sexta-feira, 12 de abril de 2019

Exposição vai retratar cultura e história de Sergipe

Evento acontece neste sábado, 23 (Foto: divulgação)

Publicado originalmente no site do Portal INFONET, em 21 de março de 2019

Exposição vai retratar cultura e história de Sergipe

O Colégio Aprendiz realizará, neste sábado, 23, das 8h às 11h, a I Exposição Cultural de Sergipe. O evento tem o objetivo de valorizar a cultura e fortalecer a história do nosso estado.

A exposição contará com apresentações de pesquisas dos alunos e pocket shows dos cantores sergipanos Sergival e Mileide Silva, vencedora do Sescanção 2018, que serão homenageados pela escola com o Troféu Cultura Sergipana.

O Grupo Folclórico São Gonçalo de Laranjeiras terá uma importante participação, pois demonstrará suas tradições culturais para os alunos e para a comunidade. O Colégio Aprendiz fica no bairro Aruana e o acesso ao evento é gratuito.

Com informações da organização do evento

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

Oficina de Papel desperta interesse pelas práticas de sustentabilidade


 Além do papel, outros materiais 
servem como matéria-prima

Para nós é uma satisfação enorme receber 
grupos de estudantes, Maria de Fátima, artesã

Coordenadora da Oficina, Jacqueline Guimarães dos Santos

 Alunos da EMEF Tenisson Ribeiro

Fotos: Felipe Goettenauer

Publicado originalmente no site da PMA, em 11/04/2019 

Oficina de Papel desperta interesse pelas práticas de sustentabilidade

A crescente preocupação das escolas, entidades e da própria população com as temáticas que envolvem a sustentabilidade tem despertado o interesse em conhecer o trabalho desenvolvido pela Oficina de Papel da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb). Mensalmente, o setor recebe cerca de 100 pessoas para visitação, além de promover oficinas e exposições em eventos, através de parcerias.

A participação das artesãs para cursos ou exposições requer um agendamento prévio. “A solicitação deve ser feita por meio de um ofício endereçado ao gabinete da presidência. Nele, deve constar informações sobre o objetivo, data, público estimado, como também a estrutura oferecida para que a gente possa selecionar, previamente, o material utilizado para a confecção das peças”, explicou a coordenadora da Oficina, Jacqueline Guimarães dos Santos.

No próximo dia 10 de maio, por meio de uma parceria com a Secretaria Municipal da Assistência Social, o espaço irá receber usuários do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Jardim Esperança. Na oportunidade, serão abordadas as práticas iniciais para a reciclagem de papel e a criação de objetos empregando outros tipos de matérias-primas, a exemplo das garrafas PET e recipientes plásticos.

Estudantes de escolas particulares e das redes públicas de ensino, também visitam com frequência a Oficina. É o caso dos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Tenisson Ribeiro, que estiveram no local na última quarta-feira, 10, por meio de uma ação de educação ambiental promovida pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema). “Para nós, é uma satisfação enorme receber grupos de estudantes. Eles chegam aqui com sede de aprendizado e isso é muito bonito de se ver. Durante a visita, além de acompanhar o processo de confecção das peças, eles ouvem uma breve explicação sobre a importância da reciclagem para o meio ambiente”, disse a artesã Maria de Fátima Santos.

Doações

Todo o material produzido pelas artesãs é feito com jornais que são doados pela própria população, empresas privadas e órgãos estaduais e municipais. Quem tiver interesse em colaborar pode entrar em contato com a gerência do Parque Augusto Franco (Parque da Sementeira) por meio do telefone 3021-9918. A oficina está aberta para visitação de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

Texto e imagens reproduzidos do site: .aracaju.se.gov.br

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Exposição sobre belezas de Aracaju acontece até o dia 12 de abril

A exposição mostra a grandeza de produção cultural
 e acadêmica que existe em nossa Aracaju e 
também enaltece os nossos espaços
Foto: Assessoria de comunicação

Publicado originalmente no site do Portal INFONET, em 10 de abril de 2019

Exposição sobre belezas de Aracaju acontece até o dia 12 de abril

A Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap/SE), convida o público em geral para visitar a exposição coletiva intitulada “Aracaju: seus encantos e talentos” que homenageia os 164 anos da cidade. A mostra chama atenção à visitação devido a riqueza da arte em diversos segmentos que engrandecem a beleza da jovem cidade, rica em atrações turísticas e culturais.

A exposição mostra a grandeza de produção cultural e acadêmica que existe em nossa Aracaju e também enaltece os nossos espaços. As obras ficarão expostas no Palácio-Museu Olímpio Campos na Praça Fausto Cardoso até o dia 12 de abril.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Artistas sergipanos dão aula a estudantes sobre suas obras

Adauto Machado, Antônio Cruz e Ismael Pereira. 
Ambos artistas sergipanos (Foto: Portal Infonet)

Publicado originalmente no site do Portal INFONET, em 9 de abril de 2019

Artistas sergipanos dão aula a estudantes sobre suas obras

Alunos do colégio Jackson de Figueiredo usaram as dependências do Museu-Palácio Olímpio Campos como sala de aula. Os estudantes foram convidados pela Fundação Cultura e Arte Aperipê (Funcap) a ter uma aula especial com grandes nomes da cultura sergipana, como Adauto Machado, Antônio Cruz e Ismael Pereira. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira, 09.

O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira, 09
Foto: Portal Infonet

Segundo Eliana Borges, que faz parte da Gerência de Edição e Memória (Gema), setor ligado a Funcap, a ideia é aproximar os artistas dos estudantes. “É importante que eles conheçam os talentosos artistas que estão por trás das lindas obras que nós estamos expondo aqui no Palácio”, afirma. Eliana conta que o desejo dessa roda de conversa surgiu quando era muito questionada pela curiosa de alguns adolescentes. “Alguns jovens olhavam as obras de arte e perguntavam se o artista ainda estava vivo”, lembra. “Eu dizia que sim. Foi a partir de interesse pelos artistas que eu fiz questão de trazê-los aqui, para perto desses jovens”, destaca.

Durante a roda de conversa, os artistas ressaltaram que a linguagem da comunicação tem que se adaptar para cada meio. “Como nós estamos entre estudantes muito jovens, temos que buscar uma comunicação bem descontraída”, diz Antônio. Já Ismael conta que pretende levar a todos muito conhecimento. “Vou provocá-los instigando-os a pensar sobre muitas coisas que o rodeiam”, brinca.

Professora Ana Júlia Souto, coordenadora
pedagógica dos alunos (Foto: Portal Infonet)

Para a coordenadora pedagógica dos alunos, Ana Júlia Souto, ao aproximar os estudantes da arte, o conceito que eles passarão a ter dela será amplificado. “Eles terão contato não só com as obras de arte, mas também com os artistas”, diz. Ainda de acordo com ela, ao estreitar essa relação “público-arte”, os alunos que têm uma afinidade com esse mundo poderá se sentir motivado a potencializar seu talento. “Como eles são jovens, esse contato íntimo pode gerar um conhecimento de si mesmo. E com isso talentos podem seguir”, avalia.

por João Paulo Schneider e Raquel Almeida

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br

terça-feira, 9 de abril de 2019

Ilma Fontes lança livro de poesias ‘Nervuras: Poesia Em Carne Viva’

Aos 72 anos, Ilma Fontes afirma que nunca 
se interessou em lançar livro de poesia 
Foto: Ascom Segrega

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 8 de abril de 2019

Ilma Fontes lança livro de poesias ‘Nervuras: Poesia Em Carne Viva’

‘Nervuras: Poesia Em Carne Viva’ é o nome do próximo livro de Ilma Fontes. A obra que será lançada pela Editora Diário Oficial de Sergipe (Edise) no dia 12 de abril no Centro Cultural de Aracaju, na praça General Valadão, às 17h.

Aos 72 anos, Ilma Fontes diz que nunca se interessou em lançar livro de poesia. “Poesia para mim é ocasional, mas de repente, a ex.deputada estadual Ana Lúcia Menezes, me apoiou e deu toda força para lançar essa obra. Mas eu selecionei apenas poemas ‘esfolados em carne viva’, não brinquei em serviço, são poemas fortes”, conta.

Escritora

Poetisa, médica, cineasta, escritora, ativista cultural. Vanguardista, foi a primeira em muitas coisas, inclusive a dirigir o primeiro filme sergipano, “Arcanos – O Jogo” e a primeira mini série para a televisão “A última semana de Lampião”, de 1986. Fundadora da TV Educativa em Sergipe comandou vários programas com artistas locais.

Após o evento de lançamento, o público poderá participar da caminhada que acontecerá na Praça General Valadão, intitulada ‘Os Penitentes das Artes em Sergipe’, segundo Ilma Fontes. Nesta caminhada, que será aberta ao público, cerca de setenta nomes de pessoas que contribuíram de alguma forma para o desenvolvimento artístico do pensamento sergipano serão citados, a exemplo de Araripe Coutinho, Fernando Chaves, Iara Vieira, Clarêncio Fontes, Giselda Moraes, entre outros.

“A ideia surgiu da preocupação com a rapidez que as pessoas e os seus nomes são esquecidos. É uma ideia que tomou corpo, e a cada vez que eu falo, ela se avulta”, ressalta Ilma Fontes.

Em seguida, quando a caminhada retornar ao ponto de início, haverá um recital espontâneo de poesia, e todos poderão participar. O evento conta também com filmagem e fotografia, que será enviado para Galeria Tina Zappoli, em Porto Alegre, de Marinho Neto, filho de uma das homenageadas, Tereza Prado. “Tereza fez grandes festivais de arte em São Cristóvão, quando foi diretora do Centro de Cultura de Arte, da Universidade Federal de Sergipe”, relembra Ilma Fontes.

Com informações da Ascom Segrase

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

sábado, 6 de abril de 2019

Atracadouro flutuante fará parte do novo cenário da Orla Pôr do Sol

De acordo com o Prodetur, cerca de 80% o serviço
 no local já foi concluído
Foto: ASN

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 6 de abril de 2019

Atracadouro flutuante fará parte do novo cenário da Orla Pôr do Sol

“Teremos um atracadouro flutuante com maior dimensão e estrutura diferenciada, voltada ao atendimento da grande demanda de barcos, lanchas e praticantes de esportes náuticos nesta região”. A declaração é do coordenador de infraestrutura de Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur/SE), Felipe de Brito Conceição, a respeito das obras da Orla Pôr do Sol Cleomar Brandi, localizada na região do Mosqueiro, em Aracaju. Após diversas reuniões com secretarias municipais, Capitania dos Portos, representantes das associações locais e a comunidade, ficou definido quanto à necessidade de o atracadouro ser construído nestes moldes.

De acordo com informações do programa que agrega as ações da Secretaria de Estado do Turismo (SETUR), cerca de 80% do serviço já foi concluído, faltando apenas a implantação do circuito de TV, reforma da obra de arte do canteiro central, em estrutura metálica, e o término do aditivo da obra que contempla a construção do atracadouro flutuante. A reforma é executada pelo governo do Estado, com recursos oriundos do Prodetur, viabilizado por uma linha de crédito entre o governo e o Banco Interamericano de Desenvolvimento no Brasil (BID).

Obras se aproximam do término (Foto: ASN)

O técnico do Prodetur/SE acrescenta ainda que, em conjunto com os agentes da ação, a pasta buscou um novo formato de atracadouro. “Pretendemos promover uma maior capacidade de atendimento aos usuários”, completa. O novo atracadouro terá uma dimensão de 26 metros de comprimento e 3,20 metros de largura, com acessibilidade, e ainda possibilitando uma melhor organização no embarque e desembarque. “Além disso, será possível melhorar o tráfego náutico permitindo mais segurança ao público que utiliza o espaço”, destaca Felipe de Brito.
  
Para o capitão dos Portos de Sergipe, Capitão de Fragata Alessandro Black, o píer flutuante impulsionará o turismo náutico da região. “A intervenção executada na Orla Pôr do Sol gerou uma grande expectativa, tanto no público que frequenta o local, quanto na comunidade que espera ansiosa sua conclusão. No entanto, o grande diferencial desta reforma será o píer flutuante, que deve gerar mais segurança aos usuários, e fortalecer o turismo local”, afirma.

Segundo o secretário do Turismo, Manelito Franco Neto, o Governo do Estado, buscando fortalecer os atrativos turísticos durante os festejos juninos, pretende entregar a nova Orla Pôr do Sol na época de alta estação, que representa o período de férias. “Assim, daremos mais uma opção para aqueles que visitarão nosso estado no período junino”, reforça.

O projeto

Além da construção do atracadouro flutuante, o projeto de reforma da Orla Pôr do Sol contemplou o reparo total do píer existente, melhorias na iluminação pública, reforma no calçadão da orla, instalação de novos banheiros públicos (masculino e feminino), instalação de sistema de segurança, recuperação estrutural do quiosque do pescado e de todo o muro de gabião, instalação de chuveirões (2 núcleos com 2 chuveiros cada).

As intervenções abrangem uma área total de 9.265,50 metros quadrados, em 500 metros de extensão. A inauguração da nova Orla Pôr do Sol também pretende contemplar a reurbanização do espaço, com a inserção de desenhos artísticos pintados no piso e em paredes em sua extensão.

Fonte: ASN

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Segrase doa 103 livros para Bibliotecas Públicas de São Cristóvão





Publicado originalmente no site do Prefeitura de São Cristóvão, em 04/04/2019

Segrase doa 103 livros para Bibliotecas Públicas de São Cristóvão

Na manhã desta quinta-feira (4), a Segrase fez a doação de 103 exemplares para as bibliotecas públicas: Senador Lourival Baptista (Centro Histórico) e Professor Luiz Alberto Santos (conjunto Eduardo Gomes). A entrega foi realizada pelo gerente da Editora Diário Oficial de Sergipe (Edise), Jeferson Melo à secretária de governo e relações comunitárias, Paola Santana, que já indicou que todos os exemplares ficarão sob responsabilidade da Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água (Fundact), que fará assim a distribuição após catalogá-los.

“Esta foi a segunda vez que a Segrase doou livros para nossas bibliotecas. Em 2017 foram  268 livros, sendo 76 títulos. Hoje recebemos mais 103 (de 38 autores diferentes). Agradecemos porque esse material todo será disponibilizado para nossos moradores, de forma a incentivar ainda mais a leitura em nossa cidade”, disse Paola.

Entre os 38 títulos que estão disponíveis nas bibliotecas, os leitores sancristovenses terão ao seu dispor: Uma Luz em minha vida: Umbanda (autores: Cândida Oliveira, Fábio Mauricio e Thaís Lima), Couro Curtido: Memórias de Um Militante Comunista (autor: Lourival Carvalho), 123 anos da Imprensa Oficial do Estado de Sergipe (autora: Ana Lícia de Melo Silva) e Lambe-Sujo x Caboclinho (autoria do fotógrafo Márcio Garcez).

“Nosso objetivo é fomentar a leitura e tornar as histórias sergipanas conhecidas da população, já que as obras da Edise tem temática sergipana. A parceria com a Prefeitura de São Cristóvão não é de hoje, já fizemos outra doação em 2017 e temos certeza essa união renderá bons frutos”, frisou o gerente da Edise, Jeferson Melo.

Fotos: Heitor Xavier/Ascom Segrase.

Texto e imagens reproduzidos do site: saocristovao.se.gov.br

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Inventário de Arborização mapeia árvores da cidade...




Publicado originalmente no site da PMA, em 03/04/19

Inventário de Arborização mapeia árvores da cidade para auxiliar ações da Prefeitura

Quando se pensa em qualidade de vida na rotina urbana, muitos conseguem elencar pontos como serviços de saúde funcionando a contento, segurança para a população, educação de qualidade. No entanto, um ponto crucial, sobretudo nos tempos de hoje, raramente é lembrado: o meio ambiente. Neste aspecto, uma das questões essenciais é a arborização da cidade. Pensando nisto, e de olho no futuro, a Prefeitura de Aracaju tem como um dos itens do Planejamento Estratégico a realização do Inventário de Arborização Urbana, ação necessária para ter a real noção, por exemplo, do número de árvores que existe em Aracaju e o déficit arbóreo, informações fundamentais para dar seguimento ao planejamento, e que também faz parte do projeto Aracaju Sustentável.

No ano passado, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), escolheu o Parque Augusto Franco (Parque da Sementeira) como o primeiro local onde o inventário foi desenvolvido e concluído após cerca de cinco meses. Agora, o sistema, desenvolvido pela equipe de Tecnologia da Sema (TI), com todo o mapeamento do parque, está disponível no link (http://semaonline.aracaju.se.gov.br/semaonline/projeto-arborizacao) e os interessados em conhecer um pouco mais têm acesso a informações de cada uma das 2.414 árvores cadastradas no local. Após concluída esta ação, as equipes de agentes da Sema partirão para outras localidades da capital.

Ao realizar o planejamento da cidade, a arborização é imprescindível porque, entre outros benefícios, propicia sombra, purifica o ar, diminui a poluição sonora tão comum em ambientes urbanos, protege o solo contra a erosão, entre outros pontos essenciais para a manutenção da vida. Assim, o inventário faz todo sentido quando ele será usado como fonte para nortear as ações da Prefeitura.

"É importante a gente conhecer com o que a gente lida. Hoje, não temos o número de árvores em Aracaju, nem sabemos qual o déficit arbóreo, e essas informações são fundamentais para o planejamento. Com o inventário, nós teremos essas informações cadastradas, disponíveis para a população. Teremos o cadastro do patrimônio arbóreo que a cidade possui, o percentual de árvores que estão debilitadas, que precisam ser substituídas, o déficit de áreas verdes da cidade, quais são os bairros que precisam ser mais arborizados, entre outras informações fundamentais para a requalificação arbórea da cidade", explicou a coordenadora do Inventário, a analista ambiental Carla Zoaid.

Formada por engenheiros florestais, biólogos, engenheiros agrônomos e a equipe de TI da Sema, a equipe que executa o inventário está empenhada em concluir os próximos passos o mais rápido possível. O foco atual são as principais avenidas da cidade que receberam a intervenção com o plantio de mudas no ano passado. Ao todo, são oito vias: Francisco Porto, Heráclito Rollemberg, Acrísio Cruz, Senador Júlio Leite, Simeão Sobral, Desembargador Maynard, João Ribeiro e Cezartina Régis. "O trabalho seguirá os mesmos moldes que desenvolvemos no Parque da Sementeira e, assim que o inventário for concluído em cada uma delas, estará disponível no sistema. Depois, iremos trabalhar por bairros, que são os quatro bairros que estão dentro da programação de plantio deste ano: Farolândia, Santa Maria, Coroa do Meio e Jabotiana. Vamos inventariar as praças e suas avenidas. Com esses passos finalizados, iremos produzir um catálogo com as informações de todas as espécies que compõem a arborização da cidade", esclareceu a coordenadora do Inventário.

Horto

Localizado no Parque da Sementeira sob a administração da Sema, o Horto Florestal é uma das peças-chave dentro do plano de arborização da cidade, pois, é através dele que sairão a maior parte das plantas e mudas que serão plantadas.

Para isso, o Horto está sendo requalificado e já recebeu duas novas estufas para poder atender a demanda da arborização da cidade. "O que a gente está fazendo hoje, não vai ser visto no dia seguinte. São frutos de longo prazo, mas, é preciso agir agora. Precisamos trabalhar o equilíbrio. A cidade precisa crescer, se desenvolver, precisa de reorganização, sim, mas que isso seja de mãos dadas com as questões ambientais e, um dos fatores que defendemos é a arborização da cidade", frisou Carla Zoaid.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Da Linha e do Linho nascem as telas de Maria Góes

Maria Góes lança mão das lembranças da infância
para compor suas telas 
Crédito da foto: Suyene Correia

Publicado originalmente no site do jornal CINFORM, em 01 de abril de 2019

Da Linha e do Linho nascem as telas de Maria Góes

Por Suyene Correia [redacao@cinform.com.br]

Está em cartaz, no Café da Gente Sergipana (anexo ao Museu da Gente Sergipana), a exposição “A Linha e o Linho” da artista e empresária Maria Góes. Ao todo, são 12 telas, delicadamente trabalhadas por Góes, que ao invés de utilizar tintas e pincéis, manuseia, com destreza, a linha e a agulha, para representar suas reminiscências da infância, vivida em Nossa Senhora da Glória, na região do sertão sergipano.

À exceção da tela com Zé Peixe, todas as outras fazem alusão a cenas do interior nordestino, com sua fauna e flora típica. Não raro, deparamo-nos com crianças brincando no quintal de casa, rodeadas por animais como perus, galinhas, entre outros. Muitas dessas situações foram vividas pela artista, nos primeiros 14 anos de vida, antes de vir morar em Aracaju.

“Vim para a capital, na minha juventude, com 14 anos e estudei, inclusive, aqui nesse prédio, que hoje abriga o Museu da Gente Sergipana, na minha época, Escola Técnica de Comércio, cujo diretor era o professor Barreto Fontes. Trabalhei com muitas coisas, antes de ir morar em São Paulo, mas até então, nunca tinha, efetivamente, bordado. Apesar de minhas tias serem exímias bordadeiras, por eu ser canhota, elas nunca tiveram ‘gosto’ de me ensinar o ofício”, conta a artista, que diz ter aprendido a bordar, observando as tias paternas, Francelina e Dona.

Na metrópole, Maria Góes se casou e começou a ajudar o marido no ramo do comércio. Mudou-se para o Paraná, separou-se e quando voltou a São Paulo, enveredou de vez na arte da fotografia. Quando voltou a Aracaju, em 1970, era uma das raríssimas mulheres a clicar os momentos inesquecíveis das cerimônias de casamento e debutantes de importantes personalidades da terra.

“Voltei com 34 anos para Aracaju, no dia 21 de janeiro de 1970 e enveredei pela fotografia aqui, também fotografando casamentos e festas de debutantes. Fiz um concurso para o INSS/INAMPS, para o cargo de telefonista, mas não deixei de fotografar, sempre me capacitando com os cursos promovidos pelos importantes laboratórios existentes no Brasil”.

Por mais de 30 anos, intercalou o serviço de funcionária pública com o de fotógrafa de eventos. Nesse ínterim, montou uma empresa de massa de pastel- MAGO- e, por conta desse empreendimento, viajou a Cabo Verde, via SEBRAE, com o intuito de divulgar sua marca, além fronteira. Foi lá, na casa do embaixador brasileiro, que sua relação com o bordado se iniciou.

“Foi num jantar, na casa do embaixador brasileiro, nascido no Rio de Janeiro, que observei uma cortina da sala, muito bonita, onde havia uma parte bordada. Tirei uma foto e, ao voltar para o Brasil, decidi me arriscar no bordado, reproduzindo aquela paisagem impregnada no tecido. Como a cortina estava franzida, eu não estava sabendo fazer, porque estava em 3D. Meu sobrinho que fez Belas Artes conseguiu rabiscar o desenho e eu bordei”, revela.

O resultado foi elogiado por algumas amigas e desse gesto, aparentemente, despretensioso, surgiria mais tarde, um reconhecimento de profissionais gabaritados, a exemplo de Mônica Mambrini. “Ela viu logo o avesso das telas e gostou, achou bem feito. De modo que me propôs a fazer alguns trabalhos e colocar aqui na loja do Museu para venda. Mas eu achei melhor não ficar presa a prazos. Daí, que Vânia Aquino, uma admiradora do meu trabalho com bordado, decidiu me ajudar na divulgação e até me inscreveu num edital de artes visuais do SESC/Centro, onde fui selecionada e expus 24 trabalhos, em junho de 2015”.

De lá para cá, Maria Góes já participou de outras exposições, sendo que, só no ano passado, foram três oportunidades no Corredor Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. Agora, ela ganha uma individual no Café da Gente, que segue até o final de abril.

O que chama a atenção de suas obras é a noção de profundidade de campo e economia com os elementos em cena. Maria é cuidadosa com o que é enquadrado e não exagera na composição, utilizando poucas cores (mais terrosas) e evitando a poluição visual da paisagem. “Acho que isso acontece de forma espontânea, por conta do tempo que trabalhei como fotógrafa”, conclui.

Seja qual for a influência, é um trabalho primoroso, onde Maria Góes desfia suas lembranças de forma simples, munida apenas de agulha, linha e linho.

Texto e imagem reproduzido do site: cinform.com.br

Fogaréu: São Cristóvão inicia preparação para realizar procissão


Publicado originalmente no site da Prefeitura de São Cristóvão, em 02/04/2019

Fogaréu: São Cristóvão inicia preparação para realizar procissão

No dia 18 de abril, Quinta-feira Santa, uma das mais tradicionais celebrações culturais e religiosas de Sergipe acontece no município de São Cristóvão. A Procissão do Fogaréu, festa que é marcada por procissões e encenações contará este ano com a participação de 300 homens que percorrerão o Centro Histórico da cidade retratando atos da vida de Cristo.

Este ano a celebração terá início às 21h, após a Missa do Lava-Pés que acontecerá às 18h, na igreja N. S. da Vitória (Matriz). Assim como no último ano, todas as encenações acontecerão na Praça São Francisco. São retratados momentos como: a entrada de Jesus em Jerusalém, a Última Ceia, os Apóstolos, a traição de Judas, encerrando com a perseguição a Cristo e condenação.

De acordo com a comissão organizadora do G12 (grupo formado por homens, que encenam momentos que antecedem a crucificação de Jesus), os ensaios para preparação da procissão estão ocorrendo nas segundas, quartas e sextas, as 19h30, na Praça São Francisco. “O Fogaréu é uma encenação ao ar livre onde todos os homens que compõem o grupo possuem uma função, sendo elas: 70 soldados, 110 escribas e fariseus, 55 matracas, 46 quadros e lanternas, além de outros figurantes que totalizam quase 300 pessoas”, explicou Daniel Lima Costa, membro da comissão organizadora.

Tradição

A Procissão do Fogaréu foi trazida pelos portugueses e desde o século XVIII faz parte do calendário cultural do município. Vale frisar que no ano de 1963 aconteceu uma interrupção do evento, por ordens de Frei Fernandes, que justificou, na época, a não compreensão da simbologia por parte dos homens que participavam do séquito. A retomada da tradição do Fogaréu aconteceu em 1978, e, desde então, a mobilização popular não deixa o evento cair no esquecimento.

Apoio

Conforme o presidente da Fundação Municipal de Cultura e Turismo João Bebe-Água, Gaspeu Fontes, todo o apoio logístico por parte da Prefeitura de São Cristóvão será mantido, repetindo o formato do ano passado. “Teremos a estrutura de três palcos montados na Praça São Francisco e som, além da iluminação e apoio logístico no trajeto. A Procissão do Fogaréu é um dos eventos mais importantes do nosso calendário cultural e religioso, por isso a prefeitura não poderia deixar de colaborar”, frisou.

Uma curiosidade é que a iluminação da cidade, durante a programação, será inteiramente apagada, sendo a claridade feita através de tochas, dando ao local uma sensação de antiguidade (da época em que não existia eletricidade).

Fotos: Marcio Garcez e Heitor Xavier

Texto e imagem reproduzidos do site: saocristovao.se.gov.br