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domingo, 17 de outubro de 2021

Instituto Tobias Barreto: espaço de memória ganhará Inventariação

Legenda da foto: Espaço de memória e preservação da história ganhará inventariação (Crédito da foto: divulgação) 


Publicação compartilhada do site do Portal INFONET, em 10 de outubro de 2021 


Instituto Tobias Barreto: espaço de memória ganhará Inventariação 


Ocupando o segundo andar da Biblioteca Central Jacinto Uchôa de Mendonça da Unit, no campus Farolândia, Zona Sul de Aracaju,  o Instituto Tobias Barreto de Educação e Cultura (ITBEC)  mantém viva a memória e divulga a obra do jurista sergipano Tobias Barreto de Meneses (1839-1889), patrono do espaço. Atualmente, o acervo se transformou numa das maiores referências de pesquisa histórica e cultural do Estado de Sergipe. 


Com mais de cerca de 25 mil itens bibliográficos sobre temas da cultura latino-americana, brasileira e sergipana, o ITBEC foi organizado pelo jornalista e historiador Luiz Antônio Barreto e conta com obras que datam do Século XIX, fotografias históricas incluindo a antiga Aracaju, cartões postais, produções sonoras fora de circulação, microfilmes das pesquisas efetuadas pelo diplomata e pesquisador da cultura popular da América Latina, Paulo de Carvalho Neto, produções fonográficas de artistas sergipanos e gravações em áudio de diversas manifestações culturais. 


Mantendo a condição de lugar de pesquisa e de guarda e preservação da memória local, bibliotecários e documentalistas deram início à primeira etapa da execução das ações do projeto de inventariação. O objetivo é desenvolver uma metodologia para inventariar a massa documental existente no ITBEC. Desta forma, quando o acervo tratado, for procurado para consultas e ou pesquisas, a Universidade Tiradentes, através do Instituto, estará fornecendo serviços e produtos de informação de qualidade, além de preservar as fontes originais e primárias. 


Segundo a bibliotecária de Processos Técnicos do ITBEC, Alda Teresa Nunes de Freitas, o acervo garimpado por Luiz Antônio Barreto tem grande relevância para a sociedade sergipana. Já atendeu cerca de 170 pesquisadores nos últimos três anos. “O inventário desses itens históricos traz benefícios que reverberam para a comunidade acadêmica que é composta por professores, alunos, pesquisadores e estudiosos de modo geral tanto da Universidade quanto o público externo”, reitera. 


Atualmente, as atividades estão parcialmente suspensas para a execução das ações do projeto de inventariação e a previsão é que o ITBEC conclua os referidos trabalhos no 2º semestre de 2022. 


Fonte: Unit 


Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Instituto Tobias Barreto,




Publicado originalmente no site ASN, em 14 de Julho de 2015.

Sergipe tem história e estórias à beça.

Comemorando os 195 anos da Emancipação Política de Sergipe, a Agência Sergipe de Notícias publicou uma série de reportagens contando nossa história e o que temos de mais genuíno, cultura, costumes e nossa gente

Camila Santos, repórter ASN.

História e estórias povoam o imaginário popular e dão eco a lendas e mitos repassados no tempo. Sergipe tem os seus causos, alguns contados e recriados até os dias atuais. Em seu nome, o estado traz a marca do povo nativo, o que mais sofreu com a colonização e praticamente extinto, mas nunca esquecido. A herança indígena está em todos os cantos do estado, mas o caso mais lembrado talvez seja o do Cacique Serigy e sua “maldição” que vem da segunda metade do século XVI. Transformado e adaptado, virou poesia, música e até cinema.

“Originário do tupi si’ri ü pe, quer dizer "no rio dos siris", tendo sido mais tarde adotado Cirizipe ou Cerigipe, que significa "ferrão de siri", nome de um dos cinco caciques que se opuseram ao domínio português”, explica o professor Adailton Andrade no site Fonte da história de Sergipe. Serigy comandou a resistência à colonização e liderou bravamente os guerreiros de sua tribo durante quase três décadas, até a conquista portuguesa em 1590 e a fundação da Capitania de Sergipe Del Rey.

Serigy era líder incontestável no território sergipano. Seu povo vivia entre os atuais rios Vaza-barris e Sergipe. Sua resistência a invasão deu origem à lenda de uma suposta maldição, que uma vez enfurecido por ter sido expulso de suas terras, teria praguejado que nada gerado ali daria bons frutos. Mas nos versos para a “Maldição do Cacique Serigy” de Vinícius Oliveira, que afirma ser descendente do índio, a maldição não foi para o território:

“(...) Mas é preciso pensar

que o amaldiçoado

não foi a terra não

foi o opressor pela opressão

Então é preciso invocar

Pela coragem do cacique Serigy

Uma magia convocar

E nossas orações os corações inspirar”

Bom à beça

Basta reconhecer o intelecto de tantos sergipanos que se fizeram ilustres e colocaram Sergipe no mapa nacional para esquecer de vez a tal maldição. Um deles, por seu talento argumentativo, teria sido a origem de uma expressão popularizada pelo país inteiro e que liga seu sobrenome como sinônimo de “abundância”. Está no dicionário Houaiss com o significado de "em grande quantidade", com os ss substituídos pelo ç e o b minúsculo. “À beça - Argumentar à Bessa”, ou seja, à maneira do advogado e jornalista sergipano, Gumercindo Bessa, nascido em Estância em 1859 e falecido em 1913.

A expressão teria surgido do embate entre o sergipano e o baiano Ruy Barbosa que debatiam sobre a região amazônica do Acre, logo após a compra do território pelo Brasil em 1903. Ruy defendia a incorporação ao Estado do Amazonas, enquanto Gumercindo Bessa defendia a elevação do Acre a território federal, desvinculado administrativamente do Amazonas. “Foi um pega pra capar dos bons, entre dois monstros do direito brasileiro. Os argumentos de Bessa, às dezenas, foram expostos durante horas e horas de falatório, com uma eloquência surpreendente. O sergipano levou a melhor, numa das poucas derrotas de Rui numa querela jurídica”, relata o Dicionário informal. Não apenas pela quantidade de argumentos, mas, sobretudo, por serem convincentes a expressão se popularizou.

A história é famosa, mas há quem a conteste. Em forma de lenda, estória ou história, o fato é que Sergipe tem muito a contar. Assim como Bessa, tantos outros notáveis sergipanos se destacaram, mostrando que o estado não sofreu nenhum tipo de mau agouro.

Imortais

Um bom exemplo desta sorte está nos imortais sergipanos que integram a Academia Brasileira de Letras (ABL): Tobias Barreto de Meneses talvez seja o mais ilustre entre os sergipanos que já ocuparam as suas cadeiras. Nasceu na vila de Campos, que é a atual cidade de Tobias Barreto, e faleceu em Recife, em 1889. Formou ao lado do conterrâneo Silvio Romero a Escola do Recife, em que se buscava uma renovação da mentalidade brasileira. Se destacou, entre outras coisas, por sua oratória de mestre qualquer que fosse o tema escolhido para debate.

Mas outros nomes podem ser lembrados: como o de João Ribeiro, jornalista, crítico, historiador, pintor e tradutor. Nasceu em Laranjeiras, SE, em 1860. Ele empresta seu nome a mais importante comenda da ABL que distingue pessoas ou instituições brasileiras que tenham se notabilizado no âmbito editorial ou cultural. E de Silvio Romero, folclorista, professor e historiador da literatura brasileira, nascido em Lagarto, SE, em 1851. Além destes, também integraram a ABL os sergipanos Gilberto Amado (Estância, SE), e seu irmão Genolino Amado (Itaporanga), Aníbal Freire da Fonseca (Lagarto) e Laudelino Freire (Lagarto). Fonte: ABL.

Instituto Tobias Barreto

É possível conhecer mais do trabalho destes intelectuais no Instituto Tobias Barreto, criado pelo jornalista e pesquisador Luiz Antônio Barreto e que desde 2011 tem seu acervo sob a guarda da Universidade Tiradentes (Unit). A diretora do Instituto, Raylane Navarro Barreto, ressalta que todo o acervo tem uma importância bem significativa para o pesquisador, mas se pudesse destacar algo seria a parte de história e literatura sergipana, por seus livros raros e documentos específicos.

“O acervo é um dos elementos que constitui o Instituto Tobias Barreto. Ele tem cerca de 25 mil títulos entre livros e periódicos, entre 20 e 25 mil imagens, fotografias, incluindo cartões postais, fotos de praças e personagens, políticos sergipanos. Uma boa parte trata da história de Sergipe, mas sobretudo um acervo que envolve a cultura latino americana. Luiz Antônio Barreto quando vivo adquiriu o acervo do diplomata sergipano Paulo Carvalho Neto, que foi diplomata em algumas cidades da América Latina e também nos Estados Unidos. Ele fez um grande recolha de livros, documentos, slides, algumas imagens sob determinadas tribos de nativos latino-americanos e este acervo se encontra aqui também”, informa a professora. Todo o material está aberto ao público e boa parte pode ser consultado pela internet.

Texto e imagens reproduzidos do site: agencia.se.gov.br

domingo, 13 de setembro de 2015

Luiz Antônio Barreto (1944 - 2012), fundador do Instituto Tobias Barreto.

Foto reproduzida do site: graccho.com.br

Luiz Antônio Barreto (1944 - 2012)

Luiz Antonio Barreto nasceu no município de Lagarto, no dia 10 de fevereiro de 1944, filho de João Muniz Barreto e Josefa Alves Barreto. Fez o curso primário na Escola Rural em Pedrinhas e o ensino médio no Colégio Tobias Barreto, em Aracaju. Vítima de perseguição política, sua família morou em diversos municípios de Sergipe, da Bahia e ainda na cidade do Rio de Janeiro.

Jornalista e historiador, estudou Direito nas Faculdades de Direito de Sergipe, em Aracaju, e na Nacional, do Rio de Janeiro, assim como cursou a Escola Nacional de Música, também no Rio de Janeiro. Como jornalista exerceu atividades de repórter, colunista, redator, diagramador e secretário de redação dos jornais sergipanos Correio de Aracaju, Folha Popular, Gazeta de Sergipe, Sergipe Jornal e A Cruzada, no período de 1959 a 1971. Foi diretor da Revista Perspectiva (1966-1967) e colaborador de vários periódicos de Aracaju, Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Teresina, Porto Alegre, Maceió, e da revista Il Moderno, de Milão, na Itália. Também foi colunista do Portal Infonet.

Atuou nas áreas de educação, cultura, história, comunicação, literatura e folclore, exercendo cargos em instituições públicas e privadas, entre os quais o de assessor Cultural do Instituto Nacional do Livro (INL) e Diretor da Organização Simões, Editora, ambos no Rio de Janeiro; diretor da Galeria de Artes Álvaro Santos, em Aracaju; chefe da Assessoria Cultural da Secretaria da Educação e Cultura do Estado de Sergipe; secretário da Educação e Cultura de Aracaju; superintendente de Documentação da Fundação Joaquim Nabuco, Recife (1987-1989); diretor Cultural da Fundação Augusto Franco, Aracaju; assessor da Presidência da Confederação Nacional da Indústria; diretor do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira (Portugal); diretor do Instituto Tobias Barreto.

Com informações da CMA.

Texto reproduzido do site: infonet.com.br/cultura

Instituto Tobias Barreto amplia divulgação da cultura sergipana

 Luiz Antônio Barreto, fundador do ITB.


 Acervo do ITB, memórias do filósofo Tobias Barreto.

Publicado no Jornal Contexto, em 16 de dezembro de 2011

Instituto Tobias Barreto amplia divulgação da cultura sergipana.

Fonte de informação e preservação da cultura, o Instituto Tobias Barreto carrega na sua história 27 anos a serviço dos sergipanos. Guardião da memória do filósofo sergipano Tobias Barreto, o ITB vive um momento de glória, depois da tempestade que o ameaçou fechar as portas este ano.

Em virtude de problemas de manutenção, o Instituto que abriga um acervo com mais de 25 mil títulos que contam a história de Sergipe, corria o risco de ser fechado. O que não ocorreu devido à sua transferência para a Universidade Tiradentes (Unit).

Sem incentivo do poder público e da esfera privada, uma nova expectativa surgiu quando a Unit abraçou a causa do pesquisador e fundador do ITB, Luiz Antônio Barreto e acolheu o Instituto. A reinauguração aconteceu no dia 7 de novembro e foi pontuada com a presença de personalidades da vida cultural e política sergipana.

De acordo com o pesquisador Luiz Antônio Barreto, a localização da antiga sede do Instituto não era tão favorável à sua proposta de divulgação da obra de Tobias Barreto e das culturas erudita e popular quanto a Unit. “A qualidade do local gera melhores condições para o acesso. A universidade é o local mais adequado, já tem uma clientela dentro”, afirma Luiz Antônio Barreto.

Funcionando a todo vapor, sob a coordenação do pesquisador, na Biblioteca Central da Unit, o ITB mantém em seu acervo mais de 30 mil itens, entre livros, fotografias e discos. Além de registros históricos nacionais, trabalhos acadêmicos e de pesquisas, feitos pelo próprio Instituto. Sob a orientação de Luiz Antônio Barreto, a nova sede do ITB ampliou o campo de divulgação da cultura local, atingindo praticamente todo o Estado. A proposta da divulgação do Instituto foi beneficiada com um acervo multiplataforma, contando com a exposição de jornais, microfones, discos de vinil, além de uma sala para divulgação das produções de artistas, escritores e acadêmicos sergipanos. A sala está equipada com aparelhos que permitem ao visitante ouvir e ver os registros da coleção.

A sala, que fornece de CDs dos ritmos “Chegança” e “Taieira” até folhetos de arte, conta com uma decoração que divulga artistas, escritores e acadêmicos de Sergipe. Dentre os homenageados, a historiadora Maria Thétis Nunes e o artista plástico Cândido Aragonez de Faria. “O meu desejo é que o estudante venha aqui e veja uma imagem, uma capa de livro para que ele talvez se interesse por essas figuras”, declara Luiz Antônio Barreto.

Além de preservar e divulgar a memória de Tobias Barreto, trabalhar pesquisando, reunindo e divulgando seu pensamento, sua obra e sua atualidade, o Instituo tem também como objetivo colocar Sergipe em evidência, estudar a cultura sergipana e tornar conhecidos os autores sergipanos, destacando os traços da sergipanidade.

O estudante de Direito da Unit, Erasmo Marinho Filho, 24 anos, acredita que a instalação do ITB numa instituição de ensino é positiva. “O instituto é de suma importância para o Estado, uma vez que, a única coisa que levamos para toda vida é o conhecimento, a sabedoria. E nada melhor que sabermos sempre mais do nosso povo, da nossa gente, da nossa história”, observa Marinho.

Ainda segundo o acadêmico, a Unit cumpre seu papel social, “com a atitude louvável da Unit, a nossa história permanece viva, aberta e com um fator positivo, muito mais acessível agora até para os estudantes da própria instituição”, encerra.

Além do ITB, a Unit apoia acervos de outros sergipanos, como os que divulgam as obras de Nestor Piva, Rosa Machado, Lourival Baptista e do fotógrafo Lineu.

O Instituto Tobias Barreto funciona de segunda a sexta, no horário de funcionamento da Unit. Conheça o ITB: Avenida Murilo Dantas, nº 300, bairro Farolândia ou agende uma visita através dos telefones (79) 3218 2186 ou 0800 729 2100.

Saiba mais sobre a história de Tobias Barreto em:
http://iaracaju.infonet.com.br/direitoepoesia/tobiasbarreto_biografia.asp

Por Dafnne Victoria do Nascimento.
Fotos: Portal Infonet.
Editora: Samara Menezes.

Texto e imagens reproduzidas do blog: jornal-contexto.blogspot.com.br

Visita ao Instituto Tobias Barreto de Luiz Antônio Barreto



Visita ao Instituto Tobias Barreto de Luiz Antônio Barreto.
O ITB funciona na Biblioteca Central da Universidade Tiradentes,
na Avenida Murilo Dantas, 300, Bairro Farolândia, em Aracaju/SE.
Imagens reproduzidas do blog marillyanevanys.blogspot.com.br

Clique na imagem para aumentar.

Visita ao Instituto Tobias Barreto de Luiz Antônio Barreto.








Visita ao Instituto Tobias Barreto de Luiz Antônio Barreto.
O ITB funciona na Biblioteca Central da Universidade Tiradentes,
na Avenida Murilo Dantas, 300, Bairro Farolândia, em Aracaju/SE.
Imagens reproduzidas do blog marillyanevanys.blogspot.com.br

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Unit Preserva Memória Cultural Sergipana Digitalizando Acervo

Foto: Marcelo Freitas.

Publicado em 7.11.2013 | por ASSCOM.

Unit preserva memória cultural sergipana digitalizando acervo

O projeto extensionista realizado no Instituto Tobias Barreto visa manter viva a memória através da digitalização de todo o acervo deixado pelo patrono do espaço.

A aluna Daniele Santos Souza cursa o 6º período do curso Design Gráfico e está empolgada com o projeto de Extensão que vem desenvolvendo desde o início do ano passado no Instituto Tobias Barreto de Educação e Cultura, sediado pela Unit no primeiro piso da Biblioteca Central Jacinto Uchôa, no Campus Farolândia.

Supervisionado pela professora Raylane Andreza Dias Navarro Barreto, atual diretora do Instituto e viúva do jornalista e pesquisador que empresta seu nome ao espaço cultural. O projeto é intitulado “Organização e Exposição do Acervo da Unidade Cultural” e tem por objetivo preservar e divulgar o acervo, hoje resguardado pela Unit.

“O acervo é constituído de documentos, livros de História, Direito, Literatura, Folclore, entre muitos outros, além de fotografias que revelam os cenários e os costumes da sociedade sergipana desde o início do século passado”, lembra Daniele. Ela é uma das alunas bolsistas do projeto extensionista, responsável pela catalogação e digitalização de todo o conteúdo existente nas caixas deixadas pelo pesquisador. Até agora já foram digitalizadas oito caixas contendo documentos e fotos. “A ideia é preservar todo o acervo afinal, o tempo não permite que sejamos eternos”, salienta a aluna.

Muito em breve, todo o material que já foi submetido ao processo será colocado em exposição revelando assim uma oportunidade ímpar para que estudantes, pesquisadores e até mesmo a sociedade tenha a oportunidade de conhecer o legado deixado por Luiz Antônio Barreto.
  
Imagem e texto reproduzidos do site: unit.br/asscom