sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Pesquisadores lançam o livro ‘Formas de Dizer Capoeira’


Texto publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 17 de janeiro de 2019

Pesquisadores lançam o livro ‘Formas de Dizer Capoeira’

Será lançado, no próximo sábado, 19, às 19h, em Aracaju/SE, o livro ‘Formas de Dizer Capoeira’, organizado pelo professor Dr. Luiz Carlos Tavares (Mestre Lucas). A coletânea é composta por seis artigos e uma entrevista, que tratam da temática sob diversos ângulos, desde a capoeira como modo de ser e memória social construída por meio do corpo, até o discurso de empoderamento das mulheres no contexto da capoeira e a representação da mulher nas canções entoadas pelos capoeiristas.

Os textos trazem ainda elementos metafísicos da capoeira e uma homenagem aos 100 anos da capoeira regional, além de uma conversa com um dos maiores mestres, Itapoan, com mais de 50 anos dedicados à capoeira, recuperando na memória episódios vividos na antiga academia do Mestre Bimba, de quem foi aluno. Segundo o organizador da obra, a capoeira é uma atividade polissêmica e vem sendo objeto de estudos de diversas áreas do conhecimento no cenário nacional e internacional.

“A capoeira é patrimônio cultural imaterial do Brasil. Ela é dança, luta, jogo, arte, folclore, brinquedo, brincadeira, musicalidade, história construída através do corpo. Esperamos que a reunião desses artigos em uma única publicação possa contribuir nas provocações sobre a capoeira, que tem sido, nos últimos anos, tema recorrente de pesquisas no campo da Educação Física, Educação, Pedagogia, História, Filosofia e outros”, diz Luiz Carlos Tavares.

O lançamento do livro ‘Formas de Dizer Capoeira’ acontece em Nosso Quintal Cultural, localizado na Rua Dr. José Calumby, 1141, Bairro Pereira Lobo.

Fonte: assessoria de imprensa

Texto reproduzido do site: infonet.com.br

São Cristóvão inicia cadastramento de terreiros, quilombos e aldeias

A coordenadoria de Inclusão e Promoção de 
Igualdade Racial será a responsável pelo trabalho 
Foto: Márcio Garcez

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 17 de janeiro de 2019

São Cristóvão inicia cadastramento de terreiros, quilombos e aldeias

A Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água (Fundact) iniciou esta semana o cadastramento de todos os terreiros, quilombos e aldeias indígenas do município, através do projeto (RE)Conhecendo. A coordenadoria de Inclusão e Promoção de Igualdade Racial será a responsável pelo trabalho.

Segundo a coordenadora de Inclusão e Promoção de Igualdade Racial, Acácia Maria Santos, o (RE)Conhecendo: Terreiros, Quilombos e Aldeias Indígenas de São Cristóvão nasceu da necessidade de se identificar o quantitativo relacionado a estes setores para que no futuro, a Prefeitura de São Cristóvão possa realizar ações sociais específicas e também inserir estes terreiros, quilombos e aldeias indígenas nos projetos federais e estaduais de fomento à cultura, por exemplo.

“Nosso foco é levar políticas públicas a esses locais, pois sabemos que existem vários benefícios para terreiros, aldeias indígenas e povos quilombolas, mas que sem a documentação necessária esse público não tem acesso. Assim, a nossa equipe da Fundact vem percorrendo a cidade para que o cadastro possa ser feito, e na sequência possamos dar mais voz a essas populações”, informou Acácia Maria Santos.

De acordo com o diretor de cultura e arte da Fundact, Thiago Fragata, o trabalho deve se manter durante todo este ano, visto a extensão geográfica de São Cristóvão, e a quantidade de lugares com características para entrar no cadastramento. “Sabemos que ao longo dos anos, fruto da perseguição social do passado, muitos terreiros, por exemplo, se mantém até hoje de forma discreta, o que acaba refletindo em não termos políticas públicas para estas pessoas. É preciso criarmos essa ponte e o (RE)Conhecendo tem foco também em oportunizar personalidade jurídica a estes locais. Será um trabalho longo, feito com cautela, onde estamos também registrando fotograficamente as visitas”, explicou Fragata.

No cadastro do (RE)Conhecendo é possível saber detalhes que vão da simples localização geográfica até questões relacionadas ao preconceito racial. Ao final, a Prefeitura de São Cristóvão terá um catálogo com dados geográficos e pontuações sociais que serão refletidas em ações diretamente voltadas para cada público cadastrado. O (RE)Conhecendo: Terreiros, Quilombos e Aldeias Indígenas de São Cristóvão começou o cadastramento visitando terreiros de Umbanda e do Candomblé localizados no Grande Rosa Elze. Ao todo, a cidade foi dividida em 11 regiões para melhor demarcar o território cadastral.

Para Arvanley Augusto Santos Wanderley (Pai Obáfanidê), o (RE)Conhecendo servirá para clarear a visão da sociedade perante o ser de religião de matriz africana. “Participamos do cadastramento para desmistificarmos os assuntos sobre o candomblé, enquanto religião. Precisamos de integração comunitária para manter os terreiros, e que este projeto possa ser convertido em ação”, disse.

Segundo Helena Denise dos Santos (Mãe Denise de Oxum), a visita dos técnicos da Fundact mostrou a preocupação para com todos os adeptos das religiões de raízes africanas. “Creio ser muito importante este projeto para que venha amenizar o sofrimento causado pelo preconceito. Em meu terreiro nunca passamos por situações de abuso ou preconceito, mas em nossa religião temos relatos de situações desses tipos e isso precisa acabar. As pessoas precisam conhecer mais e nós precisamos de mais visibilidade e apoio”, pontuou.

Contextualizando o negro em São Cristóvão

São Cristóvão, primeira capital de Sergipe, recebeu contingente de africanos escravizados entre os séculos XVII e XIX. Os escravos trabalharam nos engenhos do Vaza-Barris, estuário do Rio Paramopama e Mosqueiro, bem como, no centro burocrático da cidade, desenvolvendo atividades domésticas. Sobre a origem destes escravos, Luis Mott (um dos mais esclarecidos pesquisadores da formação étnica sergipana), explicou que a procedência dos negros que chegaram à antiga capitania, no final do século XVIII, tem origem de: Angola, Congo, Benguela, Costa do Ouro, Nagô, Golfo do Benin e Gêgê.

Fonte: Prefeitura de São Cristóvão

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

4ª Caminhada para Oxalá será realizada em Aracaju

Foto: Fórum das Religiões de Matrizes/Facebook 
 Divulgação

Publicado originalmente no site Expressão Sergipana, em 15 de janeiro de 2019

4ª Caminhada para Oxalá será realizada em Aracaju 

Por Luiz Fernando

A Caminhada para Oxalá chega a sua quarta edição com o firme propósito de construir novos diálogos com base no amor e no respeito para conhecer as religiões, esse é o caminho para superação do preconceito e do ódio.

Na próxima sexta-feira (18), á partir das 15h com concentração na Praça do Mini Golf será realizada a 4ª Caminhada para Oxalá – Pela Liberdade Religiosa por que “Caminhando a Gente se Entende”. Será um momento importante de mobilização e organização dos povos e comunidades de matriz africana e de terreiros, que irão ocupar as ruas para passar uma mensagem de paz plena, de conquistas e garantia de direitos. Para, além disso, considerando fundamental uma ampla unidade com os diversos movimentos sociais como estratégia e fortalecimento da luta por democracia.

A Caminhada para Oxalá leva a sociedade sergipana na sua quarta edição seu ideal principal que é a busca incessante pela paz plena entre os povos, uma paz que todos tenham liberdade de expressão e os seus direitos sejam respeitados. A caminhada para oxalá expressará isso nas ruas de Aracaju com uma temática: Tradição Alimenta, não violenta, vamos narrar a história e consciência do alimento sagrado para esses povos, dentro de uma analogia mitológica de Ogum o ferreiro que faz os instrumentos agrícolas para Oxaguian melhorar a produção de Inhame e alimentar seu povo na cidade de Ejigbô. Com isso, reafirmam a importância de defender a sacralização de animais ou o abate para fins religiosos e alerta, a comunidade para ficar mobilizada para a retomada em março pelo STF do julgamento do Recurso Extraordinário de numero 494601 e denunciar esse julgamento como uma violação aos direitos humanos desses povos a sua soberania alimentar. Irão também, apresentar para a sociedade as diversas violações que os povos de matriz africana têm sofrido em nosso Estado, a exemplo de: fechamento de terreiros, apreensão dos instrumentos sagrados (atabaques), queima de terreiro, apreensão de animais para sacralização, injurias e até de babalorixá ser proibido de deixar o estado.

“Por isso, precisamos permanecer unidos para preservação do axé, da vida e da paz. Pois, elas serão os esteios da nossa sobrevivência e resistência cotidianas principalmente diante das possibilidades de ataques aos direitos humanos, a liberdade religiosa, as diversidades, pluralidade e aos movimentos sociais” Afirma Irivan de Assis, do Forum Sergipano das Religiões de Matriz Africana.

A caminhada alerta a toda sociedade sergipana da urgência do agora, do respeito a cultura dos diversos povos, da importância de aplicação de políticas públicas para o fortalecimento das comunidades tradicionais e que a intolerância religiosa constitui uma violação ao Estado Democrático de Direito.

Texto e imagem reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br

Equipe da Setur prestigia o 44° Encontro Cultural de Laranjeiras


Publicado originalmente no site Mira Geral, em 14 de janeiro de 2019

Turismo: Equipe da Setur prestigia o 44° Encontro Cultural de Laranjeiras

Por Eduardo Ferreira

O evento aconteceu no período de 06 a 13 de janeiro, reunindo dezenas de manifestações.
LARANJEIRAS/SE – Na manhã da última sexta-feira, 11, uma equipe técnica da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), se deslocou até o município de Laranjeiras, distante 23 km da capital sergipana, para acompanhar as ações alusivas ao 44° Encontro Cultural de Laranjeiras, e, ainda, explorar os pontos turísticos que retratam sobre a história da região.

No roteiro, estiveram a Casa do Artesanato, Centro de Tradições, Paço Imperial, Bureaux de Informações Turísticas do município, Centro Histórico (Obelisco, Quarteirão do Trapiche, e as instalações do Campus da Universidade Federal de Sergipe), os casarões do Calçadão, a casa do Folclore, Igreja Presbiteriana que é a primeira igreja evangélica do Estado, o museu Afro, a Igreja São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário, a Casa João Ribeiro (Museu do Homem Sergipano), Terreiro Santa Bárbara, o Museu Comunitário e a Trilha do Terreiro Filhos de Obá, a Igreja do Bom Jesus dos Navegantes e o Povoado Quilombola da Mussuca.

De acordo com o secretário de Turismo de Laranjeiras, Jorge Barros, a visita foi uma excelente oportunidade para aproximar e apresentar ao Governo do Estado às potencialidades do município. “A equipe da Setur teve a iniciativa de visitar o município na ideia de obter mais conhecimento sobre as potencialidades de Laranjeiras e, para isso, elaboramos um roteiro bastante representativo a respeito da história da cidade e também, apresentando a continuidade das tradições locais que durante o Encontro Cultural ganham mais visibilidade”, afirmou.

Acompanhado de sua equipe técnica, o secretário de Estado do Turismo, Manelito Franco Neto, contou que a ação fortalece o segmento em Sergipe. “Laranjeiras é uma região muito rica pela sua importância histórica e a nossa vinda foi estratégica com o objetivo de conhecer melhor o roteiro cultural e perceber as áreas que precisam de mais apoio. Aproveito ainda, para parabenizar a gestão municipal pela organização de mais uma edição do Encontro Cultural de Laranjeiras”, salientou.

44° Encontro Cultural de Laranjeiras

O evento aconteceu no período de 06 a 13 de janeiro, reunindo dezenas de manifestações culturais e artísticas de forma gratuita. Ao final, a equipe da Setur participou de uma reunião com o prefeito do município, Paulo Hagenbeck, e tratou de parcerias para alavancar o turismo da cidade.

Texto e imagem reproduzidos do site: mirageral.com.br

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Grupos Culturais de Japoatã participam do XLIV Encontro Cultural de Laranjeiras


Publicado originalmente no site Mira Geral, em 14 de janeiro de 2019

Grupos Culturais de Japoatã participam do XLIV Encontro Cultural de Laranjeiras

Departamento de Cultura acompanhou e conduziu as apresentações.

LARANJEIRAS/SE – Com o objetivo de valorizar a cultura local, a Prefeitura Municipal, com o apoio da Secretaria de Educação e através do departamento de Cultura acompanhou e conduziu as apresentações de grupos Folclóricos de Japoatã no XLIV Encontro Cultural de Laranjeiras.

Na última sexta-feira, 11, se apresentaram o grupo pífano mãe dos homens do Povoado Tatu e Reisado de dona Vavá do Povoado Ladeiras. E no domingo, 13, também se apresentaram o grupo de reisado Prima com prima do Projeto Ladeirinhas B e o Guerreiro do Margarida Alves.

FONTE: ASCOM/PMJ

Texto e imagem reproduzidos do site: mirageral.com.br

Multidão lota a praça na segunda noite do Encontro Cultural de Laranjeiras

Foto: Acrísio Siqueira

Publicado originalmente no site Mira Geral, em 13 de janeiro de 2019

Multidão lota a praça na segunda noite do Encontro Cultural de Laranjeiras

Todo mundo é importante para a realização desse evento.

LARANJEIRAS – A segunda noite da 44ª edição do Encontro Cultural de Laranjeiras foi marcada por uma multidão que lotou a Praça de Eventos, que veio prestigiar atrações como Harmonia do Samba, Deivinho Novaes e Unha Pintada. A festa transcorreu com absoluta tranquilidade e os moradores da cidade ou os turistas que vieram de outros municípios puderam se divertir com bastante segurança e absoluta tranquilidade.

O prefeito Paulo Hagenbeck (DEM), o “Paulão das Varzinhas”, destaca sempre o tamanho e a importância cultural do evento e agradece à Universidade Federal de Sergipe e ao Governo do Estado, em especial à Secretaria de Segurança Pública (SSP), pela parceria na realização de mais uma edição do Encontro Cultural, que já é referência nacional.

“Todo mundo é importante para a realização desse evento, inclusive o povo de Laranjeiras, que participa e ajuda muito. Nossos servidores estão se esforçando ao máximo para que a festa seja um sucesso. Os secretários e demais auxiliares também estão somados. Confesso que estou muito satisfeito pelo êxito deste Encontro Cultural. Isso só aumenta o tamanho do nosso desafio no próximo ano, de fazer um evento ainda melhor”.

Recepção

O prefeito Paulão das Varzinhas fez questão de cumprimentar todos os amigos de Laranjeiras presentes no camarote, além de saudar os turistas. “Essas pessoas vêm conhecer a riqueza cultural que é Laranjeiras. Temos que receber todo mundo bem, deixar essa boa impressão e, quem sabe, conquistar novos investimentos para a nossa cidade”.

Da Assessoria de Imprensa

Texto e imagem reproduzidos do site: mirageral.com.br

Prefeito Paulão declara aberto o Encontro Cultural de Laranjeiras 2019

Foto: Acrísio Siqueira

Publicado originalmente no site Mira Geral, em 13 de janeiro de 2019

Prefeito Paulão declara aberto o Encontro Cultural de Laranjeiras 2019

Após o cortejo com grupos folclóricos percorrer algumas ruas do município.

LARANJEIRAS/SE – Após o cortejo com grupos folclóricos percorrer algumas ruas do município, na noite dessa sexta-feira (11), o prefeito Paulo Hagenbeck (DEM), o “Paulão das Varzinhas”, declarou aberto Encontro Cultural de Laranjeiras em 2019. O lançamento ocorreu no Palco Dona Lalinha, durante apresentação da Orquestra Sanfônica de Sergipe.

Estavam presentes prestigiando o anúncio a diretora-presidente da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe, Conceição Vieira, representando o governador Belivaldo Chagas; a superintendente do Iphan/se, Katarina Aragão; a secretária municipal de Cultura de Laranjeiras, Gardênia Hagenbeck; e Gilson Rambelli, representando o Magnífico Reitor da UFS, Ângelo Antoniolli; além de diversos vereadores e secretários municipais.

“O Encontro Cultural de Laranjeiras é uma festa de essência popular, feita pelo povo e para o povo. A prefeitura dá apenas a direção. Nossa cultura e nosso folclore continuam cada vez mais vivos junto à nossa comunidade. Declaro aberto oficialmente o nosso evento”, destaca Paulão das Varzinhas.

A diretora-presidente da Fundação Aperipê, Conceição Vieira, exaltou o trabalho do prefeito para realizar o Encontro Cultural e o parabenizou pela diversidade e pelos espaços simultâneos de apresentações, que chegam a emocionar quem vem prestigiar o evento.

“O Simpósio já deu a dimensão deste evento com tantos conferencistas dos mais variados pontos do Brasil, além dos nossos professores parceiros da Universidade Federal, parceria na coordenação. Este é um Encontro magnífico, é a nossa cultura sendo fortalecida em nossos corações. Em cada evento está presente o jeito do povo interpretar e viver, e aqui vemos a musicalidade, a arte e a beleza que cada um traduz e expressas em suas manifestações”, pontuou Conceição.

A vice-prefeita Suely Alves (DEM), a “Suely da Escolinha”, também destacou o sucesso de mais uma Edição do Encontro Cultural de Laranjeiras. “Por mais que haja desenvolvimento, o povo jamais deixar de expressar suas manifestações, sua arte. Vejo aqui Grupos Folclóricos, com diversas apresentações por onde a gente for. A gestão propõe atrações para todo gosto, para cada sabor. A Cultura está sendo festejada neste Encontro, e como bem diz o tema, Resistência! Não podemos deixa-la morrer jamais”, disse.

A superintendente do Iphan/SE, Katarina Aragão, também se manifestou durante a solenidade reconhecendo as dificuldades e a superação do prefeito Paulão Hagenbeck em conseguir realizar o Encontro Cultural. “O gestor está preservando o nosso sítio urbano, e mesmo com muitas dificuldades, estamos aqui junto de vocês, verificando algumas advertências que precisam ser corrigidas. Temos a sensibilidade do prefeito sobre a consciência da necessidade da preservação e conservação deste patrimônio”, afirmou.

Da Assessoria de Imprensa

Texto e imagem reproduzidos do site: mirageral.com.br

domingo, 13 de janeiro de 2019

XLIV Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras celebra a força popular



Publicado originalmente no site ASN, em 11 de Janeiro de 2019 

XLIV Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras celebra a força popular

Grupos folclóricos animaram e emocionaram no primeiro dia do Simpósio

Com o tema “Cultura Popular: A Resistência é a nossa força”, o XLIV Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras foi iniciado nessa quinta-feira, 10, às 8h30, no auditório da Universidade Federal de Sergipe (UFS – Campus Laranjeiras). O Simpósio é uma realização da Fundação de Cultura e Arte Aperipê - Funcap.

A abertura do Simpósio foi dirigida pela diretora presidente da Funcap, Conceição Vieira, que destacou a relevância de promover esse simpósio dentro do Encontro Cultural de Laranjeiras para manter viva a cultura e repassá-la para as gerações mais novas. “Esse encontro tem o grande ápice de nos unir em torno da cultura e de fazermos juntos a permanência da reflexão acadêmica, a vivência das práticas culturais, o viver emocional com alegria da execução das mais variadas formas de cultura”, disse.

A manhã foi marcada pela apresentação da banda de pífano e do grupo de São Gonçalo de Laranjeiras, seguido da conferência de abertura realizada por Toninho Macedo, ator e diretor de teatro, doutor em Ciências da Comunicação (ECA/USP) e presidente da comissão paulista de folclore, que abordou o tema do simpósio de forma literária e reflexiva. “Gostaria de compartilhar minha emoção em estar aqui e é um orgulho muito grande ter uma cidade com tantos grupos folclóricos. Até outro tempo nos diziam que resistência era o atraso, aqui a gente tem ela como força”, falou.

A mesa ‘Encontro dos Saberes’, mediada por Antônio Amaral, teve a participação de Beatriz Goís Dantas, antropóloga e pesquisadora nas áreas de religiões afro-brasileiras, etno-história indígena e cultura popular; Bárbara Cristina, graduada em Pedagogia e Mestra do grupo Taieiras de Laranjeiras e Loxa da Irmandade Santa Bárbara das Virgens; Aglaé D’Ávila, professora, escritora, folclorista e historiadora; e Vilma da Conceição, membro do grupo folclórico Reisado de São José, de Japaratuba.

As participantes explanaram sobre grupos folclóricos com ênfase maior nas Taieiras e no Reisado. Beatriz Góis compartilhou sua vivência na pesquisa sobre as Taieiras de Laranjeiras, realizada em 1969, sobre a qual ela publicou um livro em 1972, intitulado de “A Taieira de Sergipe: uma dança folclórica. Bárbara Cristina relatou um pouco sobre ser taieira e o legado deixado pelas antecessoras dela. Já a professora Aglaé, trouxe seu estudo e conhecimento sobre o Reisado e suas ramificações, onde Vilma aproveitou frisar que foi um belo aprendizado sobre a tradição de um grupo que ela faz parte.

A solenidade de abertura do Simpósio contou com a participação do prefeito de Laranjeiras, Paulo Hagenbeck, a pró- reitora de extensão da UFS, Alaíde Ermínia, o presidente da Funcaju, Cássio Murilo, a superintendente do IPHAN, Catarina Aragão, o presidente do Conselho Estadual de Cultura, Antônio Amaral e o conselheiro do Tribunal de Contas, Clóvis Barbosa, além de estudantes, pesquisadores e comunidade em geral.

O Simpósio é realizado com os recursos do Fundo Estadual de Desenvolvimento Cultural e Artístico (Funcart), aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura, e conta com o apoio da  Universidade Federal de Sergipe (UFS), Prefeitura Municipal de Laranjeiras, Instituto Banese, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Sergipe (Iphan-SE), Fundação Nacional de Artes (Funarte), Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (IHGSE).

Texto e imagens reproduzidos do site: agencia.se.gov.br

sábado, 12 de janeiro de 2019

Centenário do poeta sergipano Santo Souza

Foto reproduzida do site: institutomarcelodeda.com.br

Foto: Ascom Funcaju

Texto publicado originalmente no site da PMA, em 11/01/19 

Biblioteca municipal Clodomir Silva homenageia o centenário do poeta sergipano Santo Souza

Com o objetivo de valorizar a história da literatura popular sergipana, a Biblioteca Municipal Clodomir Silva, unidade vinculada à Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), realiza mais uma exposição do ‘Prazer em Conhecer’, que homenageia, neste mês, o centenário do poeta sergipano ‘Santo Souza’. A mostra foi iniciada na quarta-feira, 9, com uma exposição repleta de histórias e obras de José dos Santos Souza. 

‘Santo Souza’ nasceu em 1919 no município sergipano de Riachuelo. Escreveu pequenos versos aos 10 anos de idade. Aos 17 anos passou a residir em Aracaju. A sua poesia é fundamentada no Orfismo, que trata de temas sacros, o bem e o mal da natureza humana. Através dessa corrente, seus versos buscam mostrar as condições humanas, as divindades e os heróis mitológicos, criando um elo entre o passado e o presente.

“Ele era um grande poeta e o temos como patrono do nosso auditório, então, é outro motivo para homenageá-lo. Nós temos todas as obras dele e buscamos sempre ter cuidado com as histórias nelas escritas. Ele completaria 100 anos, por isso, além de homenageá-lo como poeta, nós também homenageamos o seu centenário. Toda a homenagem é merecida por ele ter sido tão significativo para a literatura sergipana”, destacou a coordenadora da Clodomir Silva, Fabiana Bispo.

A aposentada Maria Ferreira comenta que frequenta constantemente a Clodomir Silva e acha essencial esse trabalho da biblioteca que exalta escritores da literatura sergipana. “Eu, particularmente, não sabia que Santo Souza era tão importante, que era autodidata e que tinha tantas obras publicadas. Achei super bacana essa história de vida e arte exposta aqui. Precisamos conhecer mais as nossas histórias e aqui oportuniza isso”, considerou.

A biblioteca Clodomir Silva fica localizada na rua Santa Catarina, nº 314, no bairro Siqueira Campos, e está aberta para receber as escolas. A unidade vinculada à Funcaju conta com mais de 20 mil livros, gibiteca e cordelteca. Para visitar em grupo a exposição e participar dos projetos é necessário fazer um agendamento através do telefone (79) 3179-3742.

Texto reproduzido do site: aracaju.se.gov.br

44ª edição do Encontro Cultural de Laranjeiras


Publicado originalmente no site do CINFORM, em 11 de janeiro de 2019

Encontro Cultural atrai multidão em Laranjeiras

Por Fredson Navarro   
 
A 44ª edição do Encontro Cultural de Laranjeiras que começou no último fim de semana segue até o próximo domingo (13) e está atraindo para o município milhares de sergipanos e turistas. O evento fortalece a cultura local e mantém viva a tradição de valorizar as raízes artísticas. Esta edição conta com grupos folclóricos, circuito de oficinas, xilogravuras, pintura em tecido, percussão popular e dezenas de atrações musicais.

O encontro enche as ruas histórias de cores e o público respira as manifestações culturais pelos quatro cantos da cidade. Toda a programação é aberta e é gratuita. O festival realizado desde 1975, dispõe de espaços para oficinas, exposições, teatro, simpósio, cortejo folclórico, festival de música, artesanato, culinária e shows.

“Laranjeiras é uma cidade muito importante para a cultura do Brasil e o encontro consegue resistir ao tempo e manter toda a história, cultura e arte do povo. O encontro resiste o tempo e se fortalece sempre atraindo milhares de pessoas para a cidade”, explica o historiador José Pires Xavier.

Oficinas culturais

A programação do encontro conta com oficinas que estão sendo realizadas em diversos pontos de forma simultânea com circo, escola, customização em cangas e pinturas, afrocontos a abayomis com bonecas negras, percussão popular, violão, percussão, bateria, técnica vocal, metais, palhetas e canto e prática de conjunto musical.

“As oficinas são mais um atrativo para os jovens que participam do encontro cultural. Eles aprendem com alegria e aproveitam este momento de férias com as oficinas. Tudo é ofertado de forma gratuita e a procura está muito grande”, comemora a professora Ana Amélia Oliveira.

O estudante do ensino fundamental Matheus Silva participou da oficina de canto e está entusiasmado com o resultado. “Minha maior diversão é cantar em casa e agora tive a oportunidade de aprender técnicas de e estou empolgado para investir na carreira. Ser cantor é o meu maior sonho”, vibra.

Simpósio do encontro

O Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras foi encerrado hoje dentro da programação especial. Tendo como tema central ‘Cultura Popular’, o encontro reuniu artistas de rua, músicos, profissionais da cultura de diversos municípios de Sergipe, pesquisadores e agentes culturais de várias partes do país para debater sobre estas manifestações, verificando questões históricas, tendências e políticas públicas sobre o tema.

Entre os palestrantes deste ano estiveram os secretários de Estado da Cultura do Ceará, Fabiano Piuba, e de Pernambuco, Marcelino Granja, além de mestres da cultura popular dos dois estados e de Laranjeiras.

De acordo com o superintendente executivo da Secult, Irineu Fontes, o Simpósio é uma grande oportunidade que a comunidade tem de discutir o futuro das políticas culturais de Sergipe e do Brasil. “Durante três dias, trazemos para Laranjeiras grandes nomes da Cultura no país e transformamos a cidade, que já é um grande polo de cultura popular, no centro das atenções dessas discussões”, destaca.

Programação musical

A programação musical começa nesta quinta-feira e segue até o último dia da festa, no domingo, na Praça Matriz, Rua Engenheiro Xavantes, Praça de Eventos e Centro De Tradições.

Entre as principais atrações estão: É o Tchan, Peruano, Cavaleiros Do Forró, Unha Pintada, Devinho Novaes, Harmonia Do Samba, Luanzinho Moraes, Banda Seeway, Galã do Brega, Manuh Araújo, Sisal Hoots,Treyta, Chorinho De Aurélio, Júnior do Cavaco, Orquestra Sanfônica De Sergipe, Banda Swing Bom, Banda Afoxé Omo Oxum, Banda Vulcão Love, Swing Do Gueto, Luth Rogeris, Pablo 10, Rafinha Lima, Henrique Show, Cláudio Paixão e As Patricinhas.

Texto e imagem reproduzidos do site: cinform.com.br