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quinta-feira, 13 de março de 2025

Exposição Rosa Faria e a Arte de Retratar Aracaju

 


Publicação compartilhada do site GOVERNO DE SERGIPE, de 12 de Março de 2025

Palácio Museu Olímpio Campos homenageia a artista plástica Rosa Faria em exposição Em homenagem ao aniversário da capital, o Pmoc convida os sergipanos a visitarem a produção que homenageia retrata a cidade de Aracaju ao longo das décadas

Conhecido por ser um dos berços da memória sergipana, o Palácio Museu Olímpio Campos (Pmoc) também é um local onde artistas do estado realizam suas exposições, valorizando a arte e a cultura de Sergipe. Na tarde desta quarta-feira, 12, o Palácio abriu as portas para a exposição Rosa Faria e a Arte de Retratar Aracaju. A mostra, que segue até 5 de abril, apresenta obras da artista plástica como uma maneira de homenageá-la, além de celebrar o aniversário de Aracaju, que completará 170 anos na segunda-feira, 17 de março.

Com entrada gratuita, a exposição busca resgatar a memória de Aracaju, celebrando a história e as transformações através do olhar de Rosa Faria, uma das principais artistas sergipanas do século XX. As obras em destaque incluem pinturas e painéis em porcelana e azulejo, que mostram a vida cotidiana da cidade, as praças, ruas e festas populares.

Representando o governador Fábio Mitidieri, o secretário Especial do Gabinete de Governo, Tiago Andrade, destacou a importância do incentivo do Governo de Sergipe à arte. “Incentivando cada vez mais a cultura, o Governo do Estado abre as portas do Palácio Museu Olímpio Campos para a exposição de Rosa Faria, que traz belos quadros homenageando a capital. Aproveito a oportunidade para convidar a todos a visitarem a exposição, que estará aberta ao público”, enfatizou.

Segundo o museólogo Romário Portugal, a exposição foi pensada como uma maneira de realizar uma dupla homenagem, tanto a Rosa Faria, quanto à cidade de Aracaju. “Rosa não é aracajuana, ela nasceu em Capela, mas, ao se mudar para a capital, foi se especializando em suas pinturas, tanto a óleo quanto em azulejos e porcelanato. A curadoria foi feita através de doações temporárias para o Pmoc”, explicou.

Para a historiadora Izaura Ramos, ao iniciar a pesquisa na arte, com temáticas que abordassem o Dia das Mulheres e o aniversário da capital, a artista que mais trabalhou a história de Aracaju, no contexto do Dia das Mulheres, foi Rosa Faria. “Antes de falecer, Rosa era uma das únicas artistas mulheres do mundo que trabalhavam com azulejo. Então, é uma valorização da nossa cidade, da nossa história e de Rosa. Temos aqui acervos da Associação Sergipana de Imprensa, pois Rosa também era jornalista, e da Universidade Tiradentes, que nos cedeu os acervos em azulejo e o livro em azulejo que ela escreveu sobre a história da nossa capital”, destacou.

Já a diretora da Biblioteca Pública Estadual, Juciene Maria, ao participar da exposição, destacou que ela engrandece ao trazer uma beleza de cores com a história da capital e resgatar uma Aracaju de antes, com os prédios antigos e paisagens que são capazes de levar ao passado da cidade. “É muito importante visitarmos exposições como essa para conhecermos nossa cidade. Rosa Faria deixou um legado muito importante para a educação, comunicação e cultura sergipanas”, disse.

A diretora do Museu Galdino Bicho, Adinari da Silva, enfatizou que a exposição vai além da representação feminina. “Essa também é uma representação que ativa a memória cultural de um povo sergipano, de suas lutas e de seus patrimônios. Ao observar a exposição, também pude perceber a junção dos acervos de várias instituições. Isso é muito bonito e extremamente enriquecedor”, completou.

Alana Figueiredo, que também é natural de Capela, foi à visitação porque sua família conhecia a artista plástica. “Minha avó a conheceu pessoalmente, pois eram do mesmo convívio, e acabou que minha mãe me contou que essa exposição aconteceria hoje. Aproveitei para trazer minha filha comigo. Eu já conhecia algumas obras dela, mas não todas, então foi bom vir aqui”, disse.

Rosa Faria

Nascida em Capela, foi artista plástica, professora e jornalista que se destacou em diversas áreas ao longo da vida. Rosa se formou em cursos de Arte e Educação no Rio de Janeiro e lecionou em várias cidades, incluindo Petrolina e Juazeiro. Em 1968, fundou a Galeria Rosa Faria, que mais tarde se tornaria o Museu de Arte e História Rosa Faria. Premiada no 1º Centenário de Aracaju, Rosa também foi uma figura importante no jornalismo local. Faleceu em 1997, deixando um legado de dedicação à arte e à cultura sergipana.

Horários

A exposição estará disponível para visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30, e aos sábados, das 9h às 12h30. As visitas são monitoradas, permitindo uma experiência mais rica e educativa para os visitantes.

Texto e imagens reproduzidos do site: www se gov br

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Obras da artista plástica Rosa Faria




Obras da artista plástica Rosa Faria, expostas no Memorial de Sergipe,
 da Universidade Tiradentes - UNIT, em Aracaju/SE.
Imagens reproduzidas do blog: preciosidadesdesergipe.blogspot.com.br

domingo, 9 de outubro de 2016

Rosa Faria.




Publicado originalmente no site da PGE/SE., em 01/09/2013.

Rosa Faria.
Por Mário Britto.

Rosa Moreira FariaRosa Moreira Faria, professora, artista, pesquisadora, telegrafista, jornalista, taquígrafa e poeta, nasceu no dia 28 de abril de 1917, em Capela/SE e faleceu no dia 1º de maio de l997, em Aracaju/SE
Descendente de portugueses, filha de pai artista, Rosa Faria, autodidata, desde tenra idade já manifestava vocação para as artes. Em sua terra natal, cursou o primário no grupo Escolar Coelho e Campos e o ginásio no Colégio Imaculada Conceição, onde recebeu o diploma de normalista. Em 1942, iniciou sua careira de professora no povoado de Boa Vista, em Capela/SE.

No ano de l946, mudou de sua terra natal para Aracaju/SE e, em 1950, mudou-se para o Rio de Janeiro/RJ, onde fez curso de artes plásticas no Departamento Nacional do Serviço de Aprendizagem Industrial e de Extensão Universitária Sobre Psicologia do Adolescente na Universidade do Brasil. Em l952, fez curso de desenho para ensino. Em l953, ministrou, em Petrolina/PE, curso Nacional Para Jovens de Artes Aplicadas. Em 1956, concluiu curso didático pela Faculdade Católica de Filosofia de Sergipe.

Em 1955, Rosa Faria foi laureada com o primeiro lugar em concurso realizado pela Prefeitura de Aracaju em comemoração ao Centenário de cidade. Admirada pelo povo sergipano em razão do seu relevante trabalho na preservação de nossa história, recebeu diversas comendas e medalhas, como Honra ao Mérito, da Prefeitura de Aracaju, Medalha Amiga da Marinha, Medalha Amiga do Exército, Mérito Serigy, nos graus de Cavaleiro e Comendador e o Título de Cidadã Aracajuana, concedido pela Câmara Municipal de Aracaju.

Membro fundadora da Associação Sergipana de Imprensa, Rosa Faria presenteou a entidade com uma importante coleção de pinturas óleo sobre tela e sobre madeira. Poeta, pesquisadora e escritora, constam, ainda, em seu curriculum, as seguintes publicações: em 1947, a biografia de Dom José Thomaz Gomes da Silva, em forma de calendário; em 1948, Sinopse Biográfica do Monsenhor Carlos Costa e, em 1995, o álbum histórico, composto por 122 placas de cerâmicas, intitulado: “Sergipe Passo a Passo pela sua História”. É autora das comendas “Gumercindo Bessa”, feita para o Tribunal de Contas e a “Tobias Barreto”, para a Procuradoria da Justiça.

Em 17 de março de l968, foi fundado o “Museu de Arte e História Rosa Faria” para albergar a sua obra composta por pinturas em azulejos, em porcelanas, em pratos, alguns bordados com fio de ouro e óleo sobre tela e sobre madeira que retratam, através de pesquisa de documentos, em fatos e fotos a história de Sergipe.

Desde l997, após a morte de Rosa Faria, o acervo do museu foi transferido para o Memorial de Sergipe, pertencente à Universidade Tiradentes-UNIT, em Aracaju/SE. Pelo seu legado à cultura, à arte e à história de Sergipe, declarou o magnífico reitor da Universidade Tiradentes, Professor Jouberto Uchoa: “Rosa Faria dedicou toda a sua vida a preservar a memória do Estado, essa pessoa, que era de uma situação econômica e financeira pequena, deixou e renunciou aos prazeres, para que a história de Sergipe ficasse registrada e marcada por esse monumento que nós temos aqui”.

Texto e imagem reproduzidos do site: pge.se.gov.br

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Homenagem a Rosa Faria.


Homenagem a Rosa Faria.

Rosa Faria - foi professora, artista, pesquisadora, telegrafista, jornalista, taquígrafa e poetisa. Suas primeiras telas expostas ao público foram doadas ao acervo da Associação Sergipana de Imprensa, da qual foi uma das sócias fundadoras.

Foi também a grande vencedora do prêmio 1º Centenário de Aracaju, instituído pelo prefeito Dr. Jorge Maynard e realizado no governo de Dr. Roosewelt Menezes, em 1955. O talento de Rosa foi reconhecido pelo aplauso da alta sociedade sergipana, como demonstra a admiração expressada publicamente por autoridades como Epiphânio Dórea e o artista Rodolpho Tavares.

O reconhecimento, contudo, não a poupou de apuros. Foi em face das dificuldades para expor os seus trabalhos que ela fundou a Galeria Rosa Faria, em 17 de março de 1968, transformado depois em Museu de Arte e História "Rosa Faria"...". (Trecho de artigo de Rian Santos).

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldodiase.com.br

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Arte de Rosa Faria.

Arte de Rosa Faria.
  
Rosa Faria foi pesquisadora e poeta. Acima de tudo foi guardiã e divulgadora da história de Sergipe. Descendente de portugueses, filha de pai artista, Rosa Faria nasceu em Capela em 28 de abril de 1917. Veio morar em Aracaju, onde faleceu em 1997. Foi professora, artista plástica, pesquisadora, telegrafista, jornalista, taquígrafa e poeta. Pintou monumentos, logradouros, prédios históricos e artísticos de Aracaju e cenários do interior de Sergipe como o Porto de Propriá, o Balneário de Salgado, as Salinas de Socorro, a Igreja do Bomfim, a Casa de João Ribeiro em Laranjeiras, a Igreja e o Convento de São Francisco de São Cristóvão e a Lagoa Vermelha de Boquim. O destaque de sua obra são as pinturas em porcelana (pratos, xícaras), especialmente a reprodução de documentos históricos.

Fonte: Dilson Ramos, da Agência Alese
 Foto: Agência Alese