quinta-feira, 20 de julho de 2017

Fazenda da Esperança, em Lagarto





História – Em 1990, esta foi a quarta comunidade aberta no país, a segunda na Região Nordeste, como conta o fundador, Nelson Giovanelli Rosendo dos Santos. “Nós sempre vínhamos a Lagarto visitar os avós, já que meu pai nasceu aqui. Já existiam as Fazendas de Guaratinguetá – masculina e feminina – e de Coroatá, no Maranhão. O Governador João Alves já tinha doado a terra e, em poucas horas, Dom Mário – na época padre – reuniu mais de 100 pessoas no salão paroquial. Assim, sentimos o apoio da comunidade e começou a Fazenda da Esperança de Lagarto”.

Atualmente existem 113 Fazendas da Esperança – masculinas e femininas – espalhadas por 17 países.

Fonte: fazenda.org.br (Informações em 30 de novembro de 2015).

Acesse o site da Fazenda Esperança e saiba mais: www.fazenda.org.br

Escola de Artes Valdice Teles terá novas oficinas

Foto: Edinah Mary/Funcaju.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 18/07/2017.

Escola de Artes Valdice Teles terá novas oficinas.

Cursos de percussão e desenho artístico serão ofertados.

As aulas do segundo semestre da Escola de Arte Valdice Teles, unidade da Funcaju, só iniciam no dia 7 de agosto, mas antes disso a escola vai proporcionar duas oficinas de férias de curta duração gratuitas para o público. Serão ofertadas as oficinas de percussão-base, com o educador Edson Pikeno, e a de desenho artístico inicial, com Pedro Boeira.

“As oficinas de férias são uma forma de trazer novos alunos que ainda não conheciam a escola ou que não vão poder participar de um curso de maior duração. Fazendo estas oficinas eles podem até se interessar por um curso maior neste segundo semestre. É uma forma também de divulgar o trabalho da Valdice Teles. Para nós é uma alegria pode estar movimentando a escola ainda mais e realizar as oficinas de férias”, destaca Giuliana Maria, coordenadora da Escola de Arte Valdice Teles.

A oficina aberta de percussão-base serve para iniciantes e iniciados a partir dos 13 anos. As aulas serão as sextas-feiras (21 e 28 de julho e 4 de agosto) das 14h às 17h na Escola de Arte. Os temas dos encontros serão os ritmos de samba, afro-reggae e introdução a outros ritmos. Para garantir vaga, basta comparecer à escola meia hora antes do início da primeira aula e inserir o nome na lista de aprendizes. O aprendiz deve levar seu instrumento de percussão (pandeiro, tamborim, ganzá, rebolo, tamtam, reco, surdões, timbau, atabaque, agogô, xequerê e etc), mesmo que não seja instrumento direcionado aos ritmos citados.

Já a oficina de desenho artístico inicial, com o educador Pedro Boeira, acontece de 25 a 28 de julho das 10h às 12h, voltada para iniciantes e iniciados maiores de 18 anos, e terá como tema o Centro de Aracaju. Serão quatro dias de aula onde os encontros com os alunos serão na Escola de Arte e no Centro da cidade. Para garantir a vaga é só chegar meia hora antes do início da primeira aula e inserir o nome na lista de participantes.

A Escola Oficina de Artes Valdice Teles fica na rua Vila Cristina, em frente ao Teatro Atheneu. Para mais informações o contato é (79) 3211-6913.

Fonte: Funcaju.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Falece o procurador aposentado Carlos Gomes Leite



Publicado originalmente no site F5 News, em 15/07/2017.

Falece o procurador aposentado Carlos Gomes Leite.

Por F5 News.

O procurador de Justiça aposentado, Carlos Gomes de Carvalho Leite, faleceu na madrugada deste sábado (15), no Hospital São Lucas, em Aracaju (SE).

Carlos Gomes estava internado na unidade para tratar de uma pneumonia com insuficiência respiratória.A morte foi registrada no hospital às 2h47, ocasionada pelo agravamento da doença.O corpo está sendo velado na OSAF, na Rua Itaporanga, Centro da capital.

O sepultamento será no cemitério Santa Izabel, entretanto, os familiares ainda não definiram o horário.Dr. Carlos Carvalho Leite ocupou o cargo de Procurador Geral da Justiça, no Governo de João Alves e Secretário de Segurança Pública, no Governo de Dr. Paulo Barreto de Menezes, reconhecido pelos valiosos serviços prestados à justiça sergipana.

Foi também o titular da carteira de número 01 da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Seccional Sergipe.

Texto reproduzido do site: f5news.com.br

domingo, 16 de julho de 2017

Chico Varella lança livro “Honra do Samurai”





Publicado originalmente no site da SECULT, em 14 de julho de 2017.

Chico Varella lança livro “Honra do Samurai”

A obra conta com 27 contos fictícios com temáticas diversas do cotidiano

Amigos, familiares e autoridades se reuniram nesta quinta-feira, 13, no Museu da Gente Sergipana, para prestigiar o lançamento do livro “Honra do Samurai”, de autoria de Chico Varella. A obra, publicada pela Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe (Edise), é composta por 27 contos ficcionais que trazem temas diversos sobre o cotidiano de homens e mulheres, com suas mentiras e fraquezas.

Esta é a segunda publicação de Chico Varella. “Nesse trabalho tenho diversos contos e escolhei um deles, Honra do Samurai, para ser o título do livro. Gosto de soltar a imaginação e deixar fluir para escrever, assim como escritores como Luiz Borges e outros. Lançar um livro é também um momento de confraternização muito gostoso, em que a gente consegue reunir os amigos e contar histórias”, afirmou o autor.

A cerimônia contou com a presença dos secretários de Estado da Cultura, João Augusto Gama, e de Educação, Jorge Carvalho, que também são amigos do autor. “Além de ser um grande amigo, Chico Varella é um homem que trilhou uma história de vida admirável, deixando sua marca não apenas em Sergipe, mas em todos os lugares por onde passou”, afirmou João Gama. “Conheci Chico antes mesmo de conhecê-lo pessoalmente, de tanto que ouvi suas histórias contadas por amigos em comum. Sempre o admirei e passei a gostar dele ainda mais depois que nos tornamos amigos”, contou Jorge Carvalho.

Na abertura do cerimonial, o diretor-presidente da Fundação Renascer, Wellington Mangueia, falou sobre a trajetória do autor e sua amizade com ele. “Chico Varella é um homem que vem de uma geração que sofreu todas as intempéries e perseguições do período ditatorial, e juntos tivemos que lutar pela redemocratização do país. Passamos por momentos difíceis nas vezes que fomos presos, mas não desistimos”, relembrou.

Sobre o autor

Chico Varella nasceu em Aracaju, Sergipe, como Francisco Carlos do Nascimento Varella. Em 1969, por perseguição política da ditadura, mudou-se para o Rio de Janeiro, Belo Horizonte e, finalmente, Brasília, onde residiu até 2010. É Químico Industrial pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Analista de Sistemas pela IBM e Administrador de Empresas pela UNICEUB. Atualmente reside em Aracaju e é diretor de Tecnologia da Empresa Sergipana de Tecnologia da Informação.

Texto e imagem reproduzidos do site: cultura.se.gov.br

sábado, 15 de julho de 2017

Painéis de Leonardo Alencar são removidos... para restauração

Restaurante Catavento, na antiga Associação 
Atlética de Sergipe. Painéis antes da retirada.


 Restaurador Henrique Braga.

Fotos: Secult.

Publicado originalmente no site da SECULT, em 14 de julho de 2017.

Painéis de Leonardo Alencar são removidos e encaminhados para restauração

As obras, composto por xilogravuras, foram retiradas da antiga Associação Atlética de Sergipe

A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) realizou nesta sexta-feira, 14, a retirada e transferência de uma série de painéis do artista visual sergipano, Leonardo Alencar, falecido em outubro de 2016.  Compostas por xilogravuras em preto e branco, as peças faziam parte da decoração do teto e das colunas do antigo Restaurante Catavento, anexo à Associação Atlética de Sergipe, que atualmente está desativada.

O processo de recuperação, que conta com a parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), está sendo realizado por uma equipe de obras composta por um restaurador, uma arquiteta, um historiador e um curador de artes. O projeto, busca resgatar e preservar as obras que, futuramente, devem ser expostas uma parte no Tribunal e outra na Biblioteca Pública Epifânio Dória (PBED).

A recuperação das peças atende a um desejo antigo do artista, deixado em depoimentos de vídeos disponíveis na internet. Outra vontade de Leonardo Alencar era a realocação desses painéis para algum local que obtivesse um teor artístico, a exemplo de museus ou bibliotecas da cidade. As peças foram transportadas para o atelier do restaurador Henrique Braga, localizado no em São Cristóvão, para dar prosseguimento aos próximos trâmites.

Sobre Leonardo Alencar

Leonardo Fontes de Alencar nasceu no dia 7 de abril de 1940, na cidade sergipana de Estância. Era filho do jornalista, advogado e poeta Clodoaldo de Alencar. Começou a se interessar pelas artes ainda na infância. Aos 20 anos fez a primeira exposição, em Salvador (BA). Em 1963 entrou para a Escola de Belas Artes, na Bahia, onde foi professor no ano seguinte. Viveu na Europa por três anos, onde expôs obras e desenhou para revistas locais.

Nos anos 1980 retornou para Aracaju com a ideia de fortalecer o cenário cultural do Estado. Em 2011 foi destaque no documentário ‘Terra a Dentro, Mar a Fora’, do diretor Fábio Pamplona. Leonardo Alencar foi membro do Metropolitan Museum of New York, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Museu da Gravura Brasileira, Associação Internacional dos Artistas Plásticos (AIAP – Unesco), Associação Sergipana de Imprensa, Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe e do Partners of America: Rhode Island.

Texto e imagens reproduzidos do site: cultura.se.gov.br

Professores de antigamente


Publicado originalmente no site da PMA, em 11/03/2010.

Professores de antigamente
Por Ivan Valença*

O lançamento do livro da professora Carmelita Fontes, "Sementes na Calçada", ao qual por um infortúnio do destino (não estava me sentindo bem, por conta da minha velha e querida diabetes, no dia da festa) não pude comparecer, trouxe-me a mente os mestres que fizeram a escola dos anos 50, quando, a partir de 1957, comecei a estudar no Colégio Tobias Barreto.

Só fui aluno da professora Carmelita na segunda metade dos anos 60, quando a "redentora" já tinha se instalado e eu já cursava o primeiro ou segundo ano da Faculdade Católica de Filosofia. Mas, ela não me era estranha: acompanhava-a pelas páginas do jornal "A Cruzada", onde semanalmente escrevia sob o pseudônimo de Gratia Montiel.

Ela lecionava português, mas não posso dizer que fui bom aluno ou ao menos aplicado. Na verdade, era até um pouco relapso, porque já carregava nas costas o peso da responsabilidade de editar o jornal "Gazeta de Sergipe". Era salvo, quase sempre, pelas anotações de colegas como Alva Virginia e Cacilda que entendiam o meu trabalho e procuravam colaborar comigo.

Mas, no velho Tobias Barreto não tinha disso não. Costumava-se dizer que lá valia o slogan "papai pagou, passou". Podia até ser, mas comigo não funcionava. Eu tinha que estudar mesmo. A obrigação, porém, mais das vezes, era fator de alegria. Por exemplo: uma aula da professora Ofenisia Freire, de tão bem explicada, eram 50m de informações preciosas, era uma delicia de assistir. Aliás, menos de 50m, porque ela abria a aula, chamando um dos 30 alunos da classe para ler, em voz alta, um conto ou uma poesia.

Tive dois ótimos professores de matemática, e só lamento hoje a minha falta de interesse para com o assunto. Não tenho porém do que me queixar: professores Gesteira e Misael dominavam a ciência como poucos. Eu é que era relapso mesmo. O Professor Misael mal cumprimentava os alunos, fazia a chamada, voltava-se para o quadro e começava a decifrar equações complicadíssimas.

De repente, virava-se e mandava este ou aquele que estivesse em pé para fora. Fui o escolhido certa vez. Fiquei tão triste com isso que fui tomar satisfação com ele. "Professor, não era eu que estava a conversar". "Mas, era você que estava de pé"... Gostava, porém, das aulas de geografia do professor Thiers Gonçalves que, mesmo na sala de aula, não largava o inseparável cigarro. Será que, depois que se tornou juiz, ela fazia audiências também fumando? Outro que fumava à beça era o dr. Monteirinho, também professor de geografia. Usava uma piteira, da qual não largava nunca

Por essa época tive uns dois ou três professores que estavam se lixando para as conversas paralelas dos assuntos. Um deles ensinava história. De memória, ditava, com pontos e vírgulas, textos que estavam na sua memória. Memória prodigiosa. Não me recordo bem o nome dele, agora que digito esse texto. Eu, e meus colegas - principalmente o hoje drº Fedro Portugal e José Luiz, um gaúcho - prestávamos bastante atenção e ficávamos até impressionados com os detalhes e as minúcias que ele revelava. Outra ótima professora de história, talvez uma das melhores que tive no período, foi a professora Zamor. Ela hoje está com 102 anos. Viva ela, portanto.

Fedro era filho do professor Portugal, que nos ensinava inglês. Gordo ao extremo, o que tinha de gordura tinha de brincalhão. Mas era um dos melhores mestres que eu jamais tive. A convite dele, passei a acompanhar as aulas de língua estrangeira que ele ministrava nos domingos pela manhã, das 7h ao meio-dia - e meio-dia em ponto começava a última classe, de russo... - na sua própria residência. O que sei de francês e italiano devo a ele.

Não posso deixar de lembrar do professor de química, Caetano Quaranta. Torcedor doente do Sergipe, suas aulas eram um misto de química... e futebol. Os colegas torcedores do Confiança ficavam doentes, ter que agüentar aquela gozação de um torcedor do Sergipe. Caetano era também um amante de teatro. No TECES, o Teatro do Colégio Atheneu Sergipense, ele encenou várias peças, descobrindo em seus alunos talentos extraordinários para a arte cênica, como Francisco Varela e Washington Camillo.

O professor de Física era Esmeraldino Casali, cuja dicção me parecia diferente. Sei hoje que ele tinha a língua presa, mas na época a gente ficava intrigado. A professora Lindinalva (ou era Lindalva?) lecionava ciências e, algumas vezes, íamos para um quartinho onde ficavam os apetrechos de química e física, mais os de ciências naturais...

Simpatia e competência misturavam-se na figura do professor Sérgio, que nos ensinava desenho. Os colegas, porém, não gostavam das aulas de latim, ministradas pelo professor João Cajueiro. É que este não era de falar muito, mas exigia um bocado. Já o Padre Pedro era querido por todos. Aquela estória de declinações - a, ae, ae, am, a, a - era recitada por eles, a todo início de aula.Havia muito mais professores, evidentemente. Estes, porém, formavam a nata do Colégio Tobias Barreto, na época sob a direção do professor Alcebíades Vilas Boas.

*Ex-aluno do Tobias Barreto e da Faculdade Católica de Filosofia, jornalista da Gazeta de Sergipe, crítico de cinema e co-fundador do Jornal da Cidade.

Texto e imagem reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Biblioteca Clodomir Silva promove teatro e oficina de fantoches




Publicado originalmente no site da PMA, em 11/07/2017.

Biblioteca Clodomir Silva promove teatro e oficina de fantoches

Uma aula fora da escola. Esta é a proposta da Biblioteca Clodomir Silva, unidade da Funcaju, com o Projeto Hora do Conto. A edição especial de férias, além de contação de histórias contou também com teatro de fantoches e oficina, para as crianças fabricarem o seu próprio brinquedo e levarem de recordação. Na manhã desta terça-feira, 11, a biblioteca recebeu uma turma de educação infantil com alunos do 5º ao 6º ano da Escola Municipal João Batista Douglas de Souza, que fica no bairro Santa Maria, em Aracaju.

“É muito bom poder proporcionar para os nossos alunos a primeira oportunidade de conhecer uma biblioteca e estar participando das atividades. Isso incentiva ainda mais a leitura e a imaginação das crianças, e melhora o desempenho em sala de aula. É uma aula fora da escola e isso chama muito a atenção deles”, destacou a professora Anne Suzy.

O tema do teatro foi ambiental, já que o dia alusivo ao meio ambiente foi comemorado no início do mês. A ideia foi conscientizar as crianças a não jogar lixo no chão, não desperdiçar água e diversas outras situações de uma forma lúdica e criativa. “Fizemos uma atividade de conscientização com incentivo à leitura de uma forma criativa, para que as crianças possam aprender mais através da história contada. Também fizemos a oficina de fantoches e cada uma saiu daqui com o seu bonequinho para poder começar a contar suas histórias para a família e os amigos que não puderam vir”, ressaltou Fabiana Bispo, coordenadora da biblioteca. 

As crianças saíram da oficina bastante satisfeitas e já contando as horas para voltar à biblioteca e participar de mais atividades. “Gostei muito de aprender coisas novas e a criar o meu próprio fantoche. Já pedi à professora para virmos mais vezes, porque é muito bom estar aqui”, disse Gabriel Arcanjo, de 6 anos.

A Biblioteca Clodomir Silva fica localizada na rua Santa Catarina, nº 314, no bairro Siqueira Campos, e está aberta para receber as escolas com mais de 20 mil livros, gibiteca e cordelteca.  Para visitar e participar do Projeto Hora do Conto é necessário fazer um agendamento através do telefone (79) 3179-3742.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

terça-feira, 11 de julho de 2017

Amo promove bazar solidário nos dias 11 e 12 de julho

Os preços dos produtos variam de R$3 a R$50.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 11/07/2017.

Amo promove bazar solidário nesta terça-feira, 11

Os preços dos produtos variam de R$3 a R$50

A Associação dos Amigos da Oncologia (AMO) realiza bazar solidário nesta terça e quarta-feira, dias 11 e 12 de julho, com peças produzidas manualmente por voluntários. A exposição de produtos vai das 9 às 17h, na sede da associação, que está localizada na Rua Permínio de Souza, 270, no bairro Cirurgia.

Jogo americano, arranjo de flores, sacolas retornáveis, suporte para porta, porta chave e talher, porta papel higiênico, organizador de bolsas, pegador de panela e de geladeira são os principais produtos a serem colocados à venda.

O objetivo do bazar é arrecadar recursos financeiros com a comercialização dos produtos para auxiliar na manutenção dos serviços assistenciais e de saúde a pessoas carentes com câncer. Os preços estão super convidativos e vão de R$ 3 a R$ 50.

Todas as peças foram confeccionadas manualmente por um grupo de voluntárias da associação, que se dedicam às quartas-feiras, durante todo o ano, para produzir utensílios domésticos e artesanato nas oficinas de trabalhos manuais do projeto “Fazendo Arte”.

Fonte: Ascom AMO.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

'Biblioterapia' aborda efeitos terapêuticos da leitura

Biblioterapia” mostra como o mundo da leitura pode 
surtir efeitos terapêuticos para o ser humano.
Foto: Pixabay.

Clique na imagem para ampliar (Divulgação).

Publicado originalmente no site da Infonet, em 10/07/2017.

'Biblioterapia' aborda efeitos terapêuticos da leitura

Jornalista Carla Sousa vai ministrar oficina em Aracaju

Quem gosta de ler, sabe como o tempo gasto com a prática é importante. Inclusive, uma área de estudos recente, chamada de “biblioterapia” mostra como o mundo da leitura pode surtir efeitos terapêuticos para o ser humano.

De acordo com a jornalista e mestre em Ciência da Informação Carla Sousa, o estudos da terapia a partir das histórias é recente, mas a prática é milenar. “Muito antigamente as pessoas já se reuniam para contar histórias – e não só para entreter, mas também para falar coisas importantes sobre a vida e o ser humano”, explica.

O gosto de Carla pela leitura começou cedo: desde criança ela se perdia pelo universo dos livros que o pai tinha em casa. “Descobri que eles eram muito mais que livros. Eram verdadeiros professores e companheiros”, relembra. A influência na infância fez com que a jornalista se dedicasse a diversos programas de incentivo à leitura em Aracaju e depois partisse para um mestrado em Santa Catarina.

Oficina

No próximo dia 15 de julho, a mestre vai levar mais pessoas à prática da terapia literária através de uma oficina de 4h em parceria com a Associação dos Profissionais Bibliotecários e Documentalistas de Sergipe (APBDSE). “Os participantes poderão vivenciar na prática o que é a biblioterapia com foco em atividades em grupo porque acredito que não só a história é terapêutica, mas também o convívio com o outro”, reforça Carla.

A oficina é interdisciplinar e voltada para estudantes e profissionais das mais diversas áreas de conhecimento.

Por Jéssica França

Texto e imagens reproduzidas do site: infonet.com.br

Entrevista com o jovem escritor estanciano Diego Vinícius

Foto: Arquivo Pessoal.

Publicado originalmente no site Jornal da Cidade, em 10/07/2017.

“Apresento o amor como ele é”.

O estanciano Diego Vinícius é um jovem escritor, veterano em publicações, seja no mundo físico ou virtual, que encanta a cada verso, causa empatia a cada post e partilha sentimentos reais em papel e telas.

Por: Gilmara Costa/Equipe JC.
 
O estanciano Diego Vinícius é um jovem escritor, veterano em publicações, seja no mundo físico ou virtual, que encanta a cada verso, causa empatia a cada post e partilha sentimentos reais em papel e telas. Com dois livros lançados, intitulado ‘100 Poemas para uma pessoa só’ (2014) e Tão à Flor da Pele (2016), Diego Vinícius agora prepara o lançamento do terceiro, o ‘Te Fiz uma Oração de Amor’. Em fase de pré-venda, a publicação tem anseios de visitar o país, tendo em vista que em cada lugar se tem leitores de Diego. Sim, tem. Alinhado com o mundo virtual, Diego se fez ouvir através de perfis nas redes sociais, e hoje, no ig @escriotordiegovinicius tem mais de 400 mil seguidores, leitores de versos aconchegantes e despertadores de reflexões. Cotidianamente tem os posts compartilhados por outros tantos, que vão de escritores a quem se fez rainha das passarelas (vai lendo!). Ele afirma que ‘tem se surpreendido até hoje pelo alcance de suas publicações na Internet’, e num misto de orgulho e felicidade, se despe em palavras, conquistando leitores e admiradores. É com esse jovem escritor que o JORNAL DA CIDADE conversou e apresenta a entrevista neste final de semana. Leia inteira, siga Diego Vinícius e participe da campanha de pré-venda. Boa leitura!

JORNAL DA CIDADE - Quantas orações de amor têm nesse terceiro livro?

Diego Vinícius - O livro é uma coletânea de textos, e o termo oração de amor é uma invenção minha para qualificar um tipo de conteúdo e desvincular ao termo religioso que a maioria das pessoas conhecem. A intenção era criar mantras, embora os textos também representem outros segmentos, mas sempre baseados no amor. No total, são 210 páginas.

JC - E nelas, o que é ressaltada a cada linha traçada?

DV - Falo do amor em todos os seus aspectos. Apresento o amor como ele é, o mais humano possível.

JC - Com o foi o processo de seleção dos textos?

DV - Eu percebi através das curtidas e compartilhamentos que o público tinha preferência por um determinado conteúdo. A seleção foi baseada nisso, no que as pessoas desejam ouvir e precisam ouvir.

JC - A internet dá aquela contribuição na hora de definir o que vai fazer parte ou não da publicação?

DV - Sim, apesar de existir uma vaidade artística de fazer de acordo com a inspiração, procuro me direcionar pelo que a Internet guia. Os anseios do público são importantes para o sucesso das publicações.

JC - Com mais de 400 mil seguidores, tu se considera um escritor ‘bem visto e quisto’ nas redes sociais?

DV -  O carinho de tanta gente é motivacional para mim, embora já escrevia sem ter esse número expressivo, sinto que sim, tenho conquistado meu espaço, aos pouquinhos, no cenário nacional (ao menos online).

JC - A ideia de partilhar cotidianamente os escritos no instagram foi a maneira encontrada de se fazer ouvir?

DV - Sim, sou da época dos blogs, das comunidades do orkut, dos sites de poesia. Minha adolescência, quase toda, foi escrevendo na Internet.

JC - Qual ‘repost’ que já te surpreendeu?

DV - Fico feliz com cada “repost” e surpreso também -  seja de famosos e anônimos. Hoje em dia é mais comum encontrar um artista publicando um verso meu, porém, de todos, destaco dois: de Walcyr Carrasco, autor das novelas da Globo, e de Gisele Bündchen. Pela dimensão que os dois representam nacionalmente, não tem como não destacá-los.

JC - E quanto à campanha direta de pré-venda com os leitores, foi uma iniciativa válida? Porque não recorrer ao crowdfunding?

DV - Fiz a campanha de pré-venda ano passado também e foi um sucesso. Gosto dessa forma mais informal que é a pré-venda, pois converso com cada um dos meus futuros leitores, apesar do trabalho, me sinto mais ligado a eles. As famosas vaquinhas da Internet funcionam, talvez melhor do que a pré-venda, porém você não tem esse diálogo direto com o contribuinte, além de ter intermédio de terceiros ligados aos sites. Talvez no próximo eu utilize esses sites de arrecadação coletiva por conta da demanda e facilidade, mas como ainda consigo atender a todos, optei pela pré-venda.

JC - Há possibilidade de prorrogação da campanha. Já está prevista para encerrar no próximo dia 10?

DV - As promoções que fiz terminam dia 10 de julho, porém as pessoas ainda poderão contribuir na pré-venda até o fim desse mês, data marcada para o lançamento do livro.

JC - Qual a previsão do lançamento e há a pretensão de um encontro físico com os leitores?

DV - O lançamento está previsto para a última semana de julho. Farei uma noite de autógrafos em Estância, na segunda ou terceira semana de agosto. Tenho planos e convites para visitar algumas capitais do Brasil, provavelmente irei em algumas aqui do Nordeste inicialmente, e, quem sabe no futuro, ao Sudeste e Sul também, pois lá tenho a maior parte do meu público, chegando a ser bem superior ao que tenho aqui no Nordeste.

Texto e imagem reproduzidos do site: jornaldacidade.net