sexta-feira, 5 de setembro de 2014

CULTURA - Prédio da Alfândega será entregue em setembro.

Foto reproduzida do site: radiorcn.com.br

Infonet - Cultura - Noticias - 03/09/2014.

Prédio da Alfândega será entregue em setembro.

O prédio que abrigou a Alfândega é considerado um mais antigo

As obras de reforma do antigo prédio da antiga Alfândega, localizado na Praça General Valadão, já estão concluídas e o edifício será entregue totalmente equipado ainda este mês. A Prefeitura de Aracaju investiu cerca de R$ 3,5 milhões na transformação do prédio em um moderno Centro Cultural.

Como foi feito com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), toda a coordenação e supervisão cabe à Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog). A obra foi executada pela Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) e faz parte do Programa Integrado de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social (PROCIDADES) e está sendo realizada de acordo com a legislação brasileira de valorização patrimonial e cultural.

“O prédio já esta todo pronto. Só estão faltando algumas pequenas adequações, o mobiliário e a sonorização”, explicou o Secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Igor Albuquerque. A reforma irá transformar a antiga estrutura em mais uma opção de cultura e lazer da cidade.

Assinado pelos arquitetos Ana Libório e Gandara Junior, o projeto visa não só a reforma de toda a estrutura física, mas também a restauração de pinturas existentes na estrutura inicial do prédio. O Centro Cultural terá cinema, teatro, cybercafé, cafeteria, salas de exposição permanente e temporária, livraria, oficina educativa e salas de montagem, som e edição audiovisual.

Sobre o prédio.

O prédio que abrigou a Alfândega é considerado um dos imóveis mais antigos de Aracaju, construído na segunda metade do século XIX e, na metade do século XX, foi utilizado pela Receita Federal, sendo desativada no final do mesmo século. Em 2003, o Governo do Estado tombou através do decreto nº 21.765, sendo o edifício transferido da União para a Prefeitura dois anos depois.

Fonte: PMA.
Texto reproduzido do site: infonet.com.br/cultura

FOLCLORE - ‘Folcloriando na Terra do Caju’ no Museu.

Foto: Divulgação.

Publicado originalmente pelo Portal Infonet/Cultura, em 01/09/2014.

Espetáculo ‘Folcloriando na Terra do Caju’ no Museu.
As apresentações nos dias 6, 13, 20 e 27 no Museu da Gente

Depois do sucesso da temporada de ‘Zé, o menino que queria ser peixe’, mais um espetáculo teatral será apresentado todos os sábados do mês de setembro no átrio do Museu da Gente Sergipana. Com a promoção do Café da Gente e o apoio do Instituto Banese e do Museu da Gente, a Cia História Encena apresentará a peça ‘Folcloriando na Terra do Caju’.

Encenado pela Cia História Encena, ‘Folcloriando na Terra do Caju’ cria o universo de seres e acontecimentos através de uma divertida história sobre os principais elementos que compõem o folclore.

Utilizando-se de técnicas de comédia Dell’arte, a peça é um drama com personagens jacosos e satíricos cuja finalidade principal é provocar o riso e a reflexão. Na peça, o folclore está cansado com o descaso das pessoas e por isso resolve que não quer mais existir, e com essa decisão toda magia dos mitos, folguedos, lendas, artesanato e literatura somem junto com ele. Polvorosos essas criaturas ganham vida e tentam convencer o folclore de uma decisão contrária. E em meio a muita confusão, contos, ritmos e tradição é que vamos ficar convencidos como é bom folcloriar na terra do caju. O espetáculo está em cartaz desde 2011.

As apresentações da temporada acontecerão nos dias 6, 13, 20 e 27 de setembro, às 17h, no átrio do Museu da Gente Sergipana. Os ingressos custam 20 reais inteira e 10 reais meia, adultos acompanhados de crianças pagam meia. Maiores informações podem ser obtidas com a diretora do espetáculo, Lina Regina, através do telefone (79) 9966-5205.

Cia História Encena – A cia de teatro foi criada há 6 anos por um grupo de atores e historiadores que tem como pauta de seu projeto artístico trabalhar contextos da cultura e história sergipana, destacando-se no cenário nacional pelo ineditismo da proposta e sua concepção estética. Em seu bojo os trabalhos que mais tiveram destaque foram: Um Grito de Liberdade: a cabana do pai Tomaz, Na Praia, 1855 e Folcloriando na Terra do Caju, reunindo mais de 5 mil expectadores.

Fonte: Instituto Banese
Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

MOSTRA FOTOGRÁFICA - ''Ícones de Aracaju''

Foto: Ascom Funcaju.

Infonet - Cultura - Noticias - 03/09/2014.

Mirante recebe 8ª Exposição do ex-alunos de José Aquino
Essa edição tem como tema ''Ícones de Aracaju''

O Mirante Praia Formosa, unidade da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), abriu a 8ª Exposição dos ex-alunos do fotógrafo José Aquino. Essa edição tem como tema "Ícones de Aracaju" e ficará exposta até o dia 20 de setembro.

A intenção de Aquino com essa mostra é estimular seus alunos, fazendo que eles tenham o prazer de expor seus trabalhos em um lugar com visibilidade como o Mirante. "Um evento como esse engrandece o nosso curso. Aqui quem a escolha das fotografias é feita entre eles e o tema foi genial, pois possibilitou mostrar de uma visão diferente das belezas da nossa cidade", afirma.

Camilla Rodrigues, ex-aluna e expositora, fala como é poder divulgar seu trabalho em uma mostra. "Essa é minha primeira exposição e eu estou muito feliz, há três anos ganhei uma câmera fotográfica do meu pai e não parei mais. Essa reunião de amigos é uma grande oportunidade de troca de conhecimento", comenta.

A noite de abertura da exposição, realizada na ultima segunda-feira, 1º, contou com a presença de vários fotógrafos, amigos e família dos alunos. A também fotografa, Clesi Freire, que estava prestigiando o evento parabeniza Aquino pela iniciativa. "Essa promoção que Aquino faz aos seus alunos anualmente é maravilhosa, as fotos são de muita qualidade e o grupo é muito harmonioso, estão todos de parabéns", conclui.

Os interessados em visitar a exposição podem comparecer de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e nos sábados e feriados, das 9h às 13h. O Mirante fica localizado no Calçadão do bairro 13 de Julho.

Fonte: Ascom Funcaju.
Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

LIVRO INFANTIL - Autora mirim e sua experiência na Bienal do Livro.

Foto: Daniel Soares/G1.

Publicado originalmente no site G1 SE, em 02/09/2014.

Autora mirim fala sobre experiência de participar da Bienal do Livro.

Vitória já possui dois livros publicados e prepara novo trabalho.
'Encontrei muitos autores que eu sempre admirei', diz escritora.

Do G1 SE

A 23ª Bienal Internacional do Livro terminou neste domingo (31 de agosto), em São Paulo, e contou com a presença da escritora mirim Alice Vitória, que com apenas 11 anos já publicou dois livros e prepara um novo trabalho.

O evento que mescla literatura com diversão, reúne as principais editoras e livrarias do país, também revela novos talentos da literatura brasileira.

"Achei a experiência maravilhosa, por que encontrei muitos autores que eu sempre admirei. Além disso, encontrei outros que sou muito fã, como o Maurício de Souza e o Ziraldo. Inclusive o Maurício escreveu o prefácio do meu livro".

Vitória que já possui dois livros publicados já faz planos para o próximo trabalho. "O livro vai se chamar As travessuras de Aurora e já está em fase de finalização”, disse.

Imagem e texto reproduzidos do site: g1.globo.com/se/sergipe

domingo, 31 de agosto de 2014

FOLCLORE - Caceteiras do Mestre Rindú

Foto: Divulgação.

Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 29/08/2014.

Caceteiras do Mestre Rindú encerra programação
O grupo é formado por homens, mulheres e crianças

Mais uma edição do ‘Agosto: mês das culturas da gente’ foi encerrado hoje no Museu da Gente Sergipana. Realizado pelo Instituto Banese e pelo Governo do Estado, com a promoção do Museu da Gente Sergipana e apoio do Café da Gente, o evento, que faz uma homenagem ao mês do folclore, trouxe diferentes atividades para o museu. Depois de rodas de conversa com mestres sergipanos, oficinas de samba de coco e de brincadeiras populares, e apresentações teatrais, foi a vez do grupo cultural ‘Caceteiras do Mestre Rindú’, do município de São Cristóvão, alegrar o público presente.

O grupo, formado por homens, mulheres e crianças, tem como principal característica a dança de roda. Com o ritmo mais apurado, percussivo e envolvente, a dança assemelha-se ao samba de coco, o que fez o público dançar na tarde desta sexta-feira, 29. Regina Damasceno, estudante de turismo, era uma das mais animadas ao entrar na roda para dançar com o grupo. “É contagiante vê-los dançando, acho super importante essa valorização da cultura sergipana. Venho acompanhando todo o ‘Agosto: mês das culturas da gente’. Acho o trabalho do Museu da Gente Sergipana e do Instituto Banese de suma importância para o estado de Sergipe”, disse a estudante.

Existente há mais de 100 anos, as ‘Caceteiras do mestre Rindú’ foi criada no povoado Apicúm Merengue, no município São Cristóvão. Todo ano a primeira apresentação do grupo acontece durante a noite do dia 31 de maio, na Praça São Francisco, localizada no município. As danças são uma maneira de homenagear os santos do ciclo junino: São João, Santo Antônio, São Pedro e São Paulo. O grupo é composto por crianças e adolescentes de várias idades que aprendem com os mais velhos a dança e a importância da preservação dessa cultura. Maria Clara, de 8 anos e Kethleem Santos, de 10 anos, dançam junto das suas avós e são alguns dos exemplos desse aprendizado. “Eu gosto muito de dançar e aprendi com a minha avó desde que eu era menor. Adorei essa apresentação, foi muito legal conhecer o Museu e poder dançar aqui”, disse Kethleem.

Sob o comando do mestre Rindú e da senhora Acácia dos Santos, as ‘Caceteiras do Mestre Rindú’ dançam e cantam diversas cantigas conhecidas como “ô de casa, ô de fora, ô de casa, ô de fora, Maria vai ver quem é, Maria vai ver quem é”. Segundo Dona Acácia é muito difícil manter essa tradição, mas eles fazem o máximo para passar dos pais para os filhos esta cultura para que ela nunca acabe. “Eu tenho 5 netas no grupo e elas gostam de dançar. É muito importante que elas levem isto adiante”, disse ela. Dona Acácia completou dizendo que gostou muito de conhecer o Museu e de poder se apresentar no local, e que espera poder vir mais vezes.

Para o diretor de Programas e Projetos do Instituto Banese, Marcelo Rangel, a realização do ‘Agosto: mês das culturas da gente’ é mais uma maneira de valorizar a cultura sergipana, apresentando e estimulando aqueles que fazem essa cultura de forma simples e tão bela. “Cada vez mais temos certeza de que estamos no caminho certo ao realizar um trabalho de valorização da cultura popular e de aproximação dessas pessoas simples que fazem a cultura popular do restante da sociedade. Trazer o encanto dessa cultura para as pessoas, valorizar a identidade cultural e aproximar a tecnologia da cultura e a cultura da tecnologia é uma forma de valorização que a gente tem desempenhado com muita dedicação”.

Fonte: Instituto Banese.
Foto: Divulgação.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

sábado, 23 de agosto de 2014

TEATRO - Zé, O Menino Que Queria Ser Peixe!


Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 22/08/2014.

Itabaiana recebe espetáculo infantil sobre Zé Peixe
ZÉ, O Menino Que Queria Ser Peixe! acontece nos dias 23 e 24.

A cidade de Itabaiana vai receber nos dias 23 e 24 de agosto o espetáculo infantil “ZÉ, O Menino Que Queria Ser Peixe!”, que conta de forma lúdica e criativa a história de uma figura lendária no estado de Sergipe: José Martins Ribeiro Nunes, mais conhecido como Zé Peixe. A apresentação ocorrerá no espaço de eventos do Colégio Monteiro Lobato , no bairro Chiara Lubich, às 16h.

A peça mostra a infância dessa figura lendária junto aos pais e a irmã mais nova, Rita, também conhecida como "Rita Peixe". Entre a casa e a escola, o espetáculo conduz Rita e Zé a uma grande aventura. Viajando entre a lua e o mar, nosso herói conhece novos amigos da fauna local, brinca e se diverte com a imaginação, passando por várias experiências que o levam a descobrir a sua grande paixão pelo mar.

A montagem é a primeira de uma série que pretende resgatar do inconsciente popular o reconhecimento dos nossos heróis. Personagens como Zé Peixe precisam ser conhecidos por nossas crianças e visitados pelos que vem ao nosso Estado buscando nos conhecer.

Zé Peixe.

Zé exerceu por muitos anos o trabalho de prático (conduzia embarcações que entravam e saíam de Aracaju, pelo Rio Sergipe) e fazia seu trabalho de uma maneira bem diferente: nadava até o navio e depois voltava nadando, conduzindo a embarcação. Grande conhecedor das águas da costa aracajuana, faleceu em 2012, mas continua vivo no imaginário do povo sergipano.

Valor: R$ 20 inteira e R$ 10 meia (adulto acompanhando de criança também paga meia)
Venda de ingressos: no local, Center Lanches, Nintendo Lanches e Casa de Dança Eval Lima

Fonte: Ascom Casa Rua da Cultura.
Foto: Divulgação.

Imagem e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

LIVRO - Lançamento do livro sobre Rosalvo Wynne Rosa Queiroz


Publicado originalmente no Portal Infonet/Cultura, em 22/08/2014.

Lançamento do livro sobre Rosalvo Wynne Rosa Queiroz
O livro é da professora Cléa Maria Brandão de Santana

A professora aposentada, Cléa Maria Brandão de Santana, lançou nesta quinta-feira, 21, no Gabinete de Leitura de Maruim, o livro biográfico “Rosalvo Wynne Rosa Queiroz: Um ilustrado maruinense”. A obra retrata em 189 páginas a vida daquele que segundo relatos nas páginas do livro soube dignificar o espírito empreendedor. Rosalvo Queiroz chegou a dirigir a Imprensa Oficial do Estado no final da década de 20.

A solenidade contou com a participação do presidente da Academia Sergipana de Letras, José Anderson Nascimento, que destacou a importância da obra. “Participo desta solenidade literária em um salão que foi palco dos grandes discursos de Tobias Barreto, ícone da Cultura Sergipana”, relata orgulhoso.

A autora emocionada, Cléa Brandão, relatou que fez questão de lançar o livro no salão do Gabinete de Leitura, espaço de destaque no cenário cultural do Estado de Sergipe. “Aqui foi o local das conversas de Rosalvo Queiroz com os demais intelectuais da época”, garantiu.

“O evento ficará marcado no cenário cultural de Maruim. Fica um legado pela busca dos ideais ensinados por Rosalvo Queiroz”, ressaltou o secretário municipal de Cultura e Turismo, Gilton Rezende. A família de Rosalvo Queiroz também prestigiou a solenidade, a senhora Maria do Carmo Queiroz Ferreira, filha do homenageado, e seu neto, Ademar Queiroz.

A Sociedade Euterpe Filarmônica Maruinense apresentou diversas peças no evento, que foi prestigiada por diversas autoridades políticas municipais e personalidades do cenário literário.

Prestigiaram a cerimônia o prefeito de Maruim e seu vice, Jeferson Santana e Murilo Mota, respectivamente; a vereadora de Maruim, Arlinda Vieira, o vereador de Aracaju, Iran Barbosa; o pároco de Malhador, Pe. Cleberto Lima de Andrade; secretários municipais e representantes das Academias de Letras de Estância, Nossa senhora das Dores e Tobias Barreto.

Cléa Maria Brandão de Santana.

Cléa Maria Brandão de Santana é licenciada em História pela Faculdade Católica de Filosofia de Sergipe, em 1967. Professora aposentada da Rede Estadual e Federal da Educação de Sergipe. Ocupante da cadeira nº 5, com membro do Movimento Cultural Antônio Garcia Filho da Academia Sergipana de Letras (MAC). Vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura. Além deste livro, a professora também escreveu “Casa de Farinha” (2005) e “Anversos” (2013).

Fonte: Assessoria de Comunicação.
Foto: Arquivo Portal Infonet.

Imagem e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

FOLCLORE - Museu da Gente Sergipana recebe peça sobre folclore


Infonet - Cultura - Noticias - 21/08/2014.

Museu da Gente Sergipana recebe peça sobre folclore
Espetáculo é encenado pela cia de teatro História Encena

As programações do projeto “Agosto: mês das culturas da gente”, que vêm sendo realizadas pelo Instituto Banese e Governo de Sergipe, com a promoção do Museu da Gente Sergipana e apoio do Café da Gente, continuam nesta sexta-feira, 22, data em que se comemora o Dia do Folclore. A partir das 16 horas desta sexta-feira, no átrio do Museu da Gente Sergipana, em Aracaju, haverá apresentação do espetáculo teatral “Folcloreando na Terra do Caju".

Encenada pela companhia de teatro História Encena, “Folcloreando na Terra do Caju” cria o universo de seres e acontecimentos através de uma divertida história sobre os principais elementos que compõem o folclore.

A Cia História Encena foi criada há seis anos por um grupo de atores e historiadores que tem como pauta de seu projeto artístico trabalhar contextos da cultura sergipana, destacando-se no cenário nacional pelo ineditismo da proposta e sua concepção estética. Entre os trabalhos de maior destaque do grupo, estão “Um Grito de Liberdade: a cabana do pai Tomaz”, “Na Praia, 1855” e “Folcloreando na Terra do Caju”.

Fonte: Ascom Instituto Banese.
Foto e texto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

TRABALHO ASSISTENCIAL - Almir do Picolé

Foto: Portal Infonet

Publicado originalmente o "Jornal do Dia online", em 21/08/2014.

Cândida Oliveira
candidaoliveira@jornaldodiase.com.br

O trabalho assistencial desenvolvido por Almir Almeida Paixão, conhecido como Almir do Picolé, recebe a partir de hoje um considerável reforço. Às 18 horas será inaugurada uma loja no Shopping Prêmio, em Nossa Senhora do Socorro, com o objetivo de ser um ponto de arrecadação de doações. "Brinquedos, roupas, alimentos não perecíveis, tudo é bem vindo e será distribuído no Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, com os mais necessitados", contou Almir, informando que o espaço será permanente.

Conhecido em todo o Estado de Sergipe, faça chuva ou faça sol, diariamente Almir está nas sinaleiras da cidade solicitando da população ajuda para manter em funcionamento uma creche na Piabeta, em Socorro, que atende a 89 crianças de 3 meses a 5anos de idade.

Há 24 anos Almir realiza um trabalho assistencial e há 12 anos mantém a Creche Ação Solidária Almir do Picolé. "Encontrei uma forma de ajudar as mães do conjunto Piabeta que precisam trabalhar e não têm onde deixar seus filhos". O espaço atende gratuitamente a 89 crianças de 3 meses a 5 anos, que passam o dia, das 7h às 17h40, no espaço. Recebem diariamente 4 refeições e são alfabetizadas. Para manter toda a estrutura funcionando, 34 funcionários trabalham na Creche e no Telemarketing, todos com carteira assinada. "Nunca atrasei o salário de ninguém, graças às doações da população, de alguns empresários e de Deus", faz questão de dizer.

Além da creche, Almir ajuda a população com distribuição de cesta básica e remédios e assistência funeral. Atualmente as despesas mensais chegam a R$ 30 mil. Seu único interesse é ajudar os que mais precisam. Mesmo que muitas vezes o trabalho seja duro, nunca teve pretensões políticas. "Nunca quis me envolver com política, prefiro continuar meu trabalho dessa forma. Há meses que é difícil conseguir pagar as despesas, mas Deus sempre nos mostra uma forma".

O trabalho do Telemarketing é importante, mas Almir não espera apenas pelas doações que chegam por meio de um telefonema. Diariamente ele pode ser encontrado nas sinaleiras de Aracaju com uma prancheta nas mãos pedindo ajuda aos motoristas. "Governo do Estado, Prefeitura, nem político, nenhum desses nunca ajudaram, então temos que correr atrás do que precisamos", contou.

Ainda criança Almir foi abandonado pelos pais, morou na rua e depois viveu em um orfanato de onde saiu em 1989. Para sobreviver passou a vender picolé e sempre destinou uma parte do seu salário para fazer festa do Dia das Crianças e Natal. "Eu já passei fome na vida e minha missão hoje é ajudar". A sede da creche fica na Rua Maria Miralda dos Santos, 4, parque Ilza, Loteamento Piabeta. Contato 3254-7644.

Foto e texto reproduzidos do site: jornaldodiase.com.br

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

HOMENAGEM - Fernando Sobral, ex-comodoro do Iate Clube


Publicada originalmente no "Jornal da Dia online", em 21/08/2014.

Regata de Aniversário do ICAJU terá troféu em homenagem a Fernando Sobral.

Para marcar os 62 anos do Iate Clube de Aracaju - ICAJU, comemorados no dia 25 de agosto, será realizada a tradicional Regata de Aniversário. Esse ano, o evento náutico homenageará o grande iatista e apoiador do esporte a vela Antônio Fernando Franco Sobral, conhecido como Orelhinha, com troféu que leva o seu nome. Fernando foi Comodoro por sete anos e faleceu em julho deste ano.

O evento ocorrerá nos dias 23 e 24 de agosto e contará com a participação de velejadores sergipanos - jovens e da velha-guarda - das classes Snipe, Laser e Optimist, além de canoeiros do município da Barra dos Coqueiros/SE e atletas de outros estados do Nordeste, com previsão de cerca de 40 participantes. A competição acontecerá no Estuário do Rio Sergipe, com largada e chegada à sede do Iate, sendo que no sábado a mesma terá início às 14h e no domingo às 10h. A modalidade Canoa terá percurso e horário diferenciado: disputará somente no domingo, saindo às 11h da Atalaia Nova, indo até a Ponte Construtor João Alves e tendo como ponto de chegada o Iate Clube. Também nesse dia, após a prova válida pelo campeonato ocorrerá a premiação na Varanda do Bar do Bel, a partir das 14h.

O Comodoro recém-empossado do ICAJU, Paulo Maciel, juntamente com o vice Carlos Ubiratã, está coordenando os preparativos do evento e prevê uma grande confraternização para o encerramento. "Queremos reunir mais velejadores que nos anos anteriores, por isso convidamos não só os atletas de vela de Sergipe, mas também de outros estados", conta Maciel. "A entrega do Troféu Comodoro Fernando Sobral será um momento de muita emoção, mas também de celebração como nosso amigo Fernando gostava".

Fernando Sobral era velejador e na década dos anos 80 foi bicampeão mundial pela Classe Snipe, ao lado do também saudoso Eduardo Neguinho.

Foto e texto reproduzidos do site: jornaldodiase.com.br