sábado, 4 de abril de 2015

Exposição ''OAB/SE: Uma história da gente''


Infonet - Cultura - Noticias - 31/03/2015.

OAB/SE inova e leva seu acervo histórico para o Shopping
Exposição ''OAB/SE: Uma história da gente''

De 1° a 20 de abril, a exposição “OAB/SE: Uma história da gente” irá retratar a história da única entidade da sociedade civil com reconhecimento expressivo na Constituição Brasileira. Criada em 1935, por 80 anos a Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe, sempre esteve nas lutas em favor das aspirações democráticas dos sergipanos e nas mais importantes decisões jurídicas tomadas durante toda a história do estado.

Toda a história será contada em uma exposição produzida pela OAB/SE, composta por seis painéis que trazem fragmentos da narrativa da entidade. A exposição conta com documentos, mobílias, medalhas, atas e fotografias que marcam os principais fatos da Ordem na defesa da sociedade, da advocacia e das prerrogativas do advogado. A mostra pode ser visitada no segundo piso, do Shopping Riomar, das 10 às 22 horas.

O curador da exposição Allonso Júnior explica que a entidade procurou abordar as principais ações da Ordem na defesa da cidadania e dos direitos humanos. “Através dos seis painéis serão demonstrados o Exame de Ordem e o seu processo de unificação, as sedes provisórias e definitivas da Ordem, a história da advocacia sergipana e as principais ações da OAB/SE. O visitante contará com livros de atas do Conselho Seccional, carteiras de advogados desde 1935, fotografias em touch screen e documentos datados desde o século XIX”, conta.

De 1° a 20 de abril, a exposição “OAB/SE: Uma história da gente” irá retratar a história da única entidade da sociedade civil com reconhecimento expressivo na Constituição Brasileira. Criada em 1935, por 80 anos a Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe, sempre esteve nas lutas em favor das aspirações democráticas dos sergipanos e nas mais importantes decisões jurídicas tomadas durante toda a história do estado.

Toda a história será contada em uma exposição produzida pela OAB/SE, composta por seis painéis que trazem fragmentos da narrativa da entidade. A exposição conta com documentos, mobílias, medalhas, atas e fotografias que marcam os principais fatos da Ordem na defesa da sociedade, da advocacia e das prerrogativas do advogado. A mostra pode ser visitada no segundo piso, do Shopping Riomar, das 10 às 22 horas.

O curador da exposição Allonso Júnior explica que a entidade procurou abordar as principais ações da Ordem na defesa da cidadania e dos direitos humanos. “Através dos seis painéis serão demonstrados o Exame de Ordem e o seu processo de unificação, as sedes provisórias e definitivas da Ordem, a história da advocacia sergipana e as principais ações da OAB/SE. O visitante contará com livros de atas do Conselho Seccional, carteiras de advogados desde 1935, fotografias em touch screen e documentos datados desde o século XIX”, conta.

Para a mostra, a Ordem conta com o apoio da Universidade Tiradentes, do Instituto Banese, do Museu Histórico de Sergipe e do Museu da Gente Sergipana.

Fonte: Ascom OAB.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Juiz Sérgio Lucas lança seu segundo CD de Poesia Cantada


Infonet - Cultura - Noticias - 31/03/2015.

Juiz Sérgio Lucas lança seu segundo CD de Poesia Cantada
CD ‘Sarandaia – Poesia Cantada’ será lançadoem 16 de abril

“Um trabalho que homenageia as mulheres da minha família e com a característica do nosso autêntico Forró”, disse o Juiz Sérgio Lucas, em entrevista ao Portal Infonet. O também compositor e cantor lança seu mais novo trabalho, o CD ‘Sarandaia – Poesia Cantada’. É o segundo disco realizado por Sérgio e conta com a participação especial de Antônia Amorosa, Antônio Carlos du Aracaju, Cidinha du Aracaju e Vinicius Nejaim.

O lançamento acontecerá no próximo dia 16 de abril, às 20h30, no Restaurante e Casa de Forró Cariri, na Passarela do Caranguejo, Orla da Atalaia, em Aracaju.

O primeiro denominado ‘Buraqueiro’, foi lançado em junho de 2013 e homenageou cidadãos do município de Porto da Folha. Com o trabalho ganhou alguns reconhecimentos: em 2010, Sérgio Lucas teve a música ‘Mocambo dos Pretos’ como finalista do Festival Aperipê e a música ‘Náufrago’, finalista do Festival Sescanção. Já em 2011, foi a vez de classificar a música ‘Ré Maior’ no Festival Aluminar, da Secretaria de Estado da Cultura.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Confira vídeo com a entrevista abaixo:

Trajetória de José Souza é retratada em documentário

A viúva de Souza, a jornalista Niura Belfort,
participou diretamente da produção do documentário.
Foto: Portal Infonet.

Infonet - Cultura - Noticias - 31/03/2015.

Trajetória de José Souza é retratada em documentário
Ex-presidente do Seeb faria 57 anos nesta terça-feira, 31

O líder sindical e ex-presidente do Sindicato dos Bancários de Sergipe (Seeb/SE), José Souza, foi homenageado com o lançamento do documentário “José Souza de Jesus, presente!”. O vídeo traz a trajetória social, sindical e da militância comunista do sindicalista falecido em outubro de 2014. A produção foi lançada na noite desta terça-feira, 31, data em que Souza faria 57 anos.

O documentário traz diversos depoimentos de familiares e amigos de Souza, além de sindicalistas de Sergipe de outros estados. “O documentário traz a trajetória dele no sertão sergipano, o sofrimento de qualquer criança pobre e sertaneja para estudar e construir sua vida, seu primeiro emprego e o momento em que ele ingressou na categoria bancária. Vamos eternizar não só o homem físico, mas o que ele representou, suas ideias, sua liderança e sua obras. Precisávamos eternizar isso de alguma forma para que essa história ajude a construir novas militâncias no movimento sindical”, explica Ivânia Pereira, presidente do Seeb/SE.

Ivânia Pereira fala do documentário

Ivânia conta ainda que após o lançamento, o documentário será disponibilizado nas bibliotecas das instituições de ensino superior de Aracaju. “Nossa intenção é encaminhar cópias para as bibliotecas das faculdades e disponibilizar para a juventude. Homens e mulheres com a trajetória de Souza não podem ficar guardados entre os seus pares, precisamos levar isso para a sociedade”, destaca. Esse momento vai eternizar a militância de um camarada cuja atuação no mundo do trabalho nunca teve momento que denegrisse sua imagem. Foi uma trajetória de muitas contribuições, uma liderança ímpar. Vamos nos esforçar para dar continuidade à trajetória dele”, completa.

A viúva de Souza, a jornalista Niura Belfort, participou diretamente da produção do documentário. De acordo com ela, desde que ingressou no movimento sindical na década de 80, Souza abraçou e não largou mais a causa. “Ele era um comunista por convicção. Passou a estudar, lia tudo, participava de todos os cursos e foi se qualificando. Ele abraçou essa causa e foi crescendo e sendo reconhecido pelo seu papel no movimento sindical. Souza não defendia apenas os bancários, mas todas as categorias, pois para ele, a classe trabalhadora era um só. Ele desenvolveu tudo isso de forma ética, honesta e coerente, sem fazer disso um trampolim para ter status. Ele fazia por amor”, conta.

Perda

Souza foi vítima de um infarto fulminante quando estava em um hotel de Fortaleza no dia 21 de outubro de 2014. Ele estava participando das negociações dos dias parados da greve da categoria de 2014 e da assinatura do aditivo da Convenção Coletiva do Banco do Nordeste (BNB). Souza era membro titular do Comando Nacional dos Bancários.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Maurelina Santos morre aos 61 anos

Foto: arquivo Portal Infonet.

Infonet Cultura - Noticias - 31/03/2015.

Agente cultural Maurelina Santos morre aos 61 anos
Ela estava no Hospital São José desde que sofreu um AVC

Faleceu nessa terça-feira, 31, a agente cultural Maurelina Santos, aos 61 anos. Ela estava internada no Hospital São José desde que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) há aproximadamente três semanas.

Maurelina foi uma das principais pesquisadoras das manifestações populares em Sergipe e é muito respeitada por todas as lideranças folclóricas do Estado. Participou de momentos marcantes para a cultura sergipana, como a fundação do Grupo de Teatro Imbuaça. Nos últimos oito anos, ocupou o cargo de Assessora Cultural na Secretaria de Estado da Cultura.

O corpo está sendo velado no Osaf -localizado na rua Itaporanga - e o enterro acontecerá às 14h dessa quarta-feira no cemitério São João Batista.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Deolando




Publicado originalmente no site PGE-SE., em 27/02/2015.

Artista do Mês de Fevereiro – Deolando.

Autodidata, Deolando Vieira da Silva, pintor e escultor, nasceu no dia 24 de setembro de 1957, em Neóplis/SE. Deolando se descobriu artista, quando aos doze anos, margeando o rio São Francisco, pegou um pouco de barro de toar (usado para cerâmica) e ao chegar à casa de seus pais moldou um busto. A partir dos treze anos, começou a moldar em barro alguns bustos e algumas esculturas, como Floriano Peixoto, Tiradentes e Marechal Deodoro da Fonseca, este moldado e esculpido em cimento.

Iniciou os estudos do ensino fundamental em Neópolis/SE, em 1974, mudou-se para a cidade de Duque de Caxias/RJ, onde fez o curso técnico de enfermagem e a faculdade de ciências contábeis e quando realizou os seus primeiros trabalhos como pintor.

Em 1985, retornou a Sergipe, onde começou a desenvolver a sua arte, fazendo esculturas que retratavam personagens históricos. Em 1988, realizou a sua primeira exposição, na Galeria Portinari, em Aracaju/SE.
Possuidor de um estilo próprio, sua obra perpassa pelo expressionismo, impressionismo, cubismo e surrealismo. Cita, como influentes em sua formação artística, Vincent Van Gogh, Paul Cézzane, Monet, Picasso e Salvador Dali, representantes dessas escolas.

Em suas escultura há predominância de formas humanas apresentadas de forma estilizada; na pintura, os motivos são variados, mas temas como palhaços e músicos são os mais contemplados. Pesquisador de técnicas para desenvolver a sua arte, utiliza a espátula para executar quase a totalidade de suas pinturas. Comumente usa tinta a óleo e prepara as telas com gesso, cola branca, verniz acrílico e um pouco de areia fina bem peneirada.

Suas esculturas, em grandes tamanhos, estão em vários Estados brasileiros. Constam, ainda, em anuários e em vários catálogos de arte. Entre as esculturas, merece destacar o conjunto composto por sete esculturas, representando cinco Cangaceiros, o Padre Cícero e Luiz Gonzaga, feitas para o Xingó Parque Hotel, em Canindé de São Francisco/SE; a imponente imagem de Nossa Senhora da Conceição, para o Seminário Maior, em Aracaju/SE; as esculturas, em tamanho natural, de Zé Peixe, Rosa Faria, Sargento Zé Bezerra e Lampião, realizadas para o Memorial de Sergipe, em Aracaju/SE; o obelisco “Chapéu de Couro”, para o Platô de Neópolis/ SE; os monumentos “Tributo ao Conhecimento I” e “Tributo ao Conhecimento II”, feitos, respectivamente, para o Campus da Universidade Tiradentes em Aracaju/SE e para a FITS, em Maceió/AL; o Mural em alto relevo (2,00 x 6,00) para a cidade de Maceió/AL e o Painel “A Invasão Holandesa” (2,00 x 6,00) para a cidade de Penedo/AL.

Em 1981, recebeu o prêmio de Menção Honrosa pela escultura “Raízes”, no Festival de Artes de São João de Meriti/RJ. A partir de 1988, Deolando iniciou uma série de exposições em galerias e em shoppings de várias cidades e capitais do país, como Aracaju/SE, Salvador/BA e Cataguases/MG.

Em janeiro de 1996, foi laureado com o segundo lugar com o trabalho “Maternidade”, no XI Salão do FASC, em São Cristóvão/SE; e, em 1997, ganhou a Medalha de Menção Honrosa com o trabalho “Meditação”, no mesmo festival em XII edição. Em 2007, recebeu uma placa da Universidade Tiradentes, destacando-se como o melhor escultor do Estado de Sergipe.

Texto e imagem reproduzidos do site: pge.se.gov.br

Beto Pezão




Publicado originalmente no site PGE-SE., em 20/02/2015.

Artista do Mês de Janeiro – Beto Pezão

Artesão e escultor, José Roberto Freitas, conhecido como Beto Pezão, nasceu às margens do Rio São Francisco, no dia 11 de dezembro de 1952, em Santana do São Francisco/SE (antiga Carrapicho). Aos seis anos de idade, ganhou um pequeno torno de presente, iniciando, assim, a arte de modelar o barro. Aos nove anos, já comercializava algumas de suas peças em feiras populares. Desde menino ajudava o pai, que era escultor, no trabalho artesanal com o barro.

Em 1971, já residindo em Aracaju, teve seu trabalho valorizado, através de um velho feito de barro solidamente plantado em dois pezões que lhes davam o devido apoio; criava, assim, a sua marca registrada, conhecida até hoje e, definitivamente, incorporou à sua obra a partir de 1972. A princípio, a ideia de usar os pés grandes, como forma de sustentação das esculturas, foi reprovada pelo seu pai/mestre, mas não demorou muito para ser aceita pelas pessoas e divulgada pela mídia como uma verdadeira obra de arte.

Antes de seu reconhecimento no universo da modelagem do barro, Beto Pezão fazia esculturas em madeira. Elegeu definitivamente o barro por perceber que esse material lhe oferecia na execução de suas peças “mais intimidade com as mão”. Em sua residência, no bairro Cidade Nova, mantém forno de lenha e um local adequado para estocagem de barro, procedente da terra natal.

Residindo em Aracaju há mais de 40 anos, os trabalhos de Beto Pezão já percorreram vários caminhos mundo afora. Realizou a sua primeira exposição no exterior, a convite da Universidade Católica do Chile, país onde retornou para expor outras 5 vezes. Suas obras também são admiradas no México, na Argentina, em Portugal, no Uruguai, no Paraguai, na Venezuela e nos Estados Unidos. No Brasil, sua arte foi exposta em vários Estados brasileiros, como Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Maranhão e Minas Gerais. Encantado pelas personagens em barro de Beto Pezão, Fernando Gutiérres produziu e dirigiu um vídeo dando-lhes, através da arte gráfica, vida a eles.

Na arte popular de Beto Pezão, os temas são variados, mas o seu estilo de como retratá-los, ainda que copiado por muito artesãos, é único e inconfundível. Além dos pés grandes, suas esculturas, talhadas no barro, possuem traços fortes e detalhes marcantes e nos emocionam pela forma verdadeira de mostrar os sentimentos do povo nordestino. São figuras humanas dos sertões: vaqueiros, mendigos, pescadores, lavadeiras, vendedores, ambulantes e lavradores que expressam nos rostos as adversidades da vida agreste. Além dos sertanejos, outra paixão do artista são as imagens sacras que, igualmente, são sustentadas por imensos pés.

Na comercialização das suas peças, Beto Pezão fornece certificado de origem com nome e número. Elas estão em permanente exposição em Aracaju/SE no Centro de Turismo, no Aeroporto de Aracaju, no Espaço J. Inácio ou no próprio ateliê do artista.

Humilde, Beto Pezão não se vê como um ícone da cultura sergipana. Entretanto, o artista não consegue esconder a satisfação e a alegria por ter sua obra reconhecida: “o que é gratificante pra mim é apreciarem o meu trabalho”.

Texto e imagem reproduzidos do site: pge.se.gov.br

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Casa do Folclore Zé Candunga


Infonet - Cultura - Noticias - 30/03/2015.

Laranjeiras expõe tradições religiosas da Semana Santa
Itens estão expostos na Casa do Folclore Zé Candunga

A prefeitura de Laranjeiras, através da secretaria municipal de Cultura, lançou mais uma exposição para mostrar aos sergipanos e aos laranjeirenses a religiosidade da sua gente e as tradições neste período de Semana Santa.

Estão expostos na Casa do Folclore Zé Candunga, indumentárias, fotos, objetos e instrumentos utilizados pelos grupos da procissão do fogaréu e dos penitentes. Esse material retrata a história de tradição religiosa no município. Neste período de semana santa, os atos religiosos despertam a curiosidade e chamam a atenção do público com as procissões do fogaréu (quinta-feira à noite), e penitentes (segundas, quartas e sextas da quaresma, às 0h).

"Laranjeiras é uma cidade onde sergipanos e turistas que a visitam veem tradições que não existem mais em muitas cidade. Turismo e cultura caminham juntos e neste período da semana santa as ruas e becos ficam lotados. Quem vista Laranjeiras se encanta com tantas belezas e tradições religiosas. É com muita fé e devoção que os fieis entoam cânticos e orações. Vale a pena conferir”, destacou o secretário municipal de Cultura, Evanilson Calazans.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Rogério (In memoriam)


Publicado originalmente no site PGE-SE., em 08/10/2014.

Cantor do Mês de Outubro – Rogério (In memoriam).

Sergipano de Estância, defensor árduo da cultura o cantor e músico Rogério sempre marcou sua vida espalhando nos quatro cantos desse país a sua paixão por seu estado. Devido ao seu empenho, carisma e musicalidade, foi convidado para mostrar seus sucessos em diversos programas da TV brasileira, a exemplo do “Mara Maravilha” e sua consagração no programa da “XUXA”.

Nossa cultura foi espalhada e difundida pelo Sul e Sudeste e tornou-se marcante com a participação apaixonante do Rogério.

Em Sergipe, há mais de 20 anos, Rogério lançou uma marca que até os dias de hoje ouvimos “Sergipe é o país do forró”, quando os 75 municípios era transformado num verdadeiro arraial, mostrando que com criatividade, interesse se pode contribuir e muito para um estado, mesmo este não dando o valor adequado ao seu artista, ele continuou a mostrar o nosso melhor.

O cantor Rogério teve seu início de carreira com o ROCK e sob influência do Luiz Gonzaga, quando o conheceu tinha apenas 16 anos de idade, se rendeu ao forró bem mais tarde, se tornando referência. Seus shows tiveram incrementos, quando o público exigente pedia um visual melhor e ai foi crescendo também os palcos para absorver esse novo modelo.
Eclético, Rogério vai de Clemilda a Pink Floid, deixando sempre sua marca, transformando sons por mais fortes que sejam, em musicalidade de bom gosto para nossos ouvidos.

Certa feita, Rogério foi procurado por um produtor que apresentou proposta para que ele trocasse o Sergipe pela “Bahia é o país do forró”, incluindo ai a troca das cidades na música, mas este deu uma bronca danada e disse que jamais iria trair sua gente, seu espírito e seu caráter.
E assim era nosso querido Rogério, as vezes polêmico, outras doce como criança, mas sempre com espírito de luta em busca de um melhor dia para os artistas sergipanos, procurando ainda difundir nossa cultura e mostrando que Sergipe, sempre será, “O país do forró”.

Por Francisco Faria.

Texto e imagem reproduzidos do site: pge.se.gov.br

Luiz Fontineli


Publicado originalmente no site PGE-SE., em 06/01/2015.

Cantor do Mês de Janeiro - Luiz Fontineli

Nasceu na cidade de Porto da Folha – SE, no dia 14 de Janeiro de 1971, décimo terceiro filho de um sergipano, Manoel, com uma também sergipana, Matildes. Tem doze irmãos, Elpídio (Careca), Maria (Ezinha), Zé Alves, Maria José (Mazé), Antônio, Pedro (Pedrinho), Manoel (Maneca), Gizélia (Zelinha), Terezinha, Conceição (Ceição), Francisco (Chico) e Aparecida (Cida).

O pai, carpinteiro e agricultor e a mãe doméstica. É casado com Wanessa Seo e tem um filho, Luiz Eduardo a quem dedica o terceiro CD. Comecou a tocar violão aos 15 anos, por causa do irmão Zé Alves, quando ele chegava de São Paulo sempre com uma canção nova e queria mostrar pra todo mundo e a primeira canção que aprendeu com ele foi “Menina Loira” de sua própria autoria, realmente um brega autêntico.

Nessa mesma época teve a oportunidade de assistir pela primeira vez ao show de Dominguinhos em sua cidade, então, ficou louco com tanto talento e simplicidade ao mesmo tempo. Naquele momento ele decidiu que queria ser cantor e compositor. Aos dezesseis anos foi morar na cidade de Salvador onde se envolveu completamente com a música, passando a cantar em casas noturnas e estudar na oficina de música da UFBA. Quando retornou a Aracaju já estava pronto pra enfrentar a música como profissão e sugiram festivais de música, participou de quase todos. Então, não parou de se inscrever em festivais de música por todo o Brasil, somando já passa de 30 por todo o país. Em 1999 gravou o primeiro CD intitulado LENDAS DE UM CANTADOR, um trabalho totalmente autoral no qual a música FAUNA teve destaque em alguns festivais de música pelo Brasil afora.

LUZES o seu segundo CD foi lançado em 2005 com nove canções também autoral e produzido por Val França, esse trabalho o ajudou a entrar na mídia com grande destaque, a música NOVA MANHÃ fez grande sucesso e toca até hoje nas emissoras sergipanas e algumas cidades do norte e nordeste do Brasil.

Como bom nordestino que gosta de forró lançou o mais novo álbum intitulado C’lariou com 13 faixas, sendo, 8 arrasta-pé e 5 xotes em parceria com compositores Sergipanos: Márcia Menezes, Baianos: Missinho ex-Chiclete com Banana, Reis Lima, e Jota Carvalho, Pernambucano: André Gusmão que executou o projeto gráfico do CD, o paranaense, fotógrafo e compositor Paulo Matias que conheceu nas andanças festivaleiras, ele também faz parte desse CD como compositor e parceiro e o cearence Palyto Bass que compôs a música PRIMAVERA e o ajudou a produzir todo o trabalho C’LARIOU.

Texto e imagem reproduzidos do site: pge.se.gov.br

Centro de Arte e Cultura J.Inácio, Orla de Atalaia, em Aracaju




Você encontra esses trabalhos a venda no:
Centro de Arte e Cultura J.Inácio, na
Orla de Atalaia, em Aracaju/SE.
Fotos reproduzidas do blog: centrodearteeculturajinacio.blogspot.com.br