefeitura do município.

O Encontro Cultural deste ano traz como tema “Culturas Populares e Folkcomunicação: é de ponta de pé, é de calcanhar”, reforçando a diversidade, a tradição e a preservação das manifestações folclóricas brasileiras.

A programação reúne música, teatro, dança, oficinas, apresentações de grupos folclóricos, simpósio, cortejos e vivências voltadas à folkcomunicação, entre outras atrações. Confira a programação completa divulgada pela prefeitura da cidade.

Entre os nomes que fazem parte da programação musical estão: Devinho Novaes, Joelma, Edcity, Sandra de Sá, Simone Mendes, Dilsinho ,Tarcísio do Acordeon, além de Padre Fábio de Melo.

Confira o horário dos shows:

09/01 sexta-feira

20h30: Grupo Folclórico São Gonçalo da Mussuca
21h: Devinho Novaes
0h: Joelma
02h :Taty Girl
04h: Fantasmão
Intervalos com Banda Centaura

10/01 Sábado

22h: Dilsinho
0h: Simone Mendes:
02h: Tarcísio do Acordeon
04h: Leonne o Nobre
Intervalos com DJ Dubai

11/01 Domingo

15h: Cryminor
Festival de Reggae
16h: Jardim dos Leões
17h: Vibrações
18h: Sisal Roots
19h: Adão Negro
20h30: Banda Pressão
21h30: Yuri Rodrigues e Roquinho Almeida
22h30: Marclésia Gomes e Lellynha Sawré
23h30: Sandro Reis
Intervalos com Caravana Sounds e Zidanny

**********
Texto reproduzido do site: g1 globo com/se/se

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Festa do Bom Jesus dos Navegantes...

Artigo compartilhado do site da ARQUIDIOCESE DE ARACAJU, de 31 de dezembro de 2025

Festa do Bom Jesus dos Navegantes: fé, tradição e história que acompanham o nascimento de Aracaju

Por Rafael Santos

A Festa do Bom Jesus dos Navegantes é uma das mais antigas e significativas expressões de fé do povo sergipano. Sua origem praticamente se confunde com a própria história de Aracaju, que se tornou capital da província em 1855. De acordo com registros históricos e com a tradição oral, a festa teve início entre os anos de 1856 e 1857, sendo considerada por muitos historiadores como a principal manifestação religiosa dos primeiros anos da cidade.

A devoção nasceu entre os pescadores que habitavam o antigo povoado de Santo Antônio, região que hoje corresponde à Colina de Santo Antônio. Segundo a tradição, durante uma forte tempestade, esses pescadores clamaram ao Bom Jesus para que acalmasse as águas, assim como narrado no Evangelho. Do rio ou do mar, eles avistaram ao longe a colina com a cruz e confiaram sua vida à proteção do Bom Jesus. Atendidos em sua súplica, passaram a cultivar a devoção que deu origem à festa, cuja cruz é a mesma que até hoje segue em procissão.

Um ciclo de festejos na Aracaju antiga

Historicamente, a Festa do Bom Jesus dos Navegantes integrava um amplo ciclo de celebrações religiosas da antiga cidade. Esse período festivo tinha início no dia 8 de dezembro, com a Solenidade da Imaculada Conceição, e se estendia até as celebrações de São Benedito. No último domingo de dezembro, a imagem do Bom Jesus descia da colina em direção à catedral, onde permanecia até o dia 1º de janeiro, quando acontecia a tradicional procissão fluvial. Após retornar à catedral, a imagem seguia novamente em procissão até a Colina de Santo Antônio, no domingo seguinte.

Com o passar do tempo, o formato da festa passou adaptações, mas manteve seus elementos essenciais, preservando a riqueza simbólica e espiritual que atravessa gerações.

Programação atual mantém tradição centenária

Atualmente, a Festa do Bom Jesus dos Navegantes conserva a descida da imagem da Colina de Santo Antônio até a Catedral Metropolitana, bem como a tradicional procissão fluvial no dia 1º de janeiro, prática que remonta aos primórdios da devoção e possui a mesma idade da festa.

Neste ano, a programação teve início com o tríduo nos dias 25, 26 e 27 de dezembro. No sábado, dia 27, a imagem do Bom Jesus desceu da colina e seguiu para a Catedral Metropolitana de Aracaju, onde permanecerá até o dia 1º.

No primeiro dia do ano, às 14h, a imagem irá sair da catedral em direção ao Ponto do Imperador, local de embarque para a procissão fluvial. Conduzido em uma embarcação principal, o Bom Jesus seguirá pelas águas, acompanhado por dezenas de barcos, canoas e veleiros, atravessando áreas tradicionais de pesca, passando pelo bairro Industrial, pela região próxima à Barra dos Coqueiros e pelas proximidades da foz do rio, onde devotos aguardam em oração.

Após o retorno ao Ponto do Imperador, terá início a procissão terrestre, que percorrerá  importantes vias do centro histórico da cidade, passando por praças e ruas tradicionais, até a subida final para a Colina de Santo Antônio.

A Festa do Bom Jesus dos Navegantes segue sendo um patrimônio religioso e cultural de Aracaju, testemunhando a fé de um povo que, desde o nascimento da cidade, confia sua vida, seu trabalho e suas águas à proteção do Bom Jesus.

Texto e imagem reproduzidos do site: arquidiocesedearacaju org