sábado, 10 de dezembro de 2016

Mirante da 13 de Julho realiza oficina de Turbantes

Foto: Divulgação.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 01/12/2016.

Mirante da 13 de Julho realiza oficina de Turbantes
A oficina é aberta ao público e terá inicio às 10h

Lançada no dia 10 de novembro, no Mirante da 13 de Julho, a exposição intitulada “A África está em nós” ficará aberta para visitação até o dia 7 de dezembro. Dentro da programação de atividades, será realizada no próximo sábado, 3, uma oficina de Turbantes, ministrada pelo grupo Por Mais Turbantes nas Ruas em parceria com o Ateliê Belecar, que faz parte da mostra.

A oficina é aberta ao público e terá inicio às 10h no Mirante da 13 de Julho. Para participar basta ir até a unidade no horário da atividade. Mais informações através do telefone 3179-2192.

Serviço:

Oficina de Turbantes
Horário: 10h
Local: Mirante da 13 de Julho

Fonte: Funcaju.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/noticias/cultura

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Cortejo de Santa Bárbara promove sincretismo religioso

Foto ilustrativa: Arquivo Portal Infonet.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 29/11/2016.

Cortejo de Santa Bárbara promove sincretismo religioso
Evento ocorre no próximo domingo, 4, às 9h

No próximo domingo, 04 de dezembro, acontece a 8a. edição do “Cortejo de Santa Bárbara: Prova de Fogo”, uma manifestação cultural e religiosa, realizada anualmente como forma de celebrar o sincretismo religioso e promover o encontro ecumênico entre católicos e praticantes de religiões de matriz africana.

Em outubro deste ano, o cortejo passou a fazer parte do Calendário Oficial Cultural do Estado de Sergipe, por meio da Lei 8.146, de autoria da deputada estadual Ana Lúcia.

Acompanhado pelo grupo percussivo e de Dança Afro da Associação Luz do Oriente, o cortejo terá início às 9h. A concentração será na sede da Associação Luz do Oriente, localizada na Rua Marcelino Procópio da Silva, 306, no Bairro Industrial, próximo ao Parque da Cidade. A caminhada segue pelo Mercado Central de Aracaju e se encerra em frente a sede do Corpo de Bombeiros de Sergipe, na Rua Siriri, 762, Centro.

Além do caráter religioso, o tradicional cortejo tem o objetivo de sensibilizar a população para a necessidade de se promover a liberdade de credos e o respeito às religiões de matriz africana. A realização é da Associação Luz do Oriente junto com o “Ilê Yátassytaoo Ifá Enibalé”.

Santa Bárbara e Iansã

No sincretismo religioso, Santa Bárbara é a Orixá Iansã, cultuada nas religiões de matriz africana. Considerada a Orixá dos ventos, dos raios e tempestades, Iansã também comanda os espírito dos mortos. Já para a população de origem católica, Santa Bárbara é a padroeira dos bombeiros e dos feirantes.

Fonte: Ascom Parlamentar.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/noticias/cultura

Turismo em Sergipe




Fotos: Arquivo ASN.
Reproduzidas do site: faxaju.com.br

Tapioca nordestina tem sabor de bons negócios em Sergipe

 Imagem reproduzida do site: turismosergipe.net

Festa de ex-alunos do Atheneu - dia 3 de dezembro de 2016

Fotos: Divulgação.

Publicado originalmente no Portal Infonet, em 01/12/2016.

Festa de ex-alunos do Atheneu ocorre no dia 3 desse mês
Evento será no Iate Clube de Aracaju às 17h

Reencontrar os amigos do tempo do colégio e reviver a saudosa época da escola, além de reafirmar os sentimentos de orgulho e reconhecimento pela importância dos professores para a formação profissional e moral são os objetivos do Reencontro dos ex-alunos do Colégio Atheneu Sergipense. O evento que acontece desde o ano 2000 promove a interação entre antigos alunos da escola, bem como novos estudantes. Esse ano com o tema “Volta às aulas”, o reencontro chega a sua 18ª edição e acontecerá no dia 03 de dezembro, no Iate Clube de Aracaju, a partir das 17h. Entre as atrações dessa edição está a Banda Marcial dos Ex-alunos e show com a Orquestra Celebration de Maceió.

Sem fins lucrativos o evento organizado pelo movimento dos ex-alunos do Atheneu busca única e exclusivamente proporcionar momentos inesquecíveis de alegria e recordação das lembranças, com a satisfação de manter viva e acesa a memória de um colégio que contribuiu significativamente de forma positiva para a formação de muitos sergipanos. Como afirma a comissão organizadora do evento. “A gente se reúne para reviver os tempos da escola, são várias histórias, lembranças, risadas, tem gente que vem de diferentes lugares para estar junto vivendo esse momento todos os anos, é um momento singular que mis tura confraternizaçã ;o, alegria, nostalgia e celebra as amizades construídas na beleza da fase da adolescência”, afirmam.

Ingressos e Doações

Os ingressos estarão disponíveis até o dia do evento, no valor de R$ 130 + 1kg de alimento não perecível (Mesa 4 pessoas) e R$ 30 + 1kg de alimento não perecível (individual). Todos os produtos arrecadados serão doados para Associação dos Amigos da Oncologia em Sergipe (AMO). O evento anual é uma realização do Movimento dos Ex-Alunos do Atheneu Sergipense.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/noticias/cultura

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Crítica ao "Oxente! Essa é a nossa gente"


Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 28/09/2004.

"Oxente! Essa é a nossa gente".

O médico humanista, o garçom boa-praça, o engraxate confiável, o padre contestador, o intelectual comunista que virou cristão, o empresário folclórico, a prostituta que era odiada pelas damas e amada pelos esposos destas. Estas são alguns dos 85 personagens que desfilam, sem cerimônia, pelas 518 páginas do livro “Oxente! Essa é a nossa gente” que o jornalista Osmário Santos estará lançando, às 20 horas desta sexta-feira, no Clube do Banese. “Os homens e mulheres que figuram nesse novo livro de Osmário ocupam, na memória sergipana, lugares especiais, por conta do modo como viveram ou vivem”, escreve em seu prefácio o jornalista e pesquisador Luiz Antônio Barreto.

E Luiz Antônio Barreto prossegue afirmando que o leitor terá uma agradável surpresa ao folhear e ao consultar o novo livro de Osmário Santos “e apreenderá, de forma simples, com quantos sergipanos se faz uma cultura”. Já o diretor de redação do Jornal da Cidade, Marcos Cardoso, revela que o autor “é o Armindo Guaraná do nosso tempo, com a vantagem de que sua obra dispensa o cunho elitista do Dicionário Bio-Bibliográfico Sergipano”. Responsável pela apresentação da orelha do livro, Cardoso prossegue afirmando que os personagens de “Oxente! Essa é a nossa gente”, “por esses desígnios inexplicáveis da vida, meio sem querer, tornaram-se, cada um no seu ramo de atividade, figuras emblemáticas de Aracaju”.

E por que Osmário resolveu enveredar pela literatura? Ele explica que decidiu publicar os dois livros para que o seu trabalho de jornalista memorialista não ficasse somente nas páginas do jornal, “para garantia das gerações futuras e facilidade de pesquisadores e estudantes”. Luiz Antônio Barreto concorda: “Os livros de Osmário, bem preparados, mantendo informações substanciosas, são singulares, únicos e estão destinados a cumprir um papel referencial igualmente destacado”, elogia. Barreto continua afirmando que “tudo começa com a escolha das personalidades entrevistadas, espécie de calçada da fama, ditada pelo prestígio de cada um, no seu ambiente de convivência”.

RECEITA DE SUCESSO - Assim como o primeiro livro de Osmário Santos, “Memórias de Políticos do Século XX em Sergipe (824 páginas)”, a obra é fruto das inúmeras entrevistas produzidas pelo autor para a página dominical do Jornal da Cidade. “É um trabalho jornalístico que quebra a frieza do texto puramente noticioso por conta do relato da história dos entrevistados, que, diante das perguntas e provocações, revelam espontaneamente os fatos mais interessantes de suas vidas, alguns deles até desconhecidos da própria família”, afirma o autor como se estivesse ensinando parte da fórmula do sucesso da página que produz ininterruptamente há 15 anos.

Osmário precisou de muito mais para tornar a página dominical do Jornal da Cidade uma leitura obrigatória. Não é para qualquer um arrancar segredos de políticos tradicionais com a mesma facilidade de quem refresca a memória de octagenários que nunca se imaginaram diante de um gravador. Conquistada a confiança para remexer no baú do passado alheio, o autor precisou de muita paciência e sutileza para “enxugar” a longa conversa e, naturalmente, todo o cuidado do mundo para entrar, sem invadir, a intimidade do entrevistado. São necessários, portanto, muitos anos de estrada e sensibilidade aguçada para juntar estes e outros condimentos e não estragar a receita. Convenhamos, Osmário conseguiu.

Por Adiberto de Souza.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/noticias/cultura

O que diz a crítica sobre o livro “Oxente! Essa é a nossa gente”

Foto reproduzida do site: infonet.com.br

Publicado no site Osmário Santos, em 16/10/2004.

O que diz a crítica sobre o livro “Oxente! Essa é a nossa gente”.

(...) Comentários da crítica sobre o livro do jornalista Osmário Santos, que ao longo de 15 anos vem trabalhando na organização da memória sergipana...
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Um novo livro de biografias.
Por Luiz Antonio Barreto.

Osmário Santos, autor do livro Memórias de Políticos de Sergipe no Século XX (Aracaju: UFSE/Fundação Oviêdo Teixeira/Banese, 2002), organizado com a colaboração do professor Afonso Nascimento, repete o feito de retirar das páginas domingueiras do JORNAL DA CIDADE os textos que emolduram biografias sergipanas. Não há mesmo como não comparar um e outro livros. “Oxente! Essa é a nossa gente”, de 450 páginas, 71 nomes, não tendo a pretensão de ser um dicionário de memórias, ao final complementa o livro anterior, ampliando não apenas as 123 biografias, distribuídas em 824 páginas, mas a visão do Estado e especialmente da vida política e social de Aracaju.

Um livro sobre ou de políticos é sempre alguma coisa pesada e medida, rebuscada para deixar a melhor das impressões, como uma exigência comportamental, perante um leitorado que julga, aplaude e vota. Já um livro de pessoas simples, flagradas em seu cotidiano e urdidas em suas histórias de vida, é outra coisa, mais livre, límpida, sincera.

Os jornais são fontes preciosas de documentos, sempre fornecendo dados, fatos, opiniões, perfis, que podem servir de roteiro ao conhecimento ampliado da realidade. O dia-a-dia do jornal nas mãos dos leitores encobre essa função profunda, exclusiva, que a imprensa desempenha ao fixar na memória social as suas páginas, e notadamente as suas colunas. Osmário Santos fez da sua página semanal um amplo registro e agora seleciona, organiza e oferece, de uma só vez, o produto de anos de trabalho.

Os livros de Osmário Santos, bem preparados, mantendo informações substanciosas, construídas através dos depoimentos tomados e gravados, são singulares, únicos e estão destinados a cumprir, no futuro bem próximo, um papel referencial igualmente destacado. Tudo começa com a escolha das personalidades entrevistadas, espécie de calçada da fama, ditada pelo prestígio de cada um, no seu ambiente de convivência. Depois, a edição, limitada ao espaço de uma página, deixando aparas e sobras que passam desapercebidas do leitor comum. Por fim, depois de anos nas estantes das bibliotecas, quase sem consulta, eles ganham nova vida nas páginas dos livros, onde vão recircular.

A fórmula de Osmário Santos deu certo. Tanto ele já produziu um número gigantesco de horas gravadas, com centenas de pessoas, como soube selecionar dois conjuntos de personagens, primeiro os do mundo da política, agora os dos vários segmentos sociais, apanhados como se fossem tipos populares, sem aquela conotação de pessoas excêntricas, portadoras de singularidades.

Os homens e mulheres que figuram em “Oxente! Essa é a nossa gente” ocupam, na memória sergipana, lugares especiais, por conta do modo como viveram ou vivem. São pessoas das mais variadas profissões e condição social, alguns dos quais marginalizados pelas suas opções de vida, e que engrossam os grupos que dão calor e ritmo ao viver sergipano. Explorando particularidades, Osmário Santos produz a oportunidade de revelar, integralmente, pessoas que nem sempre o tempo glorifica.

O leitor terá uma agradável surpresa ao folhear e a consultar “Oxente! Essa é a nossa gente” e aprenderá, de forma simples, com quantos sergipanos se faz uma cultura. E terá, ainda, a certeza de que os jornais guardam tesouros em suas páginas, como as entrevistas de Osmário Santos. Uma riqueza agora partilhada, como exercício jornalístico da melhor validade.

O livro de Osmário Santos repete a fórmula de transpor textos das páginas de jornais para as páginas do livro, como a verter jornalismo em literatura, combinação que tem dado muito certo no Brasil. São poucos os intelectuais, fora da academia, que não exercem papéis de cronistas, críticos, articulistas, nos jornais e revistas nacionais. Basta conferir entre os imortais da Academia Brasileira de Letras aqueles que, como Antonio Calado, Arnaldo Neskier, Murilo Melo Filho, têm uma militância na imprensa. Outros, como Austregésilo de Ataide, Carlos Castelo Branco, Roberto Marinho, que já morreram, elevaram o texto diário às mais altas ressonâncias da escritura literária.
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Dois olhos muito acesos.
Por Araripe Coutinho.

Dois olhos muito acesos e “Oxente! Essa é a nossa gente”. A forma desproposital com que Osmário Santos, jornalista, professor e quase multimídia, desenvolve seus personagens no livro recém-lançado pela Ós Editora, envolvendo vultos sergipanos vivos e alguns de recente e saudosa lembrança, é um trabalho de fôlego, colhido em 15 anos de trabalho quase insano deste que é o jornalista que mais contribui, hoje, para a nossa memória biográfica.

Carente e pobre de biografias, as pessoas importantes para a cidade, para a sua identidade cultural ou sociológica, são enfocadas no livro “Oxente! Essa é a nossa gente”. Mais que um resultado dos anos de publicação no JORNAL DA CIDADE, o livro é um atestado vivo da existência de um povo multifacetado, interessante, comovente e, sobretudo, ímpar. As histórias de vida vão se revelando num mosaico vivo, com fatos interessantes, prosaicos e às vezes surpreendentemente reveladores.

A existência em Aracaju de personagens tão únicos faz do leitor uma presa do livro de Osmário Santos. “Oxente! Essa é a nossa gente” traduz bem o espírito do autor, descompromissado com chavões rebuscados e interessado apenas em revelar o propósito da obra, que é trazer à luz a existência de personagens, figuras ilustres, anônimas ou mesmo folclóricas de uma sociedade que vai se esvaindo a cada dia, e perdendo os seus referenciais humanos. “Oxente! Essa é a nossa gente” usa um termo de linguagem nordestina, “oxente”, para exatamente chamar a atenção do leitor para a sua identidade, quer no falar, no andar ou mesmo no existir numa sociedade aracajuana dos anos 40 aos nossos tempos atuais.

Osmário Santos, que assina uma página diária no JORNAL DA CIDADE, presta assessorias e mantém um site, é um jornalista incomum. Ansioso, apaixonado pelo seu ofício, ele busca os seus personagens, que ele prefere chamar de vultos sergipanos, quase que aleatoriamente e aí aperta o play e dá a redação daquele que terá a sua vida esmiuçada e traduzida para o público. Conta o autor que fez uma de suas entrevistas no hospital. Como a família achava que o doente precisava de descanso, ele voltava e voltava de novo, até conseguir por completo a sua entrevista. É claro que Osmário também é um coadjuvante de todas essas histórias.

A cultura de um povo se mostra pela diversidade que ele produz. No “Oxente! Essa é a nossa gente” este retrato é revelado. Mesmo as pessoas discriminadas, marginalizadas, que não vivem de acordo com o preestabelecido pela sociedade, estão no livro, e é esta a riqueza maior do volume de 525 páginas, ilustrado pelo artista plástico José Fernandes. Riqueza esta que não está na conta bancária, termômetro usado pelo sul para compendiar pessoas em livros, mas no valor histórico de cada pessoa, indistintamente. Este, talvez, seja o maior mérito do autor.

Além do aparecimento de nomes que aparentemente vivem esquecidos da vida cultural sergipana, “Oxente! Essa é a nossa gente” revela no decorrer da narrativa também mágoas, nomes, vitórias e fatos prosaicos da vida dos enfocados.

Antonio Gonçalves, o popular Feola, “foi jogador, técnico e dono de time de futebol. Uma figura das mais conhecidas da cidade das mais reverenciadas no calçadão da João Pessoa...”, Caio: o engraxate modelo de Aracaju, “com a magia da sua cadeira de engraxar, seu Caio, como é chamado por todos, é o engraxate modelo de Aracaju. São 60 anos de profissão. Seu ponto é na rua Laranjeiras, quase na esquina com a rua Itabaianinha...”. Candelária: uma vida de luta e martírio, “afastada da prostituição há 21 anos, vivendo com seus quatro filhos e criando mais um, que foi abandonado na porta de sua casa, Candelária é hoje uma outra mulher...”; Ciganinha abre o jogo sobre a sua e outras vidas: “Muito já se falou da condição de vida das mulheres que se envolvem ou são envolvidas com a difícil vida fácil...”. E por aí vai, Djalma Borboleta, Cleomar Brandi, Dom Altamiro, Domingo Félix, dona Ana, a lavadeira, dona Carlota, dona Finha, dona Hildete Falcão, padre Enaldo, Erotildes Araújo, Eurico Luiz, Eurípedes, Expedita, a filha de Lampião, Galego, Geraldão, Ginaldo, Herílio Alves, Hilton Lopes, Ilma Fontes, Ildete Nabuco Teixeira, Jácome Góes, J. Inácio, João da Cruz, João de Barros, João do Alho, José Eugênio de Jesus, José Orico, José Ramos, Josias Passos, Juca Beato, Lídio da Cocada, Lisboa, Luiz Adelmo, Manequito, Manoel D’Almeida Filho, Manoel Felizardo, Maria Feliciana, Mário, o bedel do Tobias, Mãe Marizete, Mestre Euclides, Nestor Braz, Orlando Machado, Osório de Matos, Osvaldo Tavares, Padre Pedro, Pinga, Popó, Ribeiro, Rita Peixe, Roberto Tunes, Rubens Chaves, Sapatão, Sargento José Luiz, Seu Álvaro, Seu Jonas, Seu Oscar, Seu Osvaldo, Seu Ribeiro, Silvio Santos, Sobó do Iate, Thenisson Araújo, Tia Rute, Tote Ajeitando, Tonho do Mira, Toni Chocolate, Tuca, Ursino Ramos, Valadão, Wellington Elias, Wilson Silva, Zamor, Zé de Raul, Zé Peixe, Zelito Machado. “Oxente! Essa é a nossa Gente”, o barbeiro de gente famosa, o engraxate mais antigo, o padre caridoso, o bon vivant da década de 60, o Chiquinho Scarpa Roberto Tunes, a lavadeira que hoje mora numa cobertura no Jardins, a mais fervorosa torcedora de futebol, o carnavalesco advogado e o colunista social mais antigo de Sergipe, todos estes são personagens que fazem ou fizeram a nossa história.

Como a vida é uma paixão inútil, no dizer de Sartre, estes radiografados por Osmário Santos têm seus 15 minutos de fama, que na verdade tornam-se atemporais, vítimas ou culpados, alegres ou tristes, donos de matizes únicos que só um espelho multifacetado de um sociedade plural consegue construir e os olhos bem acesos de um Osmário pode, em boa hora, imortalizar.
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Nossa Gente.
Por Gilfrancisco.

Quem é o jornalista? Michel Foucault (1926-1984), o filósofo da loucura universal, em conferência, na Bahia, a 3 de novembro de 1976, definiu assim: “O jornalista é o filósofo do século XX. Cada época tem as forças de filosofia que é capaz de produzir. Na nossa época, a filosofia voltou-se para aquilo que somos, a direção que seguimos e a que não devemos tomar. E isso é jornalismo”.

O jornalista é um semeador de amanhãs, explora terrenos moralmente ambíguos em que se movem os indivíduos sobre os quais escrevem, pela sensação de se poder ser testemunha ocular da história e do tempo. Porque a história ocorre sempre na “rua”, nunca numa redação de jornal. Ou seja, o jornalista planta o instante no chão cotidiano, porque o futuro é a própria história. Osmário Santos é um profissional do amanhã e por isso exige-se muito mais de transpiração do que inspiração.

O recém-lançado livro “Oxente! Essa é a nossa gente”, do colega Osmário Santos, aborda pessoas que fizeram ou fazem cotidianamente a história da cidade de Aracaju. O livro de grandes e memoráveis surpresas trata da “nossa gente”, gente sergipana de nascimento e de adoção, temática por excelência de sua vida harmoniosa, fecunda e intensa.

Osmário Santos é um jornalista memorialista, que tem a capacidade de extrapolar os limites de suas páginas dominicais, com uma espontaneidade, uma naturalidade, uma sagacidade de servir de exemplo aos novos profissionais. Sabe ser fiel à sua verdadeira inclinação, embora nem sempre consiga conter a força diabólica da irreverência.

Jornalista que possui vocação traz consigo uma trajetória de sucesso. Ós, como é carinhosamente chamado pelos colegas de redação e amigos, gosta de falar, de conversar, de provocar debates porque sente a necessidade impiedosa de comunicação oral. Porém emprega a forma escrita para expressar seu pensamento. “Oxente! Essa é a nossa gente” é o segundo volume de uma trilogia (Memórias de Políticos do Século XX em Sergipe, 824 páginas, 2002) do rico acervo das suas entrevistas realizadas nessas duas décadas.

É o que acontece com esse conjunto de retratos aracajuanos – entendidos como “vultos populares” por Marcos Cardoso. Não importa que cada um dos seus 85 retratos ou entrevistas já tenham vindo a público isoladamente, quando foram publicados nas páginas dominicais do JORNAL DA CIDADE. O fato é que ao aparecerem agora reunidas formam um todo. É um livro com suas 525 páginas repletas de curiosidades, ricamente ilustradas pelo renomado artista plástico lagartense José Fernandes, aba assinada pelo diretor de Redação do JORNAL DA CIDADE, Marcos Cardoso, e prefaciado pelo jornalista e escritor Luiz Antonio Barreto e teve patrocínio do Banese, dentro da programação dos seus 40 anos. “Oxente! Essa é a nossa gente” finalmente chega às mãos da comunidade de onde se origina e para onde, de direito, deve voltar, para ensinar a todos nós, profissionais e leitores.

Essa publicação é apenas mais uma conquista na carreira do jornalista Osmário Santos, ou como costuma dizer: “Que a vida é um eterno aprender e desaprender”, e demonstra sua disposição em continuar surpreendendo e emocionando seus leitores. É fruto da sua incansável busca pela simplicidade, algo muito difícil de atingir, segundo ele próprio.

Esses relatos, sem dúvida, compõem uma significativa parcela da história de Sergipe, um trabalho que resgata nossa “memória cultural” e, de certa forma, é uma grande contribuição aos estudos antropológicos da cultura sergipana, onde estão presentes vários tipos humanos: médicos, jornalistas, garçons, políticos, padres, engraxates, empresários, boêmios, radialistas, esportistas, dentre outros.

O livro é um grande caldeirão antropofágico, que suscita um repensar de determinados problemas relativos aos estudos já realizados sobre a historiografia sergipana. “Oxente!...” é mais uma fonte de pesquisa, mais uma referência para estudiosos carentes de informação substanciosas. É leitura obrigatória e pode ser encontrado nas melhores livrarias da cidade.

Para encerrar a conversa, parafraseando o saudoso amigo Jorge Amado, Sergipe são todos aqueles que conduzem pelo mundo afora a flama do humanismo que o marca e o define.
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Ilustres vultos populares.
Por Marcos Cardoso.

O médico humanista, o garçom boa-praça, o engraxate confiável, o padre contestador, o intelectual comunista que virou cristão, o empresário folclórico, a prostituta que era odiada pelas damas e amada pelos esposos destas. O que essas pessoas têm em comum além de comporem a trama de uma mesma sociedade, no caso, de Aracaju? É que todas, por esses desígnios inexplicáveis da vida, meio sem querer, tornaram-se, cada uma no seu ramo de atividade, figuras emblemáticas desta cidade. São vultos populares da sociedade aracajuana na segunda metade do século XX.

Osmário Santos, um dos principais nomes do colunismo de variedades de Sergipe — para não dizer o maior deles —, é jornalista possuidor de um senso de oportunidade rara. Daí saber ampliar seus interesses — com seriedade e ética — a outros campos, como o da mídia eletrônica e ao editorial. Assim, na Internet e nos livros, reverbera a voz que tem no JORNAL DA CIDADE, aonde milita há um par de décadas.

O jornalismo memorialista que produz semanalmente naquele que é o principal jornal diário sergipano cresceu em importância quando publicou, há dois anos, o livro “Memórias de Políticos de Sergipe no Século XX”. Com este “Oxente! Essa é a nossa gente”, reservada aos vultos populares, consolida seu obstinado trabalho de pesquisa.

Obstinada porque, além de perseverante, Osmário é relutante, teimoso e até birrento. Persegue um objetivo e não pára até consegui-lo. Mas não tem veleidades acadêmicas, pois é jornalista acima de tudo, um caçador de novidades — e não um caçador de relíquias. Ele é o Armindo Guaraná do nosso tempo, com a vantagem de que sua obra dispensa o cunho elitista do “Dicionário Bio-Bibliográfico Sergipano”, publicado no início do século passado.

A expressão vultos populares, usada aqui, insinua alguma contradição, porque se vulto designa a pessoa importante, aquele de alguma notabilidade, contrapõe-se ao popular, que é próprio do ou agradável ao povo, que tem as simpatias dele, sem ser vulgar ou ordinário. Mas a combinação do substantivo com o adjetivo dá uma noção mais precisa sobre quem é ou torna-se popular a partir ou apesar da sua importância social. Daí porque preferi classificar os personagens deste livro de vultos populares.

Para ampliar as qualidades que os distinguem, acrescentei outro adjetivo, ilustre, que tanto pode significar célebre, nobre ou esclarecido. E, de alguma forma, todos os que freqüentam este novo livro de Osmário Santos têm algo de nobre sem deixar de ser simpático ao povo, de célebre sem ser ordinário, de esclarecido, sendo ao mesmo tempo agradável.

Texto reproduzido do site: osmario.com.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

FPI descobre novo sítio arqueológico em Gararu

Foto: Divulgação/MPF/SE.

Publicado originalmente pelo site G1/SE., em 24/11/2016.

FPI descobre novo sítio arqueológico em Gararu.
Visita constatou algo inédito para a região.
Drone sobrevoou a área e registrou imagens.

Do G1 SE.

O Ministério Público Federal em Sergipe divulgou, nesta quinta-feira (24), que em visita ao sítio fossilífero Fazenda Elefante, localizado no município sergipano de Gararu, onde foram registradas ocorrências de ossos fossilizados de fauna extinta há 10 mil anos, a equipe de Patrimônio Cultural e Comunidades Tradicionais da Fiscalização Preventiva Integrada do São Francisco da Tríplice Divisa (FPI) do São Francisco revelou que estudos prévios já relataram a presença de duas espécies de preguiças terrestres, uma delas gigante (com mais de 3 metros de altura), tatus gigantes, tigres dente de sabre, uma espécie extinta de elefante chamada de estegomastodonte, camelídeos e equídeos, entre outros mamíferos extintos de grande porte.

Ainda durante os trabalhos da FPI, foi identificado um nível sedimentar com ocorrência ‘in situ’ de fósseis, o que permitirá entender sob qual ambiente foram depositados e quais processos pós-morte atuaram nestes elementos.

Nessa visita, constatou-se algo inédito para a região, um sítio arqueológico dentro da mesma área na qual principalmente sítio paleontológico. Entre os artefatos arqueológicos foram observadas principalmente peças líticos, que são artefatos de pedra trabalhadas pelos homens da antiguidade. O reconhecimento de sítios com materiais tão distintos só foi possível com o trabalho conjunto de paleontólogos e arqueólogos da equipe de Fiscalização Preventiva Integrada de Sergipe.

Para se compreender melhor toda a complexidade deste sítio, a equipe do FPI contou ainda com a utilização de um drone, que sobrevoou a área e registrou imagens aéreas possibilitando a determinação e reconhecimento de toda a área do sítio.

O registro e cadastro do novo sítio arqueológico no banco nacional de sítios arqueológicos foi realizado, para que, então, se possa proceder com os projetos de resgate, pesquisa e preservação deste patrimônio natural e cultural.

A equipe de Patrimônio Cultural e Comunidades Tradicionais é composto pelos órgãos: Iphan/SE; Secult/PDHAC; Incra; PRF; UFS/MAX; Corpo de Bombeiros; FCP.

Mais de 400 profissionais - Estão participando da Fiscalização Preventiva Integrada do São Francisco da Tríplice Divisa (FPI) mais de 400 profissionais que envolve os estados de Sergipe, Bahia e Alagoas. Em Sergipe, a FPI tem a participação de 32 entidades, entre elas órgãos federais e estaduais, e instituições da sociedade civil, sob a Coordenação Geral do Ministério Público Estadual e Federal, promotora de Justiça Allana Rachel Monteiro e procuradora da República Lívia Tinôco, com o apoio do CBHSF.

Esta é a segunda etapa da FPI do São Francisco em Sergipe, porém, é a primeira de grande porte, já que dessa vez conta com 12 equipes em campo: saneamento (resíduos sólidos/esgotamento sanitário/ abastecimento de água) mineração e cerâmica; fauna; flora; espeleologia; aquática; abate clandestino; patrimônio cultural; comunidades tradicionais; gestão ambiental; agrotóxicos; e apoio e inteligência.

*Com informações do MPF/SE.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1.globo.com/se/sergipe

domingo, 4 de dezembro de 2016

Quirino: A Cabine do Tempo, na Rua Geru, em Aracaju


Fotos: Miss Check-In/Anna Guimarães.

Miss Check-In | Por Anna Guimarães, em 7 de janeiro de 2016

Quirino: A Cabine do Tempo na Rua Geru - Aracaju. 
Por Anna Guimarães | Miss Check-in.

No caminho para o centro da cidade, na quadra desenhada pelo encontro das ruas Geru com Lagarto, uma portinha simplória, aberta há mais de 40 anos, toca músicas antigas em alto volume.

Seguindo a trilha sonora – que vai de Altemar Dutra a Blitz – fui magneticamente atraída pela atmosfera dos anos 80 espalhada entre vinis e fitas, tocando histórias guardadas na minha memória afetiva. Descobri, então, meu lugar preferido nas manhãs de sábado: o banquinho da paciência na Loja do Quirino.

Passo horas nesse banquinho procurando vinis antigos. Assim como passava horas viajando nos vinis do meu pai, fascinada com as imagens dos encartes.

Com o tempo, os vinis foram embora e o chiadinho das músicas da minha infância ficou esquecido naquele cantinho de saudade onde guardamos os pequenos e saborosos detalhes do começo das nossas vidas.

A loja do Quirino trouxe tudo de volta. A R$1,00 – a fita cassete ou vinil – com R$20,00 fui de ‘É proibido fumar’ (1964) até o hit do Menudo, ‘Não se reprima’ (1984).

O comércio compra e vende discos e fitas. Os discos velhos, aqueles que a ‘mãe’ não quer mais ou o ‘pai’ quase joga fora? Leva no Quirino que ele compra. Como resultado dessa ‘troca’, várias histórias vão se amontoando no meio dos LPs, em rabiscos de afeto nas dedicatórias que acompanham os discos

E as capas e encartes continuam sendo uma viagem, retratos das gerações embaladas por aquela meia dúzia de faixas em cada lado do disco.

O Quirino é um alagoano de Penedo que começou a trabalhar aos 10 anos, caçando passarinhos.  Conta com orgulho que é bisneto de escravos, citando que sua avó, Marcelina, foi agraciada pela Lei do Frente Livre(1871). Sorriso largo e uma disposição invejável, dessas pessoas cheias de vida.

Eu saio de lá sempre uns quarenta anos mais pesada… Feliz da vida. Uma vermelhinha aqui em casa não abre mão dos meus achados na cabine do tempo do Seu Quirino.

Endereço: Rua Geru, n° 345, no trecho entre as ruas Lagarto e Capela.

Texto e foto reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br

Praça Assis Chateaubriand, a popular Praça do Galego, em Aracaju

Foto: Google Maps/Google Earth

Publicado originalmente no site Expressão Sergipana, em 11 10/2016.

Senta que lá vem história, por Osvaldo Ferreira Neto.

Praça Assis Chateaubriand, a popular Praça do Galego.
Por Osvaldo Ferreira Neto.

A Praça Assis Chateaubriand é uma praça muito conhecida pelos aracajuanos, mas não por sua toponímia correta e sim pelas populares. A praça tem vários nomes populares: Praça do “Haiti”, por ter uma loja famosa de vestidos de noivas nas proximidades com o nome do país caribenho; Praça do “English Planet”, por nela localizar a escola de inglês citada; Praça do “Açaí Aju”, por nela ficar um estabelecimento de lanches e açaí na tigela famoso em nossa capital. Porém, o mais famoso termo para o logradouro é a Praça do “Galego”, pois há mais de 15 anos existe uma famosa lanchonete de Aracaju, o Galego Lanches, que é conhecido por todos e todas por seu molho saboroso, seus sanduíches  e o atendimentos até altas horas da madruga, matando a fome de inúmeros festeiros de nossa cidade, principalmente nos grandes eventos de nossa terra. Mas o nome correto é Praça Assis Chateaubriand. Quem foi Assis Chateaubriand? E por que esse nome?

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello, mais conhecido como Assis Chateaubriand ou Chatô, nasceu em Umbuzeiro-PB., em 4 de outubro de 1892, foi um jornalista, empresário, mecenas e político, destacando-se como um dos homens públicos mais influentes do Brasil nas décadas de 1940 e 1960. Foi também advogado, professor de direito, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras.

Chateaubriand foi um magnata das comunicações no Brasil entre o final dos anos 1930 e início dos anos 1960, dono dos Diários Associados, que foi o maior conglomerado de mídia da América Latina, que em seu auge contou com mais de cem jornais, emissoras de rádio e TV, revistas e agência telegráfica. Ele foi o primeiro monopolizar a mídia do nosso Brasil. Também é conhecido como o cocriador e fundador, em 1947, do Museu de Arte de São Paulo (MASP), junto com Pietro Maria Bardi, e ainda como o responsável pela chegada da televisão ao Brasil, inaugurando em 1950 a primeira emissora de TV do país, a TV Tupi.

Foi Senador da República entre 1952 e 1957. Uma figura polêmica e controversa, odiado e temido, Chateaubriand já foi chamado de “Cidadão Kane” brasileiro, e acusado de falta de ética por supostamente chantagear empresas que não anunciavam em seus veículos e por supostamente insultar empresários com mentiras, como o industrial Francisco Matarazzo Jr.. Seu império teria sido construído com base em interesses e compromissos políticos, incluindo uma proximidade tumultuada porém rentosa com o Presidente Getúlio Vargas.

Em fevereiro de 1960, Assis Chateaubriand foi acometido de uma trombose. Morreu em 4 de abril de 1968, em São Paulo, depois da pertinaz doença, a que ele resistiu por longos anos, continuando, mesmo paraplégico e impossibilitado de falar, a escrever seus artigos. Foi velado ao lado de duas pinturas dos grandes mestres: um cardeal de Velázquez e um nu de Renoir, simbolizando, segundo seu protegido, o arquiteto italiano e organizador do acervo do MASP Pietro Maria Bardi, as três coisas que mais amou na vida: O poder, a arte e a mulher pelada. Seu cortejo fúnebre reuniu mais de 60 mil pessoas pelas ruas de São Paulo. Está sepultado no Cemitério do Araçá na cidade de São Paulo.

No mesmo ano da morte de Assis Chateaubriand, o prefeito nomeado pela ditadura José Aloísio de Campos determinou o nome do triangular espaço público entre as rua Construtor João Alves, Américo Curvelo, Professor Figueiredo Martins e Urquiza Leal no bairro Salgado Filho passeasse a se chamar Praça Assis Chateaubriand, através da Lei n. 45/68 de 29 de novembro de 1968. Logo no início a praça era um descampado cercado de sítios e poucas casas. Um local ermo que só terá feições de uma praça pública na gestão de outro prefeito biônico da ditadura, o Cleovansóstenes Pereira de Aguiar em 1972 e só recebendo outra reforma já na gestão do prefeito José Almeida Lima em 1996, reforma essa que determina os traços paisagísticos que a praça tem hoje.

Agora já sabe um pouca da história da praça e de seu nome ao usufruir deste espaço público tão famoso no Centro-Sul da nossa cidade.

Texto e imagem reproduzidos do site: expressaosergipana.com.br