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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Nova publicação da Edise é lançada no Museu da Gente Sergipana






Fotos: Maira Andrade/Secult.

Publicado originalmente no site da SECULT em 4 de outubro de 2017.

Nova publicação da Edise é lançada no Museu da Gente Sergipana

Mais uma noite de festa para a literatura sergipana. Na última terça-feira, 03, a cultura de Sergipe recebeu mais uma publicação de peso, com o lançamento de “Sara”, nova obra do autor Zeza Vasconcelos, lançada no Museu da Gente Sergipana. A publicação foi editada pela Edise e é uma obra de ficção, que se passa em um delicado período da história política do país, a Ditadura Militar.

A obra foi escrita em 2013 e conta a história de dois irmãos do interior e se desenrola com a aproximação e paixão de um deles por uma jovem chamada Sara. “É uma obra que traz sonhos, sofrimento e muito amor e que acontece entre as décadas de 1950 e 1980. Vivi a ditadura como um estudante e jovem adulto e a mensagem que quero passar com esse livro é que a ditatura não é uma coisa boa. Ninguém fica incólume a uma ditadura”, reforça Zeza Vasconcelos.

O secretário de estado da Cultura, João Augusto Gama, que é membro do conselho editorial da Edise, participou do evento e não poupou elogios a obra e ao autor. “Zeza afirma que Sara é um livro de ficção e recomenda que nós o leiamos como tal. Mas Sara para mim não é ficção. É realidade. Sara pode ser uma mãe, uma amiga, ela existe. Porque toda a minha geração encontrou ao longo de sua vida uma mulher como ela e Zeza contou essa história de forma bem conceituada e dentro da tradição de um romance nordestino urbano, mas sem perder a sua universalidade. Todos nós ganhamos com Sara e sem dúvidas, Sergipe ficou maior com esse livro”, discursou o secretário.

Para o presidente da Segrase, Ricardo Roriz, a publicação de “Sara” reforça a política editorial da instituição e também uma recomendação do Governador Jackson Barreto. “Nosso trabalho é desenvolver e incentivar que escritores, principalmente os sergipanos, publiquem suas obras, para que a Edise possa editar e promover ainda mais a literatura sergipana no cenário nacional”, frisou.

Já o escritor e editor da revista Cumbuca, Amaral Cavalcante, destaca que Zeza é uma grata surpresa da literatura sergipana e um dos melhores autores do segmento de ficção. “Nós temos carência em Sergipe de ficcionistas. A Edise publica muitas pesquisas, resultado de trabalhos acadêmicos e pouca ficção. Agora, há certa vontade da Edise em divulgar os ficcionistas sergipanos e Zeza é um dos melhores do Estado. Esse é um livro bem ambientado, recente, com coisas que aconteceram a nós mesmos ou com pessoas de nossa família e muito bem escrito, pois ele é um escritor que escreve de uma maneira agradável de se ler”, completou.

Texto e imagens reproduzidos do site: cultura.se.gov.br

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Obra de Zeza Vasconcelos é o primeiro romance ficcional do autor


Publicado originalmente no site F5 News, em 02/10/2017 

‘Sara’ é a mais nova publicação da Edise 

Obra de Zeza Vasconcelos é o primeiro romance ficcional do autor

A história de amor entre um casal em meio à ditadura instalada no Brasil em 1964 é retratada no novo romance ficcional publicado pela Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise. A obra de José Vasconcelos dos Anjos, mais conhecido como Zeza Vasconcelos, é seu segundo livro. 

O livro será lançado no dia 03 de outubro, às 17h, no Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, em Aracaju.Zeza Vasconcelos é médico, artista plástico, músico, gourmet e escritor. Seu amor pela literatura surgiu em sua infância quando seus pais lhe contavam histórias. Na adolescência ia frequentemente à Biblioteca Pública Estadual, que na época ficava na Praça Fausto Cardoso, ler e pegar livros emprestados. “Cada livro transforma um pedacinho do leitor, uns mais, outros menos, mas a todos transforma, porque somos obrigados a criar e questionar enquanto lemos”, comenta.O interesse pela escrita surge logo em seguida. Ainda na adolescência, Zeza começou a escrever alguns poemas, mas foi na década de 1990, em uma oficina literária organizada pela Universidade Federal de Sergipe, que o autor passa a escrever contos com regularidade.

“Tive contos finalistas em concursos, publicados em coletâneas, mas só publiquei meu primeiro livro de contos em 2016, ‘O Herbanário de Tia Finha’ e ‘Outras Curtas Estórias’”, relata.O autor conta que o desenvolvimento da história aconteceu naturalmente em sua imaginação. “Escrever para mim é algo orgânico e os personagens acabam ganhando vida própria. Cabe a mim ir procurando os caminhos e as saídas, para não perder a verossimilhança do que estou contando”, explica Zeza Vasconcelos.Segundo Zeza, a história contada em ‘Sara’ não é baseada em nenhum fato real, mas lembra situações do nosso cotidiano. “A obra é unicamente ficcional, mas não fica distante do conjunto de fatos e histórias reais que aconteceram e ainda hoje acontecem com pessoas vivendo sob regimes autoritários. Com todas as pressões, repressões e violência instalada, a vida continua. Pessoas vivem, trabalham, sofrem, amam, mas ninguém fica incólume em uma ditadura”.

EdiseZeza escolheu a Edise para publicar seu segundo livro. Ele adquiriu confiança na Editora através da qualidade editorial de outros livros e da revista Cumbuca. Para ele, a publicação é uma grande oportunidade. “Terei meu livro divulgado em eventos literários no país ou fora dele, pois sei que a Edise participa de vários eventos”, afirma.Para o presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, Ricardo Roriz, ‘Sara’ é mais uma grande produção da Edise. “Esta é uma obra que apesar de ter caráter ficcional, retrata histórias do período da Ditadura, e que sem dúvidas terá uma importante contribuição para o mercado literário sergipano”, acredita. 

A obra de Zeza Vasconcelos, ‘Sara’ já está à venda em nosso site:
goo.gl/zG9YXC.Fonte: Asscom Edise.

Texto e imagem reproduzidos do site: f5news.com.br

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Livro ‘Sara’ será lançado no Museu da Gente Sergipana

Obra de Zeza Vasconcelos é o primeiro
 romance ficcional do autor
Foto: Divulgação/Edise.

Publicado originalmente no site G1 SE., em 26/09/2017

Livro ‘Sara’ será lançado no Museu da Gente Sergipana

Obra conta uma história de amor em meio a ditadura militar.

Por G1 SE, Aracaju

A história de amor entre um casal, em meio à ditadura instalada no Brasil em 1964 é retratada no novo romance ficcional, publicado pela Editora Diário Oficial de Sergipe (Edise). A obra de José Vasconcelos dos Anjos, mais conhecido como Zeza Vasconcelos, é seu segundo livro. O livro será lançado na terça-feira (3), às 17h, no Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, em Aracaju.

Zeza Vasconcelos é médico, artista plástico, músico, gourmet e escritor. Seu amor pela literatura surgiu em sua infância quando seus pais lhe contavam histórias. Na adolescência ia frequentemente à Biblioteca Pública Estadual, que na época ficava na Praça Fausto Cardoso, ler e pegar livros emprestados. “Cada livro transforma um pedacinho do leitor, uns mais, outros menos, mas a todos transforma, porque somos obrigados a criar e questionar enquanto lemos”, comenta.

O interesse pela escrita surge logo em seguida. Ainda na adolescência, Zeza começou a escrever alguns poemas, mas foi na década de 1990, em uma oficina literária organizada pela Universidade Federal de Sergipe, que o autor passa a escrever contos com regularidade. “Tive contos finalistas em concursos, publicados em coletâneas, mas só publiquei meu primeiro livro de contos em 2016, ‘O Herbanário de Tia Finha’ e ‘Outras Curtas Estórias’”, relata.

O autor conta que o desenvolvimento da história aconteceu naturalmente em sua imaginação. “Escrever para mim é algo orgânico e os personagens acabam ganhando vida própria. Cabe a mim ir procurando os caminhos e as saídas, para não perder a verossimilhança do que estou contando”, explica Zeza Vasconcelos.

Segundo Zeza, a história contada em ‘Sara’ não é baseada em nenhum fato real, mas lembra situações do nosso cotidiano. “A obra é unicamente ficcional, mas não fica distante do conjunto de fatos e histórias reais que aconteceram e ainda hoje acontecem com pessoas vivendo sob regimes autoritários. Com todas as pressões, repressões e violência instalada, a vida continua. Pessoas vivem, trabalham, sofrem, amam, mas ninguém fica incólume em uma ditadura”.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1.globo.com/se