quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Carreira de Netinho em SE., foi marcada... por... multidões no Pré-Caju


Texto publicado originalmente no site G1 SE., de 13 de outubro de 2026 

Carreira de Netinho em SE foi marcada por gravação de CD histórico e shows que arrastaram multidões no Pré-Caju

O cantor baiano morreu nesta terça-feira (13 ), aos 60 anos. Ele construiu um carinho especial por Sergipe e conquistou uma legião de fãs no estado ao longo de sua carreira.

Por g1 SE

O cantor baiano Netinho, que morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, construiu um carinho especial por Sergipe e conquistou uma legião de fãs no estado ao longo de sua carreira. Conhecido nacionalmente por sucessos como “Milla” e “Beijo na Boca”, o artista foi um dos nomes mais populares do axé music nos anos 1990.

No Pré-Caju, prévia carnavalesca realizada na Orla de Atalaia, em Aracaju, o cantor marcou presença em diversas edições da festa, arrastando multidões à frente do Bloco Bora Bora. Netinho também comandou várias edições do tradicional bloco Por Amor ao Iate e se destacou em participações na festa Odonto Fantasy.

Mas foi o quarto CD da carreira solo, intitulado “Netinho Ao Vivo!”, gravado em Aracaju em 1996, que consolidou o sucesso do artista. A música “Milla” bateu recordes de execução e foi regravada em mais de oito línguas. O álbum vendeu mais de 3 milhões de cópias e culminou na gravação do VHS em São Paulo.

A relação com o público sergipano ficou tão forte que Netinho, mais uma vez, escolheu Aracaju para gravar, em 2009, seu segundo DVD, “A Caixa Mágica”, um projeto escrito, produzido e dirigido por ele e dedicado à filha.

Além do sucesso de público, a gratidão e o amor por Aracaju levaram Netinho a receber o título de Cidadão Aracajuano.

Nas redes sociais, o empresário Fabiano Oliveira, um dos idealizadores do Pré-Caju, prestou homenagem ao artista.

"Obrigado por tudo, Netinho! Sergipe te ama e foi uma honra dividir tantos momentos com você. Que Deus te receba e dê o conforto necessário para toda sua família, seus amigos e fãs. Você é eterno!", publicou Fabiano.

Tratamento contra o câncer

Netinho foi diagnosticado com linfoma não Hodgkin do tipo B em março de 2025. Durante o tratamento, passou por sessões de quimioterapia e chegou a apresentar melhora.

No fim de setembro de 2026, a equipe anunciou que o cantor se afastaria temporariamente das redes sociais para se dedicar à recuperação.

A doença evoluiu para complicações renais e disfunção múltipla de órgãos, segundo a assessoria do cantor.

Texto reproduzido do site: g1 globo com/se

Pré-Caju, a maior Prévia Carnavalesca, em Aracaju-SE.

Mangaba, Sandro. O de costas, esqueci. Breno é isso? E por trás,  Fafá

Em cima: Simone, Andrezza, Isabella, Claurinha
Fila 2: Marilia, Karina, Sabrina , Amanda, 
Lilian e cunhada de Claurinha.
Fotos: Lygia Prudente

Post compartilhado do Facebook/Lygia Prudente/MTéSERGIPE, de 24 de nivembro de 2012

Pré-Caju, a maior Prévia Carnavalesca, em Aracaju-SE.
Por Lygia Prudente

 A maior prévia carnavalesca do Nordeste está no Calendário de Sergipe – o Pré-caju. 

Tudo começou em 1992, numa manifestação simplória, mas com um efeito promissor, saindo da Orla de Atalaia até a Casa de Espetáculos Augustu’s.

No ano seguinte além da Banda Asa de Águia, estiveram na animação, a Banda Brilho e a Banda Cheiro de Amor. 

Em 1994, a festa cresceu e às já citadas bandas, surgiram outras e, com elas, os blocos BORA BORA, FASCINAÇÃO, DINO, EVA, entre outros.

A concentração era na Av Barão de Maruim e o cortejo seguia até o Augustu’s. Um intinerário para derrubar de cansaço qualquer adolescente. 

Mas deu muito certo. Na foto, o “meu “ grupo, todos vestidos para o Bora Bora.

Eu e Armando estreávamos então, no bloco da preocupação de pais com filhos na noite.

Texto e imagens compartilhadas de post do Facebook/Lygia Prudente/MTéSEERGIPE.

domingo, 11 de outubro de 2026

Fábio Dantas fala sobre trajetória e o novo livro “Bússola da Alma”

Legenda da foto: Fábio Dantas lançou novo livro (Foto: arquivo pessoal)

Publicação compartilhada do site INFONET, de 11 de outubro de 2026 

Fábio Dantas fala sobre trajetória e o novo livro “Bússola da Alma”

Em entrevista ao Portal Infonet, escritor sergipano apresenta sua 21ª obra, que aborda autoconhecimento, espiritualidade e busca por propósito

O autoconhecimento e a espiritualidade são os temas centrais de “Bússola da Alma”, 21º livro do escritor sergipano Fábio Dantas. Publicada pela Editora Planeta, a obra reúne reflexões sobre propósito, crenças limitantes e fé, além de uma jornada prática de 21 dias com exercícios, afirmações e meditações guiadas.

Na entrevista ao Portal Infonet, Fábio Dantas fala sobre o processo de construção do livro, a influência das tradições ancestrais em sua trajetória e a relação entre a nova obra e Ervas e Benzimentos, um de seus títulos conhecidos. O escritor também explica como experiências pessoais, desde a infância em Frei Paulo até a construção da Casa de Sossego Vó Tereza, contribuíram para a abordagem apresentada no lançamento.

Infonet: O que o leitor vai encontrar em “Bússola da Alma” e qual é a principal proposta do livro?

Fábio Dantas: O leitor vai encontrar um caminho de volta para si mesmo. O livro tem duas partes. Na primeira, “Desperte o seu propósito”, são doze capítulos que falam de crenças limitantes, fé, dor, abundância, desapego e do alinhamento entre coração e mente. Na segunda vem a Jornada de 21 Dias, um roteiro prático para o dia a dia. Cada dia tem uma intenção, uma afirmação, um mantra, uma meditação guiada e elementos de apoio, como cristais, ervas e cores. A proposta é simples e profunda ao mesmo tempo. Todos nós nascemos com uma bússola interior, que é a nossa centelha divina. O mundo nos distrai e nos afasta dela, mas ela continua apontando o caminho. Costumo dizer que ninguém está realmente perdido, só distraído. O livro não traz fórmulas prontas. Ele traz chaves para que cada pessoa volte a ouvir a própria alma.

Infonet – Por que você escolheu o autoconhecimento como tema central desta nova obra? Há algum aspecto desse tema que você considera pouco discutido?

Fábio: Escolhi porque vejo muita gente com muito por fora e um vazio enorme por dentro. Vivemos conectados às redes sociais e cada vez mais desconectados de nós mesmos. Passamos horas nos comparando, tentando agradar e cumprindo expectativas que nem são nossas. O aspecto que considero pouco discutido é o das crenças herdadas. Muito do que chamamos de destino é só costume, um medo que passou de geração em geração disfarçado de tradição. Eu mesmo carreguei por muitos anos a crença de que o sucesso só vinha com sacrifício e sofrimento extremo. Quando percebi que aquilo não era meu, mas um eco das histórias de luta que testemunhei, minha vida mudou. Autoconhecimento também é isto: reconhecer o que é nosso, agradecer e devolver com amor o que não nos pertence.

Infonet – O livro fala sobre pessoas e situações que funcionam como “espelhos”. Pode explicar esse conceito e dar um exemplo de como isso aparece no cotidiano?

Fábio: As pessoas que encontramos refletem partes de nós, umas luminosas e outras sombrias. Todas revelam algo que precisa ser visto, compreendido e curado. O marido difícil, o chefe autoritário, o filho rebelde, a mãe exigente: são mestres disfarçados que nos dão a chance de desenvolver perdão, paciência e compaixão. Um exemplo do cotidiano é aquela pessoa cuja impaciência nos irrita profundamente. Muitas vezes, ela está apenas mostrando a nossa própria impaciência, que a gente não quer enxergar. A chave é trocar a culpa pela responsabilidade. Ser responsável não é ser culpado, é ser consciente. A culpa paralisa, e a responsabilidade liberta. Eu pratico isso de forma bem literal: todas as manhãs, olho nos meus próprios olhos diante do espelho por um minuto. Esse gesto simples muda a forma como me percebo e como me relaciono com os outros ao longo do dia.

Infonet – Além dos textos, o livro traz exercícios e meditações por meio de QR Codes. Como esses recursos foram pensados e qual é o objetivo deles dentro da obra?

Fábio: Eu queria que o livro não ficasse só no campo da leitura, mas virasse experiência. Cada capítulo termina com uma prática que chamei de “Conexão da Bússola da Alma”, e cada um dos 21 dias da jornada traz uma meditação guiada. Os QR Codes levam o leitor ao meu canal no YouTube, onde as meditações estão em vídeo, com imagens e condução por voz. Muita gente tem dificuldade de meditar sozinha só lendo um texto. A imagem e a voz ajudam a silenciar a mente e a mergulhar na prática. O objetivo é transformar sabedoria em prática e espiritualidade em vida cotidiana. E, como o leitor pode voltar ao vídeo quantas vezes quiser, a meditação deixa de ser um momento isolado e vira hábito. A transformação não acontece só quando a gente entende uma ideia. Ela acontece quando a gente vive essa ideia todos os dias.

Infonet – “Bússola da Alma” é seu 21º livro. O que esta obra representa dentro da sua trajetória como escritor e o que diferencia esse lançamento dos trabalhos anteriores?

Fábio: Tem uma bela sincronicidade em ser o 21º livro e trazer justamente uma jornada de 21 dias. Para mim, ele representa uma síntese. É o livro mais pessoal que já escrevi. Nele conto minha história: a infância em Frei Paulo, as benzedeiras da vizinhança, as Irmãs Doroteias, a mudança para Aracaju aos 18 anos com uma mala simples, os estudos para concurso e a construção da Casa de Sossego Vó Tereza. A diferença é que, nos livros anteriores, eu ensinava práticas, e neste eu abro o caminho interior que deu sentido a todas elas. Também é uma obra que dialoga com qualquer pessoa, independentemente da religião, porque fala de algo universal: a busca por propósito. E chega pela Editora Planeta, com um alcance nacional que me deixa muito grato.

Infonet – Você ficou conhecido por livros como “Ervas e Benzimentos”. Existe alguma relação entre essa obra e os temas abordados agora em “Bússola da Alma”?

Fábio: Existe, e é uma relação de raiz. Inclusive, conto no novo livro como Ervas e Benzimentos nasceu. Foi a minha própria bússola interior que me disse: “Escreva sobre o que pulsa em você”. As ervas que descrevi, eu colhi. As orações, eu rezei. Com as benzedeiras aprendi que fé não é ritual mecânico, mas comunhão com a vida, e que cada folha tem espírito e cada palavra carrega energia. Bússola da Alma continua essa sabedoria, mas olha para dentro. Se em Ervas e Benzimentos a gente limpa a casa e o corpo com arruda, alecrim e oração, aqui a limpeza é da mente e das crenças. As ervas continuam presentes na jornada de 21 dias, mas agora como apoio para um trabalho de autoconhecimento. É a mesma sabedoria ancestral, a serviço do despertar da consciência.

Infonet –  Quanto tempo levou para escrever “Bússola da Alma” e como foi o processo de construção do conteúdo?

Fábio: Levei cerca de um ano para escrever o livro, e foi um ano de vivência, não só de escrita. Fiz questão de praticar cada exercício, cada meditação e cada etapa da jornada de 21 dias antes de compartilhar com os leitores. Não me sentiria em paz passando para as pessoas algo que eu mesmo não tivesse experimentado e sentido funcionar. Práticas como acordar dizendo “Hoje escolho ver o bem”, olhar nos próprios olhos diante do espelho e escrever cartas simbólicas aos antepassados passaram primeiro pela minha vida, e só depois viraram texto. Houve madrugadas em que o cansaço tentava vencer, mas a fé sustentou cada linha. Depois veio o trabalho cuidadoso de organizar a jornada em três semanas: o despertar da consciência, o reencontro com o poder interior e a manifestação do novo caminho. Este livro nasceu da experiência, e acredito que é por isso que ele toca as pessoas.

Infonet – Você chega ao 21º livro em um momento em que o público também busca conteúdos sobre espiritualidade, bem-estar e autoconhecimento. Como você percebe esse interesse e qual é o espaço que “Bússola da Alma” pretende ocupar nesse cenário?

Fábio: Vejo esse interesse como um sinal de que as pessoas cansaram de correr sem saber para onde. Vivemos tempos em que quase tudo parece urgente, menos o que realmente importa. A mente quer respostas rápidas, mas a alma quer experiências profundas. O cuidado que tenho é com a superficialidade: há muito conteúdo que promete transformação instantânea. Bússola da Alma quer ocupar o espaço do aprofundamento com os pés no chão. É um livro que une a sabedoria ancestral das benzedeiras, a fé, os princípios espirituais e a prática diária, sem fórmulas mágicas. Ele não pede perfeição, pede presença. Meu desejo é que seja um companheiro de cabeceira, uma pausa sagrada no meio da pressa, para que o leitor lembre que tudo o que busca lá fora já vive dentro dele.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet com br

sábado, 10 de outubro de 2026

Neste domingo tem Lambe-Sujos e Caboclinhos

Legenda da foto: A manifestação cultural dos Lambe-Sujos é datada de 1860,
 bem antes da abolição dos escravos.
Foto: Ailton Cruz/Alese

Publicação compartilhada do site DESTAQUE NOTÍCIAS, de 10 de outubro de 2026

Neste domingo tem Lambe-Sujos e Caboclinhos

A tradicional Festa dos Lambe-Sujos e Caboclinhos acontece, neste domingo, em Laranjeiras, municípios a cerca de 20 km de Aracaju. Realizada sempre no segundo domingo do mês de outubro, a festa é reconhecida como Bem de Interesse Cultural do Estado de Sergipe. A celebração exalta a riqueza cultural e histórica da região, atraindo milhares de visitantes todos os anos e reafirmando a importância de uma das mais emblemáticas manifestações populares sergipanas.

O evento começa às 4 horas com a tradicional alvorada, sendo que o cortejo dos grupos ocorre durante todo o dia. Através de encenações simbólicas, a festa resgata a memória da luta dos negros pela liberdade durante o período escravocrata. Marcada por tradições que entrelaçam folclore, história e religiosidade, a festa contribui para a preservação e o fortalecimento da identidade cultural do povo sergipano.

Batalha de dois grupos

A manifestação cultural dos Lambe-Sujos é datada de 1860, bem antes da abolição dos escravos no Brasil. O folguedo é a representação da batalha de dois grupos: de um lado os Lambe Sujos, que representam os escravos e do outro os Caboclinhos, representando os índios. Com personagens bem divididos, os grupos simulam a luta para resgatar a princesa que foi raptada pelos negros.

Para dar mais cor à encenação, os Lambe-Sujos se pintam com carvão, mel de cabaú e usam gorro e bermuda vermelha, enquanto os Caboclinhos se pintam com tinta marrom-terra e vestem cocares. Os participantes saem pelas ruas cantando e tocando instrumentos musicais como pandeiro, tamborim e reco-reco. Para quem assiste, é difícil sair da festa sem ser pintado, ao menos uma parte do corpo, pelos Lambe-Sujos. Pela importância histórica, a manifestação cultural faz parte do calendário folclórico de Sergipe.

Texto e imagem reproduzidas do site: www destaquenoticias com br

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

CASACOR Sergipe abre as portas ao público no dia 8 de outubro

Foto: Gabriela Daltro/CASACOR

Publicação compartilhada do site INFONET, de 30 de setembro de 2026 

CASACOR Sergipe abre as portas ao público no dia 8 de outubro

Portal Infonet

Até o dia 7 de outubro, é possível garantir o ingresso inteiro com 15% de desconto por meio da pré-venda disponível no appcasacor com br

A contagem regressiva para a abertura da CASACOR Sergipe 2026 já começou. Com 34 ambientes assinados por profissionais de diferentes gerações e inspirados no tema “Mente e Coração”, a mostra abre as portas ao público no dia 8 de outubro, em um imóvel localizado na Orla de Atalaia, em Aracaju. Até o dia 7 de outubro, é possível garantir o ingresso inteiro com 15% de desconto por meio da pré-venda disponível no appcasacor.com.br.

Além do ingresso inteiro com desconto, estão disponíveis as modalidades de meia-entrada e ingresso social, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. A compra pode ser realizada diretamente pelo site, com acesso às diferentes modalidades de ingresso.

Em sua 6ª edição, a CASACOR Sergipe acontece de 8 de outubro a 29 de novembro, na Avenida Santos Dumont, 1089, na Orla de Atalaia, um dos endereços mais emblemáticos de Aracaju. A mostra funcionará de terça a sábado, das 16h às 22h, com bilheteria até às 21h30. Aos domingos e feriados, o horário será das 16h às 21h, com bilheteria até 20h30.

Elenco 2026

A edição deste ano reúne arquitetos, designers de interiores e paisagistas de diferentes gerações, reafirmando a diversidade de olhares e a força da produção criativa sergipana. Integram o elenco Eddye Matheus Ramos, Alane Medeiros, Wesley Lemos, Josef Meris, Waleska Oliveira, Isa Ribeiro, Gracielly Lima, Karoline Machado, Gabriel Gois, Maíma, Gleide Belfort, Hertha Dantas, Giovana Arruda, Lu Guedes, Matheus Soares, Leila Franco, Ygor Prudente, Luciana Galvão, Remerson Rocha, Laura Bezerra, Eric Lima, Clara Novais, Carla Morais, Lícia Acioly, Thaisa Medeiros, Marcos Brito, Lilia Duarte, Louise Rosendo, Ana Clara Cardoso, Júnior Ordañez, Marcos Lima, Gilvan Acciolli, Luiz Fernando, Edney Evangelista, Mayra Lima, Marcelo Mabel, Vanessa Fernanda, Mariana Alcântara, Carlos Rezende e Rodrigo Fonseca.

O grupo assina ambientes que exploram diferentes interpretações para o tema “Mente e Coração”, reunindo arquitetura, design, paisagismo, arte, tecnologia, afetividade e novas formas de viver e ocupar os espaços.

A CASACOR Sergipe 2026 conta com o patrocínio nacional de Deca, Coral e Editora Globo e patrocínio local de Sebrae, GW Comunicação Visual, Rezende Engenharia e RioMar Aracaju. A mostra também tem como parceiros institucionais o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Sergipe (CAU/SE), a Associação Brasileira de Design de Interiores (ABD) e a Universidade Tiradentes (UNIT).

Fonte: Assessoria de Imprensa

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet com br

Outubro Rosa 2026!



Publicação compartilhada de post Facebook/Lygia Prudente, de 2 de outubro de 2026

Outubro Rosa 2026!

Mais uma vez, a AMO faz uma brilhante Abertura do Outubro Rosa, desta feita no Shopping Riomar, cuja programação  esteve à cargo de Luiz Arnaldo,  cantor e voluntário  da instituicao. Destacamos a apresentação do AMO DANÇAR,  com a participação das usuárias/pacientes  com a performance da Dança do Ventre. Estavam lindamente vestidas, à caráter, e com um desempenho que superou expectativas do coreógrafo Victor Teles.

Vários corais foram convidados e lá estiveram enriquecendo o evento com belas apresentações e um repertório diversificado . Encerrando o evento formou-se um Corão ( Vozes da AMO e os demais)  que cantaram músicas como A PAZ  e EU QUERO TER .Cabe-nos agora manifestar a nossa gratidão  aos Maestros e seus corais:  1) Maestro Uilson com o Coral Arcanjos: 2) Maestro Jairo que, além do Vozes da AMO, regeu tambem o SINDIVOZ, do SINDIPEMA e, aproveitamos para enfatizar a presença do seu Presidente, Obanshe Severo; 3) Maestro Cláudio Pinto com seus 2 corais Canto Fraterno e Nova Vida e 4) Maestrina Clara Raquel, com o Coral Notas de Sabedoria, da Escola Valdice Teles, cujo diretor , Professor Luiz Santana , marcou presença para prestigiar o seu grupo.

Gratidão tambem ao Shopping Riomar e à Vanessa, sua representante nesta parceria.

Parabenizamos a AMO - Associação dos Amigos da Oncologia, e a todos os envolvidos, na pessoa da sua Presidente, Maria da Conceição Balbino.

Na próxima terça-feira,  6 de outubro, realizaremos a Manhã Rosa e em 17 de outubro a já famosa, Corrida Outubro Rosa. 

Texto reproduzido de post do Facebook/Lygia Prudente

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Coral da AMO reúne 200 vozes em apresentação...


Publicação compartilhada do site A8 SE., de 29 de setembro de 2026 

Coral da AMO reúne 200 vozes em apresentação que marca início do Outubro Rosa em Aracaju

A programação também terá um pocket show do músico Luiz Arnaldo, em formato de voz e violão

Portal A8SE e Assessoria

A Associação dos Amigos da Oncologia (AMO) realiza nesta quinta-feira (1º) a abertura da campanha Outubro Rosa 2026, em Aracaju. A programação começa às 17h, na Praça de Alimentação do Shopping RioMar, com apresentações musicais e participação de grupos vocais de Sergipe.

Um dos destaques será o “Grande Encontro de 200 Vozes”, que reunirá integrantes do Coral da AMO, Coral SINDVOZ, Coral Os Arcanjos, Coral Canto Fraterno, Coral do Servidor do Estado e Coral Notas de Sabedoria.

A programação também terá um pocket show do músico Luiz Arnaldo, em formato de voz e violão.

A campanha será realizada ao longo de outubro com ações voltadas à conscientização sobre o câncer de mama, a importância do diagnóstico precoce e o atendimento às mulheres que enfrentam a doença.

Texto e imagem reproduzidos do site: a8se com

domingo, 27 de setembro de 2026

Farol de São Cristóvão é referência para navegantes

Publicação compartilhada do site DESTAQUE NOTÍCIAS, de 24 de setembro de 2026

Farol de São Cristóvão é referência para navegantes

O Farol de São Cristóvão tem aproximadamente 40 metros de altura

Na paisagem do litoral sergipano, onde as águas do Rio Vaza-Barris se encontram com o Oceano Atlântico, uma estrutura branca e encarnada desponta no horizonte como ponto de referência, não só para quem vem do mar, mas também para quem contempla a costa. Ali, na Barra de São Cristóvão, o Farol de São Cristóvão integra a paisagem, a história e a navegação de Sergipe.

Localizado em Aracaju (SE), mais precisamente no pontal norte da Barra de São Cristóvão, o Farol exerce papel fundamental na orientação daqueles que navegam nas proximidades da barra. Sua posição estratégica está relacionada às características naturais da região, marcada por bancos de areia e pela constante dinâmica dos canais de navegação, condições que historicamente exigem atenção especial dos navegantes.

Com aproximadamente 40 metros de altura, o Farol de São Cristóvão é constituído por uma torre quadrangular de concreto armado, de coloração branca, com duas faixas horizontais encarnadas. Seu lampejo branco, com alcance luminoso de 16 milhas náuticas, e sua estrutura singular constituem importante referência visual na aproximação à costa sergipana.

Uma luz para a navegação

A importância do Farol para a segurança da navegação está diretamente relacionada à configuração da entrada do Rio Vaza-Barris. Nessa área, os bancos de areia podem variar de posição e os canais apresentarem alterações de profundidade e direção. A paisagem observada pelos navegantes hoje não é a mesma do passado, tornando indispensáveis o conhecimento local e a adequada sinalização dos perigos à navegação.

É nesse contexto que o Farol de São Cristóvão assume sua função. Sua luz estabelece uma referência segura e facilmente reconhecível para aqueles que percorrem esse trecho do litoral, contribuindo para a segurança de pescadores, embarcações de cabotagem e demais navegantes da região.Ao longo de três décadas de operação, o farol consolidou-se como um elemento essencial da infraestrutura de sinalização náutica do litoral sergipano, cumprindo silenciosamente sua missão de orientar e proteger quem navega.

Mais que uma estrutura de sinalização

Também conhecido como Farol do Mosqueiro, seu nome oficial remete à Barra de São Cristóvão, referência à primeira capital de Sergipe e uma das mais importantes cidades históricas do estado. Seu batismo estabelece, assim, uma ligação entre a herança cultural sergipana e a vocação marítima que ajudou a moldar o desenvolvimento da região.

Embora tenha sido concebido para garantir a segurança da navegação, o Farol de São Cristóvão também passou a integrar o imaginário e a paisagem do litoral sergipano. Erguido no ponto em que o rio se abre para o mar, tornou-se uma presença familiar para moradores, pescadores e visitantes, marcando o horizonte da costa sul de Aracaju.

Ao iluminar a entrada da Barra de São Cristóvão, o farol cumpre uma missão que une passado e presente. Ao mesmo tempo em que remete à importância histórica das vias marítimas e fluviais para Sergipe, continua exercendo sua função essencial de contribuir para uma navegação mais segura.

Uma presença que permanece

Há 30 anos, o Farol de São Cristóvão acompanha as transformações da costa e da própria região que ajuda a identificar. Sua permanência demonstra uma característica comum aos auxílios à navegação: mesmo diante da evolução tecnológica, permanece a necessidade de referências confiáveis para orientar os viajantes.

Entre as águas do Vaza-Barris e o Atlântico, sua luz continua cumprindo o propósito para o qual foi concebida: servir de guia aos navegantes e de marco da estreita relação entre Sergipe e o mar.

Fonte e foto: Agência Marinha de Notícias

Texto e imagem reproduzidos do site: www destaquenoticias com br

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

O Vaticano de Aracaju

Crédito da foto: MELINS, Murillo. 

Artigo compartilhado do blog GETEMPO, de 17 de setembro de 2026

O Vaticano de Aracaju

Por Letícia Conceição Silva (Graduanda em História pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Bolsista do Projeto Impactos da Segunda Guerra Mundial no Nordeste brasileiro: mobilizações e transformações sociais em Sergipe (1942-1945)

Com propósitos bem diferentes da cidade papal, um grandioso prédio chamado de Vaticano marcou o cotidiano dos aracajuanos nas décadas de 1930 e 1940. Ocupando duas ruas no centro da capital, recebeu esse nome por suas dimensões monumentais. Embora a ideia inicial de seu fundador fosse a construção de um luxuoso hotel, seus planos não foram concluídos e o espaço passou a ser habitado por pessoas marginalizadas. Segundo os jornais da época, o nome foi escolhido pela população para ironizar a miséria presente no prédio. De acordo com o jornal Correio de Aracaju, em 21 de setembro de 1944, essa diversidade de moradores criava uma dinâmica própria, “uma cidade que vive dentro da cidade”, tal qual o Vaticano em Roma.

Eram dois andares. Enquanto o primeiro piso possuía quartos residenciais e comerciais para aluguel, o andar superior abrigava pontos de prostituição e boemia. Localizado numa das principais zonas meretrícias de Aracaju, nas imediações do Beco dos Cocos, o Vaticano era frequentado por clientes de diversas classes sociais, sendo um espaço de descontração onde se buscava, além do sexo, jogos e relaxamento num contexto de vigilância estatal constante. Ainda que se destacasse no cotidiano noturno da cidade, o prédio tinha outras funcionalidades durante o dia, sendo usado como ponto de encontro de trabalhadores e até mesmo em ações governamentais. Assim, desempenhava diferentes papéis no dia a dia da capital, tanto nas atividades representativas da ordem quanto nas ousadias.

Por estar presente em tantos eventos da vida cotidiana, o Vaticano era um importante espaço de sociabilidade dos aracajuanos, que lhe davam múltiplas utilidades. Por décadas, o  simbólico prédio influenciou as formas como os moradores se relacionavam nesse espaço de movimento urbano. Atualmente, pouco resta dessa construção que marcou a vida boêmia de Aracaju, mas sua importância como local de lazer, prazer e descontração permanece central para compreender como a complexa e diversificada vida noturna da cidade funcionava no século passado.

Texto reproduzido do site: infonet com br/blogs/getempo

domingo, 6 de setembro de 2026

Ele, João Alves Filho, descrito por eles

Artigo compartilhado do site SÓ SERGIPE, de 4 de setembro de 2026 

Ele, João Alves Filho, descrito por eles
Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos 

Em novembro de 2020, pelo jornal Correio de Sergipe, publiquei um artigo sobre a importância de João Alves Filho (1941-2020) para a cidade de Lagarto. Na oportunidade, de modo particular, destaquei uma data: julho de 1986. Quando, como resultado de sua preocupação com a melhora das condições do homem do campo por meio do projeto Chapéu de Couro, ele inaugurou a Barragem Dionísio de Araújo Machado, represando cerca de 15 bilhões de m3 das águas do Rio Piauí. O feito ocorreu na gestão do prefeito Artur de Oliveira Reis (1983-1988), obra que segue sendo fundamental para a região até hoje.

Em 2022, foi publicada a sua primeira biografia, de autoria dos escritores Déborah Pimentel e Igor Salmeron, intitulada João Alves Filho: A Saga de um Político Nordestino. Um calhamaço com mais de quatrocentas páginas, que cobre as diversas fases do Negão, como era conhecido carinhosamente pelo seu povo e admiradores, incluindo suas gestões como prefeito de Aracaju, Ministro de Estado e governador de Sergipe.

Agora é a vez dela, sua irmã Marlene Alves Calumby, de trazer à tona outros aspectos da trajetória de vida de João Alves Filho. Para tanto, contou com a colaboração de outros (eles e elas), para organizar a obra Ele, descrito por eles. De antemão, estes trocadilhos pronominais são propositais, dado que, na minha leitura e percepção do livro, pude estar diante de inúmeros Joões.  Do João de Anderson Nascimento ao João da organizadora, que teve o privilégio de viver com o homenageado em sua intimidade e de, também, trabalhar com ele nas lides administrativas e da política.

Em trezentos e setenta e seis páginas, impressas pela J Andrade, os colaboradores nos convidam a conhecer João Alves Filho sob diversas facetas, todas elas se encontrando na figura de um homem público devotado às causas populares. Para tanto, Marlene Calumby convocou alguns confrades da Academia Sergipana de Letras, políticos, juristas, empresários, profissionais liberais e clérigos para compor um expressivo itinerário: José Anderson Nascimento (prefácio e capítulo), Igor Leonardo Moraes Albuquerque (apresentação e capítulo), Aglaé Fontes, Artêmio Barreto, Aurélio Belém, Carlos Batalha, Hermínio de Aguiar, Carlos Pinna Júnior, Dilson Barreto, Eduardo Lima, Etélio de Carvalho, Flamarion d´Ávila Fontes, Georlize Oliveira, Gilmar Melo, José Carlos Machado, padre José Lima Santana, Mendonça Prado, Osório de Araújo Ramos Filho, Saumíneo Nascimento, Sérgio Silva, padre Vatewan Cruz, Venâncio Fonseca. Afora os anexos, com textos de João Alves, Ângela Margarida, Jane Guimarães e Lilian Gomes. Há textos dela também, na obra.

Entre eles, os Joões, é possível percebê-los não somente na perspectiva da política, seu mote existencial: “o Pelé da política sergipana”, como bem define Venâncio Fonseca. Mas também sua contribuição no campo cultural, por exemplo, a partir dos textos da professora Aglaé, da sua preocupação, enquanto gestor público, com destaque para o Teatro Tobias Barreto, uma das principais casas culturais até a presente data. O João escritor, por José Anderson Nascimento, que lhe valeu uma cadeira na Academia Sergipana de Letras. O João da educação, da economia, da agricultura, da saúde, do turismo, das grandes obras (inclusive, estruturais), da segurança pública, da engenharia e o João da Imaculada Conceição, sua madrinha de batismo.

Como bem define José Anderson Nascimento, Ele, descrito por eles é um “livro sobre feitos” (p. 8). Em que, reforça Igor Leonardo Moraes Albuquerque, “suas ideias, conquistas e realizações permanecem na vida e no imaginário do sergipano” (p. 11). E nesse diapasão, do imaginário, sobretudo no meu de criança e adolescente em Lagarto, o João das inesquecíveis campanhas municipais e governamentais: o homem de óculos escuros (daqueles que caminhoneiro gosta de usar), sorriso alvo e largo, chapéu de couro na cabeça, de discurso forte, preciso e persuasivo. Ou ainda, como bem arremata Marlene Calumby, “um homem de êxito cuja ambição foi sempre construir, permanecendo em movimento” (p. 16).

Enfim, ela, eles e elas foram muito felizes em descrevê-lo para nós, agregando valor à biografia de um dos maiores líderes políticos sergipanos e da vida pública nacional. Perfis como o de João Alves Filho estão em extinção. Discorde ou não de suas práticas ou mesmo ideologias, foi e é reverenciado até hoje, inclusive por aqueles que lhe fizeram oposição. O João da arte de fazer política, o João da ponte, o João do povo, enfim, o João descrito por eles.

Texto e imagem reproduzidos do site: sosergipe com br