quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Cultura forte e florida marca novo livro da editora Diário Oficial

O lançamento ocorre no dia 22 de setembro, às 18h, 
na Sociedade Semear (Foto: Edise)

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 18 de setembro de 2018

Cultura forte e florida marca novo livro da editora Diário Oficial

A pedagoga, cordelista e presidente fundadora da Academia Sergipana de Cordel, Izabel Nascimento lança a sua mais nova obra ‘Sementes de Girassóis’, em parceria com a Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe – Edise.

O lançamento ocorre no dia 22 de setembro, às 18h, na Sociedade Semear, localizado na Rua Vila Cristina, 148, no bairro São José, em Aracaju (SE). O evento conta ainda com um recital de poesia e música, valorizando a cultura local, e apresentará um pouco mais sobre o trabalho da artista.

Izabel, filha de pais poetas, Pedro Amaro e Ana Nascimento, formou-se diante de um processo histórico e literário do cordel, apresentado em sua conhecida trajetória. Tomando conta de um espaço, supostamente masculino, a cordelista tem uma função de suma importância para a cultura sergipana, que carecem da presença de uma poetisa inspirada e engajada, que assume o seu papel feminino e aspira conquistar seu território no universo cordelístico.

O prefácio, escrito pelo seu pai, Pedro Amaro, conta sobre como a arte, as flores e a poesia sempre fizeram parte da vida da cordelista, sendo assim, realça: ‘‘Ao visitar minhas felizes memórias, afirmo que esta obra literária não nasceu agora. Izabel resolveu trilhar, passo a passo, o caminho da poesia e foi ficando mais forte e determinada a cada desafio.’’.

A ‘Sementes de Girassóis’ leva em sua representação diversos significados, que nutre os sentimentos mais puros pela arte. A cor amarela traz consigo o significado de alegria, e o Girassol que busca a luz apesar de todas as adversidades e a poesia como elixir de sua alma feminina, plena, livre e feliz.

A obra produzida pela cordelista é o resultado de um trabalho desenvolvido por três anos nas redes sociais. Percebe-se a cada cordel a paixão expressada pela autora, suas peculiaridades e conotações bem elaboradas.

Izabel afirma que o cordel foi uma herança familiar, sendo ela filha de pais cordelistas, desde muito cedo viveu cercada pela poesia e pela cultura que a inspirou a seguir pelo mesmo caminho dos pais. Realiza em suas poesias a descrição do seu cotidiano, do sentimento único, mas também aceita sugestões diversas. A autora ainda ressalta que nunca escreve sobre o que não gosta ou concorda, e não transforma em poesia algo que vá de contra os seus ideais.

“O que seria da sociedade sem a arte? A arte é um exercício de liberdade, quando se expõe as angústias e necessidades. A identificação e conexão para com o artista forma uma corrente que transforme pessoas, e em seguida, transforme, quem sabe, o mundo. Em uma sociedade pessimista, onde as pessoas estão, sob todos os aspectos, desacreditadas, é bom ser uma possibilidade de esperança nos corações do povo”, diz Izabel Nascimento.

Segundo a autora, a Edise vem a muitos anos incentivando o cordel. As publicações de diversos cordelistas. Sendo realizada também a publicação de um cordel do qual teve participação, juntamente com seu pai, o cordel “De pai para Filha”. “É uma boa parceira que traz inovação, com o elemento da tecnologia, tendo o cordel alcançado todos os espaços, levando assim, a cultura mundo afora”, afirma Izabel.

A obra teve a sua criação de forma inversa. Pois, principalmente no cordel, o comum era iniciar-se em folheto para só depois ir para o mundo digital. ‘Sementes de Girassóis’ teve o seu início em publicações virtuais, onde ganhou forma e tamanho, e com a sua expansão, pôde vir a ser impresso.

Mílton Alves, diretor Industrial da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe – Segrase destacou a relevância do livro publicado para a elevação da cultura sergipana. “O livro da cordelista Izabel Nascimento retrata a riqueza da nossa cultura. Acima de tudo, por termos uma mulher inserida no cenário artístico, mais especificamente o cordelístico. Expandir essa poesia é trazer para os mais jovens o que nosso Estado tem a oferecer de melhor, exemplo, Izabel Nascimento”, ressalta Mílton Alves.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

Pianista Zenóbio Alfano inicia temporada de shows em Aracaju

Zenóbio Alfano e banda sobem aos palcos 
para mais uma temporada 
Foto: divulgação

Publicado originalmente no site do Portal Infoet, em 17 set, 2018

Pianista Zenóbio Alfano inicia temporada de shows em Aracaju

Zenóbio Alfano e banda sobem aos palcos para mais uma temporada. O pianista dará as boas vindas à primavera em uma noite especial, com o seu refinado e vasto repertório de jazz, bossa, samba, blues, bolero e clássicos internacionais, acompanhado pelo trio saxofone, baixo e percussão.

O show contará com a participação da cantora Soayan, com uma homenagem ao soul de Aretha Franklin, e seguirá madrugada a dentro com a discotecagem anos 70 e 80 do Dj Maxx. O evento acontecerá dia 21 de setembro, sexta-feira, na casa de shows 705 (Av. Tancredo Neves, B. Inácio Barbosa). Mesas antecipadas a R$ 200 (4 pessoas) e pista individual a R$ 30 a venda na Ótica Pontual (Shopping Riomar) e Ellus (Shopping Jardins). Mais informações pelo (79) 99193-2200.

Sobre Zenóbio Alfano

Zenóbio Alfano, pianista e compositor sergipano, traz consigo a experiência de 60 anos dedicados à música. De origem ítalo-brasileira, o artista dá continuidade ao legado musical iniciado por seu tio avô Franco Alfano, parceiro musical de grandes maestros da música clássica italiana, como Puccini e Toscanini.

Ícone do estilo romântico em Sergipe, e famoso por seus pianos-bares que agitaram as noites boêmias da cidade nos últimos 30 anos, Zenóbio é intérprete de um vasto repertório de músicas, tocando dos clássicos do Blues aos inesquecíveis sucessos da Bossa Nova.

Destaque em apresentações musicais que divulgaram a música popular brasileira na Europa, especialmente na Itália, o pianista comemora os 60 anos de sua carreira em eventos únicos e exclusivos para os apreciadores da boa música. Por isso, conte com todo o talento de Zenóbio Alfano & Banda para uma noite inesquecível.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Do livro do dr. Sousa

Foto: Reprodução/Jornal Notícias

Publicado originalmente no site Alô News, em 17/09/2018 

Do livro do dr. Sousa

Por Ivan Valença 

Se você por algum motivo não pode ir ao lançamento do livro “Entre Linhas da Minha Vida”, da autoria do médico Dr. Antônio Carlos Sobral Sousa, o célebre Dr. Sousa, ocorrido na semana anterior, você pode adquiri-lo em qualquer livraria da cidade. É bem verdade que já não há muitas livrarias na cidade, mas você procurando ainda acha alguma. Vale a busca, pois o livro do Dr. Sousa é uma delícia para o leitor que tem boas lembranças da Aracaju dos anos 60 em diante.

No primeiro capítulo, o Dr. Sousa faz uma reconstituição de uma Aracaju que não vai voltar mais. São dados preciosos que o autor entrega aos leitores cercado com muita poesia e recordações sublimes da época em que morava, com os pais na Travessa Benjamin Constant, no centro da cidade, em frente e ao lado direito do Palácio do Governo.

“A poucos metros da casa onde morava o menino Sousa e a família, localizava-se o imponente Cine Palace, o mais luxuoso de Aracaju, dotado de ar refrigerado e poltronas confortáveis, as fachadas externas e as paredes laterais do interior do prédio era graciosamente decorados com as pinturas do artista plástico Jenner Augusto e havia uma marquise em frente do prédio, insuficiente  para eventualmente abrigar da chuva as longas filas que se formavam por adultos e jovens, tanto para adquirir bilhetes (do lado esquerdo) como para ter acesso ao salão de projeção (do lado direito). O movimento no hall de entrada era frenético, sobretudo nos dias de domingo e feriados. A bilheteria, estrategicamente localizado no lado esquerdo da entrada, se comunicava, também, com a parte externa do prédio, por meio de uma pequena janela, por onde se poderia adquirir, antecipadamente, ingressos para as sessões: em várias ocasiões usei deste expediente, a pedido de meus pais. Recordo de ter comprado para eles, bilhetes para sucessos cinematográficos tais como “Girassóis da Rússia”, “Doutor Jivago”, “Django”, “Candelabro Italiano”, dentre outros.  Antes de se iniciar o filme, na parte dos traillers, era comum a exibição de resumos de partidas de times cariocas no” Canal 100”, sempre em preto e branco, com uma vinheta característica, mostrava detalhes, muitas vezes, em câmara lenta, das jogadas magistrais dos craques daquela época. Ainda me lembro da película referente à final do campeonato carioca de 1968, quando o meu Botafogo, comandado por Gerson, Jairzinho, Roberto Miranda e companhia, derrotou o Vasco da Gama por 4 a 0”...

Texto e imagem reproduzidos do site: alonews.com.br

Bruno Del Rey lança EP “Começou Tem Que Ter Fim”

Foto: Divulgação/Melissa Warwick

Publicado originalmente no site do Cinform, em 06 de agosto de 2018

Bruno Del Rey lança EP “Começou Tem Que Ter Fim”

Por Julia Freitas   
 
O cantor sergipano Bruno Del Rey acaba de lançar seu segundo EP, intitulado “Começou Tem Que Ter Fim”. Com três faixas autorais, o trabalho foi gravado quase que inteiramente ao vivo, com equipamentos analógicos e instrumentos vintage.

O mini álbum é inspirado na estética sonora e visual dos anos 50 e 60, incluindo o soul music americano e a música brasileira desse mesmo período. “Sempre fiz questão de inserir essa imagem retrô nos meus trabalhos musicais. Antes, com ‘Rockassetes’ e ‘Bicicletas de Atalaia’. Agora, como artista solo, busquei isso de maneira ainda mais intensa, pensando nos arranjos e composições, no jeito de cantar e, até, no formato de gravação que chegasse o mais próximo possível desse som, que, de forma revisitada e elegante, olha para trás, mas propõe-se para frente”, comenta.

O EP já está disponível em todas as plataformas digitais, assim como o clipe da música “Começou, Tem Que Ter Fim” – faixa título do mini álbum

Texto e imagem reproduzidos do site: cinform.com.br

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Medalha Quintina Diniz é entregue a 45 mulheres sergipanas


Publicado originalmente no site Liberdades, em 13/09/2018

Medalha Quintina Diniz é entregue a 45 mulheres sergipanas

Com a criação do projeto de resolução do legislativo que instituiu a Medalha Quintina Diniz, em 2007, a Alese já homenageou 45 personalidades de Sergipe com grande destaque na política, educação, direitos humanos e áreas sociais. Este ano, a homenagem foi entregue a nove prefeitas do Estado para destacar a representatividade feminina nos espaços de poder.

A medalha que leva o nome da primeira deputada estadual é entregue anualmente em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Quintina Diniz foi eleita em 1934, tendo seu nome lançado pela Sociedade Brasileira Para o Progresso Feminino, fundada pela Dra. Bertha Lutz e dirigida em Sergipe por Cezartina Reis e Maria Rita Soares de Andrade. Professora e feminista, a laranjeirense fundou em Aracaju, em 1906, o primeiro educandário feminino do Estado.

No novo episódio da websérie “O Voto”, Quintina Diniz tem sua história lembrada como a percussora da participação das mulheres na Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe. Atualmente, dos 24 deputados estaduais apenas quatro são parlamentares mulheres.

Na entrega da medalha em 2016 para a então professora pós-doutura da Universidade Federal de Sergipe, Maria Helena Santana Cruz, a deputada estadual e presidente do Conselho Deliberativo da Medalha, Ana Lula (PT), destacou que a homenagem tem o objetivo de apoiar e fortalecer a participação das mulheres na política e nos espaços de poder. “O acesso a oportunidades, a violência contra a mulher e a disparidade na ocupação dos espaços de poder, ainda são grandes entraves na garantia da equidade de gênero, mesmo com toda a luta travada pelo movimento feminista”, ressaltou.

De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste ano de eleição, 31,4% das candidaturas são de mulheres em todo o País. Acompanhando o mesmo percentual, em Sergipe, dos 437 candidatos, 163 são de mulheres.

Na história da Casa Legislativa, de 1950 a 2018 (68 anos), além de Diniz, 15 sergipanas tomaram posse como deputada estadual, quais são: Ana Lula, Angélica Guimarães, Celinha Franco, Conceição Vieira, Elma Paixão, Goretti Reis, Lila Moura, Maria Auxiliadora, Maria Mendonça, Núbia Nabuco, Silvia Fontes, Suzana Azevedo, Tânia Soares e Venúzia Franco.

Texto e imagem reproduzidos do site: liberdades.com

Professora Wilma Ramos lança livro no Museu da Gente

O lançamento acontece dia 20 
Foto: facebook pessoal de Wilma

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 17 de setembro de 2018

Professora Wilma Ramos lança livro no Museu da Gente

A professora Wilma Ramos lança na próxima quinta-feira, 20, o livro ‘Que Vexame’. O lançamento acontece às 18h no Museu da Gente Sergipana.

O livro aborda fatos engraçados e a autora acredita que sorrir faz parte da vida.

Wilma Ramos também é autora da obra “Não Morda a Língua” que trata das novas normas ortográficas.

Por Aisla Vasconcelos

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

sábado, 15 de setembro de 2018

Alunos de Divina Pastora vencem concurso Cultural da OAB


Alunos de Divina Pastora vencem concurso Cultural da OAB

Enquanto Ângelo Gustavo não se torna um professor de história, Jaínne Nascimento não se forma em medicina e Luciano Ferraz não entra na carreira militar, eles vão fazendo da vida arte. Orientados pela professora Irani Carvalho, da rede municipal de Divina Pastora, eles foram vencedores no 3º Concurso Cultural da OAB/SE, que foi divulgado no último 30 de agosto. Os alunos da Escola Municipal Fausto de Aguiar Cardoso conquistaram o 1º lugar e concorreram com mais de 200 crianças e adolescentes de todo o Estado. O objetivo da ação foi discutir temas relacionados à cidadania, igualdade, gênero e violência, meio ambiente, proteção aos animais, liberdade religiosa e família.

A professora Irani, que é a ganhadora da Olímpiada Nacional de Língua Portuguesa, destacou a importância do projeto. “Orientar, para mim, não é uma coisa fácil. É uma atividade desgastante, estressante. Não é fácil. É preciso conhecer o seu aluno e acreditar no seu potencial. Geralmente eu não oriento a turma inteira. Eu o informo dos concursos, explico os detalhes do edital e oriento o aluno que tem interesse, pois eu sei que se for orientar as turmas inteiras não terá um resultado positivo”, detalha sua metodologia a pedagoga, que é formada em Letras e leciona no município há mais de 10 anos.

Oportunidade e dedicação

O aluno Ângelo Gustavo afirmou sobre o processo de ensino que passou junto aos colegas. Quando a professora conversou conosco eu já sabia mais ou menos o que queria fazer e ela disse “esse é o caminho”. Depois nos passou mais algumas dicas dizendo “faça assim, veja isso, ajeite aquilo”, e, aos poucos, foi corrigindo e saiu. O estudante, que tem 15 anos, esperar cursar licenciatura em História e foi o primeiro colocado na sua categoria.

Cada aluno tem sua peculiaridade, afirma a professora. “Ângelo é o eu lírico do poema dele, quando ele escolheu a família, ele só colocou para fora. Ele vivencia o que escreveu. Jainne é uma menina muito antenada, que faz uma leitura de vida muito boa para a idade dela, depois de uma conversa, as coisas fluíram e ela desenvolveu muito bem. Ela trabalhou o tema ‘gênero e violência’ com muita leveza. É um tema difícil e ela consegui colocar na linguagem literária”, apontou Irani.

Da prática de pequenos rabiscos o aluno Luciano Ferraz conseguiu se destacar com o 1º lugar na categoria Modalidade de Desenho. Com o sonho de ser militar, o jovem se dedicou ao máximo quando viu a oportunidade de fazer um trabalho no concurso. “Quando eu vi que era desenho realista, eu percebi que era mais fácil de fazer e arrisquei”, relembrou.

A Escola também ganhou premiações em todas as categorias que se inscreveu, como foi o caso do aluno Pablo D’Alessandro Santos Lima, que recebeu Menção Honrosa na categoria Modalidade Desenho. Orgulhosa de seus alunos, a professora Irani espera conquistar mais resultados positivos em outros concursos, como o Cultural da Controladoria Geral da União (CGU). “A vida de todo mundo deveria ter um pouco mais de poesia para ficar mais leve. Tudo isso é o resultado de um trabalho que é feito com muita seriedade, com muito respeito”, destacou.

Texto e imagem reproduzidos do sitedobareta.com.br

Desfile Cívico de Salgado atrai milhares de pessoas à avenida


Desfile Cívico de Salgado atrai milhares de pessoas à avenida

Milhares de pessoas foram neste último domingo (2) acompanhar o Desfile Cívico das escolas de Salgado. A ação feita pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação, encantou o público, movimentou a economia local e enalteceu os valores morais e cívicos da população em alusão ao Dia da Independência (07 de setembro). O evento também contou com a participação de banda marciais de outros municípios, do batalhão do Exército Brasileiro – Tiro de Guerra de Estância, e do apoio tático da Polícia Militar, que deu total segurança ao público presente.

No total, foram 10 escolas participantes, entre municipais, estaduais e particulares. A secretária municipal de Educação, Hilta Santos Silveira, afirmou que há mais de um mês já vem se reunindo com a equipe e que o resultado não poderia ser melhor. “Graças ao apoio do nosso prefeito Duilio tudo saiu como havíamos combinado. Sentamos com os diretores das escolas, contratamos um instrutor já gabaritado nesses tipos de evento e o resultado está aí. Estou feliz e acredito que todas as famílias de Salgado que acompanharam os estudantes também estão”, destacou.


O pipoqueiro José Santana Prata comemora as vendas do dia. De acordo com ele, as vendas nesse tipo de evento aumentam mais de 500%. “Geralmente, em um dia normal, vendo no máximo 50 pacotes de pipoca. Quando tem evento assim, as vendas ultrapassam os 400 pacotes. Realmente é muito bom para gente que vive da informalidade”, apontou o vendedor.

O mesmo acredita o senhor Adailton Nascimento dos Santos, que deixou a profissão de fotógrafo de lado para investir no ramo alimentício. “Com ações como essa do município, vendemos muito mais e podemos enfrentar a crise que assola o País com mais tranquilidade. O prefeito está de parabéns e espero que outros eventos venham”, torce o comerciante.

A salgadense Vanessa Cristina de Meneses foi para avenida acompanhar os dois filhos que estavam participando do desfile. “Muito bom reviver esses momentos que valorizam o cidadão, valores que precisamos resgatar e que estão esquecidos. Fico feliz pela Prefeitura ter recuperado a autoestima do cidadão com eventos que nos enchem de orgulho”, elogiou a moradora.

Para o prefeito Duilio Siqueira, o reconhecimento do público é a prova de todo o trabalho que tem feito em Salgado junto à sua equipe. “Mais uma vez provamos que é possível fazer bons projetos e boas ações para a população de Salgado, trabalhando muito e respeitando o patrimônio público. Fico muito feliz em ver os estudantes envolvidos em algo que resgata os valores morais e cívicos, envolvendo toda a família e valorizando o cidadão”, destacou.

Texto e imagem reproduzidos do sitedobareta.com.br

Funcaju entrega certificados a artistas...


 Presidente da Aaplasa, Chico Só

 Funcionário público, Carlos Alberto Andrade 
Foto: Lucas Oliver



 André Dutra Xavier (Foto: Lucas Oliver)

Presidente da Funcaju, Cassio Murilo
Fotos: Edinah Mary

Publicado originalmente no site da PMA, em 14/09/18

Funcaju entrega certificados a artistas que participaram da exposição Manifestações Culturais de Sergipe

A exposição ‘Manifestações Culturais de Sergipe’ aberta desde o dia 10 de agosto, no Centro Cultural de Aracaju, finalizou na noite desta quinta-feira, 14. O encerramento contou com a a entrega dos certificados de valorização aos artistas membros da Associação dos Artistas Plásticos de Aracaju (Aaplasa), em parceria com a Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju). 

Na abertura da solenidade, o presidente da Aaplasa, Chico Só, agradeceu o incentivo e a valorização da Funcaju. “Estou muito feliz em condecorar 22 artistas nas mais diversas atividades. Quero parabenizar o coordenador do Centro Cultural, Mário Dias, e o presidente da Funcaju, Cassio Murilo, pela sensibilidade do apoio cultural recebido na concretização desta exposição, e o reconhecimento aos serviços prestados à cultura popular de Sergipe por meio desses artistas”, destacou.

O presidente da Funcaju, Cassio Murilo, ressaltou que é dever da Fundação preservar a memória, e ser um difusor da arte e da cultural da cidade. “Parabenizo a  Aaplasa e aos artistas pelo excelente trabalho desenvolvido, reunindo diversos elementos das manifestações culturais de Sergipe e contando a nossa história através de esculturas e telas. E, fico ainda mais feliz por saber que esta exposição foi vista por mais de 1500 pessoas, número bastante significativo e expressivo”, afirmou.

Para o apaixonado pela arte, o funcionário público Carlos Alberto Andrade, o encerramento da exposição não poderia ser melhor. “Selar essa noite parabenizando os artistas e os apoiadores com certificados é de um valor incalculável. A Funcaju e a Aaplasa estão de parabéns pelo trabalho em conjunto. Tenho certeza que quem teve a oportunidade de visitar, saiu daqui com a bagagem recheada de conhecimento sobre a cultura popular de Sergipe”, parabenizou.

André Dutra Xavier foi um dos 22 artistas que recebeu o certificado e destacou que essa iniciativa é importante para a trajetória do artista. “Estou há 20 anos no mercado artístico aracajuano, e receber o certificado de participação é um bom estímulo e de uma honra inexplicável. Além de ser um título para eu inserir no meu currículo enquanto artista plástico. Desejo que essa parceria com a Funcaju perdure por muito tempo. Afinal, fortalece a classe artística e a cidade ganha por fomentar a cultural popular local”, opinou.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Luta pela democracia: Valeu a pena Sim!

Testemunhos da Comissão da Verdade precisam ser
 vistos pelos estudantes (Foto Marcelle Cristinne/ASN)

 Publicado originalmente no site Infonet/Blogs/Cláudio Nunes, em 25/02/2016

Luta pela democracia: Valeu a pena Sim!

Por Cláudio Nunes

O blog está acompanhando sim os depoimentos na Comissão da Verdade em Sergipe. Ainda não esteve presente no depoimento por alguns motivos: compromissos na Justiça (como foi o caso de ontem, 24) e outros, como nos depoimentos de Wellington Mangueira e Milton Coelho porque tinha a certeza que a emoção iria transbordar. Mangueira porque na década de 80 ele foi o responsável pela formação do então militante estudantil (este jornalista) da antiga ETFSE (chegando a fundar a Umesa em 85) no PCB. Já Milton Coelho teve uma ligação próxima a dois membros da família Nunes, quando jovem no PCB. Em 1954 ajudou na campanha de José Nunes a deputado estadual e depois substituiu Célio Nunes no jornal Folha Popular, também do PCB.

O titular deste espaço, apesar de ser uma criança quando ocorreu a Operação Cajueiro em Aracaju na década de 70, mas teve o prazer de conviver na década de 80 – com o retorno do PCB a legalidade, e antes mesmo – com camaradas como Jackson Figueiredo de Sá (já falecido), Wellington Mangueira, Laura Marques, Delmo Naziazeno, Carivaldo, Faustino Alves, Asclepiades José (Bengala). Além de conhecer outros envolvidos como Goisinho, Marcélio Bomfim e Rosalvo Alexandre, o Bocão (também falecido). Sem falar que por conta das atividades no partido do avô, José Nunes (principalmente no Centro Operário Sergipano) e do pai Célio Nunes conheceu alguns sergipanos que lutaram pela liberdade democrática, como os líderes Manoel Vicente, Gervásio Careca, Antônio Bitencourt, Durval Santana, Agonalto Pacheco entre outros.

Por ter vivido plenamente este período, Jackson Barreto deixou a emoção tomar conta ontem. Jackson, no MDB, foi um militante do PCB. Ele e Jonas Amaral eram os candidatos do partido em Sergipe.  E a memória de cada um tem detalhes enriquecedores. Parece que foi ontem. Como esquecer a crueldade que sofreram?

Alguns radicais são contra a Comissão da Verdade. Pensam que é perseguição, mas a função dela é, sobretudo, restaurar um período da história do país que precisa ser lembrada sempre. E os mais jovens precisam saber que muitos morreram, foram presos e torturados para que eles hoje possam viver a democracia plena, inclusive defendendo o radicalismo de direita e o retorno da ditadura.

Os testemunhos destas pessoas devem ser passados nas escolas públicas, assim como o curta-metragem “Operação Cajueiro, um Carnaval de Torturas.”  É preciso que o governo passe em cada escola o resumo destes testemunhos e promova o debate com os estudantes.

A ditadura foi maléfica para o país. E as ações da ditadura em Sergipe, com estes depoimentos, ficarão para sempre nas memórias dos sergipanos.

Estes depoimentos tem um valor histórico incalculável. E a emoção de cada depoimento é porque as testemunhas sabem que a crueldade que eles sofreram não foi em vão.

Valeu à pena sim!  O Brasil respira hoje a liberdade democrática.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/blogs