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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Museu Histórico de Sergipe promoverá Semana da Cultura

Na segunda-feira, 5 de novembro, será comemorado o
“Dia Nacional da Cultura”, data criada em 15 de maio de 1970, 
pela Lei nº 5.579, diante do aniversário de nascimento do
 jurista, político, escritor e diplomata ‘Rui Barbosa’ (1849-1923)
Foto: Divulgação/Secult

Publicado originalmente no site do Portal Indonet, em 30 out, 2018 

Museu Histórico de Sergipe promoverá Semana da Cultura

Nesta segunda-feira, 5 de novembro, será comemorado o “Dia Nacional da Cultura”, data criada em 15 de maio de 1970, pela Lei nº 5.579, diante do aniversário de nascimento do jurista, político, escritor e diplomata ‘Rui Barbosa’ (1849-1923).

E para que a data não passe esquecida em brancas nuvens, o “Museu Histórico de Sergipe”, unidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), localizado na cidade de São Cristóvão, vai realizar uma série de exposições, reflexão e diálogos culturais relacionados com as demais datas comemorativas da próxima semana (de 5 a 9), que são: “Dia da Ciência e Cultura”, “Dia do Cinema Brasileiro”, “Dia Nacional do Designer”, “Dia Nacional do Riso”, “Dia do Radialista”, “Dia Mundial do Urbanismo” e “Dia do Hoteleiro”, através de uma semana inteira voltada especialmente para ressaltar como a cultura se renova e renasce através da contribuição e prática de cada um.

A Semana da Cultura no MHS acontecerá de 5 a 9 de novembro, através de uma série de atividades. Acompanhe a programação abaixo:

Dia 5 (segunda-feira), às 16h

*Abertura da exposição da jovem artista ‘Harla’, com quadros e obras de arte digital, seguida de uma roda de conversa sobre cultura e ciência, como a tecnologia contribui para que todos nós sejamos agentes de cultura.

Dia 6 (terça-feira)

*Roda de conversa – A cultura do humor, projeção de curtas, marcando o “Dia do Riso”.

Dia 7 (quarta-feira)

*Roda de conversa – O rádio como elemento produtor, difusor e estimulador da cultura, pelo “Dia do Radialista”.

Dia 8 (quinta-feira)

*A cidade como espaço cultural (Dia Mundial do Urbanismo). Safari fotográfico por São Cristóvão, com projeção de fotos e discussão.

Dia 9 (sexta-feira)

*Turismo, Cultura e o hotel como porta de entrada para a cultura local, com ‘Carlos Nascimento’

Fonte: Secult

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Museu Histórico de Sergipe promove Semana de Ações Didáticas

Projeto visa a inclusão da comunidade
nas atividades do museu 
Foto: secult

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 03 de agosto de 2018

Museu Histórico de Sergipe promove Semana de Ações Didáticas

Desde o dia 30 de julho está acontecendo o Projeto Educação para a Conscientização, realizado através da parceria entre o Museu Histórico de Sergipe e a Universidade Federal de Sergipe, que segue até o dia 7 de agosto. Várias rodas de conversa, palestras, atividades e exposições estão sendo realizadas no Museu Histórico de Sergipe em São Cristóvão, com tema principal ‘Ações Didáticas no Museu’ visando à discussão de estratégias para inserção dos museus no cotidiano das comunidades em geral.

Na última quarta-feira, 01, foi realizada uma Roda de conversa com a professora María Teresa Becerra Traver, da Universidade de Extremadura (UEX), na Espanha, estiveram presentes também representantes de museus, a coordenadora do Sistema Estadual de Museus, Marta Soraya e a professora do Colégio de Aplicação da UFS, Silaine Maria Gomes Borges.


Durante o encontro foram colocados em pauta diversos tópicos e a desconstrução da ideia de museu como lugar de coisas velhas, além da promoção do histórico da cidade, pois há um déficit de participação e engajamento da comunidade com o museu, e os participantes ressaltaram que é preciso desenvolver formas de mostrar para as pessoas que o museu é delas, é a casa da cidade, o berço histórico daquele lugar e das pessoas que o habitam.

Para Silaine Borges, o museu deve agir com ações provocativas perante a comunidade local para despertar a curiosidade deles em visitar e conhecer o museu. “Nós não podemos esperar as datas comemorativas, por exemplo, o dia da Praça São Francisco, para convidar a população e realizar atividades no museu, tem que agir frequentemente porque é difícil ter incentivo para sair de casa, do ambiente conhecido, da comodidade, mas é nosso dever proporcionar e cultivar essa curiosidade neles para que os mesmos encontrem no museu a sua própria história”, relatou.

Esse desafio está ligado também com a noção de pertencimento, outro tópico abordado durante a discussão, para que haja o engajamento entre os dois lados e a ideia de que museu é apenas para turista e não serve para nada seja desconstruída e dê espaço para o entendimento de que é um lugar de aprendizado e conhecimento. A professora María Teresa Becerra Traver, destacou que é relevante a fomentação de debates como esses. “Sem dúvida o enriquecimento cultural é sempre muito positivo para todos, é ótimo conhecer outros pontos de vista outras necessidades e poder discutir e contribuir com o planejamento em geral”, afirmou.

Fonte: Secult

Texto e imagem reproduzido do site: infonet.com.br

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Museu Histórico de Sergipe

Ao todo, o MHS oferece 13 salas para visitações.
Foto: Márcio Garcez.

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 16/08/2017.

Especial Cultura: Museu Histórico de Sergipe

Ao todo, o MHS oferece 13 salas para visitações

Localizado no coração da praça São Francisco, Centro Histórico de São Cristóvão, o Museu Histórico de Sergipe (MHS) é um marco na vida cultural sergipana. São 57 anos reunindo um acervo valiosíssimo sobre o patrimônio cultural do estado, sua gente, curiosidades e é claro, arte. Para quem desejar conhecer o local, que já foi prédio do Palácio Providencial (quando São Cristóvão era a Capital sergipana), cadeia, escola e câmara dos vereadores, toda a visita é guiada por especialistas, o que remete ao visitante entrar num contexto totalmente embasado sobre o passado do estado, a partir de sua própria identidade.

Fundado pelo governador do estado, na época, Luís Garcia, o Museu Histórico de Sergipe fez uma verdadeira revolução ao compor todo o acervo do local a partir de doações feitas pelos próprios sergipanos. A pedido do governador, os jornais da época solicitaram que as pessoas doassem objetos que tivessem relação direta com a formação cultural e artística dos sergipanos. Essa participação da sociedade na construção do MHS foi considerado um ato de extrema ousadia por parte dos organizadores do espaço. Assim, o museu nasceu com a vocação de ser um núcleo de centralização das coisas de Sergipe. “Uma parte considerável veio de doações, enquanto outras peças foram adquiridas através do governador oriundas de pessoas que colecionavam arte, como por exemplo, José Augusto Garcez, considerado o primeiro museológico do estado”, relembrou a coordenadora de Museologia do MHS, Rosângela Reis.

Outra particularidade que vale a pena ser ressaltada é que a primeira Composição Expográfica do museu foi realizada pelo renomado artista plástico, Jenner Augusto - dando ao MHS um Know-how já em seus primeiros dias de vida. “Outro ponto alto do acervo são as peças referentes ao pintor, Horácio Pinto da Hora, que possui uma sala dedicada exclusivamente ao seu trabalho, como forma de homenagear este laranjeirense reconhecido no mundo inteiro”, contou Rosângela.

Outro detalhe sobre Horácio Pinto da Hora e que pode ser visto no MHS foi o desenho em grafite feito por ele retratando o assassinato de Maria da Conceição, onde o autor do crime, seu amante, o desembargador José Cândido Pontes Figueroa usou requintes de crueldade para executá-la. O caso chocou o Brasil, tanto que Horácio Pinto da Hora desenhou, estilo revista em quadrinhos, o passo-a-passo do ocorrido. A riqueza dos detalhes chama atenção.

Ao todo, o MHS oferece 13 salas para visitações, sendo algumas salas permanentes e outras temporárias, que recebem exposições itinerantes ou que comportar peças oriundas do próprio museu (expostas em ocasiões especiais). Então, trata-se de um museu orgânico, com mudanças visuais realizadas constantemente. Uma sala exclusivamente composta por peças sobre o cangaço (criada para matar a curiosidade dos turistas, contendo peças como punhais, utensílios e roupas) também pode ser visitada.

O portal da Ordem dos Carmelitas, localizado praticamente na porta do MHS, dá às boas-vindas aos visitantes assim que estes adentram o museu. Um detalhe que deve ser contado é que o tapete vermelho, já na entrada do museu simboliza a visita de D. Pedro II a São Cristóvão em 1860. Outro ponto e que virou uma grande atração são alguns dos canhões usados na Guerra de Canudos (que passaram recentemente por um processo delicado de restauração).

Detalhe: Para adentrar ao MHS, o visitante precisa usar as tradicionais pantufas, para não desgastar o assoalho que por si só já uma obra-de-arte.  Conhecer o MHS é a certeza de uma deliciosa viagem. Venha conhecer!

Horário de abertura do MHS
De terça a sábado – 10h às 16h
Domingo – 9h às 13h
(segunda-feira é fechado para manutenção e limpeza).
Valor do ingresso: R$ 5 (sendo que moradores de São Cristóvão, professores, militares, estudantes e pessoas acima dos 60 anos pagam meia-entrada).

Fonte: assessoria de São Cristóvão.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

domingo, 26 de março de 2017

Secult promove projeto 'Mulheres no Museu'

Obra da artista plástica Vilma Rebouças.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 21/03/2017.

Secult promove projeto 'Mulheres no Museu'
O projeto Mulheres no Museu vai acontecer na próxima sexta

Dando continuidade as comemorações do mês da mulher, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) promoverá mais um evento unindo arte e cultura regional. O projeto Mulheres no Museu vai acontecer na próxima sexta-feira, 24, às 15h, no Museu Histórico de Sergipe.

O projeto será iniciado com a exposição “Desejos, Objetos e Arte” da artista plástica Vilma Rebouças seguida de uma roda de conversa. O evento, promovido através do Sistema Estadual de Museus (SIEM/SE), busca proporcionar uma tarde especial para as mulheres do estado, em especial as São Cristovenses.

A artista

Vilma Rebouças é graduada em Designer de Interiores. Possui sólida experiência em gestão administrativa. É pós-graduada em artes visuais, cultura e criação. Participou de diversas exposições coletivas, sendo: Uma pintura em tela acrílica, Em xilogravuras: - Galeria de Arte Janner Augusto, em 2007; 4ª. Edição do Cantinho Cultural dos Artistas dos Correios, em 2007; 8ª. Mostra de Artes SENAC, no SESC; e Amostra VIÉS, na Galeria J. Inácio, em 2009.

Serviço

Projeto: Mulheres no Museu
Data: 24 de março
Horário: 15h
Local: Museu Histórico de Sergipe
Endereço: Praça São Francisco, s/n, Sítio Histórico da cidade

Fonte e foto: Ascom Secult.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

sexta-feira, 24 de março de 2017

Museu Histórico de Sergipe (MHS)





Museu Histórico de Sergipe (MHS).

Em 1960, no dia 5 de março, foi inaugurado o Museu Histórico de Sergipe (MHS), no Governo de Luis Garcia. A missão é salvaguardar a memória e identidade do povo sergipano representado nos bens móveis e imóveis que compõem seu acervo. A instituição museológica é a mais antiga do estado e remonta ao século XVIII. O prédio — que já foi cadeia, hospital e escola — e o acervo desafiam o tempo para satisfação e aprendizado do público visitante.

Seu rico e diversificado acervo tem a marca dos seus curadores, os irmãos Junot Silveira e Jenner Augusto. São mobílias dos séculos XIX e XX; quadros artísticos variados; bustos de personalidades sergipanas; coleções de moedas, medalhas, louças, telefones antigos que marcaram a trajetória de Sergipe desde o período colonial; além de objetos e fotos raras de personagens do cangaço e muito mais.

Além disso, destaque para as obras do pintor Horácio Hora (1853-1890), um dos grandes nomes do romantismo brasileiro, e coleções pessoais de personagens históricos, como o do jornalista e político Lourival Fontes (1899-1967), ministro de propaganda de Getúlio Vargas.

O Museu Histórico de Sergipe se define como “uma casa de visitas” porque não é exclusivo de turistas, pois atende a um público escolar, acadêmico; também é uma “casa de pesquisas” à medida que produz conhecimento através de suas exposições, catálogos, artigos, palestras, comunicações. Seu terceiro perfil, “casa de cidadania” ganha notoriedade a partir dos projetos socioeducativos que realiza, a exemplo do Círculo dos Ogãs, que envolve as casas de terreiros de candomblé do município de São Cristóvão.

O museu ainda apresenta novidades ao público: um auditório e salas de exposições temporárias, integradas por meio do primeiro plano museográfico da história do MHS. Graças ao projeto, a instituição deixa de ser apenas um local de exposição de peças antigas para tornar-se um espaço mais funcional e abrangente, pronto para receber visitantes interessados na história, na cultura e nas artes do estado.

O museu está instalado na Praça São Francisco, na cidade de São Cristóvão, primeira capital da província de Sergipe. Vale ressaltar que o prédio do Museu Histórico de Sergipe foi tombado pelo Estado como bem de valor e preservação através do Decreto N. 22.148, de 8 de setembro de 2003.

Texto e imagens reproduzidos do site: conhecendomuseus.com.br

sábado, 1 de outubro de 2016

Museu Histórico de Sergipe, na cidade de São Cristóvão


Museu Histórico de Sergipe, na cidade de São Cristóvão/SE.

O prédio que abriga o Museu Histórico de Sergipe,
já foi cadeia, hospital e escola.

O Conhecendo Museus desta semana apresenta o Museu Histórico de Sergipe, inaurugado em 5 de março de 1960 com a missão de salvaguardar a memória e a identidade do povo sergipano representado nos bens móveis e imóveis que compõem seu acervo. A instituição museológica é a mais antiga do estado e remonta ao século XVIII. O prédio — que já foi cadeia, hospital e escola — e o acervo desafiam o tempo, para satisfação e aprendizado do público visitante.

O rico e diversificado acervo tem a marca dos seus curadores, os irmãos Junot Silveira e Jenner Augusto. São mobílias dos séculos XIX e XX; quadros artísticos variados; bustos de personalidades sergipanas; coleções de moedas, medalhas, louças, telefones antigos que marcaram a trajetória de Sergipe desde o período colonial; além de objetos e fotos raras de personagens do cangaço e muito mais.

Outro destaque do acervo são as obras do pintor Horácio Hora (1853-1890), um dos grandes nomes do romantismo brasileiro, e coleções pessoais de personagens históricos, como o do jornalista e político Lourival Fontes (1899-1967), ministro de propaganda de Getúlio Vargas.

O Museu Histórico de Sergipe se define como “uma casa de visitas" porque recebe, além de turistas, escolas e acadêmicos; também é uma "casa de pesquisas" à medida que produz conhecimento através de suas exposições, catálogos, artigos, palestras, comunicações. Seu terceiro perfil, "casa de cidadania" ganha notoriedade a partir dos projetos socioeducativos que realiza, a exemplo do Círculo dos Ogãs, que envolve as casas de terreiros de candomblé do município de São Cristóvão.

O museu ainda apresenta novidades ao público: um auditório e salas de exposições temporárias, integradas por meio do primeiro plano museográfico da história do Museu. Graças ao projeto, a instituição deixa de ser apenas um local de exposição de peças antigas para tornar-se um espaço mais funcional e abrangente, pronto para receber visitantes interessados na história, na cultura e nas artes do estado.

Texto e imagens reproduzidos do site: tvbrasil.ebc.com.br

sábado, 26 de março de 2016

Canhões do Museu estão abertos para a visitação


Infonet > Cultura > Noticias > 23/03/2016.

Canhões do Museu estão abertos para a visitação.

Os canhões foram restaurados pelo técnico Henrique Braga.

O acervo de 11 canhões e 12 balas do século XIX do Museu de História de Sergipe foi reaberto para visitação em uma nova sala, na última terça-feira, 22, após um intenso processo de manutenção voltado à conservação. Realizada pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), através da Diretoria de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Dphac), a manutenção atende a uma orientação do Ministério Público do Estado (MPE), por meio do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

A recuperação das balas e canhões contou com a retirada da ferrugem, hidratação e selagem das peças com cerra de carnaúba, o que irá amenizar os efeitos e desgastes do tempo. O projeto de conservação também incluiu a confecção de novas carretas de madeira de maracatiara, que servem de suporte para os canhões. Seguindo o modelo de uma original que foi restaurada, as carretas mantêm uma uniformidade com as mesmas características da época. Além de contribuir com a conservação, elas facilitarão o manejo e remoção dos canhões que são muito pesados. A manutenção foi executada pelo técnico em restauração Henrique Braga.

Acompanhado pelos membros do Conselho Estadual de Cultura, o secretário de Estado da Cultura, Elber Batalha descerrou a placa de inauguração da nova sala onde os canhões ficarão alocados, e enfatizou a importância da realização de ações de manutenção do patrimônio público. “Estes canhões são parte viva da história de Sergipe. O restauro e manutenção deles é de suma importância não só para tornar o Museu mais atrativo, mas principalmente, para que as novas gerações possam visualizar aquilo que eles aprendem na teoria, nos livros de história”, considerou.

Representando o Ministério Público do Estado, a promotora de justiça distrital do município de São Cristóvão, Lenilde Nascimento, elogiou o resultado da manutenção e a agilidade no processo do cumprimento da orientação. “Quando solicitamos a manutenção das peças e a destinação para um local apropriado, fomos prontamente atendidos pelo secretário Elber Batalha. Hoje o resultado está perfeito, um trabalho muito bem feito que fica à disposição da população”.

Ao final, o público pôde prestigiar a apresentação da peça “A Peleja de Leandro na Trilha do Cordel”, do Grupo de Teatro Imbuaça. O espetáculo mistura ficção e realidade para narrar a trilha, nem sempre reta, da vida do inventor da literatura de cordel, o poeta paraibano Leandro Gomes de Barros.

Os canhões

Os canhões que fazem parte da coleção do Museu Histórico de Sergipe são remanescentes do século XIX e pertenceram aos batalhões de Sergipe na Guerra de Canudos e Revolta Tenentista. Acredita-se que o maior canhão pertenceu a Pedro Lobatut, quando esteve em Sergipe em 1822 e foi contratado para garantir a aclamação de D. Pedro I, como Imperador do Brasil.

Segundo a representante do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kleckstane Lucena, os canhões representam não só a história do município, mas também do país. “Houve uma preocupação com a conservação das peças, e essa é uma forma de valorização do nosso patrimônio, da nossa própria história”.

Fonte: ascom Secretaria de Estado da Cultura.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Foto/Legenda:
Os canhões foram restaurados pelo técnico Henrique Braga.
Crédito - Secult.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Secult inaugura nova sala com canhões do museu histórico

Foto: Secult.

Infonet > Cultura > Noticias > 21/03/2016.

Secult inaugura nova sala com canhões do museu histórico.

Inauguração está marcada para a terça-feira, 22, às 17h.

Depois de passar por um intenso processo de manutenção voltado à conservação, o acervo de 11 canhões e 12 balas do século XIX do Museu de História de Sergipe será reaberto para visitação em uma sala nova. A inauguração está marcada para esta terça-feira, 22 de março, a partir das 17 horas, no Museu, localizado na Praça São Francisco, em São Cristóvão.

Realizada pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), através da Diretoria de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Dphac), a manutenção atende a uma orientação do Ministério Público do Estado (MPE). De acordo com o restaurador responsável, Henrique Braga, a recuperação das balas e canhões contou com a retirada da ferrugem, hidratação e selagem das peças com cerra de carnaúba, o que irá amenizar os efeitos e desgastes do tempo. “Estas peças fazem parte do Patrimônio Histórico de Sergipe. A manutenção que fizemos com elas, interrompeu um processo grave de deterioração que vinham sofrendo”, explicou.

O projeto de conservação das peças também incluiu a confecção de novas carretas de madeira de maracatiara, que servem de suporte para os canhões. As carretas seguem o modelo de uma original que foi restaurada, mantendo uma uniformidade com as mesmas características da época. Além de contribuir com a conservação, pois evita o contato direto das com o chão, as carretas facilitarão o manejo e remoção dos canhões que são muito pesados.

Durante a inauguração o público poderá assistir também à apresentação da peça “A Peleja de Leandro na Trilha do Cordel”, do Grupo de Teatro Imbuaça. O espetáculo mistura ficção e realidade para narrar a trilha, nem sempre reta, da vida do inventor da literatura de cordel, o poeta paraibano Leandro Gomes de Barros. O evento é aberto ao público.

Fonte: Secult.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

domingo, 24 de janeiro de 2016

Canhões do Museu Histórico de Sergipe são restaurados


Publicado originalmente no site Destaque Notícias, em 21/01/2016.

Canhões do Museu Histórico de Sergipe são restaurados

O acervo de 11 canhões e 12 balas do século XIX, guardados no Museu de História de Sergipe, está ganhando vida nova. Desde setembro de 2015, as peças estão em processo de manutenção, que irá garantir melhores condições de preservação. Promovida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), através da Diretoria de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Dphac), a manutenção atende a uma orientação do Ministério Público do Estado (MPE).

De acordo com o restaurador responsável, Henrique Braga, a recuperação das balas e canhões começou com a retirada da ferrugem. “Foi necessário fazer testes com vários produtos, pois cada peça reage de uma maneira. Isso depende muito do estado da ferrugem, se está mais avançado ou não, e do tempo de existência da peça, já que são de diferentes períodos”, explicou.

A retirada da ferrugem conta com o auxilio de uma escova de metal especial, que não arranha as peças. Em seguida elas passam por um processo de hidratação e selagem com cerra de carnaúba, que irá amenizar os efeitos e desgastes do tempo. “Todas as balas já foram tratadas e estamos fazendo o quarto canhão. Nossa previsão é que todo o processo esteja concluído até março deste ano”, informou o restaurador.

Carretas novas

O projeto de conservação das peças também inclui a confecção de novas carretas de madeira de maracatiara, que servirão de suporte para os canhões. As peças seguem o modelo de uma original que foi restaurada, mantendo uma uniformidade com as mesmas características das carretas da época. Além de contribuir com a conservação, pois evita o contato direto das com o chão, as carretas facilitarão o manejo e remoção dos canhões que são muito pesados.

“Estas peças fazem parte do Patrimônio Histórico de Sergipe. A manutenção que fizemos com elas, interrompeu um processo grave de deterioração que elas vinham sofrendo. No entanto, para garanti a sua conservação de fato, é necessário que sejam realizadas manutenções periódica e permanente das peças”, defendeu Henrique Braga.

Até então, os canhões e as balas de munição estavam concentrados no pátio interno do Museu. Com a manutenção, as peças estão sendo transferidas para uma sala fechada, evitando exposição às variações climáticas. O Museu Histórico de Sergipe fica na Praça São Francisco, no município de São Cristóvão.

Texto e imagem reproduzidos do site: destaquenoticias.com.br

Fonte e foto: Ascom/ Secult

domingo, 6 de dezembro de 2015

Museu Histórico de São Cristóvão


Publicado originalmente no site Itabi Infonet (Museus em Sergipe)*

Museu Histórico de São Cristóvão

Histórico.

O Museu Histórico de Sergipe - instituição museal mais antiga do Estado - inaugurado em 5 de março de 1960. A idéia inicial surgiu de reunião no Clube Sergipano, em 1959, entre Lauro Barreto Fontes, José Calasans, o Governador Luis Garcia e seu secretário de Governo, Junot Silveira. Do encontro saiu Junot incumbido de angariar doação e compra de objetos diversos para composição do inestimável acervo. Seu irmão Jenner Augusto, artista plástico, foi convidado para montar a exposição das peças.

Missão.

A missão do Museu Histórico de Sergipe é salvaguardar a memória e identidade do povo sergipano representado nos bens móveis e imóveis que compõe seu acervo. Diverso em sua origem e plasticidade, sua proposta museal recorta contexto e temas da sociedade provincial e republicana, numa cronologia que perpassa a Mudança da Capital de São Cristóvão para Aracaju, em 1855, a falência do regime monarquista e implantação de nova ordem política de 1889. Prédio e acervo remontam o século XVIII e desafiam o tempo para satisfação e aprendizado do público visitante.

Visitas importantes.

Entre os dias 4 e 19 de janeiro de 1860, Dom Pedro II e a imperatriz Tereza Cristina conheceram Sergipe. De Aracaju, capital da Província, o imperador visitou as cidades de Maruim, Laranjeiras, Estância e São Cristóvão. O plano inicial era chegar a ex-capital navegando pelo Vaza-Barris, mas a notícia da barra ressacada influiu na escolha da montaria, o que motivou a ausência da imperatriz.

Na manhã do dia 17 de janeiro, às 5 horas, centenas de cavaleiros acompanharam a comitiva imperial depois da queima de fogos e formalidades de estilo. O imperador trajava paletó preto, calça branca, chapéu de palha e botas de montaria. A missão era formada por unidade da Guarda Nacional, Presidente Provincial, Manuel da Cunha Galvão, secretários, chefe da Polícia e demais autoridades. Cumpriram itinerário pela estrada de Campo Grande, Mundé da Onça e Vale do Medo vencendo 5 léguas em duas horas.

Na chegada a São Cristóvão a comitiva imperial foi recepcionada com vivas e flores, num centro histórico engalanado de arcos e colchas que ornavam as janelas residenciais. Cerca de 1.200 praças, sob comando do Tenente Coronel José Guilherme da Silveira Teles, da Guarda Nacional, prestaram continência ao magnânimo imperador do Brasil. Este ficou hospedado no antigo Palácio Provincial que servia de Câmara Municipal de Vereadores e fora especialmente preparado para acomodar o ilustre monarca.

Na sua estada, Dom Pedro II visitou escolas e argüiu alunos e professores, esteve nos conventos e igrejas, doou esmola a Santa Casa de Misericórdia, orou na Igreja Matriz, conheceu o mercado e cemitério local, ainda concedeu beijamão. No dia seguinte, o imperador galopou 4 léguas até o engenho Escurial, propriedade de Antonio Dias Coelho e Mello, a fim de conhecer sua produção canavieira e criações de gado, cavalo e ovino. Antes do retorno a Aracaju, Dom Pedro II participou de almoço especialmente oferecido pelo proprietário do único engenho visitado em Sergipe.

Trajetória.

Após dois anos de restauração o Museu Histórico de Sergipe, o mais antigo do Estado, reabre suas portas a sociedade brasileira. O Estado comprou o prédio que pertencia a Fazenda Federal por 2:000$000 (dois contos de réis), conforme escritura de compra e venda de 19 de março de 1918. (Cartório do 1. Ofício da Comarca de Aracaju. Livro de Notas, fls. 57 a 59). Na primeira metade do século XX, o prédio teve utilidades diversas. Foi delegacia até o final da década de 1930. Em 1940 foi reformado às expensas da Prefeitura Municipal, durante gestão do prefeito Antônio Silvio Bastos, e transformado em escola, nesse período serviu também como salão de bailes nas ocasiões festivas. (Recibo de despesa. Tesouraria Arquivo da PMSC, 04/12/1939-05/04/1940). Mas foi a Exatoria instalada na década de 1950. Segundo Lauro Barreto Fontes foi na iminência de retornar a condição de escola que no ano de 1960, no dia 5 de março, ele foi inaugurado como Museu Histórico de Sergipe, no Governo de Luis Garcia.

Acervo.

Seu rico e diversificado acervo tem a marca dos seus curadores, os irmãos Junot Silveira e Jenner Augusto. São mobílias dos séculos XIX e XX; quadros artísticos variados; bustos de personalidades sergipanas; coleções de moedas, medalhas, louças, telefones antigos; além de objetos e fotos raras de personagens do cangaço e muito mais. O prédio do Museu Histórico de Sergipe foi tombado pelo Estado como bem de valor e preservação através do Decreto N. 22.148, de 8 de setembro de 2003.

fonte:
FONTES, Lauro Barreto. Como se conta a História de Peri e Ceci. In: ___. O vendedor de arco-íris. Salvador: Bureau, 1984, p. 85.

GOIS, Baltazar. A República em Sergipe. Aracaju: Governo do Estado de Sergipe, 2005, p. 4 e 17. (1ª. ed. 1891)

Viagem Imperial a Província de Sergipe, ou narração dos preparativos, festejos e felicitações que tiveram logar por ocasião da visita que fizerão a mesma Província Suas Majestades imperiais em janeiro de 1860. Bahia, Typographia do Diário, 1860, p. 99-114.

FREIRE, Felisbelo. História de Sergipe. Petrópolis: Vozes; Aracaju: Governo do Estado de Sergipe, 1977, p. 67. (1ª. ed. 1891).

* O site Museus em Sergipe é uma publicação dos alunos do curso de Museologia, realizado como projeto final da disciplina Tópicos Especiais em Educação e Comunicação em Museus, sob a coordenação do Prof. M.Sc. Fábio Figueirôa. E-mail: museusemsergipe@infonet.com.br

Texto reproduzido do site: itabi.infonet.com.br
Foto reproduzida do blog: museuhsergipe.blogspot.com

domingo, 20 de setembro de 2015

Canhões do Museu Histórico passam por manutenção

Foto: Divulgação.

Infonet > Cultura > Noticias > 18/09/2015.

Canhões do Museu Histórico passam por manutenção
Medida visa dar melhores condições de preservação das peças

A Secretaria de Estado da Cultura (Secult), através da Diretoria de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Dphac), está realizando um processo de manutenção dos canhões e balas do Museu Histórico de Sergipe, localizado na Praça São Francisco, em São Cristóvão. Orientada pelo Ministério Público do Estado, a medida visa dar melhores condições de preservação das peças.

Esta semana, os 11 canhões e 12 balas do século XIX começaram a receber um tratamento químico de conservação preventiva, que irá amenizar os efeitos e desgastes do tempo. O processo começa com a retirada da ferrugem, seguida da hidratação das peças e selagem com cerra de carnaúba.

“Cada peça leva um tempo específico para ser tratada, pois a reação dos químicos usados na retirar da ferrugem, varia de acordo com o estado de conservação e tempo de existência dos canhões, já que eles são de diferentes períodos. Nossa expectativa é que todo o processo seja realizado em até cinco meses”, informou o restaurador responsável pelo projeto, Henrique Braga.

O projeto também inclui a confecção de novas carretas de madeira de maçaranduba, que servirão de suporte para os canhões. As peças seguem o modelo das originais, mantendo uma uniformidade com as mesmas características das carretas originais. “Além de contribuir com a conservação, pois evita o contato direto das com o chão, as carretas facilitarão o manejo e remoção dos canhões que são muito pesados”, acrescenta o restaurador.

Atualmente os canhões e as balas de munição estão concentrados no pátio interno do Museu. Com a manutenção, as peças serão transferidas para uma sala fechada, evitando exposição às variações climáticas.

Fonte: Ascom Secult.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Doações enriquecem acervo dos museus de Sergipe

 Retrato da senhora Severina Motta 
em óleo sobre tela, obra de 1884.


Aracaju, 19 de Abril de 2012.

Doações enriquecem acervo dos museus de Sergipe.

Através de doações de documentos e objetos de valor relevante para a história e preservação da memória, os acervos passam por constantes renovações.

Preservar objetos de valor histórico, cultural ou artístico. É esse objetivo máximo que justifica o surgimento e a existência dos museus. O processo de construção dessas casas de memória e de composição do seu acervo, elemento fundamental para dar vida a essa importante instituição, nunca para. E nesse processo, a população tem papel fundamental, pois através de doações de documentos e objetos de valor relevante para a história e preservação da memória, os acervos passam por constantes renovações. É isso que vem acontecendo nos museus administrados pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Em dezembro de 2011, o Museu Histórico de Sergipe (MHS), localizado em São Cristóvão, recebeu a doação de uma peça de inestimável valor histórico e artístico do artista plástico sergipano Horário Hora. A obra é um retrato da senhora Severina Motta em óleo sobre tela, uma das especialidades de Horácio, que data de 1884. O quadro foi recebido como uma herança e estava em poder da tataraneta de Severina, que em visita ao Museu Histórico de Sergipe (MHS) ficou sabendo que lá havia um espaço dedicado ao artísta com um dos maiores acervos de sua obra.

“Por volta de junho de 2011, as irmãs Maria Antonieta de Albuquerque Antunes e Maria Adélia de Albuquerque Long visitaram o Museu Histórico, que é guardiã do maior acervo do artista laranjeirense, inclusive da sua obra-prima Cecy e Pery. A família encontrava-se num impasse quanto a guarda do retrato da matriarca pintada pelo nosso artista e concluíram que o lugar mais adequado, que melhor acondicionaria e divulgaria a importância da anciã e do artista que assinou o seu retrato seria o MHS. Além do mais, pela garantia do acesso mediante observação dos procedimentos de visita, o MHS figurou como local neutro no parecer dos familiares”, explica o diretor do MHS, Thiago Fragata.

A coordenadora de museus da Secult, Sayonara Viana, foi pessoalmente ao Rio de Janeiro, em novembro de 2011, fazer o laudo técnico da obra. “Na minha visita pude verificar o estado da obra e a autenticidade da autoria, que pode ser comprovada através da assinatura característica do artista”, destacou.

Segundo ela, a obra possui um valor inestimável e para dar o merecido destaque à peça a sala Horácio Hora, localizada no MHS, passará por uma adequação. “Por enquanto, o quadro está no setor de reserva técnica e pretendemos apresentá-lo à população em maio, durante a Semana de Museus, numa solenidade especial”, enfatizou a diretora de museus da Secult.

O MHS foi considerado através de decreto de 2000 como o maior guardião do acervo do artista plástico sergipano Horácio Hora. Vale destacar que boa parte de todo o acervo do MHS, incluindo as obras de Horácio, são frutos de doações que vem se repetindo ao longo de décadas.

“A criação do MHS em 1960 foi marcada por uma campanha de doações de acervos. É certo que o Governo de Luis Garcia adquiriu através de compra uma parte, mais as doações espontâneas continuaram até os dias atuais. Essas doações tem sido um ato movido por uma consciência de registrar através do acervo doado um protagonismo ou a participação na História do Brasil, mais especificamente, na História de Sergipe”, explica o diretor do museu.

Mais doações

Além da obra de Horácio Hora, o MHS recebeu a doação de uma máquina de datilografar antiga, de origem russa ou alemã. A doação partiu da senhora Maria de Fátima Lago da Silva, que resolveu doar o aparelho para que mais pessoas pudessem se recordar de um passado em que não existiam as facilidades dos computadores e de toda tecnologia presente nos dias atuais. “Tenho certeza que muitas pessoas vão ver e se recordar dos tempos em que faziam os cursos de datilografia, que era imprescindível tempos atrás”, afirma Fática.

Ela conta que o marido, um exímio datilógrafo, recebeu a máquina de presente de um amigo há pouco mais de um ano. Apesar de estar em bom estado, a máquina estava parada num canto da casa por conta da dificuldade de encontrar a fita de impressão. “Ela estava só ocupando espaço, aí pensei: por que não doar? É um objeto bonito, mas não temos lugar para guardá-lo e para mim é muito melhor pensar que exposta em um museu mais pessoas poderão ver e lembrar do seu passado”, destaca a doadora, que reside em Aracaju.

Outra importante doação que a Secult recebeu recentemente e que irá engrandecer ainda mais o seu acervo museológico foi uma carta de alforria que data de 1874. A doação foi feita pela senhora Marta Pureza de Jesus, que reside em Macambira.

O documento irá integrar o acervo do Museu Afro-brasileiro, localizado em Laranjeiras. “Nós estamos trabalhando para inserir na exposição de longa duração do Museu Afro um módulo da ‘Liberdade’, e essa carta será a primeira peça deste acervo. É um documento muito importante por ser a primeira carta de alforria que teremos no Museu e que conta uma parte riquíssima da história dos escravos em Sergipe”, explicou Sayonara.

Como doar

Para receber uma doação de documento ou objeto, a Secult utiliza alguns critérios. “O material tem que passar por uma curadoria para que possamos fazer uma avaliação para saber se está de acordo com o discurso museológico de cada instituição. Não podemos receber tudo que as pessoas têm interesse de doar”, ressaltou Sayonara. Ela acrescenta que depois dos trâmites burocráticos para efetivação da doação, o material fica um tempo no setor de reserva técnica. Nesse período são realizadas pesquisas sobre a peça para que possa ser colocada em exposição de forma adequada.

Vale ressaltar que o doador não terá custo nenhum para doar algum material que possa compor o acervo dos museus administrados pela Secult. Inicialmente, o interessado deve entrar em contato com a direção de um dos museus (listados abaixo), se possível, enviar imagens e solicitar uma avaliação do material. Depois disso, seguem todos os trâmites burocráticos para a confecção do termo de doação, documento através do qual a pessoa cede todos os direitos do material para a Secult.

Contatos

Museu Histórico de Sergipe (MHS)
Telefone: (79) 3261-1435

Museu de Arte Sacra de Laranjeiras
Telefone: (79) 3281-2486

Museu Afro-brasileiro de Sergipe
Telefone: (79) 3281-2418.

Foto e texto reproduzidos do site: agencia.se.gov.br