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sábado, 20 de novembro de 2021

REGISTRO > Alto Sertão produz toneladas de hortaliças irrigadas...









REGISTRO de publicação de 25/08/2021 


Fotos: Fernando Augusto


Publicação compartilhada do site GOVERNO DE SERGIPE, de 25 de agosto de 2021 


Alto Sertão produz toneladas de hortaliças irrigadas para Sergipe e estados vizinhos 


Perímetro mantido pela Cohidro em Canindé produziu 626 T de alface e coentro até junho deste ano 


Em Canindé de São Francisco, os agricultores do Perímetro Irrigado Califórnia produziram 1.330 toneladas  só de alface e coentro, em 2020. As folhosas, que requerem muita água e exposição direta aos raios solares, recebem irrigação durante todo o ano pelo Governo do Estado, através da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro). O mercado para as duas olerícolas é grande, atendendo aos municípios vizinhos e até as feiras livres do estado de Alagoas. A alta produção rendeu aos irrigantes do Califórnia R$ 6,2 milhões em faturamento bruto no ano passado. Já em 2021, de janeiro a junho, foram produzidos 384 T de alface e 242 T de coentro no Califórnia, gerando um faturamento estimado em R$ 1.342.400,00. 


Neste ano, o Califórnia já conta com uma área colhida de 38 hectares. Ednaldo Pereira é um dos agricultores que cultivam alface e coentro no perímetro irrigado pela Cohidro e está satisfeito com o retorno do investimento feito nas folhosas. “Para mim, é ótimo. Dá para sustentar minha família e ainda emprego um monte de gente. Tem três pessoas trabalhando comigo direto, e ainda têm as outras que trabalham indireto. Eu abasteço as feiras, então no meio da semana a gente bota mais quatro ou cinco funcionários. E, ali na frente, tenho mais pessoas trabalhando fazendo o plantio de milho”, conta o produtor. 


Acompanhando Ednaldo e outros oleicultores, o técnico agrícola da Cohidro, Luiz Roberto Vieira, indica para onde as hortaliças de Canindé são enviadas. “Essas áreas abastecem todo o Alto Sertão. O principal escoamento é para as feiras livres de Poço Redondo, Nossa Senhora da Glória, Canindé de São Francisco e até mesmo além-divisa com Alagoas, em Piranhas. É um faturamento semanal. Essa área daqui produz em torno de duas toneladas por semana. É uma contribuição social, pois Ednaldo é hoje um microempresário com cinco pessoas o auxiliando. E a Cohidro está presente e ativa para fazer o melhor para o produtor. O produtor rural é a razão da Cohidro e dos órgãos de assistência técnica do Governo do Estado”, disse. 


O técnico agrícola da Cohidro no Perímetro Califórnia informa, ainda, que a equipe presta a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) nos lotes diariamente. Nas roças com hortaliças, em que o plantio e a colheita ocorrem quase todo dia, os técnicos comparecem quando são chamados. “No caso desse produtor, embora seja diariamente, é mais pontual. Por exemplo, se tiver alguma praga que fuja do controle dele, por não ter o recurso técnico para lidar, ele consulta a nossa equipe técnica e aí a gente faz o atendimento devido”, explicou Luiz Roberto Vieira. 


O diferencial do trabalho do produtor Ednaldo Pereira é trabalhar todas as etapas da produção, investindo em ferramentas, mão de obra e tecnologia. Desde a semente com produção das mudas; o preparo do solo, em que ele investiu em motocultivador para arar a terra; até os tratos culturais diários e a irrigação por microaspersão, mais econômica e fixa. “Eu digo direto: a pessoa consegue produzir até em cima de uma pedra, se faz com carinho, sabendo o que está usando. A gente trabalha o ano todo sem preocupação com o sistema de água, porque tem água de inverno a verão”, finalizou o produtor, destacando a importância da irrigação pública para a produtividade dos seus lotes. 


Texto e imagens reproduzidos do site: se.gov.br 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Fazenda Mundo Novo, no município de Canindé do São Francisco

Vista panorâmica da Fazenda Mundo Novo.
Foto: Divulgação.

Fazenda Mundo Novo, um paraíso encravado no sertão de SE.

A Fazenda fica no município de Canindé de São Francisco (230 km de Aracajú).

Que o sertão nordestino tem uma beleza peculiar e característica, todo mundo sabe. Que Sergipe possui um dos mais belos cartões postais de caatinga do Nordeste, com paisagens belíssimas do Cânion do São Francisco, isso também todo mundo sabe. Mas a grande novidade dos roteiros turísticos do estado sergipano é a Fazenda Mundo Novo, um paraíso encravado no município de Canindé de São Francisco (230 km) cujo nome faz jus para as descobertas que o visitante irá encontrar.

Além da enorme reserva de caatinga nativa e suas plantas medicinais distribuídas em 2.700 tarefas, a fazenda guarda relíquias de milhares de anos, um pouco da história do cangaço e uma das mais belas paisagens do sertão sergipano, sendo ótima para o lazer e turismo de aventura. Localizada a 32 km de Canindé, a Fazenda Mundo Novo é repleta de trilhas que deixam os visitantes maravilhados com a área de preservação ambiental no meio do sertão de Sergipe. "Fiquei encantado quando visualizei pela primeira vez esta propriedade. A beleza da mata nativa e os seus paredões milenares. Para mim foi um novo mundo que tinha acabado de descobrir, por conta disso que coloquei este nome quando a comprei em 1978", conta o proprietário da fazenda, o médico veterinário aposentado, José Augusto Lima, que faz um trabalho abnegado de preservação da história.

É neste recanto que existe uma das maiores e variadas opções para o turismo ecológico e de aventura no município de Canindé de São Francisco. A Fazenda Mundo Novo possui um dos mais bonitos parques temáticos da caatinga que está sendo totalmente infraestruturado para se tornar uma das maiores atrações turística ecologicamente correta do estado. Em visita ao lugar, o turista percorre trilhas de sete quilômetros de extensão, passando por quatro sítios arqueológicos, já registrados por pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe (UFS), com pinturas rupestres datadas de nove mil anos, as trilha dos Veados e do Céu, onde o visitante tem uma vista privilegiada do rio São Francisco e da caatinga, além de conseguir enxergar as divisas entre os estados de Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Bahia.

São nessas trilhas que o visitante conhece um pouco da história do cangaço por um caminho repleto de rochas, num percurso de 1 hora, entre arbustos e imensas pedras. Neste lugar é onde fica guardado um pedaço da história de Virgulino Ferreira, o Lampião. Lá ficava localizado o esconderijo onde o cangaceiro e seu bando. O visitante também tem a oportunidade de conhecer peculiaridades da vida do cangaço, como a banheira de Maria Bonita e a Pedra do Dominó, um local que servia de ‘salão de jogos' dos cangaceiros e a Pedra do Abraço, o cantinho onde Lampião dormia com a sua Maria Bonita.

Neste paraíso onde o angico reina existe um mandacaru centenário e o mais impressionante conjunto de rochas que surge ao longo dos muitos caminhos que passam pela Fazenda Mundo Novo. Moldadas pelo tempo, algumas rochas lembram figuras conhecidas e por isso ganharam apelidos como a Pedra da Galinha e Rocha da Tartaruga. Mas a Fazenda Mundo Novo ainda guarda outra riqueza para o final desta visita ao passado. O visitante pode contemplar um cenário de rara beleza com a formação do Lago Xingó, onde as águas do Rio São Francisco se transformam no quinto maior cânion navegável do mundo. E é nesse cenário que o Cânion do São Francisco surge imponente no meio do sertão de caatinga e trilhas, onde seus paredões rochosos com mais de 60 metros de altura guardam a história da vida e a luta pela sobrevivência do sertanejo nordestino.

Fonte - Setur/Emsetur.

Texto e imagem reproduzidos do site: debrasilia.com.br

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Cânion de Xingó, no município de Canindé de São Francisco


Cânion de Xingó, no município de Canindé de São Francisco/SE.

Cenário natural formado pela vegetação da caatinga e toda a exuberância do Rio São Francisco pode ser acompanhado desde o início do passeio no Porto Karrancas, localizado no dique da barragem da Usina Hidroelétrica de Xingó, construída na década de 70, e que deu origem ao 5º maior cânion navegável do mundo.

O Cânion de Xingó é formado por um vale profundo, com 65 quilômetros de extensão, 170 metros de profundidade e largura que varia de 50 a 300 metros...

Texto e imagem reproduzidos do site: sergipeturismo.com

sábado, 28 de novembro de 2015

Conheça o Vale dos Mestres no Canindé de São Francisco


Conheça o Vale dos Mestres no Canindé de São Francisco.

No município sergipano Canindé de São Francisco, localizado à 213km de Aracaju, estão três das grandes belezas da região: o Velho Chico, os Cânions do Xingó e o Vale dos Mestres. Nessa região não faltam opções de trilhas, paisagens naturais e sítios arqueológicos para explorar o ecoturismo e aproveitar o que a natureza tem a oferecer.

A trilha que precisa ser feita para conhecer o Vale tem cerca de 2 mil metros de extensão. Ela é conhecida como a Trilha Vale dos Mestres e é cercada de paredões rochosos ocasionados pela erosão. A trilha é famosa e faz parte da estação Xingó, situada próximo ao povoado de Curitiba, na fazenda Poço Verde.

O Vale dos Mestres fica sob o leito do Rio Poço, um dos afluentes do Velho Chico. Do outro lado do rio estão os sítios arqueológicos, onde é possível observar pinturas rupestres de mais de 3 mil anos. Essas pinturas lembram animais e figuras humanas e é uma das mais curiosas atrações.

No caminho é possível estar em contato com a natureza e ter a oportunidade de conhecer as espécies da flora do sertão, como os conhecidos xiquexiques e mandacarus, além de conhecer as lendas e se encantar pelas magias do lugar.

Texto e imagem reproduzidos do site: cbhsaofrancisco.org.br

Moradores recordam evolução de Canindé de São Francisco

 Imagem da antiga sede de Canindé do São Franscico.

 Caldeira de antiga fábrica de coturme que as margens do rio.

Turistas de todo o país se encantam com a paisagem que
serviu de cenário para Cordel Encantado.
Créditos F/1 e F/2 - Reprodução/TV Sergipe.
Crédito F/3 - Flávio Antunes/G1.

Publicado originalmente do site Do G1 SE, em 24/11/2015

Moradores recordam evolução de Canindé de São Francisco.

Município comemora 62 anos nesta quarta-feira (25).
Cidade tem população de mais de 28 mil habitantes.

Do G1 SE

O município de Canindé de São Francisco comemora 62 anos nesta quarta-feira (25) e atualmente possui uma população de mais de 28 mil habitantes, de acordo com o IBGE. A cidade acolhe muita gente de fora e os moradores comemoram o crescimento da economia e turismo local.

No relevo de Canindé encontram-se colinas cobertas por uma vegetação de capoeira e caatinga. A região está inserida na bacia hidrográfica do Rio São Francisco e nela encontra-se a Usina hidroelétrica de Xingó. Além do São Francisco, o riacho Lajedinho e o Rio Curituba drenam a região. A agricultura, pecuária, avicultura e turismo aquecem a economia do município.

“Canindé me deu a oportunidade de recomeçar a minha carreira profissional. Tenho orgulho de viver aqui nesta cidade acolhedora. Sou feliz em morar aqui e ainda sou presenteado com o clima e belezas naturais”, vibra Tânio.

No coração do sertão sergipano, riquezas que vão além do contraste entre a seca, e seus resistentes mandacarus, e a exuberância do Velho Chico. E é nas ruas que os moradores recordam a história da cidade.

“Para mim, Canindé de São Francisco significa oportunidade de vida. Cheguei aqui em busca de estabilização profissional e financeira e consegui, aqui é possível viver em paz com tranquilidade”, comemora Jô.

O dia em Canindé começa cedo e um hábito comum para muitas famílias é reunir todos no café da manhã. A família da dona de casa Marina Alice dos Santos é grande e aos poucos vão chegando filhos e netos. Assim como o seu companheiro, Adair Martins, Mariana é alagoana, mas juntos criaram raízes em Canindé.

O amor dos pais pela terra que os acolheu, enche de orgulho os filhos. Maria José Messias dos Santos se emociona ao falar da preocupação que tem sobre o bem maior da cidade, na visão dela é o Rio São Francisco.

“É muito triste acompanhar a situação do rio que está passando por uma degradação muito grave. As pessoas precisam acordar para esta realidade e fazer algo para não deixar o rio morrer”, disse.

Em1629 vieram os primeiros desbravadores. No século XX, mais precisamente na década de 30, a cidade ainda não passava de um povoado às margens do rio, com pouco mais de 100 casas, e tinha a nomeação de 2º distrito de paz do município de Porto da Folha. D Canindé, a Curituba e então Canindé de São Francisco. Ao longo do tempo decretos de lei, transformaram o nome do povoado, até que ele se tornasse um município emancipado em 25 de novembro de 1953.

A aposentada Maria Auxiliadora Melo de Britto relembra como era a vida na Canindé Velha, às margens do rio. “Naquela época a cidade tinha poucas casas e todo mundo se conhecia, não havia violência. Os moradores saiam e deixaram as casas abertas e ninguém entrava para levar objetos de valor. Ninguém roubava nem fazia mal ao próximo. As serestas eram a nossa diversão e não tinha brigas nas festas”.

A diretora da primeira escola da antiga Canindé, dona Dora se lembra em detalhes da mudança dos moradores para a nova sede da cidade, na década de 80, com a chegada da Hidroelétrica de Xingó. “A fase foi traumática para os moradores porque o prefeito da época foi o primeiro a se mudar para a Canindé de cima. No início eu dava aulas na escola nova e também na velha para os alunos que ainda não haviam se mudado”.

A professora Vera Avelino comemora o aniversário da cidade dando aula de história para os alunos. “É importante que a gente conheça a nossa história e amo contar como tudo aconteceu para os alunos. Eles se interessam muito e fazem perguntas. Sou apaixonada pela cultura e é um prazer estudar e passar meus conhecimentos”.

Texto e imagens reproduzidos do site: g1.globo.com/se/sergipe

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Canindé do São Francisco - Feira é atração turística







Fotos: Silvio Oliveira.

Infonet > Blog Silvio Oliveira > 06/08/2015.

Canindé do São Francisco (SE): Feira é atração turística.

Cheiro, gosto e cor do sertão de Sergipe.

Por Silvio Oliveira.

Encontro de tradições sertanejas na feira livre. Foto: Sílvio Oliveira
Galinha de capoeira ou carne de bode? Adicuri, ouricuri ou coquinho? Mel, melaço ou cabau? Fumo de rolo ou cigarro de palha? Difícil de responder, mas nas feiras livres do sertão de Sergipe, a tradição e o cotidiano viraram atração turística. E não poderia ser diferente em Canindé do São Francisco, distante 213km de Aracaju.

No Alto Sertão de Sergipe fica localizada Canindé do São Francisco, famosa por lá situar a hidrelétrica de Xingó e o Cânion do São Francisco, um dos destinos turísticos mais visitados de Sergipe. Mas há quem diga que o mercado público e as feiras livres de Canindé são as expressões mais detalhadas da cidade. É lá onde o turista encontra os cheiros, cores, gostos e tradições da população.

A feira livre da cidade tem virado atração. O turista encontrará desde frutas e verduras aos mais autênticos produtos da culinária sertaneja, a exemplo de manteiga de garrafa, ovos de galinha de capoeira, rapadura, além de temperos e artefatos em couro.

Os doces caseiros enrolados na palha e os produtos confeccionados à base de milho e coco, a exemplo do beiju, pé de moleque, malcasado, viraram souvenires nas mãos dos turistas. A rapadura é embalada para viagem e de lá segue para os mais diversos cantos do país.

Não é por menos que a cidade já recebeu um festival da goiaba e do quiabo. Por conta da fartura da fruta, na feira pode-se encontrar goiabada e balas da fruta que ganham formato para presente.

A vedete das feiras da região é o coquinho extraído ainda verde de uma palmeira tipicamente brasileira, denominado de ouricuri. Por meio do povo simples o ouricuri ganhou variações de nomes também sendo chamado de adicuri ou simplesmente dicuri ou licuri.

A palmeira pode produzir até oito cachos com mais de 1.500 coquinhos cada. E todo mundo que tem um pé de dicuri no quintal, quando nota que os frutos estão num tom amarelo vermelho, sabe que está na hora de cortar o cacho e colocá-lo para secar. Depois é quase que uma diversão em família. O quebrar do coquinho geralmente com uma pedra é quase que uma brincadeira. E depois saborear a noz que tem um sabor de coco é como se estivesse saboreando uma tradição de infância nas cidades do interior do Nordeste. O doce de ouricuri ou o soverte também podem ser apreciados.

Na parte superior da feira livre, os bares e restaurantes populares servem desde o sarapatel a carne de sol assada com feijão verde. Se tiver uma conversa mais amigável com um dos proprietários, a galinha de capoeira pode ser adquirida e cozida lá mesmo. Ai é só aproveitar o sabor do sertão, fotografar as tradições da feira e levar na bagagem os presentinhos com cheiro, gosto e cor do sertão de Sergipe.

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br/silviooliveira

sábado, 21 de setembro de 2013

Cachoeira do Lajeirão um oásis no sertão sergipano



Turismo Nordeste, em 05.04.2012.

Cachoeira do Lajeirão um oásis no sertão sergipano

Bastante conhecida pelos habitantes do município de Canindé de São Francisco, que fica a 213 km da capital Aracaju, a Cachoeirado Lajeirão está sendo totalmente estruturada para o visitante que gosta de adrenalina e aventura. Situada, na rodovia SE-206, a trilha que o turista percorre até chegar ao topo da cachoeira são de 3 km.

Após fazer uma caminhada pela trilha, a grande recompensa ao final da aventura é um delicioso banho na cachoeira que deságua no Rio São Francisco. A cachoeira do Lajeirão que é uma verdadeira explosão de cores para os amantes da natureza, com sua nascente situada no projeto Califórnia, em de Canindé de São Francisco. A cachoeira começa como um pequeno riacho no Lajeirão e deságua no Rio São Francisco, onde suas águas se tornam excelentes para um banho relaxante.

A trilha exige atenção por parte dos aventureiros por ser um pouco íngreme e de descida. Mas, durante o percurso, é possível observar a caatinga preservada e a grandeza na diversidade da fauna local, com a avesímbolo dessa vegetação, a Asa Branca, além de outras espécies, a exemplo da Cabeça Vermelha, Papagaios, Canção, Nambu, Rolinha, Tizil e várias espécies de Beija-flor. A flora também aparece com suas espécies nativas como a caibeira, catingueira, xique-xique, mandacaru, facheiro, cabeça e coroa de frade ejurema.

Para quem for aventureiro de primeira viagem é importante seguir o caminho acompanhado por um trilheiro local, onde é cobrada uma taxa de visitação, sendo negociado diretamente por uma agência de turismo ou receptivo local.

Fonte: Turismo Sergipe.

Foto e texto reproduzidos do site: onordeste.com