quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Amendoim já sai cozido do perímetro irrigado Piauí, em Lagarto










Publicado originalmente no site do GOVERNO DE SERGIPE, em 13 de novembro de 2019

Amendoim já sai cozido do perímetro irrigado Piauí

Produtores utilizam irrigação pública para plantar mais de uma vez ao ano, além de beneficiar as suas colheitas e as dos vizinhos

Patrimônio imaterial, reconhecido pela Lei Estadual 7.682 de 2013, o amendoim cozido é orgulho do estado de Sergipe. Quer saber uma curiosidade? A enorme demanda interna pelo produto é suprida, quase que na totalidade, por produção local. O estado produz, anualmente, uma média de 1,9 mil ton de amendoim, numa área total de 1.100 hectares. Parte considerável dessa produção está nos perímetros irrigados administrados pela Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro), que oferecem a vantagem da colheita mais de uma vez por ano. Em Lagarto, tem irrigante do perímetro Piauí que, além de plantar e colher, também cozinha as vagens em água, sal e limão, deixando pronto o petisco preferido por 10 em cada 10 sergipanos e, claro, pelos turistas que aqui aportam.

Em 2018, nos perímetros mantidos pelo Governo do Estado, através da Cohidro, foram colhidas 675 ton de amendoim de plantios irrigados, em 182 ha. Diretor de Irrigação da companhia, João Fonseca explica que o plantio do amendoim tem vantagens que vão além da boa procura nos períodos de férias e das grandes festas, como o São João e o Carnaval, por ter uso na rotatividade das culturas. “É uma cultura pouco exigente. Atua na fixação do nitrogênio ao solo e fornece grande quantidade de restos culturais, ajudando o agricultor a economizar em adubação. Por essas vantagens, em nossos perímetros, ele acaba por suceder outros cultivos mais duradouros ou exigentes durante as entressafras, como a batata-doce e o coentro”, revela.

No perímetro Piauí, os irrigantes colheram 173 ton de amendoim no ano passado, plantados em 50 ha. Um deles é José Nivaldo, que divide seu lote irrigado de 1,6 ha em cerca de cinco lavouras, mas planta mais de uma com amendoim. “Eu costumo plantar em meados do mês de agosto e, até março, estou colhendo ainda. Acredito que dê na faixa de umas 600 ‘terças’ (balde de 12 litros) por hectare”, conta. A primeira parcela do ano ele já começou a colher. “Essa semana eu vou começar o plantio de uma nova lavoura. O preço vai pela época. Agora mesmo está ótimo, de R$ 35,00 a R$ 30,00 a ‘terça’”, detalha. Segundo o produtor, a facilidade no cultivo e os 70 dias entre o plantio e a colheita o motivam a plantar.

"A Cohidro ajuda no fornecimento de água da irrigação e, às vezes, quando preciso de orientação técnica, quando surge um novo problema na plantação, eu procuro um dos técnicos agrícolas da Cohidro e eles me orientam sobre o que fazer. Mas temos aqui o Gildo (Almeida), o gerente do perímetro que é da área, que conhece as necessidades com relação à água e está fazendo um bom trabalho", opinou José Nivaldo. Durante 55 anos, o irrigante viveu e trabalhou no mesmo lote e, há 32, ganhou um estímulo a mais para produzir, passando a ser atendido pelo perímetro irrigado. Dessa forma, pôde explorar o lote com novas culturas e em períodos do ano em que não há boa incidência de chuvas, a exemplo do plantio do amendoim para colher e cozinhar no verão.

“Todo ano, nesse período agora eu planto amendoim e, mais tarde, eu planto novamente para tirar no Carnaval. Só faço um plantio em cada área, quando chega o inverno eu planto milho”, disse o conhecido Toinho do Amendoim. Em sua primeira área, cerca de 0,4 ha, colhe de 15 a 20 sacos, que vai ele mesmo beneficiar e revender para comerciantes de Lagarto e da Ceasa de Aracaju. “Eu cozinho toda semana. Quem compra quase toda roça do perímetro sou eu. O do perímetro é melhor, porque vem mais limpo. Mas quando vem de fora do estado é cheio de talo, bagaço, um monte de terra. Com o pessoal daqui não é assim, eles ajeitam tudo direitinho. E a Cohidro ajuda com a irrigação, tanto aqui quanto nos outros perímetros”, finalizou.

Texto e imagens reproduzidos do site: se.gov.br

Ocupe a Praça resgata a ancestralidade no mês da Consciência Negra



 Héloa faz o seu primeiro show em Aracaju 
Clique nas imagens para ampliar



 Héloa lança o videoclipe Silêncio


 O cordelista Chiquinho do Além Mar 
lança livro em praça pública

 Maria Adilma Pinto, professora de História

 Cássio Murilo, presidente da Funcaju

 Graziele Ferreira, coordenadora do NPD

 Dona Nadir da Mussuca

 Liquidifica Diálogos abre espaço para 
um debate sobre a temática

 Índios Xokó expõem adereços ao público presente

Chiquinho do Além Marclique
Fotos: Silvio Rocha

Publicado originalmente no site da Agência Aracaju de Notícias, em 14/11/2019

Ocupe a Praça resgata a ancestralidade no mês da Consciência Negra

Em uma noite de resgate às ancestralidades, a Prefeitura de Aracaju, através da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), trouxe à praça General Valadão, no Centro da capital sergipana, significativas personalidades para uma imersão no passado, por meio de tradições que envolvem o sagrado e o feminino. Nesta quarta-feira, 13, a edição especial do mês da Consciência Negra apresentou a expressão de Chiquinho do Além Mar, Dona Nadir da Mussuca, Nary Kariri-Xocó e Héloa.

“Uma remissão às ancestralidades nos remete a  nossa identidade. Identidade a partir da arte. E é exatamente uma das maiores perspectivas do Ocupe a Praça. No mês da Consciência Negra, buscamos fazer essa referência e incentivar a reflexão sobre o que somos, em que momento estamos e sobre a construção do nosso modo de vida. Também aproveitamos para questionar a forma como lidamos com as diferenças em um lugar tão significativo, o marco zero da capital”, enfatiza o presidente da Funcaju, Cássio Murilo.

O lançamento do livro “Diversidade Rima com Igualdade”, do poeta sergipano Chiquinho do Além Mar, abriu a noite com a literatura de cordel. Com cerca de 20 anos de carreira, apresentando temáticas de história de Sergipe e de utilidade pública, baseadas em pesquisas, Chiquinho também realiza um projeto pedagógico em escolas da capital e leva a cultura do cordel para outros estados do Brasil. “Esse material do livro é sobre a igualdade racial e apresenta a importância do negro em todas as vertentes e repudia o preconceito, através de uma linguagem leve e bem típica do cordel. Espero que a sociedade goste e acolha. O Ocupe a Praça foi o momento ideal para o lançamento, por estar com uma temática voltada para a diversidade e pluralidade”, destacou Chiquinho, que distribuiu fotos e autógrafos durante todo o evento.

Em mais um debate do Liquidifica Diálogos, a temática levou à reflexões sobre as dificuldades e preconceitos enfrentados pelas minorias, destacando as suas tradições e necessidade de afirmação para esta época. Para a coordenadora do Núcleo de Produção Digital (NPD) Orlando Vieira, unidade da Funcaju, Graziele Ferreira, não tem como contribuir com a autoestima dos sergipanos sem falar das suas raízes.“É preciso enaltecer de onde viemos, que é o nosso bem mais precioso. A temática foi direcionada para chegar aos nossos antepassados e foi o que alcançamos nesta noite”, afirmou Graziele.

Dona Nadir da Mussuca, mestra, quilombola e guardiã da herança cultural negra sergipana, participou do Liquida enriquecendo o público com a sua história de resistência. “Tem muita gente que não sabe as suas próprias origens e faço questão de repassar essa cultura. É importante saber o que o negro já enfrentou. Eu sinto muito orgulho de ser uma negra, mulher, que faço parte da cultura sergipana”, garantiu a quilombola. A indígena representante da aldeia Kariri-Xocó, Nary Kariri-Xocó, também participou do debate e exaltou o trabalho de resgate às origens que tem sido realizado por sua comunidade.

Antes do lançamento do álbum Opará, que conta com a participação especial do grupo Sabuká Kariri-Xocó, Héloa brincou o público com o videoclipe exclusivo da faixa "Silêncio", composição que assina com Luedji Luna. O primeiro show da sergipana em sua terra natal teve uma simbologia ainda mais especial. “Eu tive o prazer de trazer para Aracaju um pouco do que apresentamos recentemente no auditório do Ibirapuera, em São Paulo. É muito especial, ainda mais por ser no Centro da cidade, tão próximo ao bairro em que eu nasci, o Getúlio Vargas. Além de ser em frente ao rio Sergipe, contando com a força das águas”, ressalta Héloa.

A cantora, que atualmente reside em São Paulo, também enfatizou a importância da ocupação dos espaços públicos, de maneira gratuita e democrática. “Fico feliz que o Opará tenha sido convidado para esse momento sobre ancestralidades, já que esse show busca falar da população ribeirinha, indígena, dos povos negros, africanos, que somos todos nós, todo mundo que ocupa esse lugar e carrega essa história”, aponta.

A professora de História da rede pública de ensino, Maria Adilma Pinto, foi atraída pela primeira vez ao Ocupe a Praça ao saber a temática abordada: ancestralidades. “Eu já conhecia a luta dos índios Xokó e o tema me chamou a atenção. Eu sou descendente de indígenas e muito dessa história não está registrada nos livros didáticos. Nós não conhecemos a nossa verdadeira história. E é essa a vivência e conhecimento que a população precisa ter. Achei um evento lindo, que valoriza o Centro da cidade à noite”, explica a professora.

Opará

Opará é o nome do segundo álbum da cantora sergipana Héloa. E celebra um novo momento na vida da artista, um encontro com sua própria natureza e uma nova forma de encarar os desafios. O disco, cujo ritmo das águas e da maré conduz as canções, retrata, a partir deste elemento, as diversas facetas que as águas assumem em seus cursos, fazendo uma analogia com o próprio sentido de existir e fluir.


Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

36º Festival de Artes de São Cristóvão (2019)


36º Festival de Artes de São Cristóvão (2019)

Resistir para Existir: um lema que simboliza nossa luta pela visibilidade artística.

O Festival de Artes de São Cristóvão é um dos maiores do nordeste, e traz na essência a valorização da cultura e diversidade.

Em sua 36º edição, contará com diversas expressões artísticas: cultura popular, cinema, dança, literatura, música, teatro e mais.

Serão quatro dias intensos, ocupando a cidade e espalhando toda forma de criatividade. Mais que uma maneira de preservar a nossa história, o FASC é símbolo de união e prova de que a nossa arte resiste.

O FASC foi iniciado nos anos 1970, e serviu de palco para grandes artistas sergipanos e nacionais, para que pudessem expressar suas produções artísticas nas mais diversas modalidades.

O evento foi descontinuado em 2005 e retornou em 2017 resgatando a proposta dos antigos festivais e reacendendo a programação cultural da Cidade Histórica.

Editora do Governo participa do Festival de Artes de São Cristóvão


Publicado originalmente no site da SEGRASE, em 12/11/2019

Editora do Governo participa do Festival de Artes de São Cristóvão

O evento acontecerá entre os dias 14 a 17 de novembro, em São Cristovão

A Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise estará presente na 36ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão - FASC. O evento acontece entre os dias 14 a 17 de novembro, na quarta cidade mais antiga de Sergipe.

Pelo terceiro ano consecutivo a Edise estará apresentando suas publicações no Salão de Literatura José Augusto Garcez, que nesta edição do Festival estará localizado no Salão Paroquial da Igreja Matriz, na praça Getúlio Vargas, popularmente conhecida como Praça da Matriz.

A Edise estará apresentando 78 títulos, entre eles ‘Terra Xokó: Um espaço como expressão de um povo’; ‘Presença Feminina em Os Lusíadas’; ‘Leituras Kantianas’; ‘Simão Dias’; ‘A Peregrinação a Divina Pastora’; ‘Ranulfo Prata’; ‘Ravnir’; ‘Sementes de Girassóis’; ‘Uma luz em minha vida: Umbanda’; ‘O Tatu de Pirakê’; ‘Paulo de Carvalho Neto’ entre outros.

Para o presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, Ricardo Roriz, participar de mais uma edição do Festival de Artes de São Cristovão é muito importante, pois contribui com a divulgação dos autores e histórias de Sergipe. “Continuamos trabalhando como orienta o governador Belivaldo Chagas, em mais uma edição do Festival vamos por meio dos livros celebrar nossa cultura, arte e histórias”, destaca.

O prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana chama a atenção para a concepção do FASC. “O Festival é um evento efetivamente de arte, das manifestações artísticas que são fundamentais para a reflexão humana”.

Djenal Gonçalves Filho, autor do livro ‘O Tatu de Pirakê’, acredita ser importante a participação da Edise no FASC. “É uma honra pra mim ter meu livro exposto num festival que voltou a se fortalecer e é um orgulho para o sergipano amante da arte”.

O evento

Neste ano, o evento apresentará aproximadamente 150 atrações nas áreas de artes visuais, músicas, danças, que estarão reunidas em oito espaços da cidade histórica. A 36ª edição traz o tema ‘Resistir para Existir’, um lema que simboliza a luta pela visibilidade artística levando a essência da valorização da cultura e diversidade. São quatro dias, ocupando a cidade de São Cristóvão e espalhando toda forma de criatividade.

Texto e imagem reproduzidos do site: segrase.se.gov.br

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Jovem estudante de Laranjeiras é vencedora do 'I Concurso de Cordel do IFS'




Publicado originalmente no Blog do Reginaldo, em 13 de novembro de 2019

Jovem estudante de Laranjeiras é vencedora do 'I Concurso de Cordel do IFS'

A estudante Rita Oswald, do município de Laranjeiras, conquistou o 1º lugar no primeiro Concurso de Cordel do Instituto Federal de Sergipe (IFS).

Rita recebeu convite para recitar em solenidade comemorativa aos 95 anos de existência do Campus São Cristóvão.

O concurso de cordel foi realizado pelo Instituto Federal de Sergipe - IFS no mês de outubro, objetivando estimular a criatividade e a reflexão dos alunos da instituição federal, através da produção de cordéis.

Com um rigoroso edital publicado em 25 de julho de 2019, participaram diversos estudantes do instituto federal de Sergipe, assumindo o compromisso de produzir cordéis de autoria própria, respeitando os direitos autorais, os direitos humanos, os valores, como cidadania, liberdade, solidariedade e diversidade ética e cultural. Os critérios para a avaliação e pontuação foram, a estrutura métrica do Cordel, O conteúdo temático, A Criatividade e Originalidade.

Orientada pelo Professor Reginaldo de Jesus, a jovem Rita de Cácia Oswald Silva Santos, estudante do curso técnico de Agroindústria, autora do Cordel em comemoração aos 95 anos de existência do Campus São Cristóvão, foi a grande vencedora do concurso obtendo pontuação máxima.

Falando ao RSNOTÍCIA, Rita expressou sua alegria e satisfação com o resultado. "Estou satisfeita e orgulhosa imensamente pelo primeiro lugar conquistado", declarou.

Do RSNOTÍCIA com informações de Viktor Soares.

Texto e imagens reproduzidos do blogdoreginaldo.blogspot.com

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Jornalista Marco Vieira lança o romance ‘Salinas’ no dia 13

O lançamento acontecerá no dia 13 de novembro, às 19h,
no Hall do Teatro Tobias Barreto
Foto: Arielle Vieira

Publicado originalmente no site do Portal INFONET, em 11 de novembro de 2019 

Jornalista Marco Vieira lança o romance ‘Salinas’ no dia 13

O jornalista Marco Vieira fará o lançamento do romance ‘Salinas’. O romance que narra a vida de seis jovens, desde suas infâncias à maturidade, é, em parte, um reflexo da vida do autor. Nascido no conjunto Assis Chateubriand, popularmente conhecido como Bugio, em Aracaju, Marco conta, através da ficção, temas que situam em vidas reais. A obra é publicada pela Editora Diário Oficial de Sergipe (Edise)

O lançamento acontecerá no dia 13 de novembro, às 19h, no Hall do Teatro Tobias Barreto, Av. Tancredo Neves, 2209, bairro Inácio Barbosa, na capital sergipana.

Com a ideia de retratar aspectos que marcaram sua vida, e com a sua paixão pela escrita, Marco desenvolve histórias que iniciam pela vida na escola pública, seguido pelos caminhos escolhidos por cada personagem e, por fim, o reencontro destes. “Eu sou aluno de escola pública, daí veio a ideia. A obra foi baseada na minha infância, nos encontros que tive, nos colégios que estudei, na família que eu revelo no livro, através da figura de um personagem. E assim fui desenvolvendo todo roteiro, a partir dessa história inicial. São encontros e desencontros que levarão o leitor a refletir sobre as questões abordadas”, relata.

O livro é também uma forma de homenagear pessoas queridas que passaram pela vida do autor. “Este livro é dedicado aos meus pais e ao meu sensei Daisaku Ikeda. Na obra represento o meu pai, através do personagem ‘Seu Zé das Ervas’, pois ele entendia tudo sobre agricultura de ervas”, conta.

As histórias desenvolvidas no livro levam consigo os reflexos de temas reais. “O livro fala sobre amizade, relações humanas, situações que colocaram algumas pessoas no mundo do crime, fazendo com que o leitor reflita. Tudo foi baseado em coisas que vi e em histórias que ouvi”, detalha Marco Vieira.

Para o presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe – Segrase, Ricardo Roriz, a obra aborda assuntos que levam os leitores à reflexão. “’Salinas’ é um livro que insiste nas relações humanas, sendo de grande contribuição e importância para o aprimoramento pessoal de cada um”.

Marco Vieira

Jornalista, escritor, fotógrafo, videomaker, professor de fotografia e estudante de Direito. Tem o filósofo e humanista japonês Daisaku Ikeda como seu mestre na escola da vida, principal responsável pelo seu desenvolvimento como ser humano.

Fonte: assessoria de imprensa

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

sábado, 9 de novembro de 2019

Emdagro lança prêmio Rosalvo Alexandre


Publicado originalmente no site do GOVERNO DE SERGIPE, em 07/11/2019

Emdagro lança prêmio Rosalvo Alexandre para homenagear profissionais e parceiros da empresa

A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) lançou, nesta quarta-feira, 06, o Prêmio Rosalvo Alexandre, com o objetivo de premiar profissionais e parceiros que tenham se destacado nas suas atividades em prol dos produtores rurais sergipanos. Essa será a 1ª edição do prêmio e a solenidade de premiação acontecerá no dia 06 de dezembro de 2019, no auditório da empresa.

Segundo o regulamento, poderão ser premiados profissionais em atuação na Emdagro, que tenham desenvolvido relevantes trabalhos em quaisquer áreas da empresa, desde a área administrativa até a execução de ações no campo. Outra categoria da premiação é destinada a profissionais parceiros que se destacaram em ações de apoio e participação nos trabalhos da Emdagro.

A comissão julgadora será composta de três membros e realizará o processo de indicação e classificação dos profissionais a serem homenageados, segundo explica o presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza. “Cada funcionário da empresa indicará três homenageados e, ao final, eles serão selecionados pela comissão julgadora, que cruzará critérios como pontualidade e assiduidade, cumprimento de prazos, índices de resultado entre as metas de trabalho programadas anualmente, bem como o zelo com a manutenção dos equipamentos e instalações de trabalho da empresa”, detalha.

Como critérios subjetivos, a comissão analisará a inovação e a qualidade dos serviços realizados, o atendimento ao público interno e externo, o relacionamento e a urbanidade com os colegas e público em geral. “Com a premiação, a Emdagro visa valorizar os profissionais que dão o melhor de seu conhecimento e de sua energia para qualificar a Assistência Técnica e Extensão Rural prestada à população sergipana”, conclui o presidente Jefferson Feitoza.

Biografia

O prêmio leva o nome de Rosalvo Alexandre de Lima Filho, Engenheiro Agrônomo que foi servidor da Emdagro, onde ingressou em 1973. Para além dos serviços prestados à empresa, Rosalvo se notabilizou pela militância política, iniciada ainda no colégio estadual Atheneu Sergipense, quando integrou a base estudantil do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Preso na Operação Cajueiro, ele foi torturado durante a ditadura militar. Foi filiado ao Movimento Democrático Brasileiro, que deu origem ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), vindo a fundar, juntamente, com o ex-governador Jackson Barreto, o partido em Sergipe. Foi vereador por Aracaju no período de 1989 a 1993. Além de servidor, Rosalvo também compôs o Conselho de Administração da Emdagro e, mesmo quando debilitado, fazia questão de participar das discussões, dando relevantes contribuições para o fortalecimento da ATER pública. Faleceu em junho de 2015, aos 69 anos, deixando três filhos.

Texto e imagem reproduzidos do site: se.gov.br

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Livro de crônicas de Amaral Cavalcante

Divulgação

Texto publicado originalmente no site do JORNAL DO DIA, em 06/11/2019

Em busca do tempo perdido
Por Rian Santos

Há dias, folheio as crônicas de Amaral Cavalcante, como se tivesse o amigo sempre à mão, pronto para dois dedos de prosa. Abro o livro ao acaso, grato pelo seu peso e a forma palpável de Literatura. Assim, em estado de palavra aquietada no papel, a conversa flui às mil maravilhas, livre de interrupções, obediente a todas as vírgulas da hierarquia. Há o mestre e também o aprendiz. Um burro fala, o outro abaixa a orelha.

'A vida me quer bem', o tal volume de crônicas, consiste em um verdadeiro acerto de contas entre o poeta e ele mesmo. Só agora, coroado pelos cabelos brancos, senhor dos próprios feitos, Amaral consente em ser carregado num andor de procissão, sob o pretexto de uma publicação bem cuidada. O gosto pelo aplauso sempre existiu, claro, desde o lançamento de 'O instante amarelo'. Mas este não parece o caso de um autor à cata de elogios. A julgar por tudo o que já fez e ainda faz, Amaral anseia mesmo é pelo amor de sua gente.

Os homens passam, infelizmente. Mas os livros ficam. Alguém que queira falar de Amaral, dizer aos homens incrédulos de um futuro distante como se viveu e amou a certa altura dos trópicos e dos acontecimentos, terá estas crônicas a disposição. Uma coisa é ouvir dizer de uma vez, um verão. Outra, muito diferente, é reviver a Atalaia dos anos 70/80 no rastro das fragrâncias e perfumes evocados pelo poeta.

Em busca do tempo perdido, Amaral enfrenta o mar aberto das saudades a braçadas de náufrago. Em cada fase, um gemido diferente. Infância, juventude, maturidade. Ao contrário de Proust, no entanto, ele jamais se permite a abusar do leitor, varar páginas e mais páginas em êxtase. Nada disso. À tentação beletrista derivada de uma vida inteira de leitura criteriosa, o cronista responde com um humor todo seu. Os leitores agradecem.

'A vida me quer bem' tem o valor de uma promessa cumprida. Dispersa em posts no Facebook, onde o poeta reencontrou o bulício de uma Aracaju cheia de vida sob as vestes tristes de algoritmo, a literatura preciosa de Amaral ainda carecia do apelo sensível de um corpo físico, suscetível aos dedos sujos de uns e outros na confusão das prateleiras.

O lançamento da obra será realizado hoje, às 18 horas, na Sociedade Semear (rua Vila Cristina, 148).

Texto reproduzido do site: jornaldodiase.com.br

Amaral Cavalcante lança livro de crônicas



Imagens: Luciana Shunk e Divulgação.
Reproduzidas dos sites: SEGRASE
e Facebook/Amaral Cavalcante

Amaral Cavalcante lança livro de crônicas 

Data do evento: 07 de novembro de 2019 

Um dos ícones culturais de Sergipe, com muitos anos de trabalho e muita história pra contar, o jornalista Amaral Cavalcante continua a surpreender, e dessa vez lançando um livro em formato de crônicas. “A vida me quer bem: crônicas da vida sergipana”, nova obra publicada pela Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise traz aos seus contemporâneos o doce sabor da nostalgia. Retratando desde sua infância à mocidade, Amaral não se acanha ante as situações inusitadas já vividas.

A prestigiada sessão autógrafos vai acontecer nesta quinta-feira, 07 de novembro, às 18h, na Sociedade Semear, fincada na rua Vila Cristina, 148, bairro São José, em Aracaju (SE).

Com a ideia de fixar sua história, Amaral, envolto por suas gentis lembranças, retoma o tempo em que sua geração, sem muitos aparatos, não media esforços, nem pensava duas vezes para jogar conversa fora e se divertir. “Somos uma geração etílica, nós convivemos nos bares, frente a frente na mesa de bar batendo papo, conversando, discutindo a vida e aprendendo, hoje ficamos mais a frente do computador”, conta o autor das crônicas.

Planejado e organizado pelo marchand Mário Britto, o livro conta com o planejamento editorial, projeto gráfico e diagramação da professora da Universidade Federal de Sergipe, Germana G. de Araújo, a revisão de Gustavo Aragão Cardoso, a seleção de crônicas e revisão dos originais, Maria Rosineide Santana dos Santos e com as ilustrações de Elias Santos, Fábio Sampaio, Felipe Xocó e Gabi Etinger.

Texto reproduzido do site: bacanudo.com

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Lançamento do livro: "A Vida me Quer Bem" de Amaral Cavalcante



Publicado originalmente no site da SEGRASE, em 4 de novembro de 2019

‘A VIDA ME QUER BEM’ DE AMARAL CAVALCANTE

A obra será lançada dia 07 de novembro, às 18h, na Sociedade Semear

Amaral Cavalcante, símbolo cultural sergipano, depois de muitos anos de trabalho, continua a surpreender, e dessa vez, em crônicas. “A vida me quer bem: crônicas da vida sergipana”, nova obra publicada pela Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise traz aos seus contemporâneos o doce sabor da nostalgia. Retratando desde sua infância à mocidade, Amaral não se acanha ante as situações inusitadas já vividas.

O lançamento da obra acontecerá no dia 07 de novembro, às 18h, na Sociedade Semear, rua Vila Cristina, 148, bairro São José, em Aracaju.

Planejado e organizado por Mário Britto, o livro conta com o planejamento editorial, projeto gráfico e diagramação da professora da Universidade Federal de Sergipe, Germana G. de Araújo, a revisão de Gustavo Aragão Cardoso, a seleção de crônicas e revisão dos originais, Maria Rosineide Santana dos Santos e com as ilustrações de Elias Santos, Fábio Sampaio, Felipe Xocó e Gabi Etinger.

Com a ideia de fixar sua história, Amaral, envolto por suas gentis lembranças, retoma o tempo em que sua geração, sem muitos aparatos, não media esforços, nem pensava duas vezes para jogar conversa fora e se divertir. “Somos uma geração etílica, nós convivemos nos bares, frente a frente na mesa de bar batendo papo, conversando, discutindo a vida e aprendendo, hoje ficamos mais a frente do computador”, conta o autor das crônicas.

Para Amaral, a crônica é umas das melhores formas para registrar o passado, pois ela é rápida, pode ser feita numa linguagem coloquial e tratar de coisas dos dia a dia das pessoas. “A crônica retrata a vida cotidiano das pessoas. Retratar o meu tempo em crônicas é guardar para a história o que nós fizemos durante minha vida. Muita gente se identifica com o que relato, o que aconteceu comigo, aconteceu com toda minha geração, porque a nossa geração viveu determinadas circunstâncias que se não forem contadas em crônicas e literatura, ninguém jamais saberá”.

Para Mário Britto “O livro é, de fato, uma inequívoca demonstração de quanto a vida quer bem ao poeta Amaral Cavalcante, assim como a todos os seus amigos, fãs e leitores, que terão o privilégio de ler esse compêndio de crônicas, que aborda temas não só do cotidiano, como também outros de teor cultural, social e político, tudo com a mesma espontaneidade”.

As narrativas correlatas divertem e encantam, com suas mais ricas e significativas passagens, os leitores, principalmente, aqueles que vivenciaram a mesma época descrita.

Maria Rosineide Santana dos Santos realizou a seleção de crônicas e revisão dos originais. Ela conta que, ao fazer a seleção do material, a sua maior dificuldade foi as várias versões destas, mas logo compreendeu que poderia fazer uma fusão com as histórias. “Houve uma sistematização sim. À medida que eu ia lendo, juntando versões, fazendo a revisão, percebi uma divisão possível para as partes do livro. Em primeiro lugar, respeitando o título dado pelo autor, depois, comecei a separar as crônicas de homenagem/amizades”.

Para Ricardo Roriz, presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, o escritor Amaral Cavalcante, como um dos contribuintes para a cultura e história sergipana, marca, através de suas narrativas, a sua passagem pelo mundo, encantando e instigando os jovens a conhecer outras épocas e estilos de vida.

Mílton Alves, diretor Industrial da Segrase, conta que ao ler a obra retornou ao passado, à infância. “As crônicas apresentam a realidade da nossa geração, eu vivi as mesmas situações descritas, e isso me emocionou, foi um déjà vu do início ao fim”.  

Texto e imagens reproduzidos do site: segrase.se.gov.br