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sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Músico sergipano Mestrinho vence Grammy Latino

Publicação compartilhada do site do JORNAL DA CIDADE, de 15 de novembro de 2024

Músico sergipano Mestrinho vence Grammy Latino

A vitória foi anunciada na noite desta quinta-feira (14), durante a cerimônia realizada no Kaseya Center, em Miami, nos Estados Unidos.

O músico sergipano Mestrinho venceu, nesta quinta-feira (14), o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa ao lado de Mariana Aydar. O disco 'Mariana e Mestrinho' venceu a disputa com outros artistas brasileiros, como João Gomes e Marcelo Jenec. 

A vitória foi anunciada na noite desta quinta-feira (14), durante a cerimônia realizada no Kaseya Center, em Miami, nos Estados Unidos.

O álbum premiado, Mariana e Mestrinho, lançado em abril deste ano, reúne clássicos do forró pé de serra e canções inéditas, além de colaborações especiais de Gilberto Gil, Juliana Linhares e Isabela Moraes. Após a conquista, Mestrinho agradeceu emocionado: “A quem acreditou no disco, obrigado a todos, aos amigos. Muito feliz de ver tantos amigos reunidos. Obrigado a todos que concorreram com a gente também”.

O sergipano nasceu em Itabaiana e é filho do sanfoneiro Erivaldo de Carira. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como um dos grandes nomes da música brasileira, colaborando com artistas como Dominguinhos, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Gilberto Gil. A premiação reforça sua relevância no cenário musical, destacando a força do forró e da música de raízes brasileiras.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Artista sergipano Mestrinho é indicado ao Grammy Latino

Legenda da foto: O sergipano foi indicado na categoria de 
‘Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa’
Crédito da foto: Lucas Lourenço

Publicação copartilhada do site INFONET, de 18 de setembro de 2024

Artista sergipano Mestrinho é indicado ao Grammy Latino

O músico sergipano Mestrinho foi indicado ao Grammy Latino, maior premiação musical da América Latina. O artista disputa o prêmio com o álbum ‘Mariana e Mestrinho”, em parceria com a cantora Mariana Aydar.

O sergipano disputa o prêmio de “Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa”, que, conforme a Academia Latina de Gravação, é a categoria reservada para álbuns vocais ou instrumentais que contenham pelo menos 51% de tempo total gravado com material inédito de música de Raízes em Língua Portuguesa.

Em suas redes sociais, o músico compartilhou a felicidade com a indicação e agradeceu a cantora Mariana Aydar, com quem realizou a parceria no álbum indicado. “Hoje acordei com a Mari me ligando e dando essa notícia maravilhosa. ‘Mestrinho, estamos no Grammy’. To muito feliz com essa notícia!”, divulgou o artista. 

Esta já é a terceira indicação do artista ao Grammy Latino, que disputou as categorias de Melhor Canção em Língua Portuguesa em 2019 e de Melhor Álbum Instrumental no ano de 2021.

Quem é Mestrinho?

Nascido em Itabaiana, Erivaldo Júnior Alves de Oliveira, conhecido como Mestrinho, é um cantor, compositor e sanfoneiro sergipano. Filho do renomado sanfoneiro Erivaldo de Carira, Mestrinho vem conquistando reconhecimento nacional. 

No último sábado, 14, o artista se tornou o primeiro sanfoneiro a realizar um show solo no Rock in Rio, um dos maiores festivais musicais do país.

Por Carol Mundim e Verlane Estácio

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet com br/noticias

terça-feira, 17 de setembro de 2024

Mestrinho: a alquimia da sanfona brasileira

Publicação compartilhada do site JORNAL UNESP, de 19 de maio de 2023 

Mestrinho: a alquimia da sanfona brasileira

Discípulo de Domingunhos, instrumentista vem construindo seu espaço reinterpretando ritmos tradicionais do Nordeste e dando continuidade à tradição de ases do acordeon acompanhando grandes nomes da MPB.

Por Renato Coelho

“Eu não escolhi a música, a música me escolheu. Quando vi, não havia outro caminho a seguir.” É esse sentimento forte de vocação, combinada com muito talento, que está por trás da trajetória de um dos principais sanfoneiros do Brasil hoje. Mestrinho foi discípulo de um dos principais nomes do instrumento no Brasil, Dominguinhos, e já compartilhou o palco com luminares da MPB do porte de Gilberto Gil, Hermeto Pascoal e Elba Ramalho.

Nascido na cidade de Itabaiana, Sergipe, em 1988, Erivaldo Júnior Alves de Oliveira, ou Mestrinho, sempre viveu dentro de um universo musical. Neto do tocador de sanfona de “oito baixos” Manezinho do Carira, filho do sanfoneiro Erivaldo de Carira, e tendo como irmãos a cantora Thaís Nogueira e o também sanfoneiro Erivaldinho, ele herdou um DNA musical. Começou a tocar sanfona na infância e desde pequeno foi influenciado pela música de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Sivuca, Oswaldinho do Acordeon, Hermeto Pascoal, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Elba Ramalho, entre outros.

“A minha relação com a música começou antes de eu nascer, pois quando minha mãe estava grávida, ela já sonhava com um filho sanfoneiro. Nasci num berço musical, ouvindo muita sanfona, iniciando com Luiz Gonzaga. Com 5 anos ganhei meu primeiro acordeon e comecei a tocar. Asa Branca foi a primeira música que aprendi. Depois fui aprendendo outras canções. Desde então, minha relação com a música foi e continua sendo de muito carinho, valorização e respeito, pois é uma coisa preciosa em minha vida”, diz.

Desde o início, sua formação musical seguiu por uma via natural, intuitiva e autodidata. Apesar de frequentar por um breve período uma escola de música, seu aprendizado principal se baseava em sua grande percepção musical e auditiva. Graças a ela, rapidamente conseguia executar e reproduzir em seu instrumento as notas e acordes que escutava. Esta facilidade abriu caminho para a precoce decisão de viver de música.

“Não lembro muito do meu processo de aprendizagem, não tenho essa memória do  tipo ‘comecei aqui, desenvolvi ali’. Foi como se eu tivesse dormido e acordado sabendo tocar música. Por isso também não tenho didática para dar aulas, apontar um ou outro caminho. Deixo para os professores o ensino. Eu não me considero um professor, me considero uma pessoa que explora a música”, diz.

Mestrinho também relata as escolhas que fez para dar prosseguimento à vocação. “Aos 11 anos, já estava fazendo testes em bandas para tocar. Nas primeiras bandas de que fiz parte, ainda estava estudando na escola básica e tal. Entretanto, naquele momento, já enxerguei toda uma vida pela frente, todo um futuro. Cheguei na minha mãe e disse: mãe, eu já estou tocando e minha vida não será diferente disso. Eu quero ser músico, viver de música e vou atrás do meu sonho. Não vou estudar mais na escola. Então ela me olhou e disse: Tá bom, filho”, recorda Mestrinho. “Aí caí na estrada. Devido a minha idade, ela fazia autorizações para que eu pudesse viajar com as bandas. Minha mãe sempre me apoiou nesta trajetória artística”, lembra. Mas ele faz uma ressalva: “faço questão de destacar que, como sei da importância do aprendizado escolar, eu nunca deixei de aprender.  Minha cabeça era focada na música, mas sempre busquei livros, conhecimentos diferentes e aprender coisas na vida que me desenvolvessem como cidadão. Eu adorava matemática, uma disciplina que tem tudo a ver com a música. Sempre fui interessado em muitos assuntos e temáticas que estruturaram meu caminho. Não cursei colégios, mas tive aprendizados muito ricos na vida.”

Já aos 17 anos, Mestrinho e sua irmã se mudaram de Aracaju para São Paulo e criaram o Trio Juriti. Juntos participaram de festivais e se destacaram pela composição da música autoral “Mais um dia sem te ver”. Ainda nesse trio gravaram dois álbuns intitulados Forró irresistível e Cara a Cara que contaram com a participação dos emboladores Caju e Castanha e com a produção do compositor João Silva, um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga.

Desde o início, o estilo de forró tradicional predominou na trajetória de Mestrinho. Porém, após conviver e tocar com Dominguinhos, o músico sergipano ampliou sua percepção sonora e alçou novos voos artísticos. “Dominguinhos é um Deus da música pra mim. Um dos maiores artistas e músicos no quesito do conhecimento puro da música, da conexão única que existe entre o universo e a música. Ou seja, as mensagens que a gente recebe do universo e transforma em música”, diz. ” Essa vivência foi uma espécie de reconexão. Como se nos conhecêssemos de outra vida e nos reencontrássemos, pois a gente acreditava em muitas coisas similares. A humildade, os conselhos de vida, da música… Dominguinhos me fez enxergar a importância do respeito pela música. A  fazer o melhor para a música, fazer música para melhorar o dia das pessoas, e não para o meu ego ou de outras pessoas. Comecei a enxergar a música de outra forma, com outras características. A usar harmonia moderna, tocar jazz… Ele abria esses caminhos e a partir daí pude ouvir outros gêneros que abrangem a música nordestina e também sonoridades modernas.”

Durante sua carreira, além de Dominguinhos, Mestrinho já teve a honra de dividir o palco com artistas consagrados como os já mencionados  Gilberto Gil, Hermeto Pascoal e Elba Ramalho, além de Rosa Passos, Antônio Barros e Cecéu, Zélia Duncan, Geraldo Azevedo, Jorge Aragão, Gabriel o Pensador, Paula Toller, Luciana Mello, Diogo Nogueira, Toni Garrido, Margareth Menezes, Elza Soares, Benito di Paula e Zeca Baleiro, entre outros.

Em 2014 lançou o primeiro álbum solo, intitulado Opinião, que conta com a participação do Gilberto Gil na faixa “Superar” de autoria do próprio Mestrinho. O trabalho também traz a participação de sua irmã Thais Nogueira na faixa “Arte de quem se ama” do compositor Elton Moraes. O álbum teve uma excelente repercussão de mídia e público. De lá pra cá, Mestrinho lançou outros diversos trabalhos, singles e canções que ampliam sua popularidade e o colocam como um dos principais nomes do acordeon no Brasil.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornal unesp br/2023

Mestrinho se torna o primeiro sanfoneiro com show solo no Rock in Rio



Texto publicado originalmente no site INFONET, em 16 de setembro de 2024

Mestrinho se torna o primeiro sanfoneiro com show solo no Rock in Rio

O artista sergipano Mestrinho foi uma das atrações do Rock in Rio, um dos maiores festivais de música do país, no Rio de Janeiro. O músico se apresentou no palco Global Village no último sábado, 14.

Conforme o Governo de Sergipe, Mestrinho fez história ao ser o primeiro sanfoneiro a realizar um show solo em um dos palcos do evento. O artista é natural de Itabaiana e foi descrito como uma das grandes revelações da música nordestina contemporânea pelo festival.

Filho do renomado sanfoneiro Erivaldo de Carira, o músico vem sendo reconhecido por diversos artistas nacionais e realizou parcerias de sucesso com outros nomes da música brasileira, como Bráulio Bessa e Ivete Sangalo. “Esse grande sergipano levou o forró do nosso estado com muita personalidade e sem se esquecer de suas raízes musicais”, completou a gestão estadual.

Em suas redes sociais, Mestrinho demonstrou a felicidade em participar do festival. “Estarei no palco do Rock in Rio defendendo a cultura nordestina! Muito feliz com essa realização!”, publicou.

Por Carol Mundim e Verlane Estácio.

Texto reproduzido do site infonet com br

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Texto publicado originalmente no site G1 GLOBO, em 16 de setembro de 2024

'Pra ficar na memória', diz Mestrinho sobre apresentação no Rock in Rio

Sergipano foi o primeiro sanfoneiro a realizar um show solo no festival.

Por g1 SE

O músico sergipano Mestrinho se apresentou no Rock in Rio, no último sábado (14). De acordo com o governo de Sergipe, ele foi o primeiro sanfoneiro a realizar um show solo no festival, que é considerado um dos maiores do mundo.

"Pra ficar na memória'! Passou um filme na minha cabeça, me transportei pra infância, pro momento onde falei pra minha mãe que eu ia viver de música. Pensei bastante em meu irmão Erivaldinho, pois queria que ele estivesse aqui com a gente, e pensei também no dia histórico que estava sendo, e na resistência com a música nordestina que defendo e que eu ia dar o meu melhor pra aquele momento! Agradeci demais a Deus por aquele momento! ", disse o artista.

Mestrinho é um dos maiores sanfoneiros do país e tem reconhecimento de grandes artistas do cenário nacional. Itabaianense e filho de Erivaldo de Carira, aprendeu com o pai, ainda criança, a tocar sanfona. Atualmente, ele também canta e compõe.

Durante a apresentação, que ocorreu no Palco Global Village, o sergipano fez o público dançar quadrilha junina. 

Mestrinho se apresenta no Rock in Rio

"Sentimento de realização e de felicidade por dar orgulho para os meus conterrâneos! Sempre falo com muito orgulho que sou de Sergipe por onde passo! Estou extremamente feliz e realizado com esse momento", finalizou.

Texto reproduzido do site g1globo com/se

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Mestrinho vence na categoria Cantor Regional, 29° Prêmio da MB 2018


O cantor sergipano Mestrinho, filho de Erivaldo de Carira foi o vencedor da categoria Cantor Regional, do 29° Prêmio da Música Brasileira 2018, que aconteceu na noite do dia 15 de agosto, em São Paulo.

Biografia

Nascido em 1988 em Itabaiana, Sergipe, Mestrinho é neto do tocador de oito baixos, Manezinho do Carira, e filho do sanfoneiro, Erivaldo de Carira. Sua irmã Thaís Nogueira é cantora e seu irmão Erivaldinho também é sanfoneiro. Com o DNA musical tão presente em sua vida, Mestrinho com 6 anos já tocava sanfona e aos 12 anos começou a se apresentar em turnês de bandas da região onde morava. Desde pequeno foi influenciado pela música de Dominguinhos, Sivuca, Oswaldinho do acordeon, Hermeto Pascoal, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Elba Ramalho, entre outros.

Aos 17 anos, Mestrinho e sua irmã se mudaram de Aracaju para São Paulo e criaram o Trio Juriti. Juntos participaram de festivais e se destacaram pela composição da música autoral “Mais um dia sem te ver”. Ainda nesse trio gravaram dois álbuns chamados “Forró irresistível” e “Cara a Cara” que contaram com a participação dos emboladores Caju e Castanha e com a produção do compositor João Silva, um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga.

Já teve a honra de dividir o palco com vários artistas consagrados como: Dominguinhos, Gilberto Gil, Hermeto Pascoal, Elba Ramalho, Rosa Passos, Antônio Barros e Cecéu, Zélia Duncan, Geraldo Azevedo, Jorge Aragão, Gabriel o Pensador, Paula Toller, Luciana Mello, Diogo Nogueira, Toni Garrido, Margareth Menezes, Elza Soares, Benito di Paula, Duani Martins, Mariana Aydar, Zeca Baleiro, Thiago Espirito Santo, Sandro Haick, Ney Conceição entre outros.

Texto e imagem reproduzidos do site: portal79.com.br

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Mestrinho comemora 15 anos do Tamar em Aracaju

Mestrinho comemora 15 anos do Tamar em Aracaju.
Foto: Divulgação.

Publicado originalmente no site Infonet, em 20/10/2017.

Mestrinho comemora 15 anos do Tamar em Aracaju

Apresentação do acordeonista será no dia 20 de outubro

Inaugurado em 2002, o Centro de Visitantes do TAMAR, também conhecido como Oceanário de Aracaju, é uma importante ferramenta de sensibilização e educação ambiental da população. É uma vitrine do trabalho de proteção, pesquisa e conservação das tartarugas marinhas no Brasil, há 35 anos realizado com o patrocínio da Petrobras.

Com atividades como soltura de filhotes e alimentação interativa dos animais, o Oceanário recebe a visita de 160 mil pessoas por ano, entre moradores e turistas. Mestinho vem somar esforços para espalhar a mensagem da conservação com seu acordeon que vai do forró ao jazz, do choro ao samba, mostrando a riqueza e a versatilidade da música instrumental brasileira.

O Tamar incentiva a valorização da cultura para a conservação das tartarugas marinhas e sempre conta com “artistas que acreditam na força da conservação e unem-se a nós em apresentações memoráveis. Dessa forma, cada vez mais pessoas nos conhecem e têm a oportunidade de participar dessa grande aventura de proteger as tartarugas marinhas”, diz o coordenador nacional do Tamar, oceanógrafo Guy Marcovaldi.

Mestrinho

Neto do tocador de oito baixos, Manezinho do Carira, e filho do sanfoneiro Erivaldo de Carira. Sua irmã, Thaís Nogueira, é cantora e seu irmão, Erivaldinho, também é sanfoneiro. Com o DNA musical tão presente em sua vida, Mestrinho, aos 6 anos já tocava sanfona e aos 12 anos começou a se apresentar em turnês de bandas da região onde morava. Desde pequeno foi influenciado pela música de importantes artistas nacionais com os quais teve a honra de dividir o palco, como Dominguinhos, Gilberto Gil, Hermeto Pascoal, Elba Ramalho, Rosa Passos, Antônio Barros e Cecéu, Zélia Duncan, Geraldo Azevedo, Jorge Aragão, dentre inúmeros outros nomes da nossa música brasileira.

O Projeto TAMAR começou em 1980 a proteger as tartarugas marinhas no Brasil. Com o patrocínio da Petrobras, por meio do programa Petrobras Socioambiental, hoje o projeto é uma soma de esforços entre a Fundação Pró-TAMAR e o Centro Tamar/ICMBio. Trabalha na pesquisa, proteção e manejo das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, todas ameaçadas de extinção: tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta), tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata), tartaruga-verde (Chelonia mydas), tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) e tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea). Protege cerca de 1.100 quilômetros de praias e está presente em 25 localidades, em áreas de alimentação, desova, crescimento e descanso das tartarugas marinhas, no litoral e ilhas oceânicas dos estados da Bahia, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.

Serviço

Apresentação de Mestrinho e convidados com abertura de DJ Kaska e Julico.
Data - 20 de outubro de 2017
Horário - a partir das 20h00
Local - Projeto TAMAR, Av. Santos Dumont, 1010, Atalaia, Aracaju, Sergipe.
Mais informações: (79) 3243 3214, das 09h00 às 12h00 e 14h00 às 18h00.

Fonte: Divulgação

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

terça-feira, 27 de junho de 2017

Santo de casa, bom de milagre

Mestrinho (Foto: Divulgação).

Publicado originalmente no site do Jornal do Dia, em 25/06/2017.

No sangue.

Está no sangue. Nascido em Itabaiana, Mestrinho é neto do tocador de oito baixos Manezinho do Carira e filho do sanfoneiro Erivaldo de Carira. Com a música inscrita no próprio DNA, tão presente em sua vida, Mestrinho começou a tocar sanfona ainda menino, aos seis anos, quando mal podia com o instrumento. Desde pequeno foi influenciado pela música de Dominguinhos, Sivuca, Oswaldinho do Acordeon, Hermeto Pascoal, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Elba Ramalho, entre outros. Mal sabia que logo seria aceito como um igual entre os seus maiores ídolos.

Ano passado, Mestrinho lançou o seu primeiro disco solo, batizado ‘Opinião’. Além da participação de Gilberto Gil na faixa ‘Superar’, de autoria do próprio Mestrinho, há ainda a participação de sua irmã, Thais Nogueira, na faixa ‘Arte de quem se ama’, do compositor Elton Moraes. Uma estréia feliz, sinalizando que ainda vem muita coisa boa por aí.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldodiase.com.br