sábado, 14 de agosto de 2021

'O cuscuz é agro', por Manoel Moacir Costa Macêdo

Legenda da foto: Imagem reproduzida do Google e postada pelo blog, para ilustrar o presente artigo

Texto publicado originalmente no site DESTAQUE NOTÍCIAS, em 14 de agosto de 2021

O cuscuz é agro
Por Manoel Moacir Costa Macêdo*

O mundo tropical abriga uma diversidade de ecossistemas com diferenciados climas, solos, água, flora e fauna. A biodiversidade tropical atrai a ganância planetária. O Brasil possui seis biomas: Amazônia, caatinga, cerrado, mata atlântica, pampa e pantanal. Água doce em abundância, um bem escasso para outros povos e abundante para nós. A caatinga com a sua exuberante vida vegetal e animal é um bioma genuinamente brasileiro.

A natureza poupou essa banda desigual do planeta de intempéries agudas como geadas, furacões, terremotos e desertos. As agressões a natureza e o colapso climático são obras da espécie humana que maltrata o meio ambiente. A pandemia da Covid-19, o aquecimento global e as mudanças climáticas são dolorosas e recentes evidências. Exemplos da inferioridade da espécie humana em conviver harmonicamente com a casa que nos acolhe amigavelmente. O padrão de produção e consumo dessa civilização ameaça a sobrevivência da humanidade na Terra. Várias as razões, sendo a mais cruel a exploração predatória e irresponsável de seus recursos naturais.

O milho é uma espécie vegetal domesticada desde a antiguidade, entre 7.500 a 12.000 anos passados no México pelos Astecas. De origem indígena, que significa “sustento da vida”.Alimento para os humanos e animais, classificado pela botânica como Zea mays. Um dos grãos mais produzidos e estudados no mundo. A ciência manipula essa espécie em acordo às demandas dos processos produtivos pelas inovações tecnológicas, oriundas da biotecnologia e da transgenia.

No passado, o milho era uma lavoura cultivada pelos agricultores familiares brasileiros. A matéria-prima da culinária dos festejos juninos com destaque no Nordeste, a exemplo da canjica, do mungunzá, da pamonha, do cuscuz e do consumo in natura, cozido e assado. Nas últimas décadas o milho tem sido explorado pelo agronegócio como uma commodity globalizada nas rações das cadeias bilionárias das carnes bovina, suína e de aves. Um fornecedor de carboidratos e vitaminas na valorosa mistura.

O milho compõe a gastronomia dos brasileiros e brasileiras, entre outros, no prato chamado cuscuz. Herança da culinária africana trazida pelos escravos para o Brasil. No norte da África, era preparado principalmente com o trigo. Aqui ganhou adaptações, sendo preparado com farinha de milho, previamente hidratada com água e cozida no vapor em uma cuscuzeira. O cuscuz paulista, a forma mais sofisticada, com molho de tomate, ovos, azeitona e sardinha. O cuscuz gaúcho, com legumes e carne de charque. O cuscuz nordestino, com flocão ou farinha de milho e acompanhado com ovos, queijo coalho, manteiga, galinha caipira, carne do sol, leite bovino e leite de coco, entre outros ingredientes. Existe ainda o cuscuz recheado com queijo e banana.

O cuscuz está presente na mesa dos nordestinos em particular nas três refeições diárias. Ele pode ser servido como um “bolo individual”, um “bolo coletivo”, ou em “talhadas”. Pode ser grosso ou fino. Quadrado ou redondo. De qualquer modo é apreciado e consumido seja de milho híbrido, crioulo ou transgênico. Processado no pilão ou no moinho. Como farinha, floco ou flocão. Acompanhado ou solitário. Agrada veganos, vegetarianos e carnívoros. Um alimento saudável. O cuscuz combina história, cultura e nutrição. Para os nutricionistas “a base do cuscuz são os flocos de milho, cereal rico em carboidratos complexos, fibras, vitaminas A e B1 e ácido fólico. Contém ainda, ferro, magnésio, zinco, carotenoides, antioxidantes e mais alguns bioativos que fortalecem ainda mais o sistema imune. Uma porção de cuscuz oferece 61% da necessidade diária de selênio, nutriente que tem papel essencial na saúde reprodutiva, no bom funcionamento da tireoide, na síntese de proteínas e na prevenção dos danos causados por radicais livres. O cuscuz não contém glúten”.

Pela grandeza nutricional, cultural e histórica, o cuscuz é agro. Rotulado como “Corn pie”, “Torta de milho” em inglês, ele é “pop”.

* É engenheiro agrônomo

Texto reproduzido do site: destaquenoticias.com.br

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Escritora sergipana Thiarlley Valadares apresenta seu primeiro livro

Legenda da foto: Obra reúne crônicas e contos publicados originalmente no blog Apenas Fugindo, de autoria da escritora (Crédito da foto: Acervo Pessoal)

Publicação compartilhada do site Portal INFONET, em 5 de agosto de 2021

Escritora sergipana Thiarlley Valadares apresenta seu primeiro livro

Obra reúne crônicas e contos publicados originalmente no blog Apenas Fugindo, de autoria da escritora (Foto: Acervo Pessoal)

Com textos que mesclam delicadeza com a potência de quem encontrou a própria voz e não vai mais aceitar se calar, ‘Apenas Fugindo: o livro’ é o primeiro livro físico da escritora sergipana, Thiarlley Valadares, de 26 anos. O livro é uma coletânea e conta com crônicas e contos publicados no blog Apenas Fugindo, além de textos inéditos.

A autora, natural de Tobias Barreto, é jornalista e digital influencer, mantém o blog Apenas Fugindo desde 2010, e apresenta um alcance de mais de 1.300.000 seguidores, entre o blog, o Pinterest e o Instagram.

Sobre a escolha do nome, Thiarlley relembra o começo do blog, ainda em seus 15 anos. “Naquela época, eu era muito fã da banda Paramore. Just Running Away era letra de uma música que era uma das minhas favoritas, When It Rains. Eu gostei e ficou. Por um tempo, usei o nome do blog em inglês, mas depois passou a não fazer sentido. Então ficou a tradução: Apenas Fugindo”, explica. Agora, o blog virou livro, com 19 textos, com prefácio do também escrito sergipano, Diogo Souza.

Sobre a importância da escrita em sua vida, a autora diz que as palavras a ajudaram a lidar consigo mesma e seus sentimentos. “E, por mais que eu tente deixar de escrever, é impossível. As palavras me escolheram para levá-las a público e ai de mim se eu não as fizer sair da minha mente para ganhar o mundo”, afirma. ‘Apenas Fugindo: o livro’ é o seu primeiro livro físico, mas Thiarlley estreou na literatura com o livro ‘O Bom Soldado’, publicado em formato digital na Amazon.

“Apenas Fugindo: o livro” está disponível em formato físico e em e-book nos sites das principais lojas e livrarias. Quem quiser mais informações, pode entrar em contato comigo através do Instagram: @apenasfugindo.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Mercado cresce para o repolho em Lagarto







Publicação compartilhada do site GOVERNO DE SERGIPE, em 9 de agosto de 2021

Mercado cresce para o repolho em Lagarto e irrigação pública estadual auxilia produção

Produtores rurais recebem irrigação e assistência técnica da Cohidro, com estação meteorológica que mede volume diário de chuvas

Produtores rurais que plantaram repolho no Perímetro Irrigado Piauí, no município de Lagarto, têm encontrado mais mercado para escoar o produto no próprio município, a cada nova safra. O vegetal é geralmente plantado no período do inverno, já que o calor do verão prejudica o desenvolvimento das folhosas. Neste ano, o cultivo do repolho ocupou cerca de dois hectares (ha) do perímetro, com plantio pouco menor que em 2020, pois muitos agricultores ficaram desestimulados com as chuvas abaixo da média. Para garantir a água necessária para os cultivos, os 421 lotes do perímetro Piauí recebem irrigação pública do Governo do Estado, através da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro), durante todo ano.

Gerente do Perímetro Irrigado Piauí, Gildo Lima conta que, mesmo com as incertezas do clima, o que tem incentivado o produtor a plantar repolho é o mercado local, com demanda crescente pela oferta do produto por mais tempo durante o ano. “Em outras épocas, vinha um pessoal de Itabaiana com caminhão e tirava todo repolho, colhia tudo num dia só e levava. Mas agora, o mercado aqui em Lagarto está escoando toda a produção de repolho do perímetro”, destacou o gerente.

Os donos dos lotes sempre optam por plantar o repolho no clima frio, pois com o calor aparecem as pragas, como a broca e a mosca branca, inviabilizando a produção. O produtor rural Gilvan Silva destinou duas áreas de seu lote no perímetro Piauí para a produção de repolho, que somam 0,5 ha. A produção foi boa, porque ele aproveitou as primeiras chuvas para o plantio. “Por aqui, o inverno não traz muita praga, porque ela não gosta do frio da chuva; aí a gente quase não usa defensivos. No verão precisa mais, porque tem muita praga. O repolho gosta muito de frieza”, afirma o agricultor irrigante, que vende toda a sua produção para o comércio local de Lagarto.

Em roças com mais de 65 dias de plantio, a colheita do repolho já está chegando ao fim, não restando mais do que 0,5 ha já em época de colher. Além de fornecer a irrigação, a Cohidro também presta assistência técnica para os produtores sobre o momento ideal para início do plantio, a partir de dados coletados diariamente na Estação Meteorológica instalada junto ao escritório do perímetro, como conta o gerente do Piauí. “A época mais propícia para o plantio do repolho é o inverno e não requer muito agrotóxico. O cultivo se habitua muito à frieza, ao solo frio, muita chuva e não precisa usar muitos defensivos para combater as pragas”, disse Gildo Lima.

Em dias de chuva, as bombas do perímetro irrigado ficam paradas, mas voltam à ativa em casos especiais, como o do repolho e de outras culturas. “A gente fica atento, para oferecer a irrigação através da Cohidro e dar o suporte que eles precisam, como parte de acompanhamento técnico. Pela Estação Meteorológica lá na Cohidro sabemos, todos os dias, quantos milímetros choveu. Se for pouco, como o repolho requer mais água, a gente sempre fica em comunicação com o produtor e faz, da melhor forma, um abastecimento de água extra”, conclui Gildo, gerente do perímetro Piauí.

Texto e imagens reproduzidos do site: se.gov.br

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Novo Centro de Convenções vai potencializar turismo de Negócios de Sergipe






Créditos das fotos: Marcos Rodrigues/ASN

Publicação compartilhada do site GOVERNO DE SERGIPE, em 5 de Agosto de 2021

Novo Centro de Convenções vai potencializar turismo de Negócios de Sergipe

A entrega do Centro de Convenções representa, ainda, a reinserção de Sergipe na rota do setor, com a possibilidade de receber congressos, exposições, feiras, shows e eventos educacionais e corporativos em geral

Com as obras concluídas pelo Governo de Sergipe, o Centro de Convenções de Sergipe (CCS) será entregue, na próxima segunda-feira (09), à empresa que assumirá a gestão do espaço por meio de parceria público-privada. O CCS traz como principal objetivo a potencialização do turismo de Negócios no estado.

A entrega do Centro de Convenções representa, ainda, a reinserção de Sergipe na rota do setor, com a possibilidade de receber congressos, exposições, feiras, shows e eventos educacionais e corporativos em geral.

O novo espaço vai tornar o estado mais competitivo e preparado para receber o público externo e tem estrutura para ser considerado um dos mais modernos do Nordeste. “A entrega desta obra, pelo Governo do Estado, permite que Sergipe entre no circuito de grandes eventos do país. Estivemos fora desta rota, por algum tempo, por falta de capacidade de abrigar eventos de maior porte, mas agora, com a expectativa da reinauguração, teremos novamente essa capacidade. Isso é fundamental para Sergipe, para o desenvolvimento do Turismo, porque não movimenta somente a rede hoteleira, mas todos os 54 segmentos que estão envolvidos na cadeia do Turismo, o que significa mais geração de emprego, de renda e de oportunidades para os sergipanos”, destacou o secretário de Estado do Turismo, Sales Neto.

O Centro de Convencões AM Malls Sergipe passará a ser administrado pela empresa de mesmo nome, vencedora da licitação correspondente. Após a assinatura do contrato de concessão, a empresa gestora adequará o espaço para o início das atividades. A AM Malls possui mais de 25 anos de atuação nas áreas de administração, planejamento, desenvolvimento e comercialização de shoppings centers e empreendimentos imobiliários comerciais.

“A empresa, que passará a ficar responsável pelo espaço a partir da semana que vem, irá trabalhar fortemente na captação de eventos para o estado, além de manter e realizar todas as adaptações necessárias para receber estes eventos”, complementou o secretário.

A Sociedade de Propósito Específico (SPE) Centro de Convencões AM Malls deverá investir na adequação dos espaços à modelagem operacional. O investimento será direcionado, dentre outros, à mobília e tecnologia, a exemplo de poltronas, cadeiras, mesas, sistema audiovisual e sistema de tecnologia WEB para operar o equipamento; padronização com divisórias acústicas retráteis para ampliação do número de auditórios; implantação de toda a comunicação visual do equipamento, com letreiros, sinalização em geral; assim como sistema de refrigeração, incluindo cortinas de ar, para atender todo o complexo e implantação de escada rolante, plataforma elevatória de acessibilidade, elevadores de carga e passageiros (panorâmico).

Boas expectativas

A entrega do Centro de Convenções traz boas expectativas também para os representantes do setor de Eventos de Sergipe. Um deles é Gustavo Paixão, diretor da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape) de Sergipe, que comemora a reativação do espaço.

"Com a volta do Centro de Convenções, Sergipe passa a ter a oportunidade de estar no roteiro de grandes eventos nacionais, regionais e também locais. O novo centro, em modelo de PPP e gerido por uma empresa com experiência, trará benefícios e ainda mais vantagens ao setor de eventos em geral. Um aparelho moderno, versátil e que com certeza será palco de grandes eventos e movimentará toda cadeia produtiva do setor de eventos em Sergipe, gerando emprego, renda e aquecendo nossa economia e Turismo", destacou.

O Centro de Convenções de Sergipe, após reforma, passa a ter capacidade para 6,5 mil pessoas no Pavilhão de Exposição e aproximadamente 10 mil ao total, além de cerca de 16,3 mil metros quadrados de área construída e 23,2 mil metros quadrados de área total. A obra teve investimentos totais de R$ 29.678.421,87, entre recursos federais e estaduais.

Texto e imagens reproduzidos do site: se.gov.br

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Batata-doce é cultivada no Alto Sertão...








Fotos: Fernando Augusto/Cohidro

Publicação compartilhada do site do GOVERNO DE SERGIPE, de 02 de Agosto de 2021

Batata-doce é cultivada no Alto Sertão com irrigação pública e assistência técnica do Estado

No perímetro de Canindé, agricultores desafiam clima e solo com o auxílio da assistência técnica da Cohidro

Na agricultura, sempre haverá produtores que desafiam as tradições, promovendo experiências novas e bem-sucedidas. Cultivando produtos ainda não explorados, multiplicam suas chances de sucesso que, por vezes, se transformam em realidade e inspiram outros produtores a aderirem ao mesmo tipo de cultivo. Com a oferta de água de irrigação o ano todo e assistência técnica para a produção agrícola, os perímetros de irrigação pública estaduais têm o papel de acelerar essas revoluções no campo. No Perímetro Irrigado Califórnia, administrado pela Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro) em Canindé, o clima semiárido e o solo argiloso sempre foram entraves ao cultivo da batata-doce, que no Agreste e Centro-Sul gera lucro nos perímetros irrigados há um bom tempo.

Em Canindé, juntos, os bataticultores produziram 355 toneladas em 2020, e boa parte disso se deve ao produtor Gilson Jesus Santos. Ele é irrigante do Califórnia, mas nasceu em Moita Bonita, capital da batata-doce em Sergipe. “Planto macaxeira, quiabo, inhame e batata o ano todo! De batata consigo arrancar de 80 a 100 caixas por semana, e vendo a R$60 cada. Minha família trabalha comigo direto; três filhos e três noras. Os meninos trabalham na cidade e elas me ajudam na roça. Tudo é vendido para a população de Canindé mesmo”, conta o agricultor familiar, que cultiva batata-doce em mais da metade dos seus 4,6 hectares irrigados pela água fornecida pela Cohidro.

De janeiro a junho de 2021, a produção da batata-doce no perímetro de Canindé já chegou a 254 toneladas, se aproximando do total produzido no ano passado e sugerindo que o produto está ganhando mais espaço no polo irrigado. Gerente do Califórnia, Eliane Moraes destaca o bom preço da batata-doce como principal incentivo para os irrigantes optarem pela lavoura. “E a gente incentiva, dando assistência técnica agrícola, além da água do nosso sistema de estações de bombeamento, canais e adutoras. Sem a água, não teria como esse cultivo prosperar no Alto Sertão. E se por um lado tem a água o ano todo para plantar, o sol forte do semiárido ajuda toda planta a crescer, e dificulta o surgimento de diversas pragas comuns em regiões mais úmidas”, avaliou. Ainda segundo a gerente, um dos benefícios da produção para a Bacia Leiteira do Alto Sertão Sergipano é o material forrageiro derivado da rama da batata-doce, rica em proteína, podendo ser usada para a nutrição animal.

O agricultor irrigante José Alves pesquisou bastante e buscou a assistência técnica da Cohidro para também plantar batata-doce irrigada no perímetro Califórnia. Mesmo assim, ele conta que foram necessários alguns fracassos até chegar ao sucesso de ter o produto com regularidade para oferecer ao mercado local. “Eu comecei a plantar aqui bem antes do inverno do ano passado. Quando chegou foi muita chuva, e não deu para preparar a terra. Precisei parar oito meses e, no verão, voltei de novo. No momento, não estou cultivando outras plantas, apenas a batata-doce. Eu plantava muito quiabo, que precisa de muito atravessador, então não foi muito rentável para mim. Precisava implantar algo diferente, arrisquei na batata-doce e, graças a Deus, está dando certo. A entrega agora é feita para os feirantes, já tenho o pessoal certo”, complementa.

Mesmo não encontrando no solo argiloso de Canindé a mesma facilidade para crescer que lhe dá o solo arenoso do Agreste, a batata-doce tem trazido alegria para trabalhadores como Cícero da Costa. No lote de Gilson Jesus, ele encontrou emprego e conhecimento sobre o cultivo. “É tudo graças ao Seu Gilson, que trouxe essa cultura diferenciada que não tínhamos aqui. Antes a gente até plantava, mas não tinha ciência, não sabia mexer direito. Depois que a batata chegou, está virando uma tradição”, destaca o trabalhador rural.

Texto e imagens reproduzidos do site: se.gov.br

sexta-feira, 30 de julho de 2021

Exposição em homenagem ao historiador e ex-funcionário Pedrinho dos Santos




Fotos: Ascom/Seduc

Publicado originalmente no site do GOVERNO DE SERGIPE, em 29 de julho de 2021

Biblioteca Pública Epiphanio Dória realiza exposição em homenagem ao historiador e ex-funcionário Pedrinho dos Santos

Funcionário da Biblioteca Pública Epiphanio Dória por 28 anos, Pedrinho dos Santos, guardião da memória e história sergipanas, foi, dentre tantas coisas, diretor do Conselho Estadual de Cultura, sendo o primeiro negro a presidir a instituição

Na sexta-feira, 30 de julho, a Biblioteca Pública Epiphanio Dória lança exposição em homenagem ao aniversário do historiador, pesquisador e intérprete da história de Sergipe, Pedrinho dos Santos.  Se vivo estivesse nesta data, Pedrinho completaria 76 anos. A exposição que conta um pouco da história desse ilustre sergipano nascido em Laranjeiras e que empreendeu uma dedicação incondicional à Epiphanio Dória fica em cartaz, no hall da Biblioteca, até o dia 13 de agosto, no horário de funcionamento da Bped, das 7h às 13h, seguindo todas as medidas sanitárias.

Funcionário da Biblioteca Pública Epiphanio Dória por 28 anos, Pedrinho dos Santos, guardião da memória e história sergipanas, foi, dentre tantas coisas, diretor do Conselho Estadual de Cultura, sendo o primeiro negro a presidir a instituição. Historiador de formação, escritor e pesquisador, Pedrinho dos Santos deixou cinco livros publicados; dezenas de artigos veiculados em jornais; além de ter escrito vários prefácios e abas de livros de autores sergipanos. Ensaísta antológico, Pedrinho também era chamado de zelador cultural da memória sergipana.

Para Juciene Maria de Jesus, diretora da Biblioteca Pública Epiphanio Dória, Pedrinho teve um papel extraordinário na conservação e na preservação física da documentação histórica do estado de Sergipe. "Seu amplo conhecimento foi essencial na organização e preservação da nossa memória. O Senhor Pedrinho era o responsável pela organização do setor documental da Biblioteca Epiphanio Dória; um verdadeiro acervo humano, e contribuiu bastante para a formação de muitos historiadores e professores de Sergipe. Não existe um historiador, pesquisador ou estudante que não procurasse Pedrinho dos Santos para alimentar e enriquecer seus trabalhos com suas informações. A ele toda nossa gratidão, sempre", afirmou.

Amiga pessoal do homenageado, a escritora e membro da Academia Sergipana de Letras, Ana Maria Fonseca Medina, disse que o nome de Pedrinho dos Santos é um ícone da memória e da história sergipana. Ana Medina, que sempre se emociona ao falar de Pedrinho dos Santos, não esconde a admiração e gratidão ao amigo. "Oriundo da cidade de Laranjeiras, ele tatuou na alma a lembrança daquela cidade presépio, cheia de lendas e histórias de sincretismos, de culinária rica, de folclore exuberante, de homens ilustres. Historiador de formação, pesquisador percuciente, logo percebeu que sua missão era um dever de cidadania: proteger os bens materiais e imateriais do nosso estado, seguindo os passos de Epiphanio Dória, Thetis Nunes, entre outros. Trabalhou ao lado de Jackson da Silva Lima, classificando e organizando preciosidades literárias e históricas das nossas instituições. Nos últimos tempos, enclausurou-se numa sala na Biblioteca Pública do Estado e lá deu o melhor dos seus dias para salvaguardar aquele patrimônio. Era um entusiasta da pesquisa.  Escreveu algumas obras que hoje são referências e respeitadas aqui e alhures. Devo-lhe uma enorme gratidão pela presteza como atendia às minhas solicitações. Saudades do fraterno amigo", ressaltou.

Texto e imagens reproduzidos do site: se.gov.br

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Colégio Arquidiocesano informa...

O Colégio Arquidiocesano informa que encerrará todas as suas atividades no final do ano letivo nas unidades do Centro e da Farolândia.

Confira o comunicado:


Legenda e imagem reproduzidas do site: nenoticias.com.br

terça-feira, 27 de julho de 2021

Funcaju presta homenagem ao ator Orlando Vieira em seus 90 anos de vida

Foto: Arquivo Infonet, postada pelo blog

Texto publicado originalmente no site da PMA, em 26 de julho de 2021

Funcaju presta homenagem ao ator Orlando Vieira em seus 90 anos de vida

A recheada trajetória profissional do ator sergipano Orlando Vieira ainda reserva fôlego para mais alguns capítulos. Pelo menos é o que garante o cineasta, que completa 90 anos nesta segunda-feira, 26.

A data foi celebrada com um abraço simbólico promovido pela Sociedade de Cultura Artística de Sergipe (SCAS) e pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos do Estado de Sergipe (Sated), com o apoio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju).

Orlando Vieira se consolidou como um dos grandes nomes do cinema sergipano e nacional com participações de destaque em filmes como "Quem matou Pixote?", "Narradores de Javé", "Aos Ventos que Virão" e a produção sergipana "A Última Semana de Lampião".

Embora a filmografia do ator seja rica de ponta a ponta, o filme em que alcançou maior projeção foi “Sargento Getúlio”, de 1983, quando ocupou papel de destaque ao lado do protagonista Lima Duarte. Neste mesmo ano, conquistou o troféu Kikito, no Festival de Gramado – um dos mais importantes do cinema nacional.

“Orlando Vieira conseguiu o que nenhum ator conseguiu até hoje, que é uma projeção no país e fora do país. Sargento Getúlio virou cult do cinema, premiadíssimo aqui e lá fora. É um filme que marca um momento importantíssimo do cinema brasileiro. Mas não é só nesse filme que o Orlando se destaca, são inúmeras participações no cinema, na televisão, em novelas e telenovelas de grandes canais. Um homem de maior riqueza artística e eu fico muito feliz de ver o Orlando, com a relevância que tem, chegar aos 90 anos durinho, com possibilidade de seguir contribuindo para nossa cultura, cinema e audiovisual”, pontua o presidente da Funcaju, Luciano Correia.

Na televisão, Orlando participou das séries da Rede Globo "Tereza Batista" e "Uma mulher vestida de Sol" e da novela "Irmãos Coragem" (1994). Com tantos trabalhos de destaque no currículo, o sergipano é uma referência para agentes culturais de todas as idades.

“Estamos falando de um homem que dedicou mais de 70 anos à vida artística, com currículo invejável. A gente tem ele como uma figura inspiradora. Essa homenagem é para que essa nova geração se perceba nesse universo, que é capaz de chegar nos anais da cultura nacional, nos grandes mercados, como orlando conseguiu”, registra Ivo Adnil, presidente do Sated.

Nesta segunda-feira, 26, uma faixa em homenagem aos 90 anos de Orlando foi estendida em frente à sua residência, ação contemplada pelo próprio ator. “Convidamos algumas pessoas da cultura para dar um abraço em Orlando, evidentemente respeitando as medidas que esse momento de pandemia impõe. A gente tem essa preocupação de homenagear nossos artistas, técnicos da arte, enquanto estão em vida, porque precisamos chamar as pessoas para valorizar, conhecer esses que trabalharam e ainda trabalham para a nossa arte”, destaca Isaac Galvão, presidente da SCAS.

No alto dos seus 90 anos, Orlando garantiu no encontro com os agentes culturais que continua com fôlego e pretende voltar a atuar em Sergipe, assim que a pandemia for problema do passado e houver segurança para o retorno das atividades culturais. A vontade do ator é vista com entusiasmo por Luciano Correia.

“Mostra como ele sempre foi uma pessoa extremamente profissional. Faz da sua profissão, da sua arte, quase que um brinquedo, com muito prazer e alegria. Talvez isso explique os seus 90 anos rindo e saudável”, afirma o presidente da Funcaju.

Texto reproduzido do site: aracaju.se.gov.br

Colégio Arquidiocesano após 61 anos comunica seu fechamento

Publicação compartilhada do site 93 NOTÍCIAS, em 27 de julho de 2021

Colégio Arquidiocesano após 61 anos comunica seu fechamento

Da Redação

Diante da situação econômico-financeira pela qual o Colégio Arquidiocesano vem passando ao longo de muitos anos, a mantenedora, Arquidiocese de Aracaju, por meio da Assembléia Geral, estatutariamente constituída, DECIDIU, na semana passada, tomar as se- guintes deliberações:

1) Vender a Unidade Farolândia a uma empresa, liderada pelo empresário Jorge Mitidieri, do Colégio Master, negócio já devidamente fechado;

2) Encerrar definitivamente as atividades do Colégio, nas duas Unidades – Centro e Farolândia, ao encerrar-se o presente ano letivo.

A empresa compradora manterá o nome atual, ou seja, Colégio Arquidiocesano em suas atividades na Farolândia, a partir de janeiro de 2022. Novo CNPJ, novas contratações.

Para o encerramento das atividades, de acordo com as normas educacionais legais, até o dia 31 deste mês, deverão ser feitas as devidas comunicações aos Conselhos de Edu- cação, Estadual e Municipal.

Estas decisões não são as que gostaríamos que fossem tomadas. Uma vida inteira, de 61 anos, está sendo encerrada. Infelizmente. Ao encerrar-se o ano letivo, as medidas de dispensa de todos, na forma da legislação trabalhista, serão devidamente tomadas e todos serão indenizados. Sentimos muito pelo que estamos vivendo. Mas, viveremos para enfren- tar outros desafios e levar adiante novas realizações.

Esperamos que, diante do quadro difícil pelo qual passamos, todos nós possamos nos manter em nossos postos de trabalho com a mesma competência, dedicação e dignida- de que moldaram e moldam as nossas vidas.

Se juntos vivenciamos a bonança e enfrentamos apreensões, também juntos segui- remos até o dia em que haveremos de nos separar.

Gratos pela atenção, por tudo que vivemos juntos e ainda nos resta viver.

Texto e imagem reproduzidos do site: 93noticias.com.br

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Shopping Jardins abre área verde central para visitação

Legenda da foto: As famílias aproveitam o ambiente temático para tirar fotos

Publicação compartilhada do site DESTAQUE NOTÍCIAS, em 21 de julho de 2021

Shopping Jardins abre área verde central para visitação

Pela segunda vez desde a inauguração em 1997, o Shopping Jardins promove visitas guiadas ao seu jardim de inverno. A atividade ‘Explorando o Jardim’ é voltada à garotada e integra a programação do ‘Diverchão’, evento que acontece até o dia 27 de julho. Os passeios na área verde localizada em frente à Praça de Alimentação Jardins são realizados às sextas-feiras e sábados, das 16h às 17h30, seguindo os protocolos de biossegurança necessários.

Nos próximos dias 23 e 24 de julho, acontecem as últimas sessões e, para participar, basta o responsável pela criança apresentar cadastro na plataforma Shopping Jardins Online e realizar o agendamento prévio no Balcão de Informações, localizado em frente à Portaria A. O acesso é gratuito e cada visita tem duração de 25 minutos.

As sessões reúnem, no máximo, 20 pessoas, sendo 10 crianças acompanhadas por um adulto. Enquanto se diverte com a história interpretada por graciosos personagens, o público tem a oportunidade de aprender sobre as espécies criadas no lago, ver os peixinhos de perto, apreciar o jardim e desfrutar de momentos inesquecíveis. Ao final, os meninos e meninas ganham o certificado de ‘Amigo dos animais’, como forma de estimular a consciência e o respeito ambiental.

‘Diverchão’

O circuito de brincadeiras à moda antiga integra a programação de férias do Shopping Jardins e está distribuído em diferentes estações instaladas no mall localizado na zona Sul de Aracaju (SE).

Em frente à C&A, crianças e adultos curtem o ‘Jogo da Lava’, uma super brincadeira que mexe com a imaginação. Próximo ao Cinemark, os aventureiros encontram a Amarelinha e, na Praça de Eventos Girassol, ao lado do Canephora Café, está o Labirinto. Além de proporcionar muita diversão, as brincadeiras promovem o desenvolvimento psicomotor da garotada, estimulando o raciocínio, pensamento estratégico, coordenação motora e sensos de direção, organização e planejamento.

Em cada estação, o público encontra um totem com QR Code para acessar o mapa do ‘Diverchão’ e desfrutar de todo o circuito.

Já na Praça de Eventos Ipê, em frente à Riachuelo, as famílias aproveitam o ambiente temático e instagramável para tirar lindas fotos e se divertir com mais brincadeiras. Jogo da velha, elástico, caracol e máquina de pegar pelúcias são as atrações do Jardim Encantado.

Texto e imagem reproduzidos do site: destaquenoticias.com.br