sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Turma dos Formandos de Medicina, Ano de 1970


Turma dos Formandos de Medicina, Ano de 1970

Cláudia Soares Leite
Francisco Prado Reis
Heloiza Maria Carvalho Oliveira
Henrique Batista e Silva
José Rezende
Júlia Maria de Oliveira
Leila Lima Andrade
Lenita Maria F de Carvalho
Maria Célia Souza
Maria Helena Domingues Garcia
Mayra Cardoso Gonçalves Torres
Miriam Dias Araújo
Rosa Maria Sales Cardoso
Selma Alves de Carvalho Portugal
Sonia Maria de Santana Silva
Sonia Maria Lima

Turma dos Formandos de Medicina, Ano de 1969


Turma dos Formandos de Medicina, Ano de 1969

Byron Emanoel de Oliveira Ramos
Cleomenes da Silva Araújo
Geraldo Moreira Melo
Helio Araújo Oliveira
José Mendonça Gonçalves de Oliveira
Manoel José Leal
Marco Aurélio Prado Dias
Maria Janete Sá Figueiredo
Marília Souza de Oliveira
Marinice Martins Ferreira
Wilma Gonçalves Melo Viana

Fonte: Dicionário Biográfico de Médicos de Sergipe.

Foto e texto reproduzidos do site linux.alfamaweb.com.br

Turma da Faculdade de Medicina de Sergipe 1968


Turma da Faculdade de Medicina de Sergipe

Formandos de 1968

Antonio Santana Meneses
Caetano de Almeida Quaranta
Delia Maria Rabelo dos Santos
Eduardo Antonio Conde Garcia
Fedro Menezes Portugal
Ildete Soares Caldas
José Aguinaldo de Santana Fonseca
José Cortes Rolemberg Filho
Margarida Maria de Melo Diniz
Maria Licia de Souza
Maria Selma de Andrade

Foto e texto reproduzido do site da Academia Sergipana de Medicina.

Site: inux.alfamaweb.com.br

Turma dos Formandos de Medicina, do ano de 1967


Turma dos Formandos de Medicina, do ano de 1967

Amaury Motta Moreira
Carlos Hardman Cortes
Djenal Gonçalves Soares
Geisa Melo de Almeida
Jaime Ferreira Souza
José Fernandes dos Santos Macedo
José Olino de Campos Lima
Lauro Augusto do Prado Maia
Leda Maria Martins Ignatos
Lydio Dutra do Nascimento
Maria Isaura Amaral Gama da Silva
Marquise Menezes Silva
Salim Milhen Ignatos
Ulisses Travassos Prado

Fonte: Dicionário Biográfico de Médicos de Sergipe.
Foto e texto reproduzidos do site linux.alfamaweb.com.br
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Da esquerda para a direita: José Olino, Djenal, Marquise, Macedo, Hardman, Jaime, Amaury, Leda, Salim, Isaura, Geisa, Ulisses e Lauro.

Turma de Medicina - Formandos de 1966

Turma de Medicina - Formandos de 1966

Antonio Leite Cruz
João Fernando Salviano
Lydia Mesquita Salviano
Maria Rosa Silva
Simone Matos Moura
William de Oliveira Menezes
Zulmira Freire Rezende

Paraninfo: Dr. João Batista Perez Garcia.

Fonte: Dicionário Biográfico de Médicos de Sergipe.
Foto e texto reproduzidos do site linux.alfamaweb.com.br
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A partir da esquerda: Lídia, Rosa, William, Prof.Garcia Moreno, Antonio Cruz, Zulmira, Salviano e Simone.

domingo, 3 de novembro de 2013

Homenagem a Luiz Antônio Barreto (1944 - 2012)

Sergipanidade = Luiz Antônio Barreto.



Homenagem a Luiz Antônio Barreto (1944 - 2012).
Palácio Museu Olímpio Campos.
Foto reproduzida do site: agencia.se.gov.br 

sábado, 2 de novembro de 2013

Álbum Memórias de Aracaju II


Infonet - Cultura - Noticias - 01/11/2013.

Álbum Memórias de Aracaju II 

O memorialista, economista e fotógrafo Expedito Souza, lança no dia 07 de novembro, às 18h30, na Sociedade Semear, o álbum Memórias de Aracaju II, composto por fotos inéditas, da década de 1960, até os dias atuais, com textos da pesquisadora Maria Lúcia Marques Cruz e Silva, e do imortal de saudosa memória Luiz Antônio Barreto.

O álbum retrata a singela Aracaju há 40 anos, mostrando sua evolução urbana e arquitetônica, através de avenidas e ruas, bodegas, residências e logradouros, que sofreram modificações ou foram destruídos em decorrência do desenvolvimento que ocorreu em Aracaju nas últimas décadas.

No olhar poético do memorialista destacam-se no álbum 340 imagens, minunciosamente selecionadas, as quais revelam os aspectos vividos e às vezes esquecidos em algum lugar da memória dos que passaram ou viveram nos lugares revelados pelo Álbum. “Memórias de Aracaju II ativa a minha memória afetiva, trazendo de volta as imagens das areias brancas e finas das dunas que adornam a cidade, dos bondes, das marinetes, das palmeiras centenárias da antiga Rua de Simão Dias, do jogo de bola na Praça da Bandeira e da Baixa Fria, que adentram através da minha retina de menino curioso, vindo do interior, e que retornam mais amiúde a cada dia, povoando cada vez mais as minhas lembranças”, disse contemplativo o autor.

Para Expedito Souza, dos caminhos que percorreu desde a cidade de Riachão do Dantas até hoje, foram várias as marcas impressas em sua memória. Aquelas em que pôde reter através da fotografia, registraram casas, ruas e logradouros, que estão sendo sistemática e continuamente destruídos em Aracaju.

Segundo o historiador Murillo Melins, a fotografia registra um instante que fica guardado para o presente ou para a posteridade. “Expedito tomou para si a incumbência de fotografar para as próximas gerações as imagens de casas, casarões, edifícios históricos e bodegas”, disse Melins.

Melins disse ainda, que de “Kodak” na mão e com o sonho de eternizar o que restou da bucólica Aracaju de outrora, Expedito Souza passou a registrar em sua lente, ao longo dos últimos 40 anos, tudo que lembra as velhas construções e que fizeram a história urbana da capital, a fim de salvaguardar a sua memória através de registros fotográficos. “As numerosas fotografias desse álbum, todas elas nossas conhecidas, às quais revemos com interesse, nos causa a cada instante uma emoção de nostalgia, pois são para nós palpáveis, intimas por assim dizer. Parabenizo Expedito, por salvaguardar as imagens da Aracaju romântica que vi e vivi”, ressaltou o historiador.

O carinho e a receptividade que teve na publicação do álbum Memórias de Aracaju ocorrida o ano passado, levou o memorialista a juntar outras imagens antigas e novamente sair registrando as mudanças e alterações ocorridas em sua paisagem.

O trabalho que se constitui num registro histórico, chamou a atenção e despertou o interesse de arquitetos, urbanistas, professores, historiadores e estudantes. “Revivi o meu passado folheando com muita calma e paciência, página por página, detalhe por detalhe, e em cada foto eu me transportava para o passado. Cada foto, cada rua, trouxe à minha mente recordações que às vezes estavam esquecidas. Quase cheguei às lágrimas quando vi a foto da nossa querida Rua Itaporanga”, revelou o amigo de infância Robson Porto ao ler a primeira publicação do álbum.

Na obra de Expedito Souza o público terá a oportunidade de adquirir novos conhecimentos sobre a arquitetura urbana da capital, ver de perto o registro histórico fotográfico da cidade e ainda conhecer um pouco do cotidiano, às vezes pitoresco e por vezes esquecido, da singela Aracaju.

O Álbum Memórias de Aracaju II estará à venda no dia do lançamento e na livraria Escariz, nos shoppings Jardins, Riomar e G. Barbosa da Av. Francisco Porto. Vale conferir.

Fonte: SESC.
Foto: divulgação.
Imagem e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Praça São Francisco foi considerada patrimônio pela Unesco


História e arquitetura são destaques de São Cristóvão, em Sergipe.

Joelma Gonçalves Do G1 SE.

Quarta cidade mais antiga do Brasil fica a 23km da capital Aracaju.
Praça São Francisco foi considerada patrimônio pela Unesco.

O turista que estiver em terras sergipanas se encanta ao deixar o litoral de águas mornas e viajar cerca de 30 minutos rumo ao município de São Cristóvão, a 23 quilômetros da capital Aracaju. O visitante poderá conhecer de perto a história, a arquitetura e os sabores de uma cidade que mantém viva as tradições acumuladas ao longo de séculos de existência.

Quarta cidade mais antiga do Brasil e primeira capital de Sergipe, São Cristóvão tem como símbolo a Praça São Francisco, que foi reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A cidade ainda esconde em suas ruas e ladeiras a história de invasões holandesas e grandes criações arquitetônicas, que fazem do lugar um passeio na história.

O folclore é passado através das gerações e mantém vivas as danças típicas como: Reisado, Chegança, Caceteira, Langa, São Gonçalo, Barcamateiros e Samba de Coco.
O melhor horário para conhecer São Cristóvão é pela manhã, quando museus e igrejas estão abertos. Depois, os visitantes podem caminhar pela cidade e conhecer mais de perto a beleza de sua arquitetura, realçada pelos casarões coloniais que ainda preservam suas fachadas. As ruas de pedra também impressionam pela conservação. O visitante que decidir fazer o roteiro no período da tarde deve ficar atento ao relógio, pois os locais de visitação funcionam até as 16h, e a maioria dos comerciantes segue o mesmo horário.

“Escolhi conhecer São Cristóvão justamente pela questão histórica. Sempre que a nossa família viaja para alguma cidade gostamos de conhecer o Centro Histórico. Aqui, fiquei encantada com toda essa história de eira, beira, tribeira [telhado dos casarões que diferenciava seus moradores por classe social]. Estamos num lugar onde os escravos estiveram e nos sentimos como há 500 anos”, disse Janeide Ramos, servidora pública, de Brasília.

Entre os locais mais procurados para visitação está o Museu Histórico de Sergipe, localizado na praça São Francisco. É no prédio do século XVIII que estão abrigados os principais elementos que ajudam a contar a história de Sergipe. O acervo reúne relíquias como o famoso quadro de Horácio Pinto da Hora, que retrata Ceci e Peri [eles são os personagens principais do romance, O Guarani, do escritor José de Alencar], móveis, documentos, moedas, louças e outros objetos que revelam a importância de São Cristóvão no contexto histórico.

Também da praça São Francisco, os visitantes podem conhecer a igreja e o convento de mesmo nome, administrado pelas irmãs Carmelitas, e o museu de Arte Sacra, que reúne um dos acervos mais completos do país. Vale a pena visitar o prédio da Santa Casa de Misericórdia, que passou a funcionar como orfanato em 1911 e em 2001 foi transformado no Lar da Ordem Imaculada Conceição.

Ali bem perto está a igreja matriz, Nossa Senhora da Vitória, padroeira da cidade, que foi construída no século XVIII, entre os anos de 1608 e 1616, e a igreja de Nosso Senhor dos Passos, também do mesmo século, que tem em seu anexo o museu dos Ex-votos.

No prédio ao lado, fica a Igreja da Ordem Primeira do Carmo, em reforma, e o convento do Carmo, onde irmã Dulce, beatificada em 23 de maio de 2011, passou alguns meses no ano de 1933. No pequeno quarto onde a freira passou seus dias é possível encontrar réplica de objetos pessoais e documentos sobre a sua passagem por São Cristóvão. O local é aberto à visitação de terça a domingo, das 10h às 16h. Atualmente, o convento é administrado pelos freis carmelitas.

Quem decidir fazer o passeio a esses locais sem um guia turístico pode contar com a presença de monitores devidamente orientados a relevar a história e os encantos da cidade. Em poucas horas é possível visitar todos os locais históricos e sair conhecendo um pouco de São Cristóvão e do Brasil. Vale lembrar, que fotografias e filmagens das igrejas só são permitidas sem o recurso do flash, já nos museus, fotos são proibidas.

O Museu Histórico de Sergipe e o Museu de Arte Sacra cobram R$ 5 por visitante (estudantes pagam meia). Militares, professores, idosos com idade acima de 60 anos e crianças menores de 12 estão isentos do pagamento da taxa. O horário de funcionamento dos museus é das 10h às 16h, de terça a domingo. No museu de Ex-votos a entrada é gratuita.

Queijada

Visitar São Cristóvão e não provar uma queijada é apontado como falta grave entre os moradores da cidade. Tudo isso porque, segundo eles, não se trata apenas de um doce de coco, mas de uma tradição secular.
O doce que era preparado pelos escravos, mistura coco, farinha do reino, açúcar, margarina e ovos, e um toque todo especial das mãos de quem aprendeu, desde cedo, a valorizar os sabores de sua terra. Marieta Santos, 68, que faz as queijadas mais famosas da cidade, fala dessa tradicional receita, mas sem revelar como misturar os ingredientes.

Além da queijada, a família de Marieta também fabrica cocadas e os licores de Tamarindo e Genipapo, vendidos ao preço de R$ 10 e igualmente famosos pelo sabor.

Bricelets

O biscoito com sabor leve de laranja é uma tradição na cidade por ser feito pelas mãos das freiras da ordem da Imaculada Conceição. A sugestão é experimentar a delícia acompanhada de café. O lanche pode ser feito no prédio da antiga Santa Casa de Misericórdia, na praça São Francisco, das 7h às 17h, de segunda a domingo. Um pacote de Bricelet, com cinco unidades, sai ao preço de R$ 2, e o cafezinho a R$1. No local o turista pode conhecer a construção do ano de 1610 e ouvir de quem serve os lanches histórias sobre a construção.

Bonecas de pano

Em São Cristóvão, as bonecas de pano parecem resistir ao tempo e a todas as modernidades. As bonequeiras da cidade, como são conhecidas as artesãs que fazem as bonecas de pano, trabalham para não deixar a tradição desaparecer.

“O que mais gosto do nosso trabalho é que nenhuma boneca que a gente faz fica igual à outra. Sempre sai alguma coisa diferente. Nelas, procuramos destacar o folclore a força histórica de nossa cidade. Cada boneca é como uma filha que a gente coloca no mundo”, resume a bonequeira, Rosângela Maria Santos.

Foto: Joelma Gonçalves/G1 SE.
Imagem e texto reproduzidos do site: senoticias.com.br/se

Dia de Finados movimenta comércio informal em Aracaju.



Dia de Finados movimenta comércio informal em Aracaju.

Dois de novembro, para uns esta data está associada às lembranças que remetem a tristeza, para outros é a oportunidade de aumentar as vendas e começar o mês com lucro nos "negócios". É o dia de Finados. Além de visitas aos túmulos dos entes queridos, ainda há a tradição de levar flores, acender velas e lavar os túmulos. Isso leva a um aumento significativo na movimentação comercial (venda de flores e velas) e na prestação de serviços informais (lavagens e pinturas dos túmulos)...

Trecho de artigo de Victor Hugo de Souza Oliveira,
Postado no Blog Contexto Online.

Fotos e texto reproduzidas do blog: blog-contexto-ufs.blogspot.com.br/

História de Sergipe


História de Sergipe
Por Tiago Ferreira da Silva.

Localizado entre o Rio São Francisco e o Rio Real, o território sergipano foi visitado inicialmente pela guarda-costeira portuguesa de Gaspar de Lemos, em 1501. Mas foram os franceses que travaram contatos pacíficos com os indígenas e começaram a realizar as primeiras atividades de escambo, importando da região pau-brasil, pimenta e algodão.

Com o sistema de Capitanias Hereditárias imposto pelo rei D. João III em 1534, o território de Sergipe passou a fazer parte da Capitania da Bahia de Todos os Santos, que foi doada a Francisco Pereira Coutinho.

Antes dos portugueses descobrirem a riqueza do local, piratas franceses contrabandeavam a baixo custo os recursos naturais da região, como pau-brasil. Em 1575, os primeiros passos da colonização lusitana foram dados com o envio dos jesuítas Gaspar Lourenço e João Salônio, que fundaram as igrejas de São Tomé, São Inácio e de São Paulo, na tentativa de catequizar os índios.

Devido à resistência indígena de sucumbir aos ensinamentos católicos, a realeza enviou soldados que começaram a violentá-los cruelmente, chegando a raptar mulheres e crianças e saquear as aldeias.

As tribos conseguiram expulsar os invasores, mas depois foram massacradas pelos portugueses, que queriam escravizá-los a qualquer custo. Em 1590, o capitão Cristóvão de Barros conquistou a região após um longo período de guerras e fundou o Arraial de São Cristóvão, a qual nomeou de Sergipe Del Rey.

No século XVII, a província se desenvolveu com a criação de gado e a produção de cana-de-açúcar, contratando mão-de-obra escrava da África. Sergipe ainda passava por um impasse territorial com a resistência indígena às imposições da Coroa e o conflito contra os franceses, que só foram definitivamente expulsos em 1601.

Com a Invasão Holandesa, em 1637, Sergipe foi praticamente posto a ruínas. Houve incêndios, destruição de lavouras, roubos e maus tratos com gados, abalando drasticamente a economia da província. Os holandeses queriam atacar a cidade de Salvador e se estabeleceram no território de Sergipe em busca de uma estratégia para a investida.

Em 1696, finalmente Sergipe conquistaria a independência, mas por muito pouco tempo. Separada da Capitania da Bahia, foram fundadas as vilas de Itabaiana, Lagarto, Santa Luzia, Vila Nova do São Francisco e Santo Amaro das Brotas. Entretanto, com o desenvolvimento da província, a Bahia reivindicou a autonomia de Sergipe, o que causou inúmeros conflitos.

Somente em 1820 o rei D. João VI assinou um decreto que isolou Sergipe da Bahia. O brigadeiro Carlos César Burlamárqui foi nomeado o primeiro governador do estado. Apesar dos conflitos com os baianos continuarem, a independência do Brasil em 1822 deu a condição de estado independente ao Sergipe e, a partir de então, iniciou-se um longo processo de desenvolvimento com a produção e exportação de cana-de-açúcar e criação de gado. Em 1855, a capital sergipana foi transferida para o povoado de Santo Antônio de Aracaju, considerada uma das primeiras cidades planejadas do Brasil com suas ruas direcionadas às margens do Rio Sergipe.

Sergipe também foi palco de diversos movimentos republicanos e abolicionistas. Estas insurgências tomaram força na cidade de Laranjeiras, onde foi enforcado um dos líderes quilombolas João Mulungu no século XIX.

A capital Aracaju se tornou um importante centro do movimento republicano, principalmente com a disseminação das ideias liberais do jornal O Laranjense.
A primeira Constituição sergipana foi promulgada em 1892, tornando-o um dos Estados da Federação Brasileira. O nome Sergipe é de origem tupi, que significa “rio dos siris”.

Localizado na região Nordeste, Sergipe é o menor estado do país e tem uma população estimada de 2,01 milhões de habitantes.

Fontes:
http://www.wagnerlemos.com.br/apostilahistoriadesergipe.pdf
http://sergipeeducacaoecultura.blogspot.com/2007/10/histria-de-sergipe.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe

Texto reproduzido do site: sergipehoje.com.br/historia-de-sergipe
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Primeiro Mapa da História de Sergipe
[View full size].
Reproduzido do site: bahia.ws/sergipe