domingo, 12 de outubro de 2014

Centro Cultural de Aracaju


Infonet - Cultura - Noticias - 10/10/2014.

Centro Cultural de Aracaju será inaugurado no dia 20
No próximo dia 20 de outubro, a partir das 17h

A cultura sergipana vai ganhar mais um espaço: o novo Centro Cultural de Aracaju, que será inaugurado no próximo dia 20 de outubro, a partir das 17h. O projeto, desenvolvido pela Prefeitura Municipal de Aracaju, através da Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog), conta com administração e planejamento cultural da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju).

O Centro irá ocupar o antigo prédio da Alfândega, localizado na Praça General Valadão, Centro de Aracaju. O imóvel foi erguido na segunda metade do século XIX, passando por reformas somente em meados do século seguinte, para então sediar a Receita Federal. Tombado por meio do decreto estadual nº 21.765, de 9 de abril de 2003, o estabelecimento foi transferido da União para a Prefeitura dois anos depois.

Para abrigar o Centro, o espaço passou por uma grande restauração baseada em um levantamento histórico prévio sobre arquitetura original do prédio, que respeitou a fidelidade estética, histórica e artística da construção original. O volume de recursos investidos no local foi na ordem de R$ 3.700.278 milhões, sendo R$ 3.360.278 com recursos do BID e o restante, contrapartida da PMA.

Agora, todo restaurado, o casarão passa a abrigar salas de oficinas, memoriais, teatro, sala de exposições, cine clube, entre outras ocupações. “É por isso que chamamos de Centro Cultural, pois esse espaço vai oferecer uma grande diversidade de atividades artísticas e culturais para a nossa cidade”, ressaltou a vice-presidente da Funcaju e coordenadora de cultura do Centro, Aglaé Fontes.

Uma das opções que o Centro oferece ao público é a Biblioteca Escritor Mário Cabral, que tem como acervo principal títulos de autores sergipanos. O Centro conta ainda com uma sala de Cultura Popular, com o Museu Prefeito Viana de Assis e passa a ser sede do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira (NPDOV).

Na inauguração, o público poderá assistir a quatro apresentações: do Grupo de Chorinho da Escola de Arte Valdice Teles; Grupo Renantique; Orquestra Sanfônica de Aracaju; e do Grupo de Teatro Mamulengo de Cheiroso. Outra atração que o publico poderá visitar é a Exposição de Arte: Espaço e Forma, que reúne nove esculturas e 21 telas de artistas sergipanos renomados como Álvaro Santos, Eurico Luiz, Antônio Maia, Jordão Oliveira, entre outros, que marcaram época.

Fonte: Ascom Funcaju.
Foto: Ascom.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Exposição de Edidelson Silva retrata a mulher sergipana


O artista sergipano Edidelson Silva traz as mulheres
como ponto principal da exposição.
Fotos: Portal Infonet.
Reproduzidas do site: infonet.com.br/cultura


Infonet - Cultura - Noticias - 08/10/2014.

Exposição de Edidelson Silva retrata a mulher sergipana
A exposição pertence ao artista sergipano Edidelson Silva

A partir desta quinta-feira, 9, o artista sergipano Edidelson Silva coloca em cartaz a exposição “Coisas do chão da minha terra”. Serão vinte obras expondo o principal tema de abordagem do artista: a mulher sergipana. As peças estarão expostas na sala 02 da Galeria Jenner Augusto, na Sociedade Semear. A entrada é gratuita e a cerimônia de inauguração será às 19h30. As visitas poderão ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h 18h.

De acordo com o artista, a figura humana, no caso as mulheres sergipanas, é uma forma de se comunicar com o mundo através da arte. “Nessa mostra, eu faço uma contextualização. Coloco as feirantes, catadoras de caranguejo e lavadeiras em locais que são conhecidos pelo sergipano: Orla, Rio Sergipe, Mangue da Coroa do Meio, etc”, disse Edidelson.

“Essa exposição tem como ponto principal a mulher sergipana. Aquelas mulheres que ficaram à margem, não tiveram oportunidade de estudar. É uma questão bastante social. Mulheres que precisam ‘se virar’ para garantir o sustento”, completou o artista.

Edidelson falou também sobre a questão da sensualidade dessas mulheres. “Mesmo com a vida que levam, essas mulheres passam sensualidade, quase um erotismo em sua forma de se portar, de forma bem à vontade, bem tranquila. Isso faz com que o lado feminino dessas mulheres seja explorado”, fala.

Escolha do tema

O artista explicou ainda que passou a abordar as mulheres sergipanas devido a sua infância e adolescência. “Essas figuras sempre fizeram parte da minha vida. Minha mãe lavava roupa, nossa família é de origem humilde. Minhas irmãs e eu entravamos no mangue para catar caranguejo. São elementos culturais muito fortes que hoje já não existem com a mesma intensidade”, destaca.

“É uma visão íntima. Eu entendo que, apesar da arte ter uma linguagem universal, cada artista deve acentuar a cultura da sua terra”, conta Edidelson.

Por Helena Sader e Verlane Estácio.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

8 de Outubro, Dia do Nordestino


Infonet - Cultura - Noticias - 08/10/2014.

Dia do Nordestino: conheça os costumes da nossa cultura
Data foi criada por nordestinos que vivem em São Paulo

Dia do Nordestino é comemorado nesta quarta-feira, 08
Criado por nordestinos que moravam em São Paulo, o Dia do Nordestino, é comemorado todo dia 8 de Outubro. Sergipe é um dos nove estados do nordeste que é rico em cultura popular. Seu artesanato, religiosidade, costumes, comidas, danças, superstições e outras tantas formas de manifestações artísticas são fortes características da cultura.

Para marcar o Dia do Nordestino, o Portal Infonet preparou uma reportagem onde sergipanos fazem um convite para quem quer conhecer melhor a nossa cultura, além de mostrar o que o estado tem de melhor para oferecer.

Texto e foto reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

terça-feira, 7 de outubro de 2014

EXPOSIÇÃO - Coisa do Chão da Minha Terra

Imagem: Edidelson Silva.

Publicado originalmente no site Jornal da Cidade.Net, em 03/10/2014.

Coisa do Chão da Minha Terra: Sergipanidade é a essência da próxima exposição.

“Coisas do chão da minha terra” ficará em cartaz até o dia 08 de novembro.

Na próxima quinta-feira, 9, entra em cartaz na sala 02 da Galeria Jenner Augusto a exposição “Coisas do chão da minha terra” do artista sergipano Edidelson Silva. Serão 20 obras com o tema “A mulher sergipana”, registrando assim sua sergipanidade, identidade e cumplicidade com as coisas de Sergipe.

O lançamento acontece a partir das 19h30. A exposição é uma realização da Sociedade Semear, com o patrocínio da Petrobras e apoio cultural do Jornal do Dia, Gráfica Texto Pronto e Banda Pense N’eu.

Feirantes, catadoras de caranguejo e lavadeiras formam uma contextualização com outros elementos da cultura local. Figuras quase segregadas, vistas pela sociedade com indiferença, por seu trabalho braçal e seu intelecto limitado. Edidelson enxerga nelas a possibilidade de subtrair a essência das expressões sem perder a delicadeza e sensualidade peculiar do universo feminino. Na ocasião, as pessoas que adquirirem uma obra ganharão uma caricatura como cortesia do artista.

“Coisas do chão da minha terra” ficará em cartaz até o dia 08 de novembro. As visitam podem ser feitas de segunda à sexta, das 09 às 18 horas. Entrada gratuita.

Texto e foto reproduzidos do site: jornaldacidade.net

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Márcio Garcez expõe cultura sergipana em Recife

Foto: Marcio Garcez.

Publicado originalmente no site G1 SE, em 02/10/2014.

Márcio Garcez expõe cultura sergipana em Recife
São 42 fotos que registram os processos da apresentação do barco de fogo. Curadoria da exposição é de Ana Vírginia Queiroz.

Do G1 SE.

O fotógrafo sergipano Márcio Garcez está em cartaz com a exposição ‘Barco de fogo’ até o dia 22 de novembro, no térreo da Torre Malakoff, em Recife (PE). A obra foi contemplada na 2ª Convocatória de Ocupação da Sala Alcir Lacerda.

As 42 fotos nas dimensões 60x40cm da exposição registram os processos da confecção e apresentação dos barcos de fogo, uma alegoria pirotécnica que compõe os festejos juninos de Estância, distante 70 quilômetros de Aracaju, ao lado das quadrilhas, das batucadas gingadas no pisa pés dos tamancos, das guerras de espadas e buscapés.

Para o fotógrafo, o trabalho marca o início de um novo trabalho documental. “Procurei registrar e trazer ao público um fragmento dentro da imensidão de riqueza da cultura sergipana, nordestina e brasileira”.

A curadora da exposição, Ana Virgínia Queiroz, ressalta que o folguedo é transmitido de geração em geração, consolidou como um ritual que se estende durante alguns meses e que envolve a população da cidade que participa celebrando a corrida dos barcos:

“A concepção da tradição dos barcos de fogo está inserida em contexto coletivo, em um ambiente sócio-antropológico, os protagonistas são em grande parte pescadores que se debruçam em uma urdidura que os transforma nos famosos fogueteiros. O rito se inicia no mês de dezembro com a “tirada do bambu” no período da lua cheia. Durante meses os fogueteiros se reúnem, planejam e elaboram a estratégia do processo. Trata-se de um procedimento artesanal que exige conhecimento do manejo, dedicação e precisão técnica. Um ritual traçado em inúmeras etapas que vai desde a escolha dos bambus, a milimétrica feitura das tabocas, o pisar da pólvora no pilão até a elaborada composição do barco”.

O fotógrafo nasceu em Aracaju (SE), é graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Sergipe. Desde fevereiro passou a atuar como Consultor da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República em Brasília, por meio do Edital SDH/PR – UNESCO.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1.globo.com/se

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Vaquejada, índios e rio São Francisco

Cemitério indígena na Ilha de São Pedro.

 Povoado Mocambo - Quilombo, em Porto da Folha/SE.

 Vestígios de ruinas e a igreja São Pedro, em Porto da Folha/SE.

Um dos atrativos da região é o passeio pelo rio São Francisco.
Fotos: Silvio Oliveira.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 01/07/2010.

Porto da Folha (SE).
Vaquejada, índios e rio São Francisco
Por Sílvio Oliveira.

Porto da Folha localiza-se na região semi-árida sergipana, a pouco mais de 190km da capital, Aracaju, e orgulha- se de está às margens do rio São Francisco, fato este que motivou a presença de colonizadores holandeses na região por volta do século XVII.

O município é estritamente agrícola e pesqueiro, fazendo com que os costumes de sua população estejam ligados ao campo e ao rio São Francisco, mesmo estando em terras áridas do sertão brasileiro.

Turisticamente falando, a região possui diversos atrativos à beira do rio São Francisco: ilha de São Pedro com a aldeia dos índios Xokó; ilha do Ouro e os povoados Niterói e Mocambo, este último, comunidade quilombola, símbolo de resistência de lutas em Sergipe.

A ilha de São Pedro dista cerca de 220km de Aracaju e é cortada por braços do rio São Francisco, abrigando a única aldeia indígena vivendo nesse sistema em Sergipe. A beleza da região em
consonância com o bioma de caatinga, além de ruínas de construções jesuíticas e indígenas, confere à localidade paisagens de encher os olhos.

Dentro da aldeia indígena Xokó há a igreja São Pedro, tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual e um cemitério indígena, além de ruínas que podem ter sido vestígios da passagem jesuítica pela região.

A aldeia não costuma receber muitos visitantes, porém é sempre bom avisar o porquê da visita. Vale à pena fazer um contato com antecedência com o articulador e ex-cacique Apolônio através do telefone 79 9994 1553 ou 79 8842 7188.

Na ilha do Ouro – um banco de areia bastante procurado por visitantes nos finais de semana, onde banha-se em águas limpas e esverdeadas do rio São Francisco – há passeios de embarcações a motor e à vela pela região e comem-se iguarias feitas à base de camarões e peixes de água doce.

À “caibeira”, uma árvore de mais de 300 anos na beira do Velho Chico foi preservada pelos moradores do povoado, mas fortes ventos derrubaram a centenária árvore este ano. Também pode-se apreciar a vista do povoado Barra do Ipanema e o morro da Ilha dos Prazeres, do lado alagoano.

O povoado Mocambo é para quem gosta de história e não se preocupa com a rusticidade. Vale a pena visitar a comunidade quilombola de mais de 800 habitantes, que comemora a independência de suas terras em 27 de maio com várias festividades. O povoado é simples, mas faz parte da história de resistência e luta do povo quilombola de Sergipe. As casas coloridas envolto de uma igreja a beira rio registra uma boa fotografia. Os meninos da comunidade no jogo de bola, enquanto as lavadeiras mantêm o hábito de geração em geração também podem render um bom registro.

Caso queira conhecer a sede municipal (Porta da Folha) uma boa data é em setembro, quando a cidade realiza a tradicional Festa do Vaqueiro, com vaquejadas, shows e muita tradição. Como pode-ser notar, Porto da Folha é diversão, lazer e história, em terras do semi-árido sergipano.

Dicas de Viagem:

A estrada que vai até o povoado Niterói foi recapeada recentemente e possui boa sinalização;
Há poucas opções de hospedagem na região. Em Porto da Folha há pousadas simples, mas que garantem uma boa estada. Pode-se apreciar um bom prato de camarão de água doce e peixes da região; Para chegar em Porto da Folha, pega-se a BR 101 e, logo após, a BR 235 sentido Itabaiana. A SE 414 levará até o município de Ribeirópolis, depois a SE 212 a Nossa Senhora da Glória. As estradas que ligam as cidades do sertão sergipano passaram ou estão passando por reformas e até Porto da Folha não tem errada por conta da sinalização.

Para o acesso à Ilha de São Pedro da cidade de Porto da Folha, deve-se seguir sentido Monte Alegre até chegar ao povoado Lagoa da Volta. Percorre-se uma estrada de piçarra por mais 30 minutos, mas o desconforto é compensado ao chegar na aldeia de canoa.

Uma outra opção é partir de Aracaju pela BR 101 e acessar a BR 235 sentido Itabaiana/ Ribeirópolis/ Nossa Senhora Aparecida/ Nossa Senhora da Glória. Segue-se pela Rota do Sertão e deve-se ter atenção para a entrada da estrada de piçarra, do lado direito para o povoado Niterói e Mocambo. Percorre-se pouco mais de 40km em estrada que recentemente passou por reformas. Ao chegar à beira do rio, segue-se por via fluvial.

Texto e foto reproduzidos do site: infonet.com.br/sysinfonet

Aracaju é destaque em revista do segmento turístico


Publicado originalmente pelo Site do Bareta, em 27/09/2014.

Aracaju é destaque em revista do segmento turístico

A revista “Melhor Viagem”, da editora Via de São Paulo, traz na capa de sua edição de nº 13 maio/junho de 2014 as belezas naturais de Aracaju e destaca a qualidade do ar puro em nossa capital.

Dentro da revista, o destaque para a urbanização e limpeza da cidade, além da tranquilidade que é Aracaju. Com estes créditos, a matéria segue convidando a conhecer Aracaju mostrando as potencialidades turísticas que fogem do convencional, o que é um atrativo a mais para quem procura por novidade.

A matéria rica em conteúdo, desenvolve textos pra lá de convidativos para o turista que tem como opções o Parque da Cidade, Mirante da 13 de Julho, Colina de Santo Antônio, Passarela do Caranguejo, Orla de Atalaia, Mercados Centrais (com destaque para o artesanato e culinária), o Museu da Gente Sergipana e destaque para o estilo neoclássico do Palácio Museu Olímpio Campos e a nova sensação de Aracaju, a Orla Pôr do Sol, que vem se destacando nacionalmente após a Prefeitura Municipal da Aracaju, através da Secretaria Municipal da Indústria, Comércio e Turismo, desenvolver o projeto “Pôr do Sol de Aracaju”, onde a cada sábado se apresenta no calçadão da Orlinha do Bairro Mosqueiro, um sanfoneiro em um barco nativo tocando músicas nordestinas sob as águas do rio vaza barris, grupos folclóricos da própria comunidade e uma feira de artesanato e comidas típicas além de apresentações musicais, tornando as tardes de sábado mais atrativas e divertidas com belezas naturais, boa música e segurança para o lazer das famílias que por ali se divertem.

São 14 páginas finalizando com dicas de hospedagem, onde comer e onde se divertir.

Texto e imagem reproduzidos do site: sitedobareta.com.br/cidade

"Oi Roda Pião!"entrará em cartaz no Mirante da 13


Infonet - Cultura - Noticias - 29/09/2014.

"Oi Roda Pião!"entrará em cartaz no Mirante da 13
Exposição será realizada entre os dias 1º e 19 de outubro.

Em comemoração ao Dia das Crianças, o Mirante da Praia 13 de Julho, unidade da Fundação Cultura de Aracaju (Funcaju), convida a todos para o lançamento da Exposição "Oi Roda Pião!", que acontece do dia 1 a 19 de outubro.

A exposição faz referência a brinquedos e brincadeiras populares, que já não são muito conhecidos pelas novas gerações. Petaca, perna de lata, mané gostoso, pião, pinta galo, são algumas das opções que as crianças e adultos poderão encontrar no Mirante.

Para a vice-presidente da Funcaju, Aglaé Fontes, a exposição tem como principal objetivo estimular as simples brincadeiras que atualmente andam esquecidas. "Batizamos a exposição com este nome, porque desejamos que, não só o olhar dos que nos visitam seja desafiado, mas também o pensamento delas para as formas tradicionais de brincar", afirma.

Fonte: Funcaju.
Foto: Divulgação.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

Sergipanidade é a essência de exposição na Jenner


Infonet - Cultura - Noticias - 01/10/2014.

Sergipanidade é a essência de exposição na Jenner
Exposição será na quinta-feira,9, na Galeria Jenner Augusto

No próximo dia 09 de outubro entra em cartaz na sala 02 da Galeria Jenner Augusto a exposição “Coisas do chão da minha terra” do artista sergipano Edidelson Silva. Serão 20 obras expondo o seu mais conhecido tema “A mulher sergipana”, registrando assim sua sergipanidade, identidade e cumplicidade com as coisas de Sergipe. O lançamento acontece a partir das 19h30.

Feirantes, catadoras de caranguejo e lavadeiras formam uma contextualização com outros elementos da nossa cultura. Figuras quase segregadas, vistas pela sociedade com indiferença, por seu trabalho braçal e seu intelecto limitado. No entanto, Edidelson enxerga nelas a possibilidade de subtrair a essência das expressões sem perder a delicadeza e sensualidade peculiar do universo feminino.

Durante a exposição, as pessoas que adquirirem uma obra ganharão uma caricatura como cortesia do artista. “Coisas do chão da minha terra” ficará em cartaz até o dia 08 de novembro. As visitam podem ser feitas de segunda à sexta, das 09 às 18 horas. Entrada gratuita.

A exposição é uma realização da Sociedade Semear, com o patrocínio da Petrobras e apoio cultural do Jornal do Dia, Gráfica Texto Pronto e Banda Pense N’eu.

Sobre o artista

Nasceu em Aracaju/SE. Em 1988, expôs pela primeira vez na Galeria Florival Santos – CULTART/Universidade Federal de Sergipe/SE na sua individual “Figuras Surrealistas”. Participou com exposição individual da III Bienal de Santos/SP, no Salão Paralelo (1991). No ano de 1992, expôs no Shopping Barra em Salvador/BA e participou da coletiva de Pintores Brasileiros em Rhoad Island, Prividence/USA. Como muralista, experimenta várias técnicas e suportes, a exemplo dos painéis do Balneário do SESC/Atalaia, do Terminal Fernando Sávio, da CODISE, do Centro de Convenções/CIC, da DESO. Em 1990, ganhou o Prêmio Horácio Hora no II Salão de Artes Plásticas do Festival de Arte de São Cristovão – FASC/São Cristovão/SE e em mais três anos seguintes.Recebeu o 1º lugar no Salão A cara da cidade, nos 140 anos de Aracaju; prêmios no IV Salão de Arte de Brasília e mais três prêmios do Banco do Brasil na categoria “charge”. Em 2007, participou da exposição individual na Energipe através do projeto Arte na Empresa, e na exposição Humanos e Urbanos na Galeria J. Inácio, em Aracaju/SE. Ilustrou os livros a exemplo de “Xingó: aventura arqueológica no sertão”, da UFS; “Liberdade de expressão”, de Cláudio Nunes.

De 2007 a 2010 várias exposições coletivas em Aracaju. Em 2012, ilustrou os livros “O A15 Em Sergipe”, de Gilton Garcia, e o livro de Avelar Matos, “Coragem de Viver”, e o painel “Mobilidade Urbana”, SMTT/Aracaju. Fez uma coletiva de São João/Galeria Álvaro Santos, em 2013, como também, o painel em cerâmica em Escola Municipal de Aracaju. Em 2014 realizou o painel em cerâmica “Figuras da nossa cultura” para a SEFAZ. Atualmente assina as charges diárias do Jornal do Dia. Ilustrações para o Detran e charges educativas para a SMTT.

Fonte: Ascom Semear.
Foto: Ascom.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/cultura

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Praia de Croa do Goré é um dos cenários paradisíacos de Sergipe


Trecho de reportagem do Jornal Hoje/Globo/TV Sergipe, em 04/11/2011.

Praia de Croa do Goré é um dos cenários paradisíacos de Sergipe

Croa do Goré é uma praia do litoral de Sergipe. Croa é uma redução da palavra coroa, aquela crosta de terra mais alta, que forma quase uma ilhazinha, e Goré é o nome do dono da ilhota.

(...) O caminho das águas é pelo rio Vaza Barris. De um lado da margem, mansões de veraneio. Do outro, vegetação a perder de vista. O mangue é o paraíso de espécies como o aratu, crustáceo da família do caranguejo.

Enquanto o catamarã navega, é possível relaxar numa hidromassagem natural, mas o que faz desse um passeio especial são as surpresas ao longo do caminho.

A primeira surge no meio do rio. É um banco de areia que só aparece na maré baixa. Não é preciso mais nada para um mergulho na água calma e morna. Tem espaço para palhoças bem rústicas.

Além de desfrutar desse pedacinho do paraíso, os visitantes podem conhecer bem de perto os moradores do lugar. O mais famoso deles é o "Goré", um pequeno crustáceo que dá nome ao banco de areia, chamado de Croa do Goré.

O bichinho é ágil e faz tocas em todos os cantos. O Goré é o guia dos pescadores. Quando sinaliza com a patinha, é maré alta chegando e hora de se preparar para deixar a Croa.

Com bebida gelada e petiscos, o dia segue ao sabor da maré. Só o pôr-do-sol e o Goré convidam a ir embora, mas falta vontade de deixar o paraíso.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1.globo.com/jornal-hoje

Banhistas, quiosque e a maré subindo...
Foto: Luciana Barros.
Reproduzida do site: tripadvisor.com.br

Bares flutuantes servem petiscos e caldinhos.
Foto: Divulgação/Setur-SE.
Reproduzida do site: feriasbrasil.com.br

Ilhota fica no meio do Rio Vaza-Barris,
na região do Mosqueiro, próximo de Aracaju/SE.
Foto: Divulgação/Setur-SE.
Reproduzida do site: feriasbrasil.com.br

Foto: Gabriela Torres
Reproduzida do site: feriasbrasil.com.br

Foto: Patrícia.
Reproduzida do site: feriasbrasil.com.br

Foto: Maria Teresa Salgado Campos
Reproduzida do site: feriasbrasil.com.br

 Foto reproduzida do site: clicksergipe.com.br

Foto reproduzida do site: clicksergipe.com.br

Postagem migrada da página do Facebook/GrupoMTéSERGIPE.