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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Oficina de Papel desperta interesse pelas práticas de sustentabilidade


 Além do papel, outros materiais 
servem como matéria-prima

Para nós é uma satisfação enorme receber 
grupos de estudantes, Maria de Fátima, artesã

Coordenadora da Oficina, Jacqueline Guimarães dos Santos

 Alunos da EMEF Tenisson Ribeiro

Fotos: Felipe Goettenauer

Publicado originalmente no site da PMA, em 11/04/2019 

Oficina de Papel desperta interesse pelas práticas de sustentabilidade

A crescente preocupação das escolas, entidades e da própria população com as temáticas que envolvem a sustentabilidade tem despertado o interesse em conhecer o trabalho desenvolvido pela Oficina de Papel da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb). Mensalmente, o setor recebe cerca de 100 pessoas para visitação, além de promover oficinas e exposições em eventos, através de parcerias.

A participação das artesãs para cursos ou exposições requer um agendamento prévio. “A solicitação deve ser feita por meio de um ofício endereçado ao gabinete da presidência. Nele, deve constar informações sobre o objetivo, data, público estimado, como também a estrutura oferecida para que a gente possa selecionar, previamente, o material utilizado para a confecção das peças”, explicou a coordenadora da Oficina, Jacqueline Guimarães dos Santos.

No próximo dia 10 de maio, por meio de uma parceria com a Secretaria Municipal da Assistência Social, o espaço irá receber usuários do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Jardim Esperança. Na oportunidade, serão abordadas as práticas iniciais para a reciclagem de papel e a criação de objetos empregando outros tipos de matérias-primas, a exemplo das garrafas PET e recipientes plásticos.

Estudantes de escolas particulares e das redes públicas de ensino, também visitam com frequência a Oficina. É o caso dos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Tenisson Ribeiro, que estiveram no local na última quarta-feira, 10, por meio de uma ação de educação ambiental promovida pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema). “Para nós, é uma satisfação enorme receber grupos de estudantes. Eles chegam aqui com sede de aprendizado e isso é muito bonito de se ver. Durante a visita, além de acompanhar o processo de confecção das peças, eles ouvem uma breve explicação sobre a importância da reciclagem para o meio ambiente”, disse a artesã Maria de Fátima Santos.

Doações

Todo o material produzido pelas artesãs é feito com jornais que são doados pela própria população, empresas privadas e órgãos estaduais e municipais. Quem tiver interesse em colaborar pode entrar em contato com a gerência do Parque Augusto Franco (Parque da Sementeira) por meio do telefone 3021-9918. A oficina está aberta para visitação de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

Texto e imagens reproduzidos do site: .aracaju.se.gov.br

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Oficina de Papel: arte que contribui com o meio ambiente




É muito gratificante saber que meu trabalho 
contribui com a preservação do
meio ambiente - Dalvina Moreira, artesã

 Aqui eu me desligo do mundo, esqueço os problemas,
 e mergulho somente na 
minha arte - Tereza Ribeiro, artesã


 O trabalho de nossas artesãs já auxiliou na
 reabilitação de pessoas com algumas enfermidades,
 entre elas a depressão - Jacqueline Guimarães dos Santos,
 coordenadora da Oficina

Fotos: Ascom Emsurb

Publicado originalmente no site da PMA, em 21/08/18 

Oficina de Papel: arte que contribui com o meio ambiente

Impossível olhar e não se encantar com a criatividade embutida em cada peça. É no Parque Augusto Franco, mais conhecido como Sementeira, que as mãos habilidosas das artesãs produzem verdadeiras obras de arte utilizando como matéria-prima jornais e revistas que possivelmente iriam para o lixo. Esse trabalho é feito, há mais de 20 anos, pela Oficina de Papel, mantida pela Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), com o objetivo de promover a preservação ambiental e  servir como alternativa de trabalho e até mesmo terapia.

O processo de produção começa com o recorte dos jornais em tiras, que depois são enroladas em formatos de canudos para formar a base de qualquer peça. Em seguida elas recebem um um banho de cola, são pintadas e envernizadas. O verniz ajuda a conservar a dar brilho. As peças criadas no ateliê, geralmente são doadas para a decoração de outras secretarias. Os trabalhos são expostos em alguns eventos públicos e privados. Em 2017, mais de 800 obras foram criadas no local, e até julho deste ano o número já chega a 400 peças, fruto do trabalho de uma equipe de 11 profissionais, destes quatro artesãs.

Para a coordenadora da Oficina, Jacqueline Guimarães dos Santos, o projeto além de valorizar o trabalho das artesãs, tem servido como terapia ocupacional para muitos que visitam o espaço. “Algumas pessoas ao terem o primeiro contato com as peças ficam encantadas e logo o interesse em aprender essa arte tão criativa aparece. O trabalho de nossas artesãs já auxiliou na reabilitação de pessoas com algumas enfermidades, entre elas a depressão”, destacou.

A agilidade das artesãs impressiona, como demonstrou Dona Tereza Ribeiro, enquanto explicava sobre sua paixão pela arte. Para ela, a confecção dos objetos é uma terapia não somente para os visitantes. “Aqui eu me desligo do mundo, esqueço os problemas, e mergulho somente na minha arte, é uma verdadeira terapia. Me dedico bastante à produção das peças e também em passar os meus conhecimentos para aqueles que queiram aprender”, disse ela que integra a equipe há mais de 15 anos.

O sentimento de amor pelo que faz contagia mesmo aquelas que chegaram recentemente ao grupo. É o caso de Dalvina Alves Moreira, que está há pouco mais de um ano na Oficina. “Adoro o que faço, pois é muito gratificante saber que meu trabalho contribui com a preservação do meio ambiente. Sempre que chego aqui o meu dia fica mais feliz”, disse contente.

Inovação

A busca por uma maior diversidade de peças, resultou na criação de objetos empregando outros tipos de matérias-primas, a exemplo das garrafas PET e potes plásticos. “Nossa intenção é abrir o leque de opções utilizando outros materiais recicláveis. As artesãs estão empenhadas e com boa dose de criatividade”, enfatizou a coordenadora Jacqueline.

Doações

O material produzido é feito com jornais que são doados pela própria população, empresas privadas e órgãos estaduais e municipais. Quem tiver interesse em colaborar, pode entrar em contato com a gerência do Parque, por meio do telefone 3021-9918. A oficina está localizada  próximo ao Horto Florestal e está aberta para visitação de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br