sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Banda dos Ex-Alunos do Atheneu (7 de setembro de 2016)






"BANDA DOS EX-ALUNOS DO ATHENEU - DESFILE 7 DE SETEMBRO DE 2016".

Passados trinta, quarenta anos, hoje foi um dia histórico para todos nós que estudamos no velho e querido Atheneu Sergipense. Voltamos a desfilar na Av. Barão de Maruim, mostrando a todos o nosso orgulho em vestir o manto sagrado do Atheneu, desfilando com galhardia, e emocionando a todos os presentes, que aplaudiram exaustivamente os ex-alunos do maior colégio público do Estado. Obrigado a todos vocês ex-colegas, amigos para sempre. (Waguinho Aragão).

Postagem originária do Facebook/GrupoMTéSERGIPE, de 7 de setembro de 2016.
http://migre.me/uWcUX

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Festejos Juninos em Sergipe

Foto: Fabiana Cost/Secult.
Reproduzida do site: turismosergipe.net

Pimentas, no Mercado Municipal de Aracaju

Foto reproduzida do site: viajandoporai.net

Artesanato Sergipano

Foto reproduzida do site: lagartense.com.br

O artista Paulo Abreu apresentará dez telas...


Publicado originalmente no site do Jornal da Cidade, em 24/08/2016.

Projeto Música e Arte ocupará o Calçadão da 13 de Julho
O artista Paulo Abreu apresentará dez telas com a tradicional técnica de pintura a óleo.

Por: JornaldaCidade.Net

A natureza brasileira e cenas do cotidiano aracajuano em cores e formas que retratam bem a realidade a partir da técnica de óleo sobre tela compõem a obra do artista Paulo Abreu, um carioca que há dez anos escolheu o Município da Barra dos Coqueiros, em Sergipe, para expressar a sua sensibilidade em quadros. Para expor seu trabalho e aproximar-se do público sergipano, o artista plástico, juntamente com o produtor Wanderley Rodrigues, promovem no próximo sábado, 27, das 11h30 às 17h, o primeiro dos cinco encontros do Projeto Música e Artes, que busca aliar som e visualidade.

“Nos encontramos na Atalaia Nova e há dois estamos desenvolvendo esse projeto com o objetivo de num mesmo espaço reunir as duas formas de expressão cultural: artes plásticas e música. Isso porque, além de pintar quadros, Paulo Abreu também toca instrumentos como cavaquinho e sax. E então agora apresentamos esse projeto no Calçadão da 13 de Julho, no espaço próximo ao Mirante, onde iremos colocar à disposição dez telas e haverá a apresentação musical de chorinho. Com isso, buscamos aproximar o público da arte”, disse o produtor Wanderley Rodrigues.

Ainda com data a definir, o Música e Arte ocupará Orla Por do Sol e também a Atalaia Nova. “Será um total de cinco encontros, sendo que em cada um deles serão apresentados dez trabalhos do artista, bem como uma atração musical. Aqui em Sergipe, depois do Calçadão da 13 de Julho, iremos desenvolver o projeto na Orla Por do Sol, Atalaia Nova, mas também o levaremos à cidade de Maceió, em Alagoas. As datas ainda estão para ser definidas, no entanto o objetivo é fazer todos esses encontros ainda este ano”, destacou o produtor.

Quanto aos trabalhos a serem apresentados na mostra a céu aberto, telas de paisagens que fazem parte do cotidiano aracajuano, a exemplo de embarcações às margens do Rio Sergipe. “Paulo Abreu tem a sua obra e traço destinado às belezas naturais, como o mar, cujos encontros são diários, bem como a comunidade indígena também é algo fortemente presente em seus trabalhos e o nudismo retratado na forma corporal feminina, com toda respectiva sensualidade. É, sem dúvida, um trabalho belíssimo, com muita sensibilidade e beleza”, afirmou Wanderley Rodrigues.

Voo alto.

Com o objetivo de alcançar cada vez mais um público admirador da arte, Wanderley Rodrigues revela que o projeto vai além das apresentações circulando pelas cidades, a intenção é visitar escolas e universidades com a proposta de estimular o gosto pelas mais diversas manifestações artísticas. “Após os cinco encontros, vamos fazer uma avaliação do projeto, que tem a como responsabilidade social fazer o acesso à cultura para todos, de maneira que crianças, jovens e adultos possam ter essa proximidade com a arte. Daí a nossa intenção de visitar instituições de ensino para disseminar essa ideia e fazer de maneira ativa que tenhamos a semente plantada para a formação de um público consumidor e admirador de arte”, explicou.

Paulo Abreu.

Paulo Abreu nasceu no Rio de Janeiro e, apesar de formado em Engenharia Mecânica, enveredou pelas artes, dedicando-se à pintura a óleo sobre tela. Depois de um período de residência na cidade de Maceió (AL), encontrou seu refúgio na Atalaia Nova, na Barra dos Coqueiros.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net

Coletiva de arte com xilogravuras é lançada na Galeria J. Inácio

 Gravura de Sueli Nielsen.

 Homenageadas junto à equipe da Secult.

Abertura da Exposição.

Publicado originalmente no site SERGIPE CULTURAL, em 26/08/2016.

Coletiva de arte com xilogravuras é lançada na Galeria J. Inácio

A beleza da xilogravura preencheu a Galeria J. Inácio, a partir desta quinta-feira, 25, com o lançamento da mostra “Gravadores em Conexão Tempo a tempo – Ontem, Hoje e Amanhã”. Composta por obras das artistas Jacira Moura e Sueli Nielsen, a mostra coletiva caminha por universos imaginários, priorizando a figura da mulher negra.

Há dez anos se dedicando a xilogravura, Sueli Nielsen apresentou três trabalhos mais antigos e outros diversos mais atuais. “Meus trabalhos são projeções de imagens que eu vejo através dos sonhos. Fico com as idéias na cabeça e, em determinado momento, as transformo em gravuras. A figura da mulher sempre foi muito representativa no meu trabalho, principalmente por toda a discriminação e violência que vivemos. Inspiro-me muito na minha mãe, que foi sempre uma mulher muito guerreira”, contou a artista.

Já Jacira Moura expôs uma série de trabalhos inéditos criados especialmente para a mostra, gravuras que narram uma história imaginária onde cisnes se transformam em bailarinas negras. “No imaginário, quando o dia amanhece elas se transformam em bailarinas alçando vôos por diversos lugares como, Amazônia, Espanha e até em outros planetas. A presença do negro, eu trago para reforçar nossas origens. Sempre se reporta ao negro através da cultura afro, por isso quis romper essa ideia através do ballet clássico”, explicou.

Na exposição, as artistas prestaram uma homenagem a colega Tânia Alcântara, que iria participar da coletiva, mas veio a falecer em fevereiro deste ano. “Tânia nos fez muita falta neste projeto, que acabou não sendo como nós havíamos planejado. A mostra ficou bonita, mas ficaria ainda melhor se tivesse a participação dela”, ressaltou Sueli.

Durante o vernissage, a sobrinha de Tânia, Samara Alcântara também homenageou a tia com a declamação de um poema e a leitura de um texto escrito pelo amigo e artista, Antônio da Cruz. O viúvo, José Mendonça Filho, e o filho de Tânia, Breno, também estiveram presentes. Já a filha de Jacira Moura, trouxe como surpresa para as artistas a apresentação de uma bailarina profissional, fazendo referência a temática abordada nas gravuras da mãe.

Esta é a quinta exposição dentre as selecionadas pelo Edital de Ocupação da Galeria J. Inácio, lançado no final do ano passado, para incentivar a produção artística visual e o acesso à cultura. A mostra segue aberta ao público na Galeria J. Inácio, localizado junto à Biblioteca Pública Epifânio Dória, na Rua Dr. Leonardo Leite, s/n, no Bairro 13 de Julho, Aracaju.

Para o presidente da Associação dos Artistas Plásticos de Aracaju (AAPLASA), Francisco José Curvelo, o Edital de Ocupação da galeria J. Inácio tem um significado importante para as artes em Sergipe. “Acho este espaço muito importante. Nós da Associação, sempre lutamos por espaços para as artes visuais e essa nova gestão, está dando uma nova roupagem à Galeria com a abertura de editais, o que engrandece nossos artistas”, destacou. Sobre a mostra, o presidente afirma que é “suspeito de falar, pois Sueli é da nossa associação e sempre admirei o trabalho dela. Da mesma forma Jacira apresentou gravuras belíssimas nesta exposição”, concluiu.

Sobre as artistas

Professora aposentada, artista inquieta, Jacira Moura é graduada em História e Geografia pela Universidade Federal de Sergipe. Trabalha diversas técnicas, mas há 17 anos, dedica-se a xilogravura. Expôs pela primeira vez no Salão dos Novos, em 1994, sendo sua primeira exposição individual em 1996 na Biblioteca Demonstrativa de Brasília.

Já Sueli Nielsen é graduada em Secretariado Executivo Bilíngüe, pós-graduada em Educação, Arte, Estética e Museus pela Faculdade Pio Décimo. Desde 2005, realizou diversos cursos como de pintura em tela, desenho, escultura e xilogravura no SENAC. Participou de três exposições coletivas na galeria do SESC, entre diversas outras. Seus trabalhos abordam o comportamento social, retratando figuras femininas.

Texto e imagens reproduzidos do site: cultura.se.gov.br

Governo do Estado reconhece dois novos patrimônios culturais

 Conjunto do antigo Engenho Camaçari.

 Capela de Camaçari.

Bacamarteiros.
Créditos - Edson Araújo.


Publicado originalmente no site SERGIPE CULTURAL, em 25/08/2016.

Governo do Estado reconhece dois novos patrimônios culturais

Sergipe ganhou dois novos patrimônios culturais com o tombamento do antigo Engenho Camaçari, em Itaporanga d’Ajuda, e do Grupo Folclórico Batalhão de Bacamarteiros de Aguada, de Carmópolis. Os dois pedidos encaminhados ao Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), foram aprovados pelo Conselho Estadual e Cultura (CEC) no final de julho e inscritos no Livro de Tombo, nesta quarta-feira, 24, pela Diretoria do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (DPHAC).

A Fazenda onde funcionou o antigo Engenho Camaçari, tombada através do Decreto 30.280, de 29 de julho de 2016, detém referencias sobre a história política, econômica e cultural de Sergipe. O local remete ao período colonial, de formação territorial e cultural do Estado, compondo ainda a rede de propriedades voltadas para a produção açucareira do Nordeste, preservando tradições, usos e costumes de várias gerações.

Nomes da nobiliarquia e da política sergipana, do período imperial ao republicano, estão ligados a propriedade está ligada, a exemplo de Domingos Dias Coelho e Mello, Barão de Itaporanga, Antônio Dias Coelho e Mello, Barão de Estância e Arnaldo Rollemberg Garcez. Os familiares remanescentes preservam no interior da fazenda sede, na Capela, um rico acervo envolvendo documentação fotográfica, mobiliário e objetos decorativos de épocas distintas, bem como um acervo de arte sacra expressivo.

A Casa da Sede é uma edificação que ao longo dos anos passou por reformas, se caracteriza como construção da primeira metade do século XX, modelo de residência da fazenda destinada à criação de gado. Já a Capela, que está localizada em um ponto elevado da propriedade se destacando na paisagem, é a edificação mais antiga do conjunto, e sua construção remete ao século XVIII.

Também aprovado pelo CEC, através do Decreto nº30.281, de 29 de julho de 2016, o Governo de Sergipe passa a reconhecer o Grupo Folclórico Batalhão de Bacamarteiros de Aguada, do Povoado Aguada, município de Carmópolis, como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do estado.O grupo surgiu por volta de 1780 nos engenhos de cana-de-açúcar do Vale Cotinguiba, onde os negros brincavam samba - de roda e atiravam bacamarte, arma artesanal fabricada pelos próprios negros.

O Batalhão de Bacamarteiros é a maior manifestação cultural do município de Carmópolis e uma das principais expressões culturais de Sergipe. Até hoje, todos os instrumentos musicais, os bacamartes e a pólvora são fabricados pelo próprio grupo. Para a confecção dos instrumentos musicais é usada á medeia do jenipapo, árvore frutífera da região, couro de animais e sementes. O Batalhão de Bacamarteiros do Povoado Aguada é a prova viva da herança africana deixada na região do Vale da Cotinguiba, com dança e música inconfundíveis.

Texto e imagens reproduzidos do site: cultura.se.gov.br

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Vale dos Mestres: magia, história e encanto em Sergipe



Fotos: Cassandra Teodoro.

Publicado originalmente no site Tirismo Sergipe, em 25/04/2012.

Vale dos Mestres: magia, história e encanto em Sergipe.

Para os amantes da natureza opções não faltam no município sergipano de Canindé de São Francisco, localizado a 213 km de Aracaju. Um exemplo disso é o ‘Sítio Vale dos Mestres ou a ‘Trilha do Vale dos Mestres' com é bastante conhecido por lá. O Vale faz parte da estação Xingó e fica localizado próximo ao povoado de Curituba, na fazenda Poço Verde, a 26 quilômetros da sede do município.

Com uma trilha de aproximadamente 2000 metros de extensão e formado por sítios arqueológicos, o Vale possui três abrigos encravados no sopé dos paredões à margem direita do riacho, fazendo parte do rio Poço Verde, um dos afluentes do rio São Francisco. O Vale dos Mestres abriga ainda inscrições com pinturas rupestres de mais de três mil anos e é considerado por muitos visitantes um lugar esotérico por manter um ar de magia, encantos e deslumbramentos. Se o lugar é mágico ainda não existem provas, o fato é que nenhuma trilha no Brasil é cercada de tanto mistério. Muitos acreditam ainda em lendas e até na existência de sinais de civilizações anteriores à chegada dos descobridores, mas, na realidade não existe alguém que não se encante com tantos mistérios, paz e com a ação da natureza ao longo do tempo que ficou registrado nas pedras e trilhas do Vale.

Por entre a trilha que leva a este lugar mágico, o visitante ainda pode conhecer a vegetação típica da caatinga, a fauna do sertão e os paredões de arenito rochosos trabalhados pela erosão. Uma verdadeira jóia de beleza rara e excelente para os amantes do ecoturismo e do trekking. O cenário, com paredões úmidos e água para se refrescar, faz o visitante se sentir fora de uma grade cidade. Após cerca de quinze minutos de caminhada, já é possível ver parte dos seus paredões imponentes e repletos de rochas esculpidas pela ação da água e do tempo, fazendo muitos acreditarem que o sertão na realidade era um grande mar.

Perto delas surgem às primeiras marcas de outras civilizações registradas nas paredes das rochas, um abrigo de pedra contendo escritos de arte rupestre que fazem a mente dos trilheiros viajar em busca dos significados das mesmas. Dentro do Vale existem três sítios arqueológicos. O primeiro, com pinturas que representam as mãos; o segundo e o terceiro são gravuras rupestres nas paredes rochosas. Após essa agradável caminhada o visitante poderá banhar-se ou apenas se energizar com a pureza das águas do lago de Xingó, que fica no final da trilha. Um prazer impossível de não ser apreciado.

Como chegar

A secretária de turismo de Canindé tem um programa que capacitação de jovens para realização dessas trilhas o ideal é contratar um guia local e agendar com antecedência essas visitas pelas trilhas pelo tel: (79) 9888-8399.

Texto e imagens reproduzidos do site: turismosergipe.net

Aracaju Parque Shopping


Publicado originalmente no site do Jornal da Cidade, em 18/08/2016.

Aracaju Parque Shopping vai gerar mais de 4 mil empregos.
Durante as obras, empreendimento gera cerca de 500 postos de trabalho.

Por: JornaldaCidade.Net

Aracaju receberá no primeiro semestre de 2017 o Aracaju Parque Shopping, empreendimento que fica situado num grande polo econômico, o Bairro Industrial. Centenas de pessoas trabalham diariamente para deixar tudo pronto: pedreiros, serventes, engenheiros, arquitetos, mestre de obras e diversos outros trabalhadores dão vida ao novo centro comercial da cidade.

Durante as obras, estão sendo gerados cerca 500 empregos diretos e indiretos. Após a inauguração, com a capacidade para aproximadamente 200 lojas, serão gerados outros quatro mil novos postos de trabalho, direta e indiretamente. “Profissionais das mais diversas áreas trabalham diariamente na construção do shopping, grande parte da mão de obra local e que garante a geração de renda no próprio município’, afirma Marcelo Souza, gerente de operação.

Em ritmo acelerado, a obra do centro de compras e entretenimento está mudando o cenário arquitetônico do bairro e vai impulsionar ainda mais a economia do Estado. “A obra já está 80% concluída. A construção do shopping irá custar R$ 200 milhões – R$ 150 milhões da parte do Grupo Nortista e do financiamento do Banco do Nordeste (BNB) e R$ 50 milhões dos lojistas. A perspectiva é de que o empreendimento gere R$ 450 milhões de receita ao ano”, acrescentou Bruno Acioly, gerente Financeiro.

Oportunidades.

Os colaboradores estão bastante empenhados em dar conta do empreendimento que já traz muitos benefícios à cidade, entre eles a oportunidade de novos empregos e crescimento profissional e pessoal. É o que afirma o pedreiro Genilson Sátiro: “Para mim é um prazer imenso trabalhar e ter sido recebido pela empresa. É uma obra que não se vê em qualquer lugar e a dificuldade de arrumar emprego hoje é grande e ter essa oportunidade é muito gratificante”, comentou.

Para Márcio Lopes, técnico de segurança do trabalho, como é uma obra atípica, com complexidade arquitetônica, representa muito para os trabalhadores. “Os profissionais que estão envolvidos numa obra desse porte ganham muito. É uma satisfação pessoal e profissional fazer parte dessa grandiosa equipe que dá forma ao mais novo shopping de Aracaju”, falou o técnico.

Bastante experiente no ramo, Francisco Deusdete Alves, mestre de obras, diz que muito ganhou trabalhando no empreendimento. “É, sem dúvida, muito importante para o profissionalismo da gente. Já trabalhei em outras obras, mas obra grande assim de shopping é a primeira. Trabalhei na construção de outro shopping, menor que esse, mas a estrutura utilizada era diferente dessa, então tenho aprendido muito e junto com a parceria de todos fazemos o melhor”, disse.

O estudante de Engenharia Civil Jurandi Rodrigues trabalha como assistente de engenheiro e já carrega um peso grande no currículo, o acompanhamento da construção de uma grande obra. “É minha primeira oportunidade de estágio e em uma das maiores obras do Estado. Estou acompanhando todos os projetos e o conhecimento que tenho adquirido é muito valoroso”.

A engenheira de Planejamento Juliana Moura pontua que esta é uma obra diferenciada e que muito tem aprendido, conhecimento este que fará o diferencial em seu currículo. “Sem contar que é uma obra que vai agregar muito para a população, não é só um benefício pessoal, mas da coletividade”, acredita.

Para Claudemir Alves, gerente de Contratos, esta é uma oportunidade excelente. Ele, que já participou de diversas obras grandes, reconhece que participar da construção de uma grandiosa obra dessa vai ser muito bom para sua carreira. “É muito bom saber ainda que daqui a alguns meses poderemos usufruir daquilo que ajudei a construir”.

Potencial do bairro.

A escolha do local para construção do shopping no Bairro Industrial se deve também ao fato dele estar incluído em um grande polo econômico e estar a poucos minutos do Município de Barra dos Coqueiros, cidade que tem registrado um bom crescimento imobiliário. Estão inseridas no Bairro Industrial as empresas Almaviva, Cimavel, Moinho de Sergipe, Ambev, Celi, Fasouto e Discar.

“O bairro é uma grande potência econômica, vale a pena investir na região e foi isso que os empresários perceberam. Esperamos que com a chegada do shopping a economia local se fortaleça ainda mais”, pontua Adélia Vieira, coordenadora de Marketing do Aracaju Parque Shopping.

Mais emprego.

Adélia informa ainda que por enquanto o shopping não iniciou a seleção de funcionários. Isso só deve ocorrer lá para final de 2016 e início de 2017. “Assim que as seleções iniciarem iremos fazer uma ampla divulgação. Esperamos muito que os empregos sejam ocupados por moradores da região, mas isso vai depender muito da qualificação profissional de cada candidato que irá se inscrever”, pontua.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net

O artesanato e a religiosidade de Laranjeiras





O artesanato e a religiosidade de Laranjeiras

Pés de laranjas ao fundo do mercado municipal fizeram com que o local fosse batizado como Laranjeiras, isso no século 19, quando passou a ser uma cidade. A presença de jesuítas no passado explica a quantidade de igrejas em Laranjeiras: são seis e uma capela.

Hoje em dia, além da feira local, com cerca de mil pessoas espalhadas por barracas, Laranjeiras, a 20 km de Aracaju, destaca-se pelo artesanato, sobretudo com trabalho de madeira e renda irlandesa, que chega a custar R$ 300 e demora três meses para ser feita.

Demar é um dos artistas locais da Casa do Artesanato de Laranjeiras - fundada em janeiro do ano passado -, trabalha com madeira e suas obras são religiosas e da cultura sergipana. O artista leva até três meses para finalizar um trabalho. Suas peças chegam a ser vendidas até R$ 5.000, como um São Jorge de 60 centímetros. A prefeitura ajuda as pessoas que vivem do artesanato e leva feiras a Macéio, São Paulo.

Fotos e texto: Fernando Souza/Agência O Dia.
Reproduzidas do site: odia.ig.com.br/portal/galerias